História O levante de Hogwarts - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alecto Carrow, Alvo Dumbledore, Amycus Carrow, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Colin Creevey, Daphne Greengrass, Dênis Creevey, Draco Malfoy, Ernesto Macmillan, Gina Weasley, Horácio Slughorn, Lilá Brown, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Neville Longbottom, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Personagens Originais, Severo Snape, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Hogwarts, Levante, Rebelião
Visualizações 7
Palavras 1.981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - A Harry!


Fanfic / Fanfiction O levante de Hogwarts - Capítulo 12 - A Harry!

Esperou calmamente Hannah, Anthony e Luna, a última tinha algumas guloseimas e dividiu entre eles. Estavam no terceiro andar no corredor direito, um lugar isolado, vazio e sombrio.

- Ok, vamos direto ao ponto. - Hannah começou - Por que cancelou a reunião?

- Porque precisamos ser mais cuidadosos. Fomos descobertos - disse Ginny. - Demos muita sorte por ser um professor que apoia a nossa causa, mas logo as coisas vão ficar piores.

- Já que não vamos ter reunião hoje, queríamos dizer que a Ravenclaw tem dois nomes, mas eles querem te ver. Eles querem te ver. Os dois vão estar no Clube do Slughorn nesse sábado. Você também pertence a ele, certo?

- Sim - respondeu Ginny a Anthony. - Estarei lá no sábado.  Continuem investigando-os. O que menos precisamos é de traidores.

- Que dia faremos a próxima reunião? - perguntou Hannah.

- Amanhã. Acho que temos que muda o nosso padrão - falou Ginny.

- Como assim ? - Hannah Abbott questionou, sem entender.

- Amanhã discutiremos isso. - Ginny  respondeu.

- Ótimo, agora podemos ir comer! - Luna empolgada.

- Esperem! Não podemos sair todos de uma vez! A sala do Carrow fica por aqui. - disse Ginny depressa. - Anthony,  depois Hannah e por último nós duas, Luna.

As três viram o jovem sair e demoraram alguns minutos jogando conversa fora. Luna e Ginny não esperaram muito tempo para sair depois que Hannah partiu.

- Qual é a sua próxima aula? - perguntou Luna.

- Runas, - Ginny virou o corredor. - e a sua?

- Livre!  Acho que vou aproveitar para seguir alguns estudantes. Quer um pudim? - ofereceu a loira um dos potinhos.

- Obrigada. - Ginny sorriu e pegou um dos potes -  Droga, não tenho nenhum tempo livre hoje. 

Entraram no Salão Principal e Ginny se despediu da amiga e se direcionou até a mesa mais distante. Sentou ao lado de Sean, que comia compulsivamente. 

- E aí? Vai com calma Sean! - Ginny deu uma pequena risada. - Quanto tempo temos até a próxima aula?

- Um bom tempo. - Lavander respondeu - Por que cancelou?  - se referiu a reunião. 

- Depois Lavander. - falou Ginny se servindo -  Você esta bem Liam ?

- Sim - ele sussurrou, o garoto estava aéreo. 

- Não soube? Liam quase acerta uma maldição da morte na fuça do Carrow! - Lavander deixou os talheres de lado, empolgada. A cada palavra o garoto se encolheu mais. 

- Er... E os treinos de Quadribol? - Neville tentou amenizar a tensão. 

- Em duas semanas. Temos que começar o quanto antes, afinal, tenho que escolher seis titulares. 

- Pois é, vai ter bastante trabalho, vai ser difícil achar um substituto para o Harry. 

Sean se arrependeu assim que falou. Sentiu um pisão de Lavander e Ginny parou a garfada durante alguns segundos. Neville suspirou com fiasco em amenizar a tensão  e Liam olhou para a cena tentando entender o que se passava. 

- Ah, merda. Foi mal, eu... - Sean tentou emendar emcabulado.

- Esta tudo bem - falou Ginny - Vai ser realmente difícil substituir os jogadores do ano passado - a ruiva ficou brincando com a comida, sabendo que estava sendo observada. - Eu preciso falar com a McGonagall. - inventou pegando dois sanduíches. - Até mais.

- Quanta sensibilidade Sean! - Lavander deu um tapa na cabeça dele.

- O que esta acontecendo aqui ? - Liam tinha saído completamente de seu estado atônito.

- Harry era namorado dela. - explicou Neville.

- Você diz, o Harry Potter ? - perguntou Liam.

- O próprio. - respondeu Sean. - Acha que ela esta muito chateada?

