História O Legista - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Karin, Kiba Inuzuka, Naruto Uzumaki, Pain, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Assistente, Drama, Faculdade, Hinata Hiuuga, Legista
Visualizações 4
Palavras 1.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorei, mas cheguei!
Bem, eu confesso que estava desanimada com a fic, sabe. Mas eu já tinha escrito a fic, então pensei: "Ah, já chegou até aqui, por que desistir".
Vou tentar mais uma vez, por causa que eu gostei de escrevê-la, e espero que gostem de lê-la também. Boa leitura

Capítulo 3 - Por que não?


 Hinata chegou em casa, cheia afazeres junto com Hanabi que já havia chegado da escola, pois nunca tinham tempo de deixá-la arrumada antes de saírem. Quando o pai chegou cansado do trabalho, todos se reuniram na mesa para jantar, normalmente comiam calados e calados iam para seus respectivos quartos, contudo aquele dia era atípico:

— Conseguiu um trabalho?— Hiashi perguntou para Hinata de maneira ríspida enquanto cortava um pedaço de bife

— Bem... Fui entrevistada— ela responde e coloca um bom bocado de comida para impedir qualquer resposta a mais

— É papai ela quase me atropelou essa manhã para marcar essa entrevista— Hanabi comenta divertida apesar de sair num tom sério

— Me desculpe— Hinata fica sem graça

— E é para fazer o quê? — Hiashi redireciona o assunto antes de devorar um pedaço de seu precioso bife

— Assistente— Hinata responde. Não iria falar mais do que isso, seu pai era uma caixa de surpresas nunca preveria suas reações.

— Hum...— Hiashi deu o assunto por encerrado.

Depois do jantar que se seguiu silencioso, todos foram dormir exceto Hinata, não conseguira dormir tinha que decidir sobre emprego. Ficou sentada no sofá da sala, olhando os carnês e as contas espalhadas sobre a mesinha de centro, muitas já haviam sido pagas com o pouco salário de seu pai mais cedo, entretanto tinham algumas pendentes, como arcar com todas? Fora a faculdade e a escola de Hanabi que, mesmo sendo pública havia encargos com livros e passeios. Mas esse emprego era tenebroso demais... Só de pensar nisso seu estômago embrulhava

— Ai, onde eu vou arrumar outro emprego que me pague bem?— suspira encolhendo os joelhos colocando os cotovelos em cima deles, e apoiando a cabeça entediada, suspira outra vez desanimada e conclui— Quer saber! Por que não?!— Hinata se levanta do sofá e vai dormir, já havia tomado a decisão e o dia seguinte ia ser longo

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A manhã foi corrida, mal se despediu direito, Hinata estava super apressada. Colocou a mesma roupa de sempre, uma blusa que cobria o sutiã, uma camisa de manga por cima, uma calça “jeans” ou tergal um pouco mais larga e um casaco aberto “fofinho”, só as cores variavam, claro que não se pode esquecer a mochila, sua inseparável companheira. Dessa vez pegou um ônibus que a deixou em frente, correu passando por Karin na recepção— ela lhe dava arrepios—, contudo precisava de uma informação, então volta a recepção e antes de se pronunciar a ruiva já lhe olha com irritação:

— Que é?!— pergunta ríspida fazendo Hinata se encolher de medo

— B-bom dia— Hinata a cumprimenta mesmo assim uma Karin de “cara fechada” — E-eu queria saber a sala do Doutor Uchiha, o escritório sabe...— engole seco muito nervosa

— É a sala “415”, no quarto andar óbvio, sorte a sua que ele se encontra nela— Karin demonstrando pouco caso digitou algo no computador antes de se voltar para a morena com um olhar curioso— Você vai ficar com a vaga?— fica na expectativa animada

— É sobre isso que vim conversar com o doutor Uchiha— Hinata a responde com timidez, ainda era muito cedo para ver em Karin um confidente, se é que verá isso nela um dia

— Vai lá querida, tomara que fique com a vaga, estou torcendo por você!— Karin diz eufórica afastando Hinata de si.

