História O Homem da máscara branca - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags 100temas, Antropofagia, Canibalismo, Desafio Dos 100 Temas, Gore, Mistério, Policial
Exibições 9
Palavras 1.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse da capa, é o John Lennon kkkkkkkk, achei ele legal pra fazer o vilão da estória, olha essa cara de psicopata kkkkk.

Essa fic não é baseada no filme "O Silêncio dos Inocentes", caso pense nisso, Ok? e.e, mas, confesso que há semelhanças... - Nunca vi o filme, mas deve ter :v, só vi coisinhas na Wikipédia -, isso vem dos desafios dos 100 temas, onde farei fics utilizando alguns dos 100 temas, e espero conseguir termina-lo antes do fim de Dezembro e.e apesar dessa ser a minha primeira fic dos 100 temas, devo conseguir fazer ao mesno 2 fics XDD

Obg por lerem, boa leitura, e deixe aí seu favorito se gostar ok? XD Valeu, nos vemos lá em baixooo XD

Capítulo 1 - Edward Hornigold, o novato.


Fanfic / Fanfiction O Homem da máscara branca - Capítulo 1 - Edward Hornigold, o novato.

Tentei chamar a polícia, mas eu sou a polícia...

Sabe quando sua mãe diz: “Não vá a essa festa!”? Ou “Saia de perto disso!”? Bem... Adoraria ter uma mãe aqui comigo, se ela não estivesse morta desde 87... Me esqueci de me apresentar. Meu nome é Anthony. Anthony Green, sou um policial comum. Tenho 44 anos, e sou casado com a mulher mais linda do mundo Anne Read. Vivíamos bem, muito bem, nossa garotinha se saia bem na escola, e, em cerca de 44 anos da minha vida, nunca pude desejar algo melhor do que estou vivendo hoje.

Mas você pode se perguntar:

“Mas Anthony, se você está tão feliz, como é que está amarrado na cadeira sangrando como um escravo?”

A resposta, amigo... Não confie em ninguém que você não conhece 100%. Te contarei desde o inicio, para entender a minha situação atual, tudo aconteceu no inicio de 2016, exatamente de 10 de janeiro...

 

10 de Janeiro, 2016.

O dia brilha em Nova York, era incrível, aula para minha pequena Mary, e trabalho para mim e a linda Anne. Eu amo esta mulher. Estávamos quase saindo, Mary já havia saído, e bebia as últimas gotas de café. Anne ainda trabalhava comigo, no termino do café, saí e fomos de carro até o escritório do chefe Wigham.

- Anthony, Anne. – nos chamou. – Tenho um caso a vocês...

- Diga, senhor.

- Há cerca de 2 semanas, pessoas estão desaparecendo, já enviamos cerca de 5 policias, mas, infelizmente... Nenhum deles voltou vivo.

Eram 5 amigos, James, Chester, Tom, Wesker e Benjamin. Meus amigos, principalmente Tom, tínhamos um grande vínculo. 

- Bem, para não irem sozinhos, um amigo meu, enviado do Canadá vem ajuda-los no caso.

Ok, não havia problema, desde que ele não ficasse de gozação com meu cabelo “cor de areia” e meu sobrenome... Benjamin fazia isso.

Não demorou e o tal rapaz chegou, bem, ele não tinha o “cabelo cor de areia”, eles eram negros, e utilizava um óculos redondo, parecia estar sério. Descobri que seu nome é Edward Hornigold, ele aparentava ter uns 33 anos. Nos cumprimentamos e no dia seguinte começaríamos o caso.

- Algo mais? – indaga Anne.

Só ficamos de supervisionar alguns papéis, e, ficamos de se conhecer com o novo. Ele nos ajudou bastante nesse dia, e sério, o cara é muito gente boa e gentil... Ao menos, era.

