História O lado de fora - Capítulo 1


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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Hanbee Abara, Juuzou Suzuya, Nishiki Nishio, Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Tokyo Ghoul
Visualizações 15
Palavras 1.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse cap foi um pouco apressado mas pretendo continuar por um bom tempo.

Capítulo 1 - Ola de novo vida


Fanfic / Fanfiction O lado de fora - Capítulo 1 - Ola de novo vida

Era uma noite bem escura naquela hora, mesmo assim, dava pra ouvir um barulho de um pássaro as escuras, enquanto caminhava naquele bosque.

O homem seguiu até a fonte do barulho que despertou seu interesse. Lá não havia ninguém a vista, ou era o que parecia... de qualquer forma o homem não demostrara medo ou nada do tipo. Digamos que ele ja tinha noção do motivo do barulho.

Logo ele notou que o barulho vinha de cima de uma árvore de tronco fino a sua frente , não  devia ter mais de 4 metros. O homem sacadui a árvore, e como ela era fina não foi difícil. Logo um garoto caiu da árvore e logo ficou triste e sem palavras. Seus olhos lembravam a de um bebe que o homem vira em algum momento da sua vida.

- Ei, você é filho do kenny certo? O carpinteiro daquela loja da esquina, perto do teatro de Dio. Estou certo?

Foi o que o homem disse ao ver o menininho quando caiu no chão. Tinha que se aproximar dele por causa da escuridão para poder enxerga-lo, e se agachar pra poder falar com ele. O menino respondeu emburrado.

- Sou... e dai?

- Dai que você é o garoto que me incomoda toda sexta-feira as onze da noite com esse assobio de passarinho infernal. Anda logo, cansei de ficar de procurando, vamos pro seu pai, e acho bom vc ficar longe da minha casa depois disso ,ouvi pirralho?

O homem não esperou o garoto responder e logo o pegou e o colocou nos ombros e andouaté a direção que o levaria aos pais. Essa criança não devia ter mais de sete anos, ao julgar pelo peso q o homem sentiu em seus ombros. Não demorou muito pro garoto falar. 

- Se eu soubesse q tinha alguém morando aqui no mato eu não teria feito isso.

- Você vive numa cidade pequena  fundada por fazendeiros e caipiras e não considerou que alguém estava no bosque?

- Tenho só oito anos, o queria que eu pensasse? 

- Ao julgar pelo pouco que você  falou e essa resposta agora, você pode ser o que for nessa sua idade, mas burro você com certeza não é.

- ...esquece ...então por que você não se muda pra cidade? A velha Suza tem um apartamento livre pra alugar esse inverno, eu vi quando passei na frente no caminho do colégio.

- Não...

- Por que não? Não tem dinheiro? Por isso que vive no mato?

- Dinheiro não é problema...não mais... só que a razão disso e que eu não quero e ponto. Afinal, o que você tava fazendo na árvore?

- O assobio? Meu pai me disse que ia me levar pra caçar, ele disse que pegariamos um cervo pra ceia de natal. E segundo minha mãe, meu avô era um grande caçador, ele usava assobios pra enganar a presa de que...

- De que o ambiente está seguro e que não há um predador no local, fazendo a presa se despreocupar e baixar a guarda. Perfeito para um disparo certeiro.

Disse o homem ao interromper o garoto. 

- Isso! O senhor caça?

- ...

O homem ñ respondeu e continuou a andar carregando o menino nos ombros.

- isso foi um sim?

- Eu caçava, ha muito tempo.

- Você gostava?

- Gostava? Eu não entendo, como que é que uma pessoa pode gostar de tirar uma vida só por gostar?! Eu parei porque me sentia uma abominação. Coisa que ninguém merece se sentir. Talvez quando você for pegar o cervo com seu pai, lembre-se, que ao menos, para compensar a morte dele pela ignorância do prazer e da nessecidade, trate de ao menos dar uma morte rápido, se for pra um inocente morrer, que seja rápido pelo menos.

O garoto se calara por um bom momento depois do sermão do homem. O silêncio reinou o lugar, apenas o barulho do seu andar eram possivei de se escutar. Foi quando eles chegaram ao finaldo bosque que dava a uma calçada na frente do subúrbio da cidade. Ele tirou o menino dos seus ombros e o colocou no chão.  

