História O Irmão - Capítulo 25


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Categorias Naruto, Tonari no Kaibutsu-kun
Tags Deiita, Kibaneji, Kisanan, Nagahiko, Narusasu, Sasogaa
Exibições 305
Palavras 1.277
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi!

Mais um capítulo.
Nesse veremos o que aconteceu depois que o Deidara teve a notícia de que é pai do Sasuke.

Capítulo 25 - Contando aos Pais


Fanfic / Fanfiction O Irmão - Capítulo 25 - Contando aos Pais

Deidara Uzumaki:

           

Liguei para o Juizado e avisei que não voltaria mais naquele dia e fiquei mais algumas horas no hospital, conversando com o Itachi e olhando para o Sasuke. Não cansava de olhar pra ele. Eu queria que ele acordasse logo, queria conhecê-lo de verdade, porém durante todo o tempo que eu fiquei lá, ele não acordou.

Saí do hospital e fui direto pra casa, feliz, mas ao mesmo tempo preocupado e com raiva daquele Uchiha desgraçado. Nesse momento eu tenho tanta vontade de ir até a casa daquele cretino e espancá-lo da mesma forma que ele fez com o Sasuke, mas sei que não posso fazer isso ou eu posso colocar tudo a perder. Tenho que me controlar, não posso fazer besteira.

Cheguei em casa, encontrando todos conversando alegremente na cozinha, enquanto jantavam e eu cheguei e dei um beijo feliz na minha mãe e na minha irmã e todos se entreolharam surpresos. Claro, eles devem estar estranhando a minha mudança de comportamento repentina.

 

- O que aconteceu? Por que toda essa felicidade? – minha mãe perguntou, sorrindo e eu sorri de volta.

- Eu só estou feliz. – falei, indo até o banheiro e lavando minhas mãos, antes de voltar à cozinha e sentar com eles, me servindo e comendo a deliciosa comida da minha mãe.

 

            Nós jantamos e conversamos, todos alegres e Naruto “deixou escapar” que a Ino está namorando e ela ficou corada e deu um tapa no braço dele, que riu do jeito dela. Pra se vingar, ela falou que o Naru havia admitido que tá apaixonado por um garoto da escola deles e de repente meu irmão ficou sério e com uma expressão triste e logo pediu pra se retirar e minha irmã também foi, logo atrás dele.

 

- Mãe, pai, eu quero aproveitar que nós estamos sozinhos pra contar uma coisa a vocês. É muito importante. – falei sério e eles me olharam preocupados.

- Aconteceu alguma coisa meu filho? – minha mãe perguntou e eu assenti.

- Sim, aconteceu. Aconteceu a melhor coisa que poderia acontecer na minha vida. – falei e eles me olharam curiosos – Vocês lembram que eu sempre falei do garoto por quem eu sempre fui apaixonado e que havia morrido? – perguntei e eles assentiram – Então... eu nunca contei a verdade a vocês, mas hoje eu preciso contar e eu espero que vocês não me odeiem por isso.

- Que isso filho?! Nós nunca te odiaríamos. – meu pai falou e eu suspirei e contei toda a minha história, tudo o que tinha feito na época do Ensino Médio com o Itachi e eles me olharam chocados e decepcionados.

- Você fez isso? Eu não consigo acreditar. – minha mãe falou, com lágrimas nos olhos e eu senti as minhas também começarem a querer cair.

- Por que você está nos contando tudo isso agora? – meu pai perguntou e eu respirei fundo e continuei.

- Por que eu descobri que esse garoto está vivo. – falei e eles arregalaram os olhos em surpresa – Ele não estava morto. O pai dele mentiu pra mim, porque não queria que eu o procurasse mais.

- Mas por que o pai dele faria uma coisa dessas? – minha mãe perguntou, ainda mexida com a história e eu respirei fundo mais uma vez e contei.

- Porque esse garoto era um ômega... e ele estava grávido de um filho meu. – falei e eles arregalaram os olhos novamente e entreabriram a boca e eu suspirei e continuei – Esse garoto, o Itachi, ele ficou grávido e o pai dele o mandou pra uma fazenda da família até a criança nascer e quando o bebê nasceu, ele mandou o Itachi pra um colégio interno e criou a criança como filho dele e nunca deixou o Itachi se aproximar do filho. Apenas semana passada ele conseguiu retornar à Konoha com a ajuda de alguns amigos e acreditem ou não, um deles é o Nagato.

