História O levante de Hogwarts - Capítulo 22


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alecto Carrow, Amycus Carrow, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Cho Chang, Colin Creevey, Daphne Greengrass, Dênis Creevey, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Mulciber, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Theodore Nott
Tags Draco, Ginny, Guerra, Harry, Hogwarts, Levante, Luna, Neville, Rebelião, Snape, Voldemortbatalha
Exibições 6
Palavras 2.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Acho que chegou a hora de tornar as coisas um pouquinho...piores. Vai ser um combo de tragédias daqui para frente, aguardem heim!

Capítulo 22 - Armadilha


Fanfic / Fanfiction O levante de Hogwarts - Capítulo 22 - Armadilha

Finalmente dezembro chegara e terminaria de colocar os seus planos em prática. Apesar da dificuldade em extrair as informações do velho produtor de varinhas, mais do que o Olivander, conseguira descobrir o paradeiro da varinha. Mas agora tinha algo mais importante com que se preocupar. E só havia uma única coisa mais importante que a Varinha, Potter.

- Então, Nagini – o pálido corpo com uma aparência semelhante aos da enorme cobra sibilou – já esperei demaisss por isso...O garoto não desssconfiará...ele conhece nosssa língua...

-Masss, issso requer uma grande quantidade de energia e vitalidade vocccê ssabe – Voldemort adorava o fato de ter uma mente que entendia perfeitamente a dele, obviamente que uma cobra criada por ele e com sua alma... ele riu dos pensamentos, ninguém tinha chegado a fazer o que ele fez.

- Vou matá-la hoje... essteja pronta em alguns minutosss...

- Eu vou com voccê... Não precissso maiss de tempo – a cobra compartilhava da inquietude de seu mestre, era um de seus...probleminhas. 

Ele abriu a porta e deu passagem para a cobra, ele se divertia com a expressão de seus subalternos quando a cobra rondava a casa. Ela se esgueirou muito silenciosamente até o térreo aonde se  arrastou bem próximo do Lestrange mais jovem que ficou branco. Belatrix já estava acostumada com a cobra e não se afetou como o cunhado.

- Mestre – fez uma refência exagerada. Voldemort admirava tal serventia, apesar de tudo, Belatrix era sua comensal menos inconpetente, com excessão, talvez, de Snape. Ele não dera muitas notícias desde os conflitos que tivera com os Carrow.

- Senhor – Lestrange tentando ignorar a cobra que o tocara nas canelas, para provocar.

- Eu vou sair, até lá Belatrix cuide de tudo por aqui. Não vou demorar – aquilo ia ser muito fácil. A velha era decrépta, além do que, tinha ligação com a pessoa que precisava encontrar, no fim das contas o plano de Nagini seria, no mínimo, interessante.

- Milorde, eu sei como o senhor não gosta que lhe interrompam em suas missões, mas é que pediu que lhe avisassem caso o – ela pausou e falou com deboche – Snape lhe reportasse.

- Hum... – olhou para Nagini – Certo, que seja objetivo, não tenho muito tempo. – na verdade ele até tinha, mas não conseguia controlar a ansiedade, era muito impaciente.

- Nott não pôde lhe esperar então me pediu para lhe avisar sobre os Carrow... – ele fez uma cara de tédio e a mulher prosseguiu – eles estão pegando muit pesado com os alunos – ela debochou – até mesmo os puro-sangue. Não estão seguindo as ordens de Snape.

- Hum... Não quero derramamento de sangue lá – ele ainda tinha gosto pelo lugar. Tinha sido um lugar que por um tempo chamou de casa. – Queremos o fortalecimento dos puro-sangue, não a sua destruição.

- Mas e se for de outras casas... – ela mais reticente do que interrogativa.

- Não importa de que casa seja ! – ele meio impaciente, então era para isso que o estavam consultando, francamente. -  Não viverão para sempre naquela escola. É um puro-sangue e ponto !

- E os rebeldes ? – Belatrix perguntou sem se alterar, seu cunhado aos poucos foi se retirando. Estava completamente imóvel com a cobra o intimidando.

