História O incrível Kim Taehulk - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Baekhyun, Comedia, Hoseok, Jeongguk, Jimin, Minho, Romance, Strong Woman Do Bong-soo, Taehulk, Taehyung, Taekook, Vkook
Visualizações 72
Palavras 2.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Alguém aí? Se sim, olá~
Muito provavelmente isso irá flopar, e nem acredito que tô postando isso kkkrindodenervosokkk


Primeiramente, gostaria de avisar que essa não é uma primeira vez postando fanfic nesse site, digamos que eu já tenha postado uma e, sim, eu exclui por motivos de insegurança na escrita.

Isso foi uma fase bem complicada, mas passado é passado.

Eu comecei a escrever essa fanfic porque um dorama lindo chamado Strong Woman Do Bong-Soo – que aliás eu recomendo bastante para quem ainda não assistiu – me inspirou completamente e eu quis sim fazer uma fanfic com a mesma trama. Claro que não vai ficar cem por cento igual ao dorama, mas terá partes que alguns que assistiram verão que realmente eu trabalhei da mesma forma.
Agora, uns avisos básicos, porque eu evito querer aturar pessoas reclamando de algo que eu não tenha dito, então, desde já, irei citá-las:

✓ Muito provavelmente os acontecimentos serão diferentes, então não esperem um final igual ao do drama;
✓ Jeongguk de Park Hyung Sik sim, porque eu quis assim, combinou assim, e assim será;
✓ Taehyung será nossa Do Bong-Soo, mas não terá total personalidade semelhante ao do dorama, já que na novela a personagem é uma garota;
✓ No início do capítulo será narrado por mim, mas como se trata do ponto de vista do Tae, nas partes que forem necessárias, ele que irá narrar, certo?
✓ E por último, não menos importante, me perdoem se eu não conseguir agradar, é uma primeira vez postando oficialmente e eu queria realmente fazer uma fanfic disso.


Tudo bem, não vou enrolar mais, acho que era só isso que eu precisava avisar por enquanto, então... me perdoem pelos erros, eu não tenho um(a) beta.
Boa leitura meus anjos <3

Capítulo 1 - Prólogo


 

 

 

A empresa Software Seoul, era uma das melhores no ramo de jogos na Coreia do Sul. Era de lá que surgiam os diversos jogos populares que o mundo todo é acostumado a jogar atualmente; onde crianças e jovens são influenciados por inúmeros jogos com muitos gêneros. Estes eram criados por designers de games, monitorados pelo produtor executivo e desenvolvido pelo grupo que era formado em determinada companhia.

Nesse ponto de vista, as pessoas facilmente podem imaginar que jogos são facilmente criados, desenvolvidos e lançados com uma equipe bem qualificada. Contudo, não funcionava literalmente de forma tão simplista como aparenta em diversos casos, por muitas vezes nem todos colaborarem com o que é exigido, e, no caso que será contado, ocorre exatamente isso com o CEO dessa empresa.

 

– Bom dia senhor Jeon, mandou me chamar? – O secretário Jung, devidamente arrumado, se aproximou da mesa do CEO, reverenciando e colocando uma pasta com documentos importantes que precisavam ser analisados pelo próprio dono da empresa. Este se concentrava na tela de seu computador, digitando freneticamente ao passo que bebia uma pouca quantidade de café morno que fora entregado para si minutos atrás.

 

Quem quer viesse em seu escritório e visse essa cena, acreditaria que Jeon era o produtor executivo mais importante e dedicado com tudo aquilo que fazia e realizava na empresa; todavia não acontecia dessa forma, ele apenas fazia o necessário e os funcionários cuidavam do resto. Não era um chefe exigente e nem muito condescendente, ele apenas comandava o andamento da companhia de uma forma leviana.

