História O lendário guerreiro elfo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Elsword
Personagens Personagens Originais, Rena
Tags Ação, Aventura, Elsword, Shounen
Exibições 16
Palavras 3.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ecchi, Magia, Romance e Novela, Shounen, Super Power, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, tudo bem com vocês?
Primeiramente, por que a historia é sobre Elsword e tem um cara de Mirai Nikki na capa do cap?
Achei que a aparência dele se encaixa bastante com a do personagem, então resolvi usar, e é só isso. Ele não vai ter nada de Akise Aru na história, então não se preocupem.
E então,
Boa leitura!

Capítulo 1 - O começo


Fanfic / Fanfiction O lendário guerreiro elfo - Capítulo 1 - O começo

- Concentrar o poder e.... LIBERAR! - Criaram-se dois pequenos tornados em volta do garoto, que os controlava com certa dificuldade, mas se mantinha firme e concentrado. Ambos tornados começaram a rodear o corpo do pequeno, fazendo o vento ficar mais intenso no local, e então se dissiparam no ar. - Agora é a hora, concentrar... - O garoto absorvia o poder do vento que permaneceu no lugar e o redirecionava pra ponta dos seus dedos, ele estava com o braço apontado à sua frente. Poucos segundos depois, a energia do vento começou a ficar intensa, balançando fortemente as plantas que estavam por ali, e um circulo mágico prateado começou a ser criado onde o vento estava permanecendo. - JULGAMENTO DO DEUS DO VENTO! - Ao gritar essas palavras, toda a energia focada foi liberada como uma explosão de vento, destruindo tudo que estava a frente de onde o braço do pequeno apontava. Como estava em um campo aberto, apenas árvores e plantas foram destruídas. - Haha, esse foi ótimo! Acho que finalmente consigo controlar isso! - Falou dando pulos de alegria, embora estivesse cansado. - Ah, estava tão concentrado que nem me apresentei. Meu nome é Akira, se eu fosse humano, teria 15 anos e sou um elfo bem diferente dos demais... Pra começar, sou o único com cabelos brancos, todos os outros têm cabelos verdes e meus olhos tem um tom vermelho forte, por isso, alguns tem medo de mim e outros admiram minha aparência, mas na verdade sou apenas um elfo normal. As coisas que gosto... Hum... Já sei! Gosto dos bolinhos que a Rena traz quando eu acabo meu treinamento. Ela é minha única amiga entre os elfos, mas eu sou feliz, ela é bem legal. Meus pais... Eles morreram há dez anos tentando me defender dos moradores, que queriam me matar por eu ser tão diferente... "Ele vai destruir nossas vidas!", " Ele é o demònio!", e palavras assim foram direcionadas a um garoto de cinco anos, mas eu já superei. Diferente de todos os guerreiros elficos, eu não uso nenhuma arma pra lutar, apenas técnicas secretas do vento. Ah, como eu ganhei essa técnica? Eu explico...

[Flashback On]

Dois anos depois de matarem meus pais, eles ainda me perseguiam, então eu morava e me escondia na floresta, me alimentando de frutas e peixes.  Certo dia, vi que estava com pouca comida, então mesmo a noite, fui procurar. Estava andando pela floresta escura, quando ouvi vozes de pessoas, então rapidamente me escondi num arbusto e tentei ouvir a conversa e ver quem eram, mas pra minha surpresa, eram humanos! Eu, uma inocente criança, achava que as pessoas só faziam o bem e fui cegamente pedir ajuda à eles. 

- O- Olá! - Estava meio envergonhado, nunca encontrei com humanos, queria saber seu tipo de personalidade.

- Oh, é um elfo?! - Uma das pessoas perguntou ao seu amigo, que respondeu confuso

- Parece que sim, mas não pode ser... Elfos com essa cor de cabelo não existem! Será que ele é raro?

- É... D-Desculpem por interromper ,mas... E- Eu preciso de comida, podem me ajudar? - Eu falava tremendo de frio, já estava de madrugada provavelmente.

