História O Jogo do Amor - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Chouji Akimichi, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Ino Yamanaka, Kankuro, Shikamaru Nara, Temari
Tags Naruto, Shikamaru, Shikatema, Temari
Visualizações 102
Palavras 1.941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente eu jurei pra mim mesma que só ia começar outra fanfic depois que terminasse TEOW por que eu ia me enrolar mas não deu!
Essa fanfic já esta parcialmente escrita, então vamos ver no que da essa bagunça kkkk

Aproveitem meu mais novo projeto exclusivamente Shikatema!!!

Capítulo 1 - Prólogo


Shikamaru

Eu definitivamente nunca fui do tipo festeiro, na verdade era preguiçoso demais para isso, mas se uma coisa nunca me faltou, modéstia a parte, foi inteligência.

Isso me garantiu sair dois anos mais cedo do colégio. Dois anos que eu gastei jogando videogame.

Não queria entrar na faculdade ainda o que deixou a minha mãe furiosa, mas não havia muito o que ela pudesse fazer.

Depois dos meus anos de vagabundagem entrei para a faculdade de direito, como todos da minha família em Harvard. Apesar de ser um curso difícil e com extrema cobrança passei com facilidade. As vezes até dormia nas aulas e os professores eram surpreendidos com um enorme 100 em suas caras.

As vezes eu sentia vontade de rir daquelas caras de espanto.

Devido a toda essa inteligência, ou como dizia um professor de bioquímica da faculdade que queria estudar meu cérebro e que eu fugia como o diabo foge da cruz "um cérebro monstruoso", eu nem havia terminado a faculdade e já tinham pessoas requisitado meus serviços.

Os clientes do escritório de advocacia do seu pai então, estavam polvorosos, Shikaku já era uma lenda e eles depositaram em mim esperanças de que eu seguisse seus passos.

Mas eu não estava muito a fim.

Não estava a fim de resolver os problemas de velhos empresários babões que era pegos fudendo jovens garçonetes e tinham problemas com a imprensa, ou ainda defender políticos que eu sabia que eram corruptos. 

Não estava a fim de aguentar todos aquele problemáticos. Então quando a formatura chegou informei ao meu pai que não iria voltar para o Texas e trabalhar com ele. Iria trabalhar por minha conta.

Meu pai sorriu e me deu tapinhas nas costas, ele já havia entendido, meu velho era o melhor.

E a minha mãe... Ela surtou. De novo. Como eu sabia que ela faria. Mas ainda assim dei seguimento aos meus planos.

Então agora aqui estou eu, parado em frente um grande prédio de Las Vegas pronto para um trabalho, não um caso. Um trabalho que duraria alguns meses. Mas segundo meu pai eu precisava de experiência antes de tudo e aquele era o trabalho perfeito para aquilo.

Espero que o velho não me decepcione.

Ele me indicou para aquele trabalho, era de um grande amigo, mas ele havia me garantido que não tinha nada a ver com o que ele fazia no escritório.

Adentrei no local suspirando de preguiça, aquilo era problemático.

Num primeiro momento encontrei a recepção luxuosa, os Sabaku tinham um empresa de segurança que prestava serviço para vários cassinos da cidade, eles eram muito ricos e a empresa era muito grande. Algumas pessoas iam e vinham pelo saguão com pressa, deviam estar tendo algo importante aquela semana.

Sem realmente me importa com aquilo me encosto no balcão de recepção enquanto espero a moça despachar duas garotas que pulavam e riam como loucas. Antes de irem elas deixaram o seu olhar descer por mim com uma clara aprovação no final, a mais ousada até me mandou um piscadela e eu apenas sorri em resposta.

Nunca tive problemas com mulheres, apesar de todos os meus amigos dizerem que não as entendiam eu as achava bem simples. Eram extremamente problemáticas, mas para mim era bem Fácil de entender o que elas queriam e como queriam. E se elas quisessem a mesma coisa que ele não via problema em aproveitar.

Me aproximei da recepcionista lentamente enquanto ela sorri de uma forma que eu a classificaria como predadora, ela queria dar pra mim. Desci meus olhos numa analise rápida pela mulher, ela era ruiva, usava óculos vermelhos e pelo que ele pode ver tinha um belo corpo definido na academia, provavelmente era frequentadora assídua, de segunda a sábados, provavelmente de manhã já que escritórios como aquele devem abrir mais tarde e fechar mais tarde também. Gostosa e fogosa.