 

– Sim, quero que você desmarque todas as reuniões de hoje. – Parou de digitar e se afastou, levantando-se da cadeira giratória com seu café, andando despreocupado até o cabideiro de chão, apontando diretamente para o paletó estendido, sendo prontamente recolhido pelo secretário que ajudou-o a se vestir.

 

 – Perdão? – Piscou confuso com a afirmativa do seu chefe. – Eu poderia saber o motivo do senhor querer desmarcar?

 

 – Não estou com clima pra receber ninguém por agora, entendeu? – Entregou seu café para o Jung, que acolheu de bom grado ao passo que o CEO subia em seu Hoverboard e se retirava de sua sala, vagando pelos corredores da empresa com o assistente seguindo-o com passos apressados.

 

Apenas concordou com o que fora ordenado, já esperava que isso acontecesse de qualquer forma.

 

 – O senhor vai poder vir na empresa amanhã? – Ousou perguntar, desfazendo a agenda do dia, que consistia em duas reuniões com empresários estrangeiros que estavam como turistas no país.

 

Negou com a cabeça, abandonando o skate elétrico e adentrando o elevador que imediatamente fora aberto para si.

 

 – Amanhã estou de Day off. – pronunciou com seu sotaque coreano.

 

Jung franziu sua testa.

 

 – Day off…?

 

 – Sim, meu dia livre. – Retirou o seu celular de dentro do paletó e vagou pelas redes sociais, ignorando a presença do companheiro.

 

Este assentia com a cabeça, vendo a porta do elevador se fechar. Agora teria que ligar e desmarcar tudo novamente.

 

 – O senhor vai precisar de mim nos próximos dias? – Perguntou o assistente, que arrumava seu cabelo no reflexo metálico que as portas exibiam, servindo como um espelho turvo. – Digo, para programar seu dia quando retornar?

 

 – Muito provavelmente não, mas se caso alguma coisa urgente aparecer, eu entro em contato com você. – disse simples, saindo do elevador assim que as portas foram abertas.

 

 

 

 

 

 

 

 

◀  ▶

 

 

 

 

 

 

 – Ahjussi, eu já te disse que você não me devolveu o troco exato! – O acastanhado apontou para a sua mão, que segurava uma pouca quantia de dinheiro. – Olhe pra isso, eu te entreguei trinta mil wons e você só me devolveu mil e oitocentos.

 

O velho encarou a quantia na mão do garoto e apenas revirou os olhos.

 

 – Criança, eu apenas devolvi o troco de acordo com o dinheiro dado, agora saia daqui antes que eu chame a polícia. – enfureceu-se, jogando o pano no balcão.

 

Bufando de raiva, o garoto revirou os olhos e bateu com o troco fortemente no balcão, despedaçando um pouco da madeira e fazendo um estrondo ecoar o local movimentado.

 

Ahjussi, eu definitivamente não estou de bom humor hoje e gostaria que você me devolvesse o troco exato antes que eu definitivamente exploda, e, olha, acredito que você não vai querer me ver puto. – disse entredentes, lançando um olhar raivoso para o velho, que se encolhia de medo e com os olhos arregalados com a repentina atitude do mais jovem.

 

 – T-tudo bem, eu v-vou pegar o troco, só um instante... – apontou pra caixa registradora, retirando uma quantia maior do que havia dado anteriormente. – M-me perdoe pelo inconveniente e... volte sempre...? – arregalou mais os olhos ao ver o garoto recolher o dinheiro com agressividade, mas logo dando um sorriso doce e quadricular.

 

 – Tenha um bom dia, Ahjussi. – Se despediu, levantando a sacola e andando com passos felizes, sem nem reparar nas pessoas que estavam chocadas em volta do balcão estraçalhado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 – Yah, Taehyung! – Escuto minha mãe gritar da cozinha. – Você comprou leite estragado, seu idiota! – Se aproximou, tacando a caixa de leite em mim.

 

Alerta conselho tutelar eu fui agredido por uma caixa de leite.

