História O Irmão - Capítulo 24


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Categorias Naruto, Tonari no Kaibutsu-kun
Tags Deiita, Kibaneji, Kisanan, Nagahiko, Narusasu, Sasogaa
Exibições 308
Palavras 1.370
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi!

Mais um capítulo.
Nesse teremos a entrada de mais dois personagens, que sinceramente, eu adoro.
Um deles vocês irão perceber, não é de Naruto, mas sim de Tonari No Kaibutsu-Kun, um anime shoujo que eu amo, se alguém gosta desse tipo de anime e não assistiu eu recomendo porque é muito bom e o personagem principal é muito fofo e engraçado.
Então, chega de enrolação e boa leitura!

Capítulo 24 - Família


Fanfic / Fanfiction O Irmão - Capítulo 24 - Família

Sasori Akasuna:

 

            Depois que todos foram embora e eu me vi sozinho no meio da rua, comecei a repensar em toda a minha vida. Eu fiz tanta bobagem, machuquei tantas pessoas que não mereciam.

            Fui até um banco e me sentei, deixando as lágrimas caírem, não conseguia tirar a imagem do Kanku da minha cabeça. Fiquei lembrando de todos os momentos com ele, quando de repente meu celular começa a tocar e eu me surpreendo, o que ele quer? Ele não costuma ligar a essa hora.

 

- O que você quer? – falei, atendendo a ligação.

- Nossa, isso é jeito de falar com o pai do seu filho? – ele falou e eu rolei os olhos.

- Fala logo o que você quer Tobi. – falei e ouvi ele bufar na linha.

- Sempre gentil... o Haru teve uns problemas na escola e eu quero que você converse com ele. – ele falou e eu me irritei.

- Eu não disse que eu não queria que você o colocasse em uma escola? Por que fez isso sem o meu consentimento? – falei irritado e ele suspirou.

- Você é muito exagerado, não vai acontecer nada. E você quer o que? Que eu deixe o menino trancado dentro de casa? – ele falou e eu respirei fundo.

- Tobi você sabe que não é exagero, eu já te falei milhares de vezes. Eu não quero o Haru andando por aí sozinho. E se meus pais acham ele? Você sabe que eu não quero eles perto do meu filho. – falei e ele suspirou novamente.

- Tá, tá bom. Só vem aqui e a gente conversa direito. – ele falou e eu balancei a cabeça.

- Eu não sei se eu posso ir agora. – falei e ele bufou novamente.

- Qual é Sasori? Faz três meses que você não vem ver o seu filho e eu não sei mais o que inventar pra ele. Ou você prefere que eu diga que o pai dele prefere o namorado ao filho? – ele falou e eu senti uma lágrima cair e funguei no telefone – Sasori? Você tá chorando? – ele perguntou preocupado.

- Não. – falei, tentando me controlar.

- Não mente, que eu te conheço melhor que você mesmo. O que houve? – ele perguntou e eu suspirei.

- Meu noivo morreu. Meus pais o mataram. – falei e ouvi um grito do outro lado da linha, que eu tive que afastar um pouco o telefone.

- O QUÊ? COMO ASSIM? – ele gritou no telefone e eu balancei a cabeça em negativa, Tobi é sempre escandaloso.

- Eu te explico melhor quando eu chegar aí. – falei, limpando outra lágrima que havia caído.

- Você vai vir então? – ele perguntou e eu confirmei e ele se despediu e desligou.

 

            Fiquei sentado mais um pouco pensando na minha vida. Essa era mais uma coisa, eu sou um péssimo pai, um pai ausente, que quase não vai ver o filho, não sei nem como ele ainda gosta de mim.

            Entrei no carro e fui dirigindo até a parte mais afastada da cidade, chegando em um pequeno sítio e quando estacionei, vi o Tobi vir ao meu encontro, com uma expressão séria, o que era incomum, ele normalmente estava sorrindo.

            Ele se aproximou e me abraçou, um abraço caloroso como só o Tobi e o meu filho sabiam dar e eu senti as lágrimas virem novamente. Nos afastamos depois de alguns minutos e ele limpou o meu rosto com a manga da camisa, dando um pequeno sorriso e me puxou pela mão, indo em direção à casa, até que eu vejo o meu filho ao longe e ele dá um grande sorriso e vem correndo ao meu encontro e pula em mim.

 

- PAI. Eu pensei que o senhor não gostava mais de mim. – ele falou, me abraçando e eu sorri, um sorriso que só o Haru me faz dar.

- Claro que não. Eu amo você, como pode dizer uma coisa dessas? – falei e ele deu um sorriso triste, que eu não gosto de ver.