A luz dos postes de luz da rua permitiram que pudesse ver o rosto do garoto. Era um menino loiro de cabelo curto, olhos verdes e uma cara de inocente, quando de inocente não tinha nada.

- Você tem idade pra caçar ao menos menino?

- É tradição segundo meu avô, algo sobre iniciativa de se tornar um homem. 

- É eu sei essas baboseiras e outras merdas que falam pra convencer a todoa de que o que estão fazendo é o certo.

- O senhor  não tem nehuma tradição...senhor...?

- Zorn, e minha tradição e ficar decendo a porrada em quem me incomoda duas vezes, mesmo depois de um aviso. Até mais muleque.

Quando Zorn se afasta e da as costas para o garoto ele é parado por uma pergunta do menino. 

- Mais uma coisa senhor Zorn, o senhor viu um dálmata por ai mato? É que o meu se perdeu por ai, o nome dele é Alan, tem uma coleira vermelha nele, ele sumiu a uns dias atrás e...bem... como o senhor mora ai eu pensei... se você soubesse de algo. Você o viu?

- Ouvi uns latidos ontem, mas nada demais aconteceu então eu não o vi ou tenho certeza se era o seu. 

- Ah..ok...

Zorn não estava afim de ficar tentando consolar crianças naquela noite, na verdade não queria estar com ninguém lá agora. Não demorpu nem um segundo nem pra dizer tchau e saiu andando, voltando pro bosque.  Quando ele se distanciou do garoto, e teve certeza que ninguém o veria ,naquele canto do bosque. Se agachou no chão e sentiu dor de barriga.

- Merda...aquela garoto dos infernos tinha que falar de caça. Cacete...

Seus dois olhos ficaram pretos e com a íris vermelha, e as veias que passavam no olho  ganharam um destaque escuro. Dai veio a fome batendo no estômago tinha sons de tortura. Zorn se levantou e cambeleou até chegar em sua cabana com dificuldade. 

Era uma cabine de madeira, tinha um 40 metros quadrados, o fogão a lenha do lado de fora e um riacho passava atras da cabana. Dentro dela só havia uma cama com quadros e fotos de paisagens aleatórias, uma cadeira de massagem que roubou a uns anos atrás, e um quarda roupa com um rádio encima. Uma aromatizador pendurando no teto deixava o ambiente agradável.

 Se deitou na cama e deixou sua porta aberta sem querer pois ficou se contorcendo na cama, ao se virar vira um lobo na frente da porta dele o observando com os dentes a mostra. Logo, ouviu o som de lobos correndo passando direto da sua cabanada, pulando o riacho e seguindo o caminho desaparecendo nas árvores. Logo o lobo mostrará  uma postura de ataque, mas logo ficou manso fazendo sons de choro que cães fazem.

O lobo entrou na cabana devagar e se deitou perto da cama de Zorn, o olhando com uma cara assustada. Sua pata traseira estava ferida e sangrando muito. Zorn se sentou na cama e observou o lobo, ele não tinha medo do animal pois sabia que uma luta entre um lobo ferido e um Ghoul faminto, é muito desigual. 

O ferimento era de bala, dava pra ver uma ponta de metal do tamanho de um feijão saindo do buraco da ferida. Quando Zorn ia tratar o lobo, ele ouviu umas vozes, vozes de pessoas. As vozes vinham de onde os lobos tinham estavam correndo.

 Estavam indo na sua direção, sendo assim logo ele ficou em pé e olhou pro lobo. Olhara o calendário em seguida, depois viu que esse era o último dia da temporada antes do inverno cobrir a floresta.

Zorn lembrou do que disse ao menino mais cedo e logo saiu da cabana e deixou a porta fechada com o lobo dentro. Controlou seus olhos para fazer eles voltarem ao normal e assim o fez. 

Via luzes de lanternas surgindo entre as árvores , contou que eram mais ou menos oito homens. O pior, foi quando viu que um deles portava uma shotgun. E essa arma estava nas mãos de um cara careca q olhou Zorn com um sorriso psicopata. 

- Parece que temos um lobo aqui rapazes!!!







Notas Finais


Final de suspense, espero que vcs aguentem a ansiedade pro próximo cap. caso tenham gostando, logo veremos o q esses caçadores farão no início da jornada de zorn?


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