História O Homem da máscara branca - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags 100temas, Antropofagia, Canibalismo, Desafio Dos 100 Temas, Gore, Mistério, Policial
Exibições 4
Palavras 1.863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem, esse é o penultimo cap, tem um Gore aí, se vc puder me dizer se está bom ficaria grato XDDD

Capítulo 2 - Edward, o antropófago


22 de janeiro, 2016

Neve, muita neve! Neve em um alto nível! Estava nevando muito nesse dia, mas a sorte, era que remarcamos o encontro, no meio de fevereiro iriámos nos encontrar, esse fora o combinado. Foi um péssimo dia, quase morri de frio.

13 de fevereiro, 2016

E fomos. Chegamos à grande casa do rapaz, e bota grande! Para a sua pouca idade, ele tinha um casarão, e, vi ele bem na porta, e o garotinho Charles também, haviam grandes folhas lindas pela lateral, o jardim era enorme, a garagem guardava um carro escuro, me perguntava com ele conseguiu aquilo antes dos 40...

- Olá, senhores! – acenou. – Bem-vindos ao meu humilde lar.

Humilde? Se isso é humilde moro na casa de um mendigo. Minha casa é mais humilde que isso! A Casa Branca é mais humilde que isso! Ok, estava brincando.

E adentramos, era uma sala grande, com o chão de madeira, limpo, liso, haviam tantas coisas raras ali. E vi a imensa TV da sala. Puta merda, isso era foda!

- Gostam de música? – pergunta indo para um local onde guardava discos de vinil, PORRA, Vinil? Quem tem isso hoje em dia?

- Diga o que... – fui interrompido pelo disco.

Era “.Imagine” Jesus! Eu queria demais aquilo quando era mais jovem. Mesmo anos depois do lançamento, adoraria tê-lo, ele ia colocar o disco, mas, algo chamou mais a atenção. 

- The Police... – disse Anne observando o CD no sofá.

A banda favorita de Anne é The Police, admito que gosto muito. O mais estranho de tudo – além do fato de Edward ser muito semelhante ao John Lennon -, era que o local estava extremamente cheio de coisas raras, sério, como ele havia conseguido? Ele era algum espião?

Escutamos a coletânea do CD e fomos finalmente comer, ele preparava batatas com um caldo, colocando certas “folhinhas”, e uma carne, estava cheirando muito, Charles e Mary brincavam na sala com brinquedos nada humildes.

- Olha, me desculpem, não sei cozinhar bem, minha mãe sabia, mas não consegui aprender. Faço isso graças a Elizabeth.

- Quem é? – perguntei curioso.

- Minha antiga esposa, mas infelizmente ela morreu no inicio do ano. No terceiro dia do ano. – disse meio indiferente.

Não vi tristeza no olhar de Edward, nem remorso, caso ele tenha dito algo errado para ela. Não havia alegria, nem ódio, saudades? Isso também estava ausente. Ele parecia neutro. Neutro demais.

Chamamos as crianças, ao sentarem, Edward ia logo se servindo, agradecer antes de comer era algo bem presente na minha casa, ele deve ter notado e logo falou.

- Desculpe Anthony, não tenho crença, sou ateu, mas podemos fazer isso se quiser...

Fizemos, e por incrível que pareça, Edward começou a oração, fiquei surpreso, para um ateu, ele ora muito bem. E comemos em seguida, estava tudo uma delícia, a carne ficara diferente, ela não estava crua e ou mal passada, mas o seu sabor era diferente. Não reconhecia, não era fígado, nem bife, isso me deixou intrigado.

- Essa carne... Ela tem um sabor diferente... – comecei – de que parte do boi ela é?

Edward me fixou, olhou nos meus olhos e Anne também ficara curiosa.

- É uma parte diferente do fígado, com mistura do bife e rins. – diz ele calmo – na empresa eles misturam ambos os pedaços formando um, daí sai esse sabor... Não gostou?

Não.                                       

- Sim, mas achei diferente. – menti.

Terminamos logo, e eles nos convidou para conhecer uma sala de jogos, achei estranho, mas sim, havia uma. Grande, vermelha e espaçosa, com uma mesa de sinuca, e baralho.