- Ele deve valer muito!  - Falou o maior animado

- Sim! Vamos levá-lo pro chefe! - Respondeu o menor com o mesmo tom.

- C- Chefe? Como assim?! - Eu estava confuso, não sabia que existia maldade nos seres humanos, então não desconfiei.

- Ah, é que... É! O chefe vai te dar comida e roupas! - O grandão falou sem jeito, tentando esconder suas intenções

- I- Isso mesmo garoto, venha com a gente! 

- SÉRIO?! MUITO OBRIGADO! - Corri abraçando os dois como agradecimento e então fomos ver o "chefe"

Fomos andando bastante, um deles me emprestou um casaco pra vestir, eu o agradeci bastante já que não tinha nada além de um trapo velho e uma bermuda rasgada. Eles olhavam pra mim admirados, bem diferente dos elfos que queriam que eu morresse... Isso me fez completamente feliz, saber que eu ser diferente não significa algo negativo pra algumas pessoas. Depois de uns minutos, chegamos à uma casa velha, lá estava o "chefe".

- Chefe, chegamos! E trouxemos alguém que o senhor vai gostar. - Eles pareciam bastante animados com a minha presença, apenas sorri com isso quando me olhavam.

- O que?! Quem? - O chefe olhou pra mim completamente fascinado, eu apenas sorri. - Garoto, você é um elfo?! 

- Sim! Sou diferente de todos os outros como pode ver, e por isso... Eles me exilaram... - Falei um pouco triste, mas me recompus. - Mas isso vai mudar porque vocês vão me ajudar, não é? Estou realmente agradecido! - O chefe olhou pros dois confuso, que apenas disseram "entre no jogo" com expressões faciais.

- A- Ah, claro garoto! Vamos te ajudar. Está com fome não é? Tome. - Ele me deu duas maçãs, comi com muita alegria agradecendo-os. - 

- O- Obrigado - Falei enquanto comia.

- Garoto, já está tarde, quando acabar de comer, durma entendeu? Eles vão te mostrar onde você vai dormir. - O chefe disse enquanto se retirava bocejando, provavelmente estava com tanto sono quanto eu. Devem ser duas horas da manhã agora. 

Depois de alguns minutos, terminei de comer, e eles me mostraram onde era o meu quarto. Era bem simples, mas muito bom também! Já faziam dois anos que eu dormia sempre no chão da floresta, então era ótimo. 

- Então garoto, aquela é sua cama. 

- Obrigado! - Agradeci feliz e fui direto pra ela, me cobri e eles apagaram a luz do quarto, e então eu dormi...

Mas isso não durou muito tempo. Meia hora depois, acordei com algo me incomodando, então levantei da cama e acendi as luzes. Os dois estavam dormindo no chão tremendo de frio, meu coração gelou com isso. Peguei o cobertor e os cobri, depois de alguns segundos, eles pararam de tremer e eu sorri com isso. Voltei pra minha cama, e me cobri com o casaco que eles tinham me dado, era enorme pro meu tamanho então estava tudo bem. Finalmente agora eu poderia dormir tranquilamente, e foi o que aconteceu.

[No dia seguinte]

- B- Bom dia! - Falei bocejando, mas percebi que os dois já não estava no quarto. - Ué, pra onde foram? - Resolvi sair pra procurar, mas não demorou muito, eles estavam bem perto. Estavam conversando, e eu acabei ouvindo sem querer, o que me deixou em estado de choque.

- Então chefe, quanto ele deve valer? - Perguntou o maior deles

- Muito! Ele é o único, não existe nenhum elfo como ele! Vamos ficar ricos! - O chefe respondeu sorrindo, o que me deixou com muita raiva. Eles foram tão gentis, como podem fazer isso comigo?!

-  É ISSO AÍ! - Berraram juntos e foram repreendidos pelo chefe, com medo de me acordar.

