História O homão da por-- - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Natsu Dragneel
Tags Hentai, Nabis, Naca, Naer, Nale, Nali, Nalu, Nami, Nasui, Natsu Inteligente, Natsu Niilista, Natsuxharém, Navis
Visualizações 260
Palavras 2.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Harem, Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pelo visto nenhum desenhista gosta muito do casal Natsu x Levy, então não achei nenhuma imagem :v
Espero que gostem

Capítulo 4 - A estudiosa de óculos no meio da armadilha sem escapatória.


Fanfic / Fanfiction O homão da por-- - Capítulo 4 - A estudiosa de óculos no meio da armadilha sem escapatória.

Continuava a andar pelos pátios da escola na direção dos dormitórios femininos… Meu sorriso travesso, olhos perfurantes e aura imponente me cercavam, juntamente dos olhares femininos – que ou me olhavam com desprezo ou com atenção. Mas eu pouco me importava. Olhando para qualquer garota que não fosse minha mãe, eu apenas viu um borrão no lugar dos olhos e um corpo para ser apreciado.

Eu nunca dei ou vou dar importância à vida, já que ela não tem valor e significado algum… Muitos inferiores buscam respostas para preencher seu vazio na filosofia, na religião… Mas é tudo uma pura besteira. Pessoas não passam de isótopo, matéria orgânica fundida e líquidos em um sistema diverso… Mas todos terminam servindo como adubo. Ninguém é especial, nada vale a pena…

Andava agora sem uma das suas características: o sorriso. Sua feição mudou de uma hora para outra, ao enfatizar seu niilismo. - niilismo é, simplificadamente, achar que na vida nada vale a pena: nada é especial, tudo não passa de mais um.

Mas balançou a cabeça rapidamente, ajeitando seus óculos… Estava sem saco para aprofundar-se em suas ideias agora… O que queria agora era achar mais vaginas onde seu pau entraria. Só que, não demorou muito e já estava de frente a um enorme pátio florido, cheio de bancos espalhados, árvores e estudantes. Porém, mais a frente, três enormes prédio estavam situados… Os dormitórios.

Parou então por um segundo, olhando os dormitórios e depois para o pátio… Tinha duas escolhas no momento: poderia causar pelo pátio, ou seguir direto pro prédio 2… Um pequeno sorriso subiu seus lábios, vendo a resposta mais óbvia.

Fui andando pelo pátio com as mãos no bolso calmamente, mandando olhares para várias garotas que me observavam com cara feia. Mesmo não se importando nem um pouco, gostava de ver aqueles olhares de raiva para si… Todavia, entre aquelas várias mulheres, decidiu por escolher um alvo.

Começou a passar os olhos pelas árvores, procurando alguma garota que se destacasse em pelo menos algum aspecto… Foi aí que seu olhar chegou a uma área com várias mesas e algumas alunas com cadernos e livros… Mas a que lhe chamou mais atenção fora uma pequena de cabelos azuis e óculos. Ah… A típica nerd excluída, talvez? Sem seios, sem altura, sem bunda, sem pernas atraentes.

Ela tinha todos os aspectos para passar apenas como ar pelos olhos de águia do rosado… Só que não passou, ao contrário, se tornou seu alvo principal. O por quê? Simples… Na maioria das vezes essas garotas tem falta de dopamina, ou seja… São infelizes. E essa não é diferente. Basta olhar seu rosto: olhos caindo, boca fechada, concentração tomada e destaque ao redor dos olhos quase imperceptível, que mostra que houve choro recente.

Mas espere. Eu não era o maior idiota com as garotas, vendo às apenas como uma vagina e peitos? Sim, eu sou. Mas isso não quer dizer que eu sou ‘’sem coração’’. Claro, minhas intenções com ela são apenas sexo… Mas se eu quero, o que me importa meu niilismo?

Vou andando lentamente em sua direção então. Sentada sozinha, mas rodeada de várias outras garotas que conversavam animadamente entre si… Isso só deixa as coisas mais fáceis. Ela estava extremamente concentrada em seu livro de… Radiação primária. Interessante…

Logo dei a volta na mesa silenciosamente, parando atrás dela e vendo o conteúdo do livro, enquanto escutava alguns murmúrios dela, tais como: ‘’Eu ainda não entendi como a radiação interage com a matéria sólida?… Droga.’’, algo tão simples.

Natsu – Simples: depende da energia de incidência do fóton, da densidade do modo em que se espalha, da espessura do meio e de seu número atômico, após isso há três coisas que podem acontecer: o efeito fotoelétrico, o efeito Compton e a produção de par. Claro, as coisas são bem mais complicadas do que apenas isso. - falou o rosado simples, assustando a de óculos a sua frente, que quase jogou o livro pra cima.