A morena chega ao quarto andar e esquadrinha o longo corredor chegando a última porta com o nome S. Uchiha em letras maiores e dourado e uma porta de madeira muito bem esculpida “dinheiro nunca foi problema pra ele mesmo” Hinata pensa abismada, mas logo ela recobra a consciência e timidamente bate a porta:

— Do-Doutor Uchiha?— o chama um pouco mais alto

— Entre!— sem fazer menção em levantar-se, ele ordena sendo prontamente atendido por Hinata— Ora...— ele visualiza o relógio de pulso— Dez minutos adiantada, e então?

 

Ela nada respondeu, ficou observando a sala, não era extravagante, tinha uma decoração tradicional, rústica. As paredes pintadas em uma cor neutra e a janela eram maiores que a habitual, contudo ela era fumê impedindo a luz solar de entrar na sua totalidade, mas o que mais chamava a atenção era a quantidade assombrosa de molduras com diplomas, premiações, homenagens entre outros quadros que retratavam a sua profissão... “Só não vejo nenhuma foto da família, ele não tem?” Hinata se perguntava sentido uma pontada de aflição, nesse momento se assusta ao ver em sua mesa animais pequenos empalhados e partes do corpo conservadas num vidro e fita o rosto fechado do doutor Uchiha voltando para a realidade:

— Me desculpe— suas bochechas coram pelo constrangimento

— Hn— responde sério— Vejo que gostou da minha sala, mas vou decepcioná-la ao informar que essa será uma das poucas vezes que entrará nela, por não fazer parte de seu local de trabalho— ele aponta para cadeira em sua frente

— Sim senhor— sua voz diminui receosa e obediente se senta

— E então?— repete a questão impaciente

— Quando começo?— sorri para demonstrar determinação, mesmo sabendo que o Doutor Uchiha detectaria esta mentira

— Bom— ele abre a gaveta retirando uma pasta e de seu interior umas folhas pregadas com grampo— Depois de assinar essa ficha com seus dados e assinar o contrato com o salário, sua função e algumas regras de convivência nas quais eu achei relevante— entrega nas mãos de Hinata

Ela preenche a ficha com todos os seus dados, respondeu um pequeno questionário com umas perguntas referente a sua função, que ela “tirou de letra”, e depois passou para a leitura do contrato, pois seu pai sempre disse: “ler antes de assinar”. E mal começou a ler duma dúvida lhe apareceu:

— Doutor Uchiha, não tem o horário de entrada e de saída

— Como não tem hora para a doença, também não tem para a morte, a diferença é que há muito mais médicos de vivos para fazer plantão— fala com pouco caso

— Ah entendi, então vou vir em qualquer horário?— Hinata fica espantada, mesmo não tendo vida social tinha a casa e principalmente a faculdade para arcar

— Esse trabalho nos exige certos sacrifícios— o doutor dá de ombros

— Tudo bem— suspira derrotada, sua família e as contas não saíam de seu pensamento era um fardo que seu pai não podia mais carregar sozinho, já estava mais que na hora de compensá-lo por toda renuncia feita por amor das filhas, apesar de sua frieza

E então, ela assinou e deixou seus medos de lado, era por sua família: “Por que não?” pensou. Ela entregou os papéis nas mãos do Doutor Uchiha, e este devolveu com um aperto de mão bem firme

— Seja bem vinda ao Centro de Necropsia Hinata— esboça um pequeno sorriso

— Obrigada— coloca a mão novamente na mesa totalmente tímida

— Vou mandar seus dados para o DP e precisarei de suas medidas para o uniforme, uma foto para o crachá que ficará pronto em dois dias, pode me mandar hoje mesmo pela Karin em qualquer horário. Como sabe existe uma legislação que padroniza as vestimentas e você não pode trabalhar sem elas, quanto mais tempo demorar menos você vai receber, entendido Hinata?— ele se levanta e vai em direção a porta

— Sim senhor— Hinata faz o mesmo— não vejo a hora de começar— abre um sorriso amarelo

— Transparente como a água Hinata, você não sabe mentir— Hinata fita o chão envergonhada com a constatação do novo chefe— Não se esqueça de trazer as suas medidas e uma foto— a recomenda como se a morena fosse uma garotinha

— Não ou me esquecer— sai da sala— Tchau doutor

— Até logo Hinata— ele abre um sorriso de canto a fazendo as bochechas dela queimarem

 Ela simplesmente acena e se vai e no mesmo minuto ele fecha a porta


Notas Finais


Então, está aí, logo logo estarei atualizando essa, até mais!


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