O dia passou e ficamos de nos falar no dia seguinte, iniciando a “missão”. Mary ficava no turno integral, e a babá Lilly ficava cuidando de nossa garota. Ela era como a mãe, olhos claros, cabelos ruivos e sardas no rosto, felizmente, só pegou meu sobrenome.

- Olá, papai! Olá, mamãe. – Ela nos abraçou.

- Olá, filha, como foi o seu dia? – indaga Anne. – Se divertiu muito?

- Sim, mamãe, fiz um novo amigo, o nome dele é Charles, e o sobrenome dele é muito complicado, é algo com Gold, ou isso... Não lembro direito.

- Hornigold? – indago curioso.

- Isso! Ele é muito engraçado e foi legal comigo.

Era legal escutar que o filho se assemelhava ao pai, merda, isso era a maior mentira do mundo!  O pai é um filho da puta!

Começamos o caso no dia seguinte, o maldito nos acompanhou –de carro- até o bairro, era pobre, e muito sinistro, lógico, indagamos por moradores nas ruas.

- Começaremos por onde? – Anne pergunta a mim, mas o meu “amigo” responde.

- Wigham disse que os assassinatos ocorreram perto daqui, aqui, eram os locais de sequestro, cerca de mais de 20 pessoas foram pegas por aqui. – diz o Hornigold.

- Ok, indagarei nas casas, olhem pela rua e vejam se acham algo. – digo.

Não estamos em “estado avançado”, ok, ok, mais policias morreram, mas sou meio ignorante e meio orgulhoso, isso fez com que fosse apenas nós três...

Comecei indo nos vizinhos, como fora dito anteriormente, o bairro do Brooklyn era cheio de vizinhos marrentos e descontrolados, eram todos suspeitos, assim imaginava.

- Há alguém? – indaguei batendo na porta, se tivesse dito que eram um policial, seria ignorado, mas logo a porta abriu, eram um senhor gordo e com bochechas avermelhadas de cabelos brancos. – Olá, senhor, me chamo Anthony, policial – mostrei a carteira. -, e gostaria de saber se você viu algo suspeito em relação aos desaparecimentos de pessoas nos últimos dias.

Ele me encarou e disse:

- Sim, meu irmão desapareceu, e vi uma figura de máscara o raptando e adentrando em um carro preto.

Anotei no caderno, mas infelizmente ele só sabia disso. E saí, andando por minutos, e encontrei uma moça ruiva entre cinquenta e poucos anos, ela me dissera algo mais preciso que os demais.

- Há duas semanas, um homem mascarado raptou um vizinho, colocando-o no seu carro, ele dirigiu rápido e chegou ao centro, liguei pra policia quando o vizinho foi levado, e eles me deram o detalhe da localização dele, aliás, também sou policial. – diz ela me observando com seu nariz empinado. – Mas, daí, perdi contato, anoto o local mais exato, caso seja necessário...

Excepcional, algo preciso, daí, quando ela me dera a rua, aproveitei e chamei os companheiros, chegamos lá bem rápido, E ao chegarmos, nos deparamos com um circo, era uma espécie de grande tenda, e estava fechado, as portas também, mas, era pano ao arredores, ignoramos as placas de “não entre” e adentramos. E, era só um local vazio, não haviam nem cadeiras, nem nada, era só um grande local vazio e sem vida.

- Parece que fomos enganados... – disse Edward.

Talvez eu teria arrastado o rosto dele no chão se soubesse o que viria meses depois.

- Parece que sim... – Anne concorda. – Devemos voltar?

- Não, olhem mais o circo! Se acharem algo avisem imediatamente! – ordenei.

Edward fora ao camarim junto a mim, Anne ficava de observar as demais –que nem eram tantas- coisas. O homem de óculos adentra primeiro e eu o segui. Olhamos cada camarim, mas não vimos nada, estava tudo vazio.

- Acho que isso ainda será ocupado... Ou está abandonado... – Fala Edward sentando no chão.

- Merda! – xinguei.