A mesma encarou o rosado extremamente surpresa e assustada, vendo-o com as mãos no bolso e com um sorriso… Wow… Que sorriso branco. Ficou assim por vários segundos, até que, por fim, perceber sua situação. Meio encabulada recolheu seu livro, virando seu rosto para o mesmo novamente… Mas aí raciocinou o que ele havia dito, virando-se rapidamente para ele.

Levy – Você sabia disso?! - perguntou surpresa por ele entender sobre radiação, que era uma das coisas que mais tinha fascinação. O sorriso do Natsu aumentou mais um pouco, ficando mais e mais gélido.

Sentou-se ao lado da azulada rapidamente, pegando a caneta e uma folha de papel em branco que, possivelmente eram dela. Já Levy apenas observou ele começar a escrever no papel… Só entendeu um pouco do começo da equação do… que grau era aquele? Os índices das letras, números e sinais estavam todos embaralhados.

Se surpreendeu com a velocidade que ele fazia a equação a sua frente no papel, nem parando para pensar ou calcular algo… Era impressionante… Ele misturava várias leis, como as da física e da probabilidade, equações biológicas e tudo que se possa imaginar que usava números e letras! Estava ficando zonza com tudo aquilo no papel.

… O rosado ficou assim por vários segundos, fazendo a expressão velozmente. Até que, por fim, parou. Agarrou o papel rapidamente, estendendo-o para Levy. A mesma ainda se mantinha zonza pela demonstração de habilidade do rosado, ficando até boba quando ele estendeu o papel para ela… Mas a azulada agarrou o papel com a equação suavidade, tentando entender por onde começava a equação… Mas só a primeira linha já a deixava extremamente louca da cabeça… Que tipo de matemática era aquela?!

Natsu – Essa é a explicação resumida da propagação da radiação, tanto a radiação alfa, beta, gama e a X. - falou o mesmo, com um sorriso simples no rosto. Mas por dentro, era como se a garota ao seu lado fosse uma zebra e ele um leão… Estava a cercando friamente, esperando o momento certo para avançar e dar o bote… Só que com sutileza, que é um estilo que preza, mesmo não o usando muito.

Levy – Eu não… Consigo entender nada. - falou confusa, movendo seus olhos por tudo aquilo. Natsu deu uma pequena risada, estendendo sua mão até o papel, começando a explicar onde começava e como se dava extensão.

Nesse meio tempo de 10 minutos aproveitou para espremer tudo da azulada, apenas por olhar e deduzir. Não tinha pais, irmãos, amigos e nem ninguém, pelo seu profundo olhar de sofredor. Movimentos leves e suaves… Faz algo envolvendo o corpo. Pelo visto, yoga. Se empolga fácil com estudos complexos e gosta bastante de ler… Uma das mais interessantes que eu conheci recentemente. Uma mente forte, construída com o aço da solidão… Mas seria fácil de penetrar bem no cérebro, para começar seu controle.

Levy – Wow… Isso é realmente… Wow! Aonde você aprendeu isso, Natsu-san?! - perguntou a mesma, com brilho nos olhos, revisando suas várias anotações feitas a respeito do que Natsu havia falado. O mesmo logo coçou a parte de trás da cabeça, falando.

Natsu – Internet. - simples e convencedor. A azulada assentiu que sim, logo dando um pequeno suspiro e colocando seu caderno – agora fechado – contra a mesa, onde estavam suas anotações. A garota então encarou o rosado com o olho de canto, colocando uma das mãos em seu rosto e o cotovelo na mesa, suportando o rosto e fitando Natsu.

Levy – Eu ainda não lhe disse meu nome, né? - falou a mesma, dando um sorriso meio bobo. Natsu concordou… Ela devia saber o seu pelos rumores. - Meu nome é Levy. - falou a mesma, retirando seus óculos de leitura e arrumando a faixa amarela em sua cabeça.

Natsu – Você já deve saber o meu, né? ‘’O aluno novo riquinho superconvencido que fala tudo da boca pra fora’’… Acho que eu exagerei demais naquela minha entrada. - falou o mesmo, dando um riso forçado com os olhos fechados… Estava montando o território com perfeição.

Levy – Éééh… Por que falou tudo aquilo? Você parecia um verdadeiro idiota naquele palanque… Mas comigo você foi bem legal. - falou se recolhendo um pouco. O Natsu logo colocou a cabeça contra a mesa, colocando as mãos nos bolsos novamente.