- Poker? – indaga sentando-se na mesa.

- Claro! – sentei junto.

Anne não sabia jogar direito, mas concordou em se juntar, jogamos, e não foi difícil saber que Edward era um ótimo jogador. Porém, sou mais velho, sou mais hábil e jogo desde 99, nada poderia me impedir de vencer.

- Venci. – disse Edward jogando as cartas maiores na mesa.

Como? Ele é mais novo, nem têm tanta experiência! Isso só podia ser roubo! Mas deixei, gostaria de jogar com ele outrora.

- Bem, Edward, bom jogo, mas está tarde, e temos de ir. – digo levantando. – obrigado pela hospitalidade.

- Não há de quê. – apertou minha mão com força – até...? – ele queria um reencontro.

- 13 de maio? – Anne se intromete.

- Claro! – concorda sorrindo.

Saímos e fomos para casa.

Talvez você esteja se perguntando: “E o caso?” desde aquele dia, não vimos mais nada, e, ele foi dado por encerrado dias depois da neve encher a cidade de Nova York. Os casos de desaparecimentos não estavam ocorrendo mais e, ninguém da policia sumiu, sem contar que as únicas coisas encontradas foram um canivete sujo de sangue velho, e ainda fora pego de mau jeito Caso me entenda, amigo.

E-D-W-A-R-D

E eles se foram, Charles dormiu. Eram cerca de 23hrs saí de casa e fui até o Brooklyn, e olhei a máscara. Minha linda máscara de assassino, branca, com lábios brancos e linhas negras, representando o silêncio. Onde meus olhos não ficavam a mostra, o fundo totalmente escuro impedia.

Saí do carro quando cheguei, e fui direto para a mulher policial. A ruiva, de nariz empinado. Já vigiava essa mulher, da última vez ela quase fodeu as coisas. E fui, batendo na porta dela desmascarado, havia deixado a máscara no carro.

- Olá, senhora? Desejo falar convosco, és a senhora Bianca? – indago sabendo a resposta.

Ela atende sem abrir totalmente a porta, apenas me olhando, fixei idem.

- Gostaria de falar convosco sobre assuntos policiais...

Ela abriu a porta e me deixou entrar, esse fora seu erro. Sentei no sofá, ela disse que pegaria algo para bebermos, isso não fazia diferença. Sem deixar a mesma ver, puxei um canivete mediano do bolso a segui.

Ela adentra na cozinha e ao abrir a geladeira toma um golpe da lâmina nas costas, fazendo-a gritar alto, mas abafei seus gritos com minha mão e começando a enforca-la.

- Sabe, seu erro foi se intrometer nos meu assuntos, sua vadia! – falei terminando o serviço de começar o desmaio.

A soltei, ela estava viva, mas quase sem ar, apanhei a frigideira e bati com força na sua nuca, desmaiando-a. Peguei seu corpo e levei para o carro. Acho que ninguém viu. E fui correndo com o veículo para uma rua perto do circo.

- Deu uma informação errada da última vez, não? – digo dirigindo – sério, era melhor ficar de bico calado.

Passando pelo circo vazio, adentramos numa rua onde havia um prédio grande e abandonado. Não haviam mais janelas, estava realmente vazio, entrei ali pela porta – que não havia -, deparei-me com drogados, fumando e cheirando suas merdas. Eles me olharam e alguns correram de medo, outros só me olharam.

Fui para um local mais afastado, onde deixei a mulher no chão. E retirei uma espécie de tampa do chão, e, revelou um andar subterrâneo, onde desci as escadas junto com ela e fechei de volta.

Era úmido e escuro lá embaixo, poucas luzes de lâmpadas iluminavam essa merda. No fim desse corredor, estava uma porta, e lá entrei com a mulher. Uma grande sala – dessa vez bem iluminada – estava ao aguardo dela. Com uma cadeira e algemas.  Sentei-a e a prendi, deixando-a imóvel, mesmo ainda desmaiada.

Demorou mais minutos e ela acordara finalmente. Amarrada, com um pano na boca e – por enquanto – intacta.

- Finalmente! – falo surpreso segurando uma furadeira – a bela adormecida acorda para o sono eterno... Que poético!