Eles continuaram conversando sobre como iriam me vender, me enojei com aquilo e tentei fugir, pegando apenas o casaco que me deram e algumas frutas que estavam em cima de uma mesa de madeira. Andei de fininho com todo o cuidado até a porta sem que me vissem, me escondendo atrás dos móveis, e consegui, mas eu não contava que a porta iria ranger tão alto. É, eles me viram... Saí correndo o mais rápido que conseguia floresta adentro, com os dois me seguindo, claro. Eu era muito pequeno, então eles corriam bem mais rápido do que eu, mas eu tinha algo que eles não esperavam. Avistei uma águia voando bem alto e tentei pedir ajuda à ela, e consegui, ela desceu do céu e os atrapalhou. 

- Obrigado! - Agradeci o pássaro que me ajudou e continuei correndo. Elfos tem uma forte relação com a natureza, claro que não conseguimos conversar com animais, mas eles entendem o que nós queremos e eu posso usar isso pra escapar desses caras. Tentei correr o mais rápido possível, mas já estava cansado, então fui obrigado a andar com certa lentidão. 

Eu estava perdido, tinha andado pra muito longe do lugar onde eu costumava ficar, e também estava com sono na noite anterior, então não prestei atenção no caminho. Depois de andar bastante, vi a águia que me ajudou voando enquanto olhava para mim, então dei um sorriso pra ela e agradeci de novo, mas fui interrompido ao ver uma espécie de canivete sendo lançada. Rapidamente avisei para ela desviar, e ela quase conseguiu, mas foi tarde... Mesmo evitando que fosse acertada em cheio, a adaga acabou perfurando a asa do animal, que acabou caindo. Imediatamente fui me encontrar com o pássaro pra tentar cuidar de seus ferimentos. Não demorou muito, achei o animal e fui até ele para estancar o sangue. 

- Aguente, por favor!  - Rasguei o trapo que eu vestia como camisa, e fiz uma espécie de curativo, então o peguei no colo e voltei a correr. No meio do caminho, acabei achando algo como um santuário gigante, fiquei admirado, era enorme... Infelizmente, fui cortado do meu momento de admiração ao ouvir a voz dos dois bandidos, não tive tempo de pensar e entrei no lugar. Corri muito pelo local e achei um barril fechado, então eu o abri deixando uma pequena fresta pra entrar ar e entrei me escondendo.

- Cadê ele? Vamos nos separar, é só um garoto. - O maior deles falou.

- Certo Uool! - Então se separaram, mas o "Uool" gritou de longe. 

- ILLY, NÃO ESQUEÇA DE SEGUIR O RASTRO DE SANGUE!! - O tal 'Illy" respondeu com o polegar e então definitivamente se separaram. Foi aí que percebi que o pássaro estava sangrando ainda, e que o rastro que foi feito no chão fez os dois me seguirem, mas está tudo bem agora, aqui é escuro, não vão me achar!

- Amiguinho, vamos sair! - Sussurrei para a águia, e então saímos do barril, que a propósito, estava cheio de frutas. Claro que peguei algumas e levei comigo, então fui explorar o lugar pra tentar achar pessoas que me ajudem. 

Andei bastante,mas só achei umas estátuas e poeira e pra piorar comecei a ouvir a voz dos dois bandidos, que irritante! Comecei a correr e tirei o curativo encharcado de sangue da asa do meu novo amigo, então o rastro de sangue parou de ser feito e consegui fugir dessa vez. Como não achei nada de interessante além de estátuas enormes, fui procurar a saída pra não correr perigo.

- Uma luz?! Deve ser a saída, vamos! - Fui até a sala reluzente GIGANTESCA, deve ser a maior das salas do lugar, e achei algo brilhante. Uma pedra azul claro, quase cinza, emitia uma luz forte, não pude deixar de me impressionar e me aproximei pra ver o que era. Lindo, estava dentro de uma mini estrutura de proteção de pedras perfeita, parecia algo sagrado, simplesmente magnífico. O melhor é que por algum motivo, o ar em volta da pedra era puro, era uma sensação indescritível. 