 

 – Como assim estragado? Eu não acredito que aquele velho me vendeu leite estragado e ainda queria me passar a perna. – Peguei a caixa pra conferir a data de validade e realmente, o leite tinha vencido anteontem.

 

 – E eu não acredito que meu filho é o típico burro que compra as coisas sem olhar o prazo de validade. – Saiu marchando de novo pra cozinha e eu apenas revirei os olhos. – Você devia seguir o exemplo do seu irmão e conseguir a porra de um emprego decente, se continuar vagabundando o dia inteiro naquela lan house do demônio pra jogar aqueles jogos inúteis eu vou te expulsar de casa, eu já te disse, não é? 

 

Pronto, agora ela vai começar a elogiar o filho querido dela só pra eu me sentir mais merda. Tão típico...

 

 – Mas mãe, a senhora sabe que eu procuro emprego em todo canto, mas ninguém me liga!  – Suspiro derrotado. – Na minha última entrevista de emprego eu quebrei a maçaneta da porta do CEO. Foi um desastre total...

 

Realmente, eu tenho um problema excessivo com minha força sobrenatural. Eu definitivamente não sei controlar o que eu toco, então se eu fico com raiva, a melhor opção é me trancarem num manicômio porque eu consigo quebrar absolutamente tudo. Meus pais dizem que isso é uma maldição que minha família carrega desde os antepassados e que eu fui escolhido para herdar essa droga, que no meu caso, é uma espécie de missão para ser cumprida. Ou seja, preciso proteger os inocentes com o meu super poder.

 

Pensando assim eu definitivamente me sinto um herói muito querido, mas não é isso o que as pessoas pensam quando me vêem batendo num cara mau e arrancando três dentes com apenas dois tapas. Para vocês terem uma noção, já até me perguntaram se eu era um alienígena ou se vim de algum mangá super famoso. Eu particularmente sempre fui fanático em histórias de super-heróis, na minha infância o meu herói favorito era o incrível hulk. Eu me vestia sempre de verde porque eu me identificava bastante com o personagem, daí que surgiu o meu tão famoso apelido: O incrível Taehulk.

 

Ser forte na minha infância me fazia ser especial, e por ser assim, muitas crianças tinham medo de brincar comigo. Fui bastante sozinho naquela época, só não fui totalmente pois o meu irmão Baekhyun estava sempre comigo. Ele era o único que me entendia e me ajudava quando eu me sentia triste ou cabisbaixo, e ainda é dessa forma atualmente, mas o caso é diferente, as minhas recaídas ocorrem com as diversas falhas nas minhas tentativas de conseguir um novo emprego.

 

 – Eu sei exatamente a fase que você tá passando, isso já aconteceu comigo também. – Apareceu na sala com um prato de frutas vermelhas frescas. – Toma, coma algo pra se animar, não gosto de te ver assim. E não se culpe por tudo o que acontece, tá?

 

Sorrio brevemente com a fala repentina da minha mãe, pegando o prato e catando todos os morangos e maçãs.

 

– Obrigado, omma. 

 

Volto a focar minha atenção na televisão, até que escuto a porta de entrada ser aberta.

 

 – Cheguei. – Baekhyun repete sua fala rotineira que todo mundo espera neste mesmo horário. – Oi Tae, oi mãe. – Cumprimenta, sentando-se ao meu lado no sofá e recolhendo todas as maçãs do meu prato.

 

 – Oi amor. – Minha mãe diz, sorrindo orgulhosa pro meu irmão. – Como foi o seu dia de trabalho? Cansativo?

 

 – Bem, eu diria que sim, nada de novo. – Deu de ombros, logo me encarando. – E você, moleque? Cadê o meu “bem-vindo de volta, doce hyung”. – Protestou com um tom imensamente gay.

 

  – Bem-vindo de volta, doce hyung. – Repito num tom leve de deboche.

 

 – Aigoo... – Riu de mim. – Você resolve me provocar logo hoje que tenho um recado do seu crush pra você?

