História O Lar dos Peculiares - Capítulo 5


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Categorias Asa Butterfield, O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares
Personagens Asa Butterfield, Bronwyn Bruntley, Claire Densmore, Emma Bloom, Enoch O'Connor, Fiona Frauenfeld, Horace Somnusson, Hugh Apiston, Jacob Portman, Personagens Originais, The Twins
Tags Asa Butterfield, Srta Peregrine
Exibições 65
Palavras 564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Como eu já disse vou postar uma vez por semana.
Não deixem de mandar idéias pra mim por favor.

Capítulo 5 - "Soldadinhos de Barro"


Fanfic / Fanfiction O Lar dos Peculiares - Capítulo 5 - "Soldadinhos de Barro"

Já era tarde, papai continuava na sala de estar, ele sabia que Bella estava dizendo a verdade em relação ao que havia sido dito sobre o demônio.
  Os adultos resolveram descer, eu e os meninos os espiavamos pela fresta da porta de meu quarto.                       Todos lá embaixo estavam armados tanto quanto armas de fogo, facas e outras coisas, além de suas peculiaridades.
  Já se passava das oito da noite e ainda ouvíamos gemidos vindos do quarto de Bella. Coitada.
  - E se acontecer algo? - indagou Nicolas
  - Pare de choramingar covarde! Temos que estar preparados, sabemos que Bella não mente sobre os sonhos - respondi grossa
  - Os adultos dão conta? - perguntou Charlie
  - Não tenho dúvida, afinal já fizeram isso milhares de vezes, já viajaram longas distâncias sozinhos sem uma ymbryne. Vocês lembram das histórias?- eu disse
  -Acho que devemos estar armados, sei que vai acontecer alguma coisa e não podemos simplesmente dormir e esperar esse "demônio" aparecer aqui - disse cética
- Charlie você ainda tem sua adaga? - perguntei
  - Sim, está no baú, no meu quarto.
  - Pegue - a. Nicolas você tem alguma coisa?
  - Nada além de minha força, Lira.
  - Tudo bem, voltem aos seus quartos e se preparem, eu vou para a sala de meu pai, digamos, fazer algumas experiências - disse em sussurros
  E todos foram.
  Tirei a camisola e vesti um vestido branco de mangas longas e meus sapatos pretos novamente.
  Saí na ponta dos pés para chegar ao cômodo que necessitava. Ouvi a conversa da sala.
- O que será que se referia?Digo, a previsão de Bella? - tia Emaa perguntou
- Mesmo sendo especialista nesse assunto, só Bella poderia nos dizer, afinal, não fui eu quem tive essa previsão - respondeu tio Horace
- Acho que o melhor a fazer é nos preparar para o que vier mesmo, vamos apenas continuar aqui, esperando - meu pai disse
- Concordo, o que você acha Jacob? - Mamãe perguntou
-Concordo com Enoch, devemos eliminar essas coisas e proteger nossa casa, fugir não é a melhor opção  - Jacob respondeu
E foi assim, continuei andando aos passos leves até chegar à escada subterrânea que dava ao porão.
Era difícil enxergar por lá,  afinal eu precisava ser rápida e não tinha tempo de acostumar meus olhos à escuridão. Fui tomada pelo cheiro forte de substâncias químicas. Lá estavam as preteleiras repletas de órgãos de animais diferenciados.
Abri um baú próximo e tirei dez soldados de barro de 30 cm, procurei entre as prateleiras os únicos corações menores, que eram os de galinha. Ao encontra- los percebi que não havia a quantidade necessária para dar a vida a todos os soldados, utilizaria apenas sete. Droga.
Posicionei o primeiro soldadinho na mesa deitado, peguei a faca mais potente ali e fiz um corte em seu peitoral, logo depois retirei o primeiro coração do pote com uma substância de cor amarelada e coloquei no buraco, logo após isso eu fechei com uma agulha e linha.Fiz isso no restante.
Ao terminar posicionei meu rosto próximos dos soldados, que se mexiam como robôs, e me senti orgulhosa.
- Venham meu exército, esta noite eliminarmos o mal que assombrara essa casa levando nossas almas à vitória! - eu disse confiante
Pelo que entendi, eles entenderam o meu recado e comemoraram flexionando as pernas e os braços dando pulos de alegria.


Notas Finais


Eu tô tão orgulhosa pela continuação desse capítulo, nem parece que fui eu que fiz hahaha
kisses


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