Ela queria dar e eu acabei de decidir que quero comer.

Estão vendo? Simples.

—estou aqui para uma reunião com Kankuro Sabaku no. -minha voz saia mais rouca que o normal eu sabia e fazia de propósito. —meu nome é Shikamaru Nara.

—É um belo nome senhor. -ela diz de forma sedutora empurrando seus seios parcialmente expostos por um enorme decote contra a bancada. —Ele esta a sua espera, senhor. Sétimo andar. -ela diz e eu aceno me virando, mas antes que desse um passo ela me chama de volta. Previsível. —Aqui. Para caso precise se comunicar com o escritório.

Ela me entrega um pequeno papel com um numero de telefone. O dela, eu tinha certeza.

—Meu nome é Karin.

—Te ligo Karin. -Sorri sacana antes de guardar o papel no meu bolso e ir em direção ao elevador, pra minha sorte ele tinha acabado de descer. Entrei junto com um homem e uma mulher, a mulher apertou o botão do sétimo andar freneticamente, eles pareciam nervosos, na verdade todos pareciam estar correndo ali.

Que povo problemático.

—Temari vai nos matar! -a garota exclamou quebrando o silêncio sagrado de uma viagem de elevador.

—Se acalme. Vai dar tudo certo. -o homem diz, sua voz é calma até demais para alguém que tinha aquela aparência selvagem.

Ele era ruivo com os cabelos espetados e tinha uma tatuagem que eu não fazia ideia do que queria dizer na testa!

Bem na cara! Cristo!

—Você diz isso por que é irmão dela, Gaara. -a mulher falou batendo os pés nervosamente contra o chão de metal. —Eu posso ser demitida!

—Ela não vai te demitir. -o tal Gaara suspira como se estivesse cansado daquela "choradeira".

Bem eu também já havia cansado, as portas de metal se abrem e deixo eles saírem primeiro, no sétimo andar havia outra pequena recepção como se fosse a "sala" da secretária e uma grande porta de vidro que deveria dar na sala do tal Kankuro.

O "casal" parou na mesa da secretária que mexia no computador com fúria. Todos pareciam nervosos ali.

Se aproximou para pedir que fosse anunciado. —com licença. -chamo fazendo-os olharem para mim. Inclusive a secretária que me observou com seus olhos verdes inquisitores, como se me mandasse desembuchar logo. —procuro por Kankuro Sabaku no.

Ela se levantou com uma postura ereta e altiva me encarando duvidosa e puta que pariu!  A secretaria era uma puta gostosa do caralho!

Ela não usava terninho ou algo do tipo como todos ali, estava com uma camiseta branca e calça jeans, que realçavam todas as curvas sinuosas do seu corpo. Ela parecia não dever estar ali. Era provavelmente uma miragem. Só podia ser.

Mas a miragem continuou em silêncio pois outro se antepos a ela e respondeu.

—eu mesmo. -uma voz masculina diz me chamando a atenção. Era um homem moreno e alto, ele estava parado junto a porta aberta de sua sala tinha a aparência seria e responsável. —por favor entre.

(...)

—Então senhor Nara. -ele começou rodando a mesa e se sentando na grande poltrona atrás dela. —Meu pai me informou que é um prodígio, um gênio pra ser mais específico.

—É o que todos dizem. -eu me sento numa das cadeiras a frente.

—aqui diz que acabou de sair da faculdade. -ele analisa o meu "currículo" com cuidado, o que era completamente desnecessário já que minha contratação já estava praticamente acertada. Mas de qualquer forma respondo afirmativamente.  —tirou as maiores notas de todo o curso. Na verdade as maiores em anos. Graduado com excelência e disputado a tapas por políticos... Você é um gênio. -conclui sério.

Mas antes que ele pudesse vir a dizer algo a porta de sua sala é aberta e por ela passa nada menos que a secretária gostosa.

—Kank. Nosso pai esta te chamando. -ela diz colocando uma bandeja com duas xícaras de café em cima da mesa. Kankuro não parece nada bom com a interrupção, mas a loira ignora. —é urgente.

