História O Jogo da Mentira - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 7
Palavras 556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Um de meus maiores sonhos era criar um livro. Sempre quis ter um irmão ou irmã, principalmente se fossem gêmeos. Archer, Emma, Mirelly, Rafael e Stella, foram criados quando pequeno por minha imaginação. Eles eram... como posso dizer? Meus irmãos imaginários. Agora, na adolescência, não consigo me desapegar deles, também não quero. Tinha medo de contar aos outros sobre eles, não queria ser chamado de louco, mas eu sentia e ainda sinto vontade de expor esses cinco sem que me mandem direto para o manicômio. Por isso, decidi criar uma história em que eu e eles convivemos juntos, como se fosse uma história real.

Capítulo 1 - Prólogo


 

Nossa boca é a arma e nossas mentiras são as balas. A vida é uma aula, portanto, temos que aprender com os nossos erros. Mais a minha não tem nenhum sentido, desde que meus amigos, minha irmã gêmea e eu começamos a jogar aquele jogo horrível e perigoso, não confiamos em mais ninguém, qualquer um poderia ter inventado aquilo. Cometemos vários erros que com certeza não tem perdão.

Alguém simplesmente não gostava mesmo da gente. Que espécie de ser humano cria um jogo e obriga os outros a jogarem?

Minha irmã e eu quase fomos devorados por cachorros raivosos em um canil abandonado. Além de dividirmos o mesmo quarto, teríamos que dividir nossos pedaços para aqueles animais.

Uma nova jogada começou e Archer, Mirelly, Rafael e Emma estão com muito medo de fazer uma nova jogada, mais nós não temos outra escolha. Se não jogarmos uma partida, todos ficarão sabendo dos nossos segredos. Os nossos segredos... mais sombrios.

Eu queria muito que o ensino médio fosse divertido, mais não sei aonde está toda a graça, pelo o menos eu tenho o que sempre quis: uma irmã gêmea parônima, amigos inseparáveis e um lugar tranqüilo para se viver. Só que não tem tranqüilidade em Leeswood.

Esse jogo parece não ter fim, a cada jogada acumulamos mais e mais segredos. Tivemos que chamá-lo de “O Jogo da Mentira“, pois é só isso que ele faz.

- É a minha vez! – diz Archer alterado.

- Calma – fala Rafael com a intenção de acalmá-lo.

- Como eu posso ter calma, Rafael?!

Ele estava muito assustado, e com toda a razão. Aquilo era uma tortura. Eu preferiria estar em mais uma aula chata da Srta. Trilony do que jogar mais uma partida.

- Está piscando de novo, não está vendo?! – a expressão no rosto de Archer é de pânico.

- Talvez o seu desafio seja melhor do que o nosso. – Stella tentou tranqüilizá-lo.

- Esse jogo não tem nada de bom! – reclama ele – Não sou obrigado a jogar, vou passar a vez.

- Archer, você tem que jogar! – digo com um tom de voz firme – Não pode passar a vez, se fizer isso toda a cidade vai saber dos nossos segredos.

- Como pode estar tão calmo depois de quase ter virado ração pra cachorro naquele canil?

- Mais eu estou vivo. – respondo.

Archer estava sem saída, não queria nem sonhar em como ele encararia a sua jogada. Ele respirou fundo.

- Não quero jogar, por favor, não... – ele fala apoiando às mãos na mesa onde estava o jogo.

- Estaremos aqui com você Archer, – comenta Mirelly, colocando a mão nas costas dele – iremos te ajudar.

- Tudo bem. – ele se acalma.

Então ele girou a roleta do joguinho onde dizia quantas casas nossos peões teriam que pular. A seta apontou para 4. Logo, uma mensagem apareceu no celular do meu amigo.

 

“Lembra daquele dia no cemitério Archer? Não se preocupe você vai relembrá-lo mais uma vez!“

 

Ficamos todos boquiabertos, o dia do cemitério, com certeza, foi o pior dia da vida do Archer, agora o jogo queria que ele passasse pelo terror da cova 4 novamente. Aquilo era uma das piores partidas que todos já presenciamos coitado do meu amigo, a expressão no rosto dele era péssima.

- Não! – grita ele – Isso não!

Logo apareceu outra mensagem.

 

“Boa sorte, Archer...”


Notas Finais


Essa história é de minha autoria. Sinto que é um sonho se realizando. Espero que gostem da leitura.


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