História O Irmão mais velho da minha namorada - Capítulo 4


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Categorias Bleach, Free!, Hybrid Child, Junjou Romantica, Kuroko no Basuke, Kuroshitsuji, Love Neco, Love Stage!!, Seito Kaichou ni Chuukoku, Sekaiichi Hatsukoi, Sex Pistols, Yuri!!! on Ice
Personagens Byakuya Kuchiki, Hinamori Momo, Hisana Kuchiki, Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Jinta Hanakari, Karin Kurosaki, Masaki Kurosaki, Rukia Kuchiki, Toushirou Hitsugaya, Yuzu Kurosaki
Tags Bleach, Byakuyuzu, Griishi, Ichihisa, Ichiishi, Ichitou, Karihina, Rukihime, Yaoi Ever, Yuri Ever
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Palavras 2.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Josei, Kodomo, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Recomendações De Livros


Toushiro On

Ichigo - Mas antes eu irei recomendar Alguns Livros Para Voces lerem

A literatura japonesa é uma das mais antigas da humanidade, abrangendo um período de quase dois mil anos. No começo, devido à proximidade, sofreu muitas influências chinesas. Contudo, com o passar dos séculos, foi adquirindo uma cara própria, sendo reconhecida e lembrada em todo o mundo. Ela divide-se em 5 grandes períodos:

1- Yamato (de épocas arcaicas até o final do século VIII d.C.)
2- Heian (final do século VIII até o final do século XII)
3- Kamakura-Muromachi (final do século XII até o século XVI)
4- Edo (século XVII-1868)
5- Moderno (1868 até a atualidade)

 

O livro do travesseiro, de Sei Shônagon

Escrita no século X, esta é a principal obra da literatura clássica japonesa. Composto por mais de trezentos textos curtos, que podem ser lidos em sequência ou ao acaso, o livro compõe um inventário da cultura do Japão feudal, vista pelo olhar poético de uma escritora. Com uma capacidade de produzir insights inesperados a cada página, Sei Shônagon ilumina tanto os pequenos fatos do cotidiano no Palácio Imperial, como os fenômenos da natureza, as sutis interações da vida social e a refinada trama de valores estéticos que enlaça e organiza praticamente todas as esferas da cultura.

 

Kyoto, de Yasunari Kawabata (autor vencedor do Prêmio Nobel de Literatura)

Ambientado no período pós-guerra, o livro narra a trajetória de Chieko, filha adotiva de Takichiro, um comerciante de quimonos, e de sua esposa, Shige. Chieko é uma jovem que trabalha na loja da família e a vê em processo de falência, assim como vários outros pontos comerciais da antiga capital japonesa, em razão de mudanças nos valores culturais, agora fortemente influenciados pelo Ocidente. Durante um passeio pela aldeia de Kitayama, região montanhosa na periferia de Kyoto onde são cultivados cedros, Chieko acidentalmente conhece sua irmã gêmea, Naeko. Separadas ainda quando bebês, criadas em ambientes hierarquicamente distantes entre si, as irmãs agora tentam se aproximar.

Uma questão pessoal, de Kenzaburo Oe (autor vencedor do Prêmio Nobel de Literatura)

Em 1964, Kenzaburo Oe recebeu a notícia de que seu primeiro filho nascera com uma anomalia cerebral. É a mesma situação enfrentada pelo protagonista de Uma questão pessoal, o professor Bird. Aos 27 anos, ele leva uma vida mediana, bebendo pelos bares de Tóquio e sonhando com aventuras no distante continente africano. A gravidez da mulher acrescenta angústia ao cotidiano de Bird. A idéia de que será pai e chefe de família faz com que se sinta condenado à vida cotidiana. Para piorar, depois do parto, os pais descobrem que uma anomalia cerebral fará o menino ter uma vida vegetativa. Bird não suporta a possibilidade de se ver atrelado para sempre a um filho anormal. Passa, então, a desejar a morte da criança. Aos poucos, porém, Bird se dá conta de que a crise era uma oportunidade para percorrer um caminho de conquista da realidade, enfrentando os desafios de amadurecimento da vida adulta.

1Q84 – Volume 1, de Haruki Murakami

Assumidamente inspirado na obra-prima de George Orwell, o título se situa no ano de 1984. Neste primeiro volume, Murakami traz a protagonista Aomame, uma mulher que esconde a profissão de assassina. Em uma tarde no início de abril, ela está parada num táxi, em meio ao trânsito de uma via expressa de Tóquio. Temendo não chegar a tempo de resolver uma pendência no bairro de Shibuya, ela se vê diante de uma opção inusitada proposta pelo motorista: descer do veículo e seguir por uma escada de emergência em plena avenida. Apesar de um estranho aviso do taxista, que diz que as coisas à volta dela se tornarão estranhas ao fazer algo tão incomum, Aomame segue a sugestão inicial. E o inesperado acontece…

Quando éramos órfãos, de Kazuo Ishiguro

Christopher Banks, um garoto inglês nascido na Xangai do início do século XX, fica órfão aos nove anos de idade, quando seus pais desaparecem misteriosamente. De volta à Inglaterra, torna-se um detetive de renome e circula nos meios mais refinados. Vinte anos depois, Banks resolve rever Xangai – agora palco da guerra sangrenta entre China e Japão. A partir desse momento, sua busca pelos pais passa a confundir-se com a busca pela ordem num mundo órfão, vitimado pela sombra.