- É que fazia tanto tempo que o senhor não vinha. – ele falou, com a expressão triste e eu me senti mal, eu realmente sou um péssimo pai.

- Desculpe filho. Não vai mais acontecer. Eu não vou mais ficar tanto tempo sem te ver ouviu? – falei e ele deu um sorriso e sacudiu a cabeça feliz.

- Pai, eu quero te apresentar o meu melhor amigo. – ele falou, me arrastando pela mão até a entrada da casa – Esse é o Nagoya. – ele falou todo feliz, me mostrando um galo branco e eu não consegui evitar rir, Haru é realmente igualzinho ao Tobi, tão puro e inocente quanto – Tá rindo pai? Você não gostou do Nagoya? – ele perguntou preocupado.

- Não filho, eu adorei o Nagoya.  – falei e ele sorriu.

- Eu também adoro ele. – ele falou, fazendo carinho no galo com o próprio rosto.

- Haru filho, vai pro seu quarto um pouquinho que eu quero falar com o seu pai. – Tobi falou e ele fez uma carinha emburrada e assentiu, pegando o Nagoya e levando pro quarto – Senta aí. – ele falou, apontando para o sofá e eu sentei e ele se sentou ao meu lado – Como você está?

- Mal. Mas vou sobreviver. – falei e ele suspirou.

- Sabe que nós sempre vamos estar aqui pra você não sabe? – ele falou e eu assenti.

- Eu sei. Obrigado Tobi. Acho que se não fosse por você e pelo Haru eu já teria enlouquecido. – falei e ele deu um sorriso fraco – O que você queria falar sobre o Haru?

- Ah, eu tinha até me esquecido. Ele andou brigando na escola. Parece que tem uma menina que ele gosta lá e uns garotos mais velhos andaram mexendo com a menina. E sabe como seu filho é não é? Ele é esquentado igual a você. – ele falou e eu ri.

- E cabeça de vento igual a você. – falei e ele fez uma cara de emburrado, ofendido e eu ri, porém logo fiquei sério. – Você sabe que eu não quero que ele vá à escola, é perigoso.

- Sasori, a gente não pode ficar se escondendo aqui pra sempre. Esse menino precisa ter uma vida. Ficar escondido aqui só vai fazer mal a ele. Ele já é inocente demais. Muito mais que os outros garotos da idade dele. Os outros garotos riem dele.

- Eu sei. Mas eu tenho medo. – falei e ele suspirou e pegou na minha mão.

- Não vai acontecer nada. Seus pais não vão ter coragem de fazer mal ao neto. – ele falou e eu neguei com a cabeça.

- Eu não sei de mais nada Tobi. Você não viu o que eles fizeram com o Kanku. Eu não vou suportar se eles fizerem algo ao Haru. E mesmo que eles não façam mal a ele, eu não quero eles perto do meu filho. Não quero a influência deles no meu filho. – falei e ele suspirou.

- Sasori, o Haru é inocente, ele não é burro. Pelo contrário, ele é extremamente inteligente e sabe se defender sozinho. Dá uma chance pro seu filho. Ele precisa conviver com outras pessoas. Ele se sente muito sozinho aqui só comigo. – ele falou e eu suspirei, concordando e ele deu um sorriso e pulou em mim, me abraçando e me dando um beijo no rosto – Obrigado, você é o melhor.

- Só você mesmo Tobi. Por que a gente se separou mesmo? – falei e ele entortou a cabeça, emburrado.

- Porque você ficou obcecado na sua busca por aquela família e me deu um chute na bunda. – ele falou rindo e eu ri também – Certo, agora vai lá falar com o seu filho, que ele tá morrendo de saudades. – ele falou me empurrando até a porta do quarto do Haru e quando eu entrei, vi meu filho sentado na cama, lendo, com o galo no colo e eu sorri e ele sorriu de volta. Será que eu fiz besteira em ter começado essa busca e esquecido da minha própria família? Talvez eu devesse ficar aqui e esquecer de todo o resto. Mas ao mesmo tempo, eu não posso deixar os meus pais por aí soltos. Agora eu não sei mais o que fazer.


Notas Finais


É isso.
Sasori tá confuso agora.
Eu queria um personagem fisicamente parecido com o Sasori ou o Tobi, mas como não encontrei, resolvi usar um psicologicamente parecido e o Haru de Tonari No Kaibutsu-Kun se encaixa perfeitamente no que eu tinha pensado, pra quem não assistiu esse anime, o Nagoya existe mesmo, ele é o segundo "amor" do Haru, o primeiro é a personagem principal do anime e o segundo é o galo kkk, eu adoro esse personagem mesmo.


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