Natsu – Eu sei lá… Só queria… Aparecer… Tentar ser percebido. - falou meio simples e com a voz melancólica. Pôde observar de canto que Levy havia ficado surpresa, como se algo que disse se remetesse nela… Caralho! Como gostava de brincar com garotas… Era sempre tão fácil e previsível.

Levy – Bom… Ser um garoto num internato de garotas já é bem perceptível. Hehe… - falou a azulada, também colocando a cabeça contra a mesa, juntando seus braços abaixo do rosto, ainda fitando os olhos do rosado.

O mesmo pareceu ficar meio corado, concordando um pouco travado com a azulada. Levy logo deu mais uma risadinha, virando o olhar para outro lado… Natsu deu um sorriso macabro nesse momento, vendo que já estava tudo bem garantido… Ia agora melhorar as coisas.

Moveu uma de suas mãos até a cabeça, fingindo arrumar seu cabelo… O mesmo então pressionou fortemente uma parte atrás de sua orelha. Logo o mesmo piscou o olho, virando seu olhar para a bolsa de Levy do lado da cadeira dela… Agora conseguia ver através da bolsa.

Era um implante de lente inteligente que o mesmo havia criado… Agora seu olho direito era como um supercomputador. O mesmo então procurou as chaves do quarto de Levy, logo as achando… Prédio 3 – 106. Ótimo, isso ajudava.

Piscou novamente seu olho direito, parando a visão raio-x controlada – e na justa hora que Levy virou seu olhar para o mesmo. Estava decidida… Ia fazer o menino novo seu amigo! Ele era o único naquela escola inteira que parecia ter um conhecimento superior e que não a julgaria.

Levy – Então, Natsu-san… Você pode continuar me explicando sobre a propagação da radiação gama? É que foi a que eu mal entendi, na verdade. - falou a mesma, fazendo uma cara de pidona e meio envergonhada.

Natsu logo abriu um sorriso negro, que não havia sido percebido pela azulada, assim como o assentimento de sua cabeça em um sim. Agarrou então a folha, começando a explicar novamente sobre a radiação à azulada… Só que, em sua outra mão – a com o relógio – o mesmo digitava um comando em uma tela holográfica na palma de sua mão, com o dedão.

Logo a tela do relógio piscou em verde, fazendo um tipo de antena minúscula surgir do couro do relógio…!! Uma pequena esfera roxa voou rapidamente em direção das nuvens, passando despercebido para qualquer um… A menos que alguém aqui veja algo há 70.000km por hora.

Essa esfera é a concentração de uma descarga elétrica que vai se fundir aos átomos das nuvens, criando precipitação… Ou seja, chuva. A partir disso era só questão de minutos para estar em uma cama transando com a azulada.

Levy – Agora eu tô entendendo mais claramente… Você é bom nisso, Natsu-san. - comentou a azulada, relendo mais uma vez o papel com as explicações. Natsu sorriu para a mesma, se preparando para o que vinha por vim… NHAAH!! ( aquele meme do Hastad, que ele faz ‘nhan’.

Um enorme trovão surgiu do nada nas nuvens, assustando Levy e as meninas ao redor – Natsu fingiu surpreender-se. E, de uma hora para outra, as nuvens estavam mais negras que afrodescendente queimado após bronzeamento artificial a base de pó de carvão. As meninas ao redor começaram a recuar desesperadas, procurando algum lugar para se esconderem da chuva que se aproximava.

Natsu – Vamos sair… Pelo tamanho do trovão, a chuva irá ser forte. - falou o mesmo, se levantando rapidamente, recebendo um assentimento da azulada. Após arrumar seu material, os dois começaram a andar rápido até uma cobertura.

…!! Só que a chuva havia começado – e com uma força enorme. Foi como se um tijolo caísse na cabeça de Levy, de tão forte que a chuva começou, se intensificando em poucos segundos.

Levy – Caramba!! É muito forte! - falou ela, fechando um dos seus olhos e colocando a mão contra a testa. Natsu que estava mais na frente recuou um pouco, pegando na mão de Levy, a assustando. Só que logo percebeu a diferença de velocidade… Natsu era veloz demais.

Natsu – Vamos ir até o dormitório 3… Ele é o mais perto de onde estamos. - falou o rosado, em um tom falso de preocupação. Recebeu um assentimento positivo de Levy, virando sua feição para a frente, fazendo um sorriso malévolo… Ela estava na palma de sua mão e não fazia ideia.

Hentai próximo. 


Notas Finais


Até o próximo, caso eu não perder muito do meu tempo matando estalador


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