 

A arte de transformar tempo fútil em tempo útil, de Yoshida Kenko

Yoshida Kenko, poeta e sacerdote budista no Japão medieval, nesta obra, colocou título, no original japonês, que sugere algo propiciado pelo sabor das horas vagas, em que o pensamento divaga. O livro, que contém aforismos, reflexões e histórias escritas há mais de seiscentos anos, oferece ao leitor uma porta não somente para o Japão do século XIV, mas também para entender as atitudes do Japão atual.

 

 

Trilha estreita ao confim, de Matsuo Basho

 

O poeta Basho é o mestre incontestável do haikai. Considerado um clássico de sua literatura, esse livro foi traduzido diretamente do japonês e traz o ciclo completo de seus principais relatos de viagem, repletos de haika is memoráveis. Esse livro é um convite ao leitor para mergulhar na extraordinária experiência de um poeta fundamental para a poesia contemporânea.

Confissões de uma máscara, de Yukio Mishima

 

Koo-chan vive um momento de conflito interior no Japão do entreguerras. No começo da adolescência, tem fantasias que combinam impulso sexual e violência sado-masoquista, desejo e morbidez. À medida que avança na adolescência – e a Segunda Guerra Mundial se desenrola -, o rapaz tenta se interessar por mulheres, entre as quais Omi e Sonoko. Contudo, ele sabe que sua opção sexual não corresponde aos padrões convencionais. O protagonista começa, aos poucos, uma viagem interior de descoberta e construção da própria identidade.

Musashi, de Eiji Yoshikawa

O livro narra a vida de Miyamoto Musashi, que viveu na era dos xoguns, provavelmente entre 1584 e 1645. Figura contraditória, ele sofreu profundas alterações na vida – de garoto selvagem e sanguinário tornou-se um guerreiro equilibrado, cujo espírito evoluído o transformou no mais sábio dos samurais.

O livro do chá, de Kakuzo Okakura

Esta obra foi escrita em inglês com o objetivo de levá-la ao maior número de leitores. Muito mais do que um livro explicativo sobre chanoyu, a cerimônia do chá, trata-se de um texto reflexivo, que conduz o leitor, por meio da compreensão do cerimonial, a uma profundidade a princípio insuspeitada: por trás da cerimônia do chá estão o taoísmo, o zen, todo um arcabouço filosófico que é anterior à sua face ritualística.

Mar da Fertilidade (tetralogia), de Yukio Mishima

Neve_de_PrimaveraNobel de literatura em 1968, Yasunari Kawabata se mostrou inconformado por preferirem premiá-lo em lugar de Yukio Mishima. Segundo ele, Mishima era um acontecimento, um ser humano que a humanidade só vê de trezentos em trezentos anos.

 

A própria vida de Yukio Mishima é um capítulo à parte – ele cometeu o sepukku (suicídio dos samurais) após um golpe de estado mal-sucedido –, mas sua obra tem força por si só. Uma das partes mais impressionantes dela é a tetralogia Mar da Fertilidade, composta de quatro volumes: Neve de Primavera, Cavalo Selvagem, O Templo da Aurora e A Queda do Anjo.

 

Embora possam ser lidos individualmente, os quatro livros têm no advogado Honda uma espécie de “observador” de como o mundo se comporta, desde sua adolescência até a velhice. A temática reencarnação se debate contra seu ceticismo, assim como a resistência à ocidentalização do Japão. Mas é nas metáforas poderosas e personagens complexos que se esconde a riqueza desta obra.

A Casa das Belas Adormecidas, de Yasunari Kawabata

Além de amigo e mentor de Yukio Mishima, Yasunari Kawabata é considerado um dos mais importantes romancistas japoneses. Aplicado em estudar a “técnica do romance”, ele mesclou as influências de seu país ao gênero que se popularizou pelo mundo inteiro. No começo, Kawabata utilizou um pouco do surrealismo em suas obras, porém aos poucos foi se tornando expressionista, construindo narrativas de complexidade psicológica e erótica. A leveza com que escreve acabou tornando-o conhecido como alguém que “pinta as palavras” de branco irradiante.