Kankuro suspira nervoso se levantando, se desculpa comigo pedindo que esperasse um segundo enquanto ele resolvia aquilo. Eu apenas assento enquanto ele se põem para fora da sala como um furacão.

—café? -ela oferece assim que Kankuro fecha a porta. Eu dispenso educadamente enquanto ela da de ombros pegando ela própria uma das xícaras e se jogando na poltrona que Kankuro usava anteriormente. —Você é o garoto prodígio ham...

 diz tomando um gole do café quente com os olhos presos nos meus. Olhos felinos. Provocadores. A blusa estava mais abaixada mostrando muito mais dos belos seios dela. Propositalmente. Sabia o que ela estava fazendo.

—acho que sim.

—um bebe gênio... -ela diz limpando o lado de sua boca por onde deixou escapar uma gota de café. Ela estava provocando. —Papai já foi mais exigente.

A mulher diz com a voz divertida.

Então ela era filha do dono... E trabalhava de secretária..? Era estranho imaginar, mas não era da minha conta. O que lhe importava era que ela era uma puta gostosa.

—então por que você esta flertando com o bebe? -rebato da mesma forma que ela.

Ela ri se aproximando de mim.

—provavelmente por que segundo as fofocas vc é bem inteligente e eu tenho uma queda por garotos inteligentes... -a sua voz era baixa e sensual. Só aquilo já estava me deixando quente. Imagina aquela mulher dando uma boa chupada! —E também tem esse longo cabelo escuro. -ela estava praticamente debruçada sobre a mesa que nos separava. Eu conseguia ver de perto aqueles peitos tentadores enquanto ela tocou o meu cabelo com curiosidade.—Ninguém nunca te disse como homens de cabelo longo são fudidamente sexys?

Ela estava mordendo os lábios inferiores de maneira sensual enquanto se aproximava cada vez mais de mim, aquela mulher definitivamente levaria qualquer um a loucura.

Mas no ultimo segundo ela se volta der repente de volta para a cadeira pegando a sua xícara.

—Temari. -Kankuro chamou na porta. Eu não o havia visto chegar. —o que esta fazendo?

—Nada. -a mulher eu sabia agora se chamar Temari diz com a face de uma criança que havia aprontado e estava claramente mentindo.

Kankuro suspira balançando a cabeça de um lado para o outro em negação.

Em minha cabeça as peças começavam a se juntar, então ela era a Temari que o casal do elevador falava. Isso queria dizer que ela não era secretária, mas também não parecia trabalhar ali. Ela não parecia se encaixar num escritório.

Ela parecia selvagem.

Como um gato ela se levantou da poltrona de Kankuro pondo-se a sair, antes de terminar seu caminho me mandou uma piscadela e Kankuro bufou com aquilo antes de voltar a se sentar no seu lugar.

—primeira regra, não flerte com a minha irmã. -ele diz me chamando a atenção.

—Por que se não você me mata. -digo ironico, irmãos ciumentos eram coisas engraçadas, mas Kankuro que parecia querer rir de mim.

Na verdade ele riu.

Riu daquele jeito que faz parecer que eu sou um idiota. Aquilo era novo.

—Eu não. Ela te mata. -ele diz me entregando um amontoado de papéis. —Parabéns. O emprego é seu. Eu deveria te apresentar a sua chefe, mas acho que já não é mais preciso. -ele sustentava um sorriso irônico enquanto a porta se abria novamente e Temari botava o rosto para dentro com um sorriso matreiro.

—Eu ainda preciso assinar não é?

Kankuro nem mesmo responde e ela já esta ao meu lado pegando que ainda estavam na mesa as assinando ao lado da palavra "contratante" com uma rubrica complicada.

—senhor Nara, lhe apresento Sabaku no Temari, sua chefe. -Kankuro sustenta um sorriso irônico.

—vai ser uma honra trabalhar contigo bebe gênio. -ela se adianta sorrindo.

Não consegui dizer uma palavra. fui tapeado!

Ela estava me testando, como não percebi..?

Droga! Eu estou fudido com essa mulher.


Notas Finais


Shikamaru gênio de sempre, com uma pontada de malicia e uma Temari ainda mais problemática! Isso vai dar problema kkk
Eu absolutamente estava amando escrever essa fanfic e não conseguia mais me segurar para postar.
Espero que tenham gostado!
Próximo capitulo no sábado!!


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