- I- Incrível! - Fui tocar, mas vi que tinha algo escrito. "Não faça contato com o fragmento, ou sua vida pode ser mudada para sempre. Tentei entender aquilo, será que era perigoso? Minha vida vai ser mudada para sempre? "Fragmento"? Existem mais? Tantas perguntas se passavam na minha cabeça que não percebi os dois bandidos na entrada da sala... Era tarde demais.

- FINALMENTE TE ACHAMOS GAROTO! - Levei um susto com o berro do tal Illy e me virei.

- Nada bom... não tem saída! O que eu faço? - Entrei em desespero, eles estavam se aproximando. - C- Como me seguiram?! Eu joguei o curativo fora!

- Você é inocente garoto. - Riu da minha cara mostrando um monte de penas que tinha em uma das mãos, elas são da águia?

- N- N- Não se aproxime! - Tentei ser forte, mas minhas pernas tremiam, apenas recuei por instinto. Eles avançavam rindo, o que me deixou com mais medo ainda... Quando não tinha mais pra onde recuar, bati levemente de costas na estrutura que protegia o "fragmento"  e arregalei os olhos. - SAIAM DE PERTO DE MIM! ALGUÉM ME AJUDE! POR FAVOR! - Gritei o mais alto que pude, mas de nada adiantou, o lugar estava abandonado. - Então é isso? Vou morrer aqui? - No momento que pensei isso, como um rápido flashback, apareceram as palavras da mensagem na minha mente. "Minha vida vai ser mudada para sempre"  não é? Melhor uma vida mudada, do que não ter uma... 
Juntei todas as forças que eu tinha, deixei meu amigo no chão e disse para ele se esconder, em seguida levantei com as pernas bambas, mas consegui. Puxei com todas as minhas forças o fragmento, que não queria sair de jeito nenhum, parecia preso às pedras. Enquanto isso, eles pararam pra tentar ver o que eu estava fazendo. Eu tentava puxar de toda forma, mas não saía, até que... O chão começou a tremer. Eles se assustaram assim como eu, mas continuei tentando pegar o fragmento. Meus olhos ardiam, o brilho era forte, mas eu suportei... Meus pais deram a vida por mim, eu não poderia morrer agora... Não pra esses caras!

Foram longos segundos de dor, mas o fragmento saía pouco a pouco. Já estava no limite de minhas forças, e então ele finalmente saiu. Os dois me encararam em choque, e eu me perguntei o motivo dessa reação. Quando me dei conta, a pedra estava virando pó, e esse pó estava entrando no meu corpo. Fiquei com medo, achei que algo ruim aconteceria, mas senti minhas forças voltarem. Soltei um leve sorriso, então os bandidos se recompuseram e tentaram me atacar, o maior apenas com seus punhos e o menor com um canivete.

- Garoto, se desistir agora não te machucaremos. - Os dois iam se separando aos poucos, tentando me cercar pelos lados. Eu não sabia como reagir, minhas forças voltaram mas ainda sou muito fraco. Foi quando escutei uma voz... Uma pequena garotinha loira apareceu ao meu lado e tocou meu ombro, e nesse momento os dois foram ficaram contidos em prisões de vento. A pressão parecia forte, forte o suficiente para cortar o braço de quem tentasse encostar. 

- O- O que é isso? Esse garoto fez isso?! - O menor perguntou um pouco assustado.

- Não pode ser, é só uma criança! - Ele respondeu com raiva, mas será que não conseguem ver essa garota?

- E- Ei, quem é você? - Perguntei um pouco assustado, não queria parecer ingrato, mas era inevitável... Só a presença dela me dá arrepios.

- Vou te ajudar dessa vez, mas você vai ter que lutar sozinho a partir de hoje. Eu sou o fragmento que seu corpo absorveu. Quando fui absorvida, aprendi tudo sobre você e suas memórias, sua vida foi triste até agora, mas você pode mudar isso hoje, porque vou te dar toda a minha força. - Ela falava enquanto ia desaparecendo aos poucos, como um anjo... Mas pelo seu tom de voz, ela parecia não ter sentimentos ou emoções, que estranho... Ela encostou sua mão no meu peito e um símbolo apareceu, me assustei com isso. - Esse é o símbolo do vento, vai lhe conceder o meu poder e também serve para me invocar, mas você só pode me fazer isso em uma situação de vida ou morte, ou então eu não vou aparecer. Boa sorte em sua luta, guerreiro... - Fiquei sem ação ao vê-la desaparecer completamente, nunca achei que fosse possível algo assim acontecer.