- Que isso! É a Ginny, caramba. Ela só precisa de um tempo para digerir toda essa situação. - disse Neville.

- Pois é, eles eram bem fofos juntos.  - disse Lavander em um tom sonhador.  - É bom fofocar sobre os outros mas eu tenho aula de Adivinhação,  se eu quiser chegar no horário é melhor sair agora. Tchau garotos. 

- Tem aula de que agora Liam? - questionou Neville.

- Voo com Madame Hooch. - Neville fez uma careta - O que foi ?

- Minha primeira aula de voo não foi muito boa...

- Mas foi memorável - falou Sean -  Depois que você caiu da vassoura, Malfoy e Harry meio que se estranharam. Ah! Tem vezes que eu tenho saudades daqueles tempos...

- Eu não - retrucou Neville. - Vamos, temos aulas de Herbologia com a Hufflepuff. Até Liam.

Neville e Sean saiu e no meio do caminho encontrou Ernest, Susan e Hannah. Os três trocaram banalidades, observando se estavam sendo vigiados,, porém não  viram nenhum dos Carrow. Nem durante o almoço. Hannah se sentou com Neville, que ficou extremamente nervoso. Desde o ano anterior sentia atração pela garota e ele se sentia meio tolo por pensar nisso naquele momento. Suas mãos se roçaram e ele derrubou o vaso. 

- Sr. Longbottom,  esta tudo bem? - indagou a professora Sprout. 

- Si... Sim! - ele gaguejou e Hannah deu um pequeno risinho.

- Você  parece tão seguro nas reuniões. - ela comentou. 

- Que... Que nada - ele sorriu nervosamente. Era um desastre!





.........................................................................................................................



Astória Greengrass se dirigiu calmamente para o salão comunal da Slytherin,  tinha tido um dia de aulas maçante, começando com dois tempos de História da Magia. Do jeito que o professor Binns era, até uma leitura erótica seria broxante.

- Você viu o Draco ? - perguntou Daphne.

- Boa tarde para você também, Daphne. - falou Astória ironicamente - O que eu teria a ver com o Draco? 

- É que ele sumiu desde o terceiro tempo. Estamos preocupados com ele.

- Ah, ele deve ezta se atracando com alguém por aí. Desencana. Conhece a fama dele.

- Sim, mas não é do feitio dele agir assim! Ele estava estranho.

- Merlin! Você faz uma tempestade em copo d'água. Vou guardar as minhas coisas e partir para o jantar.

Pansy chegou instantea depois, na companhia de Blaise. Os dois não  tinham noção de onse o loiro tinha se metido. 

- Vocês deveriam parar, o Draco já  é crescidinho! - falou Blaise. 

- É, talvez você e a Astória tenham tenham razão! - falou Daphne  - Depois é capaz dele nos reclamar por estar deixando todo mundo preocupado.

- Eu vou dar mais um tempo aqui. Não estou com fome. - falou Pansy.

Viu os Slytherin saindo em direção ao Salão Principal. O assunto do momento era a invasão de Harry Potter ao Ministério.

- Você vai ficar paranóica se continuar assim. - observou Astoria.

- Me erra, Greengrass! 

- Você que sabe, Parkinson. - ela deu de ombros e se dirigiu até a saída. O corredor das masmorras já estava meio vazio e Astoria caminhava tranquilamente. Ouviu tantas asneiras, que Potter tinha matado o Ministro, que tinha ido lá se vingar da Umbridge e que a estuporou. - Oi - ela disse assim que se sentou - Quais são as novas?

- Fora o Potter? - falou uma quintanista - Sobre o sumiço repentino do Carrow. Ele sumiu no terceiro tempo e não deu as últimas aulas, Snape ficou no lugar. Ele só voltou agora. Provavelmente muita coisa que o Profeta falou foi verdade. Olhe  cara de cu dele.

Amycus Carrow realmente estava com uma carranca maior do que o normal e Snape estava ausente.  Os outros professores estavam com um bom humor que não apresentavam na noite anterior. Logo o salão estava apinhado de gente e a conversa se tornou ruidosa mas um nome era comum em todas as mesas: Harry Potter. A tensão nas mesas estava crescendo e Amycus foi se retesando a cada minuto. 

- A HARRY! - se levantou um estudante setimanista da Gryffindor - E SUA CORAGEM DE ENFRENTAR O CARA DE COBRA!

- Crucio! -Amycus Carrow mirou nele - POTTER NÃO ESTA AQUI PARA SALVAR VOCÊ E A SUA BOCA GRANDE! 