- E-espera... Nagato... meu sobrinho? – minha mãe falou, ainda surpresa e com os olhos cheios de lágrimas.

- Sim mãe, seu sobrinho, meu primo. Ele, o namorado dele e mais dois. Acreditem ou não, ele é muito amigo do Itachi. – falei e minha mãe balançou a cabeça, antes de se pronunciar novamente.

- E a criança? O que houve com o bebê? – minha mãe perguntou, comovida com a história.

- O pai do Itachi o criou como filho. Quer dizer, o criou como filho na teoria, porque na prática é bem diferente. – falei irônico e eles me olharam confusos, com as sobrancelhas franzidas.

- Eu descobri que o Itachi estava vivo a alguns dias, quando ele foi até o Juizado. Eu fiquei chocado quando o vi, sempre pensei que ele estivesse morto e de repente, ele aparece bem vivo, na minha frente. – falei, sentindo as lágrimas voltarem a querer cair.

- Então era por isso que você andava tão deprimido? – meu pai perguntou e eu assenti.

- Sim. Mas o importante não é isso. O importante é o motivo pelo qual o Itachi foi até o Juizado. Ele foi lá porque quer tirar a guarda do nosso filho do pai dele. – falei e tomei um fôlego antes de continuar – Ele quer fazer isso porque o pai maltrata o garoto. Ele bate no menino.

- O quê? – minha mãe falou, se levantando, alterada – Ah, mas eu vou matar esse desgraçado.

- Calma mãe. – falei e meu pai foi até ela, a acalmando e ela sentou de volta no lugar, tentando se acalmar – O pior eu não contei. – falei, chamando a atenção deles novamente, que voltaram a me olhar – O pior é que esse desgraçado do pai do Itachi espancou o meu filho e ele ficou tão machucado, que teve que ser internado. – falei e eles ficaram chocados novamente e minha mãe começou a chorar, assim como eu e meu pai tentava acalmá-la, porém ele também tinha os olhos marejados e logo a Ino e o Naru apareceram correndo e nos abraçaram e eu olhei assustado pra eles, não queria que eles ficassem sabendo ainda.

- Nós ouvimos toda a conversa. Sinto muito Dei. – Ino falou, com os olhos marejados também, me dando um beijo.

- Vocês sabiam que é muito feio ouvir a conversa dos outros atrás das portas? Eu não queria que vocês ficassem sabendo ainda. Quanto menos pessoas ficarem sabendo, melhor. – falei e eles me olharam confusos.

- Mas por quê? – Naru perguntou, um pouco abalado também e eu suspirei e contei.

- O pai do Itachi o ameaçou. Disse que se ele fizer qualquer coisa, quem vai pagar vai ser o nosso filho e que ele vai sumir no mundo com o garoto. Por isso, o processo tem que ser sigiloso. Vocês não podem contar pra ninguém. Itachi e eu decidimos que nem o nosso filho vai ficar sabendo por enquanto, pra que nada dê errado. – falei e eles concordaram com as cabeças.

- Nós não vamos contar a ninguém. – Ino falou e o Naru concordou com ela, assim como os meus pais.

- Certo. Eu tô louca pra conhecer o meu neto. – minha mãe falou e eu sorri.

- Nós podemos ir amanhã ao hospital. Mas olhem, ele não pode saber quem nós somos. – falei e eles concordaram e minha mãe me abraçou, seguida do meu pai e nós conversamos mais um pouco e logo todos fomos dormir, mas eu não consegui dormir, o dia foi  tão tumultuado, triste e ao mesmo tempo alegre, que eu ainda estava animado e não conseguia dormir. Fiquei pensando a noite toda no Itachi e no Sasuke e eu espero que tudo isso se resolva logo e que nós possamos nos conhecer de verdade, como parte de uma mesma família.

 


Notas Finais


É isso.
Eles vão ir ver o Sasuke no hospital.
Como será que o Naruto vai reagir quando perceber que o sobrinho e o garoto que ele gosta são a mesma pessoa?


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