História O Jogo Que Virou Amor (Gastina) - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Ana, Delfina, Gaston, Jim, Luna Valente, Matteo, Nico, Nina, Ramiro, Ricardo, Simón, Yam
Tags Drama, Gastina, Lutteo, Romance, Simbar, Sou Luna, Soy Luna
Exibições 141
Palavras 663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, pessoal, voltei! Dsclp a demora, é q viajei e lá nn tinha net pra poder postar... Bom, mas aqui tá o novo cap! Espero q gostem! E perdão se tiver algum erro, tô escrevendo pelo cell.
Beijos e Boa Leitura
PS: SORRY PELO CAP PEQUENO E PF NN ME MATEM 😊😊

Capítulo 16 - Como assim?


Fanfic / Fanfiction O Jogo Que Virou Amor (Gastina) - Capítulo 16 - Como assim?

       NINA ON
       Estávamos eu e meu irmão conversando lá no corpo de bombeiros, esperando notícias de Luna, já que não podemos ir ao hospital. Foi então que Gastón me chamou para falar com ele. Estendeu sua mão, que eu aceitei, com as bochechas muito coradas. Sentia que minhas pernas falhariam a qualquer momento, do tanto de emoções que carregava dentro de mim. Só de lembrar do que aconteceu lá na escola, quando quase morremos, já sinto um sorriso imenso na minha boca. E-e s-se e-ele m-me p-pedir e-em n-namoro?! Eu aceito? Eu sinto esses milhões de coisas com ele mas, não sei se estou pronta pra namorar, nem decidida. Por mais que eu tente, não consigo confiar nele. Para de viajar Nina, vai ver nem é isso. Vai ver e-ele não gostou do beijo... Ou o que ele disse foi mentira... NINA, SE ACALMA. Respirei fundo e tentei parar de prever o futuro. Isso não tá nas minhas mãos. Vamos só esperar pra ver o que vai acontecer.
       Chegamos num lugar distante e vazio do local, muito sujo por sinal. Que nojo. Se for uma proposta de namoro, eu não aceito! Tô brincando, é óbvio que o lugar não vai influenciar minha decisão. Ninaaa, acordaaa ele ainda nem te pediu em namoro. Sabendo o jeito que eu sou, provavelmente é pra dizer que eu beijo mal. Bom, mas isso não importa. Ele fechou a única porta do lugar, e ficou na minha frente, sorrindo.
       -Então... Por que você me levou até aqui? - perguntei, tentando puxar assunto. As borboletas já devem ter declarado a terceira guerra mundial no meu estômago.
       -E-eu só... Olha Nina, eu preciso te contar isso. - fiz um sinal com a cabeça pra ele continuar. Respirou fundo, e continuou - Eu te adoro. Desde que eu inventei uma brincadeira da qual eu me arrependo muito, eu descobri a pessoa incrível que você é e o tanto que temos em comum. Descobri que você é muito mais que uma CDF de rostinho bonito. Você é a Nina, você é única, e eu não poderia te substituir por ninguém. Esses sentimentos que tenho por você só te tornam mais especial pra mim, por mais que eu negue. - eu poderia chorar de felicidade nesse momento. As borboletas deveriam ter ganhado a guerra e agora estavam comemorando que nem loucas junto ao meu coração, que eu podia jurar que ia sair pela minha boca. Um sorriso involuntário e enorme apareceu no meu rosto, e o brilho dos meus olhos estava que nem diamantes. Não posso mais negar: estou completamente apaixonada pelo Gastón - O que atrapalha tudo é minha reputação. - eu recebi uma facada no peito, seguido de um tapa na cara formando um coração partido? Eu acho que sim. Não acredito que ele vai arruinar esse momento tão lindo... - E a sua. - eu não ligo pra isso se tenho você, cabeção. Pensei que sentisse o mesmo - E... Não sei se você me aguentaria do jeito ridículo que eu sou. Ou se as nossas diferenças, que são poucas, mas significativas possam atrapalhar também. Então, eu tenho medo de fazer isso, eu confesso. É um medo que tá me atormentando desde... - fez uma pausa. Nem precisava falar, sabia no que ele tava pensando - O momento que nós tivemos. Então, eu não sei o que fazer. Você me promete, que não vai sofrer se eu te falar uma coisa?
       -Quer saber Gastón? Eu não me importo. Você prefere a sua reputação do que eu? Olha, eu deveria saber que sendo você, eu não deveria ter esperanças. - ele ia voltar a falar mas o interrompi - Eu acho que já ouvi demais por hoje.
       Então, sai correndo, em meio a milhões de lágrimas, que poderiam formar um rio, de tão grossas e da sua grande quantidade. Aquele idiota me chamava, mas simplesmente o ignorei. Fui ao banheiro, tranquei a porta e simplesmente chorei, até não ter mais forças.


Notas Finais


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