- ...  - Não consegui falar nada, apenas senti algo em minhas mãos, eu estava conseguindo tocar o vento como se fosse algo material, era inacreditável. Fui envolto por uma aura de vento que foi tomando forma sozinha, deve ter sido ela... Me senti muito mais forte. Os dois bandidos não entenderam nada, afinal, eles não conseguiram vê-la. A prisão que os continha desapareceu, e então se prepararam pra tentar me atacar, mas percebi um pouco de medo vindo dos dois. 

O maior tentou me atacar com uma investida de frente, desviei pra direita com uma velocidade absurdamente alta, me impressionei um pouco, mas voltei a atenção no combate.  Contra-ataquei levantando apontando minha mão direita na direção dele, criando uma onda de choque com o vento que o lançou contra a parede, agora destruída. 

O outro que restou começou a se encolher de medo, fui incapaz de dar o golpe final, fiquei com pena... Apenas passei andando por ele em direção à saída, mas fui surpreendido... Ele estava fingindo ter medo, e fez um corte nas minhas costas. Graças a essa força que ganhei, não senti muita dor e consegui dar o golpe final. Segurei seu braço pra que ele não pudesse fugir, e criei um tornado com ventos tão intensos, que quando o sugou, cortes foram feitos por todo o seu corpo. Foi horrível para mim, que era uma criança... Queria sair dali o mais rápido possível, então fui buscar a águia que estava escondida atrás de uns caixotes e barris com frutas. 

- Desculpe a demora, amiguinho. - Ele pousou no meu ombro. - Parece que sua asa já está boa não é? - Dei leves risadas tentando me conter da dor, essas garras machucam bastante. - Vamos! - Fui correndo até a saída feliz por finalmente tudo ter acabado, mas de novo eu estava errado. Comecei a desacelerar quando minha visão ficou turva, quando me dei conta, já estava caído no chão. Pois é, a adaga estava envenenada...  Eu desmaiei.

...

[ Uma hora depois ]

...

Acordei com uma dor forte na cabeça, e inesperadamente estava na floresta. Olhei em volta e só vi a ave que estava comigo esse tempo todo, ele parecia feliz por eu ter acordado. 

- Já acordou? - A voz de uma garota ecoou pela minha cabeça, literalmente, porque estava doendo MUITO. Olhei pra ela com dificuldade, ela parecia ter a minha idade e era uma elfa assim como eu, me afastei na hora. 

- Q- Quem é você? - Tentei me levantar, mas caí de joelhos. 

- Se acalme, eu não quero te machucar. Você é o elfo "diferente" não é? - Soltou leves risadas, o que tem de engraçado nisso? - Não se mova muito, o veneno pode se espalhar.

- C- Certo... - Apenas me deitei, parando pra pensar, se ela quisesse me matar, nem teria me salvado. Que idiota eu fui...

- A propósito, me chamo Rena. - Sorriu para mim, devolvi respondendo.

- E eu Akira, muito prazer.

[Flashback Off]

- Akira! Já terminou? - Ela veio correndo em minha direção com uma bandeja de bolinhos, como sempre.

- Sim... - Sorri agradecendo. - Obrigado Rena. 

- Não é nada. Agora vamos comer! - Devolveu o sorriso. 

E foi assim que eu a conheci e liberei meus poderes do vento, comemos os bolinhos como sempre e conversamos até o final da tarde, até voltarmos pra casa (não necessariamente uma casa, porque moramos em uma floresta, mas enfim...).


Notas Finais


Oeeeeeeeeeeeeeee
Espero que tenham gostado.
Ah, e não shippem os dois, porque não vai rolar.


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