Os alunos próximos ao garoto se assustaram enquanto ele berrava de dor. Amycus chegou perto dele e lhe deu um chute no estômago, depois outro no rosto. Ginny Weasley, uma sextanista da Gryffindor, se interpôs e usou um feitiço-escudo.

- O que esta fazendo, Weasley? - ele perguntou ríspido. 

- Não se tortura alunos em Hogwarts - ela o encarou. Muitos estavam de pé, olhando toda a situação, incluindo os professores.

- Sai  da frente - ele avançou  um passo, e a garota continuou no mesmo lugar, com um postura desafiadora e com a varinha em punho, firme. Ela fez um movimento e o desarmou. - Detenção, Srta.Weasley.  Minha varinha. - Ordenou o comensal. 

A garota continuou da mesma forma, Longbottom tirou o garoto ensanguentado dali, com ajuda de outro.

- As coisas não precisam chegar  esses extremas. - disse Minerva - Se acalmem.

- McGonagall, peça para sua aluna me devolver a varinha, antes que ela se complique... mais.

- Ginny - McGonagall falou, surpreendendo qualquer um que a conhecia bem. Nunca falava com proximidade, mesmo com os alunos de sua casa  A varinha dele.

A ruiva  devolveu, encarando a diretora e depois o comensal. Sua mão estava branca de tanto que pressionava a varinha. Ela suspirou tensamente. McGonagall se aproximou dela e segurou seu ombro.

- Passe em minha sala para definir seus horários de detenção. E VOCÊS? NÃO TEM MAIS O QUE FAZER?! VÃO COMER!

Astoria tomou um susto e percebeu que estava se pé, prendendo a respiração. Sentou e ficou pensando com os Gryffindor tinham a capacidade de de escolher o pior caminho possível,  afinal, por quê aquele garoto não calou a boca? O que ele ganhou com isso, além de uma surra? 





.........................................................................................................................




Draco tinha voltado pouco antes do jantar começar e foi dar uma volta para respirar. Ainda mais depois da última reunião. Por mais que não gostasse de Potter, tinham convivido por anos e agora tinha que ajudar a caçá-lo e consequentemente matá-lo. Era uma sensação estranha. A mesma que sentiu quando descobriu que teria que matar o Dumbledore. E longe de Draco queree se sentir assim novamente.

- Draco! Finalmente - disse Pansy, assim que se bateram no corredor  do banheiro do monitores - Onde você estava !?!

- Numa reunião - ele coçou a cabeça - Não quero falar disso agora.

Na verdade ele não queria falar disso nunca, queria calor humano,  não morte, frio. Avançou e deu um beijo na garota que inicialmente ficou sem entender. 

- Quer terminar o que começamos? - ela deu um pequeno sorriso. - Você não tem jeito!

Draco entrou no banheiro do monitores praticamente sem blusa, a gravata para o lado e os lábios inchados. Se separou de Pansy alguns instantes e fez um feitiço silenciador enquanto Pansy começou a tirar o resto de suas roupas. 

Quando desabotoou sua calça, já havia um grande volume entre suas pernas, ela abaixou sua cueca e começou a chupá-lo. Ele não gemeu, se segurou,  Pansy precisaria fazer mais do que aquilo para ouví-lo. E ela fez. Ele gemeu loucamente e gozou boca dela, depois subiu a garota  beijaram desengonçadamente até a banheira. Não tomara um banho, propriamente dito. Chupou um dos seios dela e acariciou o outro, sabia que o lugar ficaria com uma marca enorme depois. Demorou alguns minutos nessa brincadeira e depois fez Pansy sair da água com ele.

- Fica de quatro - sussurrou, meio rouco. Estava duro de novo.

O chão não era o melhor lugar para transar. Mas era o que tinham naquele momento. Pós a proteção e passou a mão desde a vagina até a bunda dela e deixou um ruidoso tapa.

Se apoiou com as mãos nas nádegas dela,  de joelhos no chão  Pansy ficou com a cabeça abaixada, entre as mãos espalmadas no chão de granito. Começou a entrar nela, tiveram dificuldades em se equilibrar, por estarem molhados e no chão,  mas aos poucos os movimentos ficaram mais intensos e rápidos,  e gozou mais uma vez. Fez alugmas carícias em Pansy até ela gozar também. 

Não conseguia entender como conseguiam se dar tão bem transando se mal se entendiam na conversa. Ficou respirando com as costas no duro e frio chão,  completamente vermelho. Ainda tinha sua tarefa na cabeça 




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...