A Casa das Belas Adormecidas é uma de suas obras mais apreciadas, que inclusive influenciou Gabriel García Márquez a escrever Memórias de minhas putas tristes.

O livro de Kawabata tem Eguchi, um velho de sessenta e sete anos, como seu protagonista. E a história se desenrola a partir do fato de ele descobrir que há uma casa onde meninas são adormecidas para divertimento dos clientes, de forma com que eles possam passar a noite com elas.

O que pode parecer “grosseiro”, na verdade se mostra um intenso ensaio emocional sobre a velhice e o declínio do homem.

Musashi, de Eiji Yoshikawa

[musashi] A obra literária mais vendida da história do Japão, com mais de 120 milhões de exemplares e cerca de quinze versões cinematográficas ou televisivas, Musashi, escrito por Eiji Yoshikawa, foi publicado como um folhetim, em pequenos capítulos diários, no jornal Asahi Shimbun, entre os anos de 1935 e 1939.

Miyamoto Musashi é um personagem verídico da história japonesa, contudo, nesta obra Yoshikawa romanceou a trajetória do samurai mais famosos do Japão.  No começo do livro, o jovem não passa de um provinciano rebelde, que se deixa levar pela ideia de participar da batalha de Sekigahara, em 1600. No entanto, após as duras lições que recebe do Monge Takuan – entre elas um confinamento de três anos, onde apenas se dedicou à leitura –, Musashi passa a seguir o Bushido, o caminho do guerreiro.

O obra é dividida em sete partes: A Terra, A Água, O Fogo, O Vento, O Céu, As Duas Forças e A Harmonia Final. As cinco primeiras são uma referência ao Gorin, os cinco elementos básicos que, segundo o budismo, compõem a matéria. Desta forma, a história é uma metáfora para o autodesenvolvimento.

Kafka à beira-mar, de Haruki Murakami

Atualmente, quando se fala em literatura japonesa, é impossível não mencionar Haruki Murakami. Até mesmo porque nos últimos anos seu nome está sempre entre os favoritos ao Nobel de Literatura, embora o prêmio ainda não lhe tenha sido concedido. Em seu país é, muitas das vezes, desprezado pela crítica, por sua popularidade, digna de um verdadeiro best-seller.

Kafka à beira-mar é uma de suas obras mais complexas, um romance em que o leitor acompanha as trajetórias de dois personagens, Kafka Tamura e Nakata. O primeiro é um jovem de quinze anos que foge de casa e de tudo, viajando pelo Japão até chegar a uma pequena cidade do interior, onde trava amizade com um personagem curioso, Oshima, cujas características surpreendem o leitor. Já Nakata é um senhor analfabeto, mas digamos que um analfabeto nada convencional. Ele tem a habilidade de falar com gatos e dormir por mais de trinta horas sem se mexer.

Neste romance, o absurdo se dissolve em habilidosas metáforas. Murakami parece escolher cada palavra de forma a compor uma melodia, afiada e melancólica.

O livro do chá, de Kakuzo Okakura

livro-do-cha-altaNenhum ocidental que deseja compreender a cultura do oriente deveria prosseguir sem ler O livro do chá. Embora não seja uma obra de ficção, o livro aproxima o leitor do ocidente a este mundo que nos parece tão diferente. Cada gesto, representação e, até mesmo, decoração pode ter um sentido profundo, que nos escapa à primeira vista.

 

Em 1906, o japonês Kakuro Okakura escreveu este tratado que explica os significados ocultos na cerimônia do chá, a chanoyu. Mistura de princípios do taoismo e do zen-budismo, este importante rito no cotidiano dos japoneses possui a força de imiscuir em seus participantes uma consciência da brevidade e simplicidade do mundo, algo que, convenhamos, falta muito a nós ocidentais.

 

Ao terminar esta leitura, fica-se com a sensação de que, com uma xícara de chá, pode-se redimir o mundo.

 

 

 

O marinheiro que perdeu as graças do mar, de Yukio Mishima

O marinheiro que perdeu as gracas do marDepois de concordarmos que o título é péssimo (algum deslize de tradução?), vale acrescentar que se você receia encarar a tetralogia Mar da Fertilidade, indicada neste post, O marinheiro que perdeu as graças do mar é uma boa pedida.

 

O romance, curtinho, conta a história de um garoto de treze anos que odeia o mundo adulto, juntamente com uma gangue de garotos da mesma idade. Quando sua mãe se envolve com um marinheiro, ao qual o menino admira, seus sentimentos se confundem. O que pode parecer simples e bobo, nas mãos de Mishima se torna um romance de profundidade psicológica, com um final que choca por sua crueldade.

 

Neste livro, assim como na maioria das obras de Yukio Mishima, é exposto o que há de mais brutal e erótico nos seres humanos.

 

Ichigo - Mas Chega de Papo e  Façam o Trabalho - Disse o Professor

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