- Bem, acho que não nos conhecemos bem... Me chamo Edward, mas você já deve saber disso. Se vamos ficar unidos nessa, que tal nos amigarmos mais? Olha, estava pensando em convidar você e sua esposa para jantar comigo lá em casa... Qualquer dia desses. – disse de forma amigável.

- Bem– pensei. -, ok. Não seria nada ruim, acho que Anne adoraria ir também.

- Chame quem quiser, seus pais ou irmãos, todos serão bem vindos. – disse sorrindo.

- Meu pai está morto – disse sério. -, desde 2000.

- E a mãe?

- Ela vive...

Talvez você tenha dito: “Mas Anthony, sua mãe não estava morta desde 87?”. Sim, ela está morta desde 87 para mim. Saí de casa nesse ano. Com 15 anos, morando com meu tio, Não tenho noticias dela desde então.

- Problemas familiares?

Concordei com a cabeça.

- Quando completei 22 anos, minha mãe morreu de câncer, e meu pai estava deprimido. Eles se amavam, dias depois, ele morre de parada cardíaca, quando tinha 16 anos, briguei com minha mãe e meu pai. Eram motivos idiotas. Mas nunca mais os perdoei, e um grande remorso ficou quando ela morreu. – o interrompi.

- Minha mãe nunca cuidou de mim, quase me abortou na sua gravidez, e nunca me amou, sempre me batia, quase desmaiei uma vez. Ela não merece nenhum perdão. – falei de forma fria, lembrando-se de um dos meus piores dias, foram os piores 15 anos da minha vida.

Saímos dali sem demais palavras, e vimos Anne segurando algo. Era um canivete, com sangue.

- Encontrei isso... – ela me deu.

- Me leve ao local...

E fomos, mas lá estava vazio, ela havia dito que estava apenas jogado, o sangue parecia estar ali há um tempo, não era fresco, talvez alguém tivesse jogado uma arma do crime ali há cerca de dias ou meses...

Era a melhor e única coisa que tínhamos, após mais minutos, fomos ao carro e voltamos ao escritório. Wigham, nos olhou e a arma idem.

- Bem, vocês trouxeram isso como única arma, mas nem tem certeza de que era a correta? – indaga olhando sério a mim.

- Bem, sim. É isso ou nada, anotei coisas dos moradores de Brooklyn, e a melhor dica nos levou ao circo. Ninguém achou nada melhor nem nas ruas do local, senhor.

- Bem... Se só têm isso, não posso reclamar. Chequem mais informações sobre o caso, saiam no fim do expediente, sim?

E olhamos nos computadores, mas não vimos nada, nem encontramos nada, mesmo sendo do FBI, sabendo de vários sites secretos, não vimos nada, e no fim do dia, voltamos para casa, e ficamos de visitar Edward na –próxima- sexta-feira, 22.

Chegamos e vimos nossa linda garota vendo TV e Lilly ao seu lado, não demorou e ela saiu, ficamos sós.

- Papai, o Charles me deu isso hoje. – Mary me deu um cartão com um desenho dos dois, de mãos dadas com um sorriso.

Charles deveria estar gostando da minha pequena, não achava isso tão absurdo, no meu primeiro ano do fundamental eu também gostei de uma menina, e, como iriamos para a casa dos Hornigold sábado, não seria tão mau ver esse menino. Passaram-se mais horas e eu assistia ao noticiário na TV, falava sobre algo do tempo e um teste nuclear na Coreia do Norte. Não parecia ser nada bom... Horas depois, deitei-me na cama com Anne e adormeci tranquilamente. “Como um anjinho” como me disse minha amada certa vez.


Notas Finais


Bem amigos, e assim acaba o primeiro capítulo dessa fanfic, espero que tenham gostado e não esquece de dar o favorito e comentar, ok? XD

Digam o que acharam, e podem corrigir oq estiver errado. Obrigado por lerem. Até o próximo capítulo XDDD


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