 

Engasgo com um pedaço do morango, arregalando brevemente os olhos e me virando para Baekhyun, que batia freneticamente nas minhas costas.

 

 – C-como assim um recado do meu crush? – Sem perceber, um sorriso enorme nasce em meus lábios.

 

– Pelo amor de Cristo, Tae, toma cuidado pra não engasgar! – Negou com a cabeça. – Sim, o Min-ho disse que quer conversar com você amanhã de manhã no hospital.

 

Sorrio mais ainda, e acredito que esse foi o meu maior sorriso pois até minha mãe se assustou com o brilho dos meus dentes. Entrego o prato pro hyung e me levanto do sofá, abraçando uma almofada que no momento era um ótimo apoio para conter minha felicidade.

 

Sim, eu tenho um penhasco pelo lindo, incrível e maravilhoso médico chamado Choi Min-ho. Ele é o melhor amigo do meu irmão – e o meu também, claro. Min-ho sempre foi uma pessoa maravilhosa que me defendia e me protegia quando eu mais precisava e me sentia péssimo. Conheci ele no auge dos meus treze anos de idade, e desde então o meu crush por ele só aumenta a cada dia. 

E a friendzone... bom, não preciso nem comentar, né?

 

Digamos que ele tenha uma namorada totalmente escrota e vamos só supor que eu goste dela pra não ficar feio e pra parecer que eu tenho um bom coração.

 

 – Aquieta a raba Taehyung, não esquece que amanhã você tem outra entrevista de emprego. – E é desse jeito que a minha mãe consegue foder totalmente o clima. – Somente espero que você consiga dessa vez.

 

 – A esperança é a última que morre. – Baek deu de ombros, mudando de canal.

 

 – Por que eu não herdei o dom da fortuna, hm? – Me jogo no colo do meu irmão, voltando a choramingar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

◀  ▶

 

 

 

 

 

Jeongguk estava deitado em seu sofá, encarando sua televisão tediosamente. Não havia conseguido dormir na noite anterior por causa de uma mensagem desconhecida que recebera, ameaçando-o de morte novamente.

 

Era a quinta mensagem que recebia naquela semana e se perguntava que infeliz teria tempo de mandar coisas ridículas para si. Pensou que seria algum tipo de hater qualquer ou até mesmo uma brincadeira de mal gosto de algumas crianças, porém, começou a estranhar uns acontecimentos que ocorreram dias atrás. Como por exemplo, alguns homens suspeitos que começaram a segui-lo depois das inúmeras ameaças que passou a ter.

 

Realmente, em uma de suas hipóteses, ele pensou que a pessoa que queria eliminá-lo estava ao seu redor, por conhecer bem a sua rotina diária. Na hora havia pensado no seu secretário, mas imediatamente descartou qualquer ideia relacionada ao empregado, pois esse sempre protegia seu chefe como se fosse sua própria vida. Logo após, veio em mente outros empregados da empresa, mas novamente descartou tal pensamento, pois nunca se envolvera diretamente com qualquer um que trabalhava na companhia.

 

Acabava que restavam poucas opções e não sabia lidar com a situação, entretanto, precisaria agir urgentemente e descobrir quem era o incógnito por trás de tantas ameaças.

 

Ele estava disposto, teria que tomar uma iniciativa imediatamente. Com esse pensamento, retirou seu celular do bolso e passou a discar o número do seu secretário.

 

 – Hoseok, mudei de ideia, hoje eu irei sim para a empresa. E, ah, não se preocupe com a minha agenda, nosso foco de hoje é outro. Por favor, encontre um guarda-costas.

 


Notas Finais


E então? Bom? Ruim?
Esse foi apenas o prólogo por não acontecer tanta coisa, então o primeiro capítulo provavelmente será maior rsrs
Comentem o que acharam, eu iria adorar saber a opinião de cada um! sz

Beijos no mamilo e até o próximo capítulo~


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