Cheguei perto da espantada que tentava se mexer.

- Shii... Não vai demorar, tudo bem?

E liguei a furadeira, iniciei o ato. Começando pelo ombro, fui perfurando-o de forma lenta, fazendo o sangue bater em meu rosto, pelo menos havia retirado o óculos. E furei por mais instantes, fazendo a mulher se debater, ou melhor, tentar se debater.

- Ainda nem comecei, do que chora? – indago limpando a lagrima dela.

Para resolver essa situação, apanho uma faca de cozinha bem grande, ela está em cima de uma mesa, cheia de mais objetos de tortura. E olhei no fundo de seus olhos marrons.

- Resolvemos isso então!

E furei seu olho direito, o sangue ainda jorrava e era delicioso. Furei cada vez mais fundo, e retiro depois de segundos, imaginando como ela seria sem o segundo olho. Mas saí, deixei-a chorando e ferida, fui pegar algo mais “interessante”. Uma serra... Adorava-a. Era a minha favorita, devo admitir.

E, coloquei entre os seus dedos. Os braços estavam deitados nos braços da cadeira, e as mãos algemadas, isso poderia liberta-la, logo, decidi cortar apenas os dedos.

- Hmm! Hmm! – ela tentava dizer algo.

Ela agonizava, preferi ser efêmero. Cortei de forma rápida os dedos da moça. Apenas três, o menor, o polegar e o maior. Ela gritava, não consegui me concentrar, sim, necessito de silêncio, aquilo era minha arte.

Cortei sua orelha, e segurei o rosto de Bianca. O que me impedia de não cortar sua garganta? Nada! Fui à mesa e peguei um canivete, e retirei sua camisa, deixando-a apenas com o sutiã preto. Perfurei o estomago dela. A mesma gritou alto, isso só me deixava com mais raiva. Porra de pano! Não evita tantos sons de gritos!

Saí fazendo um largo sorriso na barriga de Bianca, olhava suas tripas saírem e lembrava-se de algo nas minhas aulas do sétimo ano. Tortura medieval. Claro! Havia uma corda não muito grossa ao lado da mesa, e as coloquei segurando as tripas da mulher. Sim, ela ainda vivia, porém, não seria por muito tempo.

- Quase no fim, moça. Não chore, está ficando divertido, não acha? – indago sadicamente.

As tripas saiam, e eu as puxava com força e ódio, demorariam cerca de duas semanas para ela morrer se apenas fizesse isso. Não ia fazer isso com ela, sou uma boa pessoa, sabia?

Puxei, puxei. Ela chorava mais ainda e o sangue corria mais e mais dos ferimentos. Finalmente soltei a corda, as tripas dela arrastavam pelo chão, ela iria morrer logo, muito sangue saia e a morte chegaria rápido assim, porém, tive tempo de finalizar.

Agachei-me e apanhei os órgãos no chão, e mordi com força o pedaço, engolindo logo em seguida, doce sabor de sangue e órgão. Cheguei à sua frente e retirei o pano agora cheio de sangue. Ela agonizava mais. E não me olhava nos olhos. Nunca mais olharia. Peguei um canivete do bolso e furei a garganta da senhora. Furei fundo, e saí arrastando lentamente, fazendo um incrível sorriso no pescoço de Bianca. Ela em seguida morreu.

- Finalmente. – digo soltando-a – meu almoço de amanhã estará quase pronto... – pego pelas pernas e levo-a para o corredor de novo.

Havia outra porta, entrei com ela nela, e, olhei os corpos de Wesker, Benjamin, Tom, James e Chester, todos sem perna, e com o estômago aberto. Eles estavam presos em uma corda, todos juntos unidos num mastro bem no meio da sala. Ela? Retirei o que me interessava, tripas, rins, coração, dedos, coxas, batatas, braços e raspas do pescoço, Era muita carne, mas, não comeria tudo sozinho, a guardaria para próximos jantares com fiz hoje... Carne misturada pela empresa? Poupe-me! São órgãos de Chester e Tom. Bem, era melhor guardar para os meus amigos, Anne e Anthony...


Notas Finais


Bem, foi isso, acho que ele acaba no próximo, bem, valeu e bye XD


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