-  Aos poucos vão cair em si quando matarmos o Potter... Não quer mais famílias extintas como os Black, quer ? – ele cruzou os braços... Matar Sirius Black não era tão necessário, bastava prendê-lo, mas não, Belatrix tinha que matá-lo, e lá se foi uma linhagem muito importante.

- Milorde – ele olhou furioso, finalmente ela se encolheu um pouco – Tem só  mais uma coisa... os rebeldes... três vem liderando essas loucuras... Um deles agrediu os Carrow, um mês e meio atrás.

- E por quê me conta isso agora?

- Parece que isso se tornou frequente depois que a bastarda atacou. Mais outros ataques ocorreram. Não pensa em colocar outros lá infiltrados ? São apenas dois contra aqueles professores e alunos...

- E pra que servem Malfoy e Nott ? -  ele foi irônico

- Eles também estudam – ela deu de ombros, não se importava com isso

- Fodam-se os estudos ! – suas órbitas se arregalaram

- Eu concordo, Milorde, mas estou passando literalmente o que o Nott queria te dizer. Ele disse que eles tinham NIEM´s...

- Ok... Ok – ele não queria se irritar – Quem foram?

- Longbottom – ela disse com desgosto. Voldemort se lembrava dos três confrontos que tivera com eles, assim como os Potter, o menino poderia estar na profecia, mas não estava – Lovegood e Weasley.

- Weasley ? – ele indagou, meio curioso, meio irritado. Aquela família sempre no seu caminho. Pensava seriamente em lhes dar o mesmo destino que os Black receberam. – Sempre no meu caminho – ele bufou

- É a mais nova, Ginny,Gweny, algo assim... – Belatrix fez uma cara insana – Bem, quem sabe eu dê um jeitinho nela – riu

É Ginny, de algum jeito estranho o nome da menina lhe era familiar, mas nunca a vira. Pelo menos não com esse corpo, forçou suas memórias...

- Ela foi a menina que eu possui – ele falou calmamente – parece que cresceu – ele fez um esforço para se lembrar, ele riu. Patética, não entendia como aquela tola tinha conseguido abrigar sua alma e seu poder por tanto tempo – Admito que será interessante quando nos encontrarmos novamente... – ela conheceu uma versão completamente diferente dele, aos poucos algumas lembranças lhe retornavam, mas isso requeria um esforço dele. No inicio estranhara essa sensação, era como ter diversos Lords Voldemorts por ai, sentindo, matando... Mas somente ele tinha um corpo. – Não posso ficar aqui para sempre, tchau. Avise-os para pegar leve com essas crianças. Queremos a confiança e trazê-las para o nosso lado. Sem derramamentos – quantos mais o seguirem sem problemas melhor.

Belatrix fez uma reverência e viu o seu mestre sibilar  para a cobra que o seguiu.

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Fred não perdia as esperanças. Apesar de estarem perdendo feio para os comensais, iriam resistir, até o último deles. Mas não conseguia esconder a preocupação, muitos desaparecimentos repentinos e cada dia que se passava com menos esperanças ficavam. Lembrou-se do pai de Tonks, fazia meses que a metamorfomaga não o via, e ela se mantinha forte com Teddy, Lupin e Andrômeda ao seu lado.

- O que houve Fred? – Ginny o tirou de seus devaneios. A irmã passava mais tempo ali do que no castelo propriamente dito.  Finalmente ela havia recuperado o brilho nos olhos, desde que brigara com a McGonagall. Tentou esconder a  preocupação, mas a cara de imapciência da irmã lhe denunciava que não estava obtendo êxito. Estranho, geralmente mentia muito bem. – Eu te conheço bem demais pra saber quando você ou o George mentem para mim. – ela cruzou os braços. Era uma visão engraçada de se ver, deu um sentimento nostálgico ao ruivo – Fred? Não me deixe preocupada – ela franziu o cenho realmente abalada – Você nunca fica calado tanto tempo...

- Pelo contrário, é que você fala tanto que não tenho como falar. Ai! - reclama do tapa que recebeu na cabeça. – Onde foram todos ? – tinha pelo menos dez pessoas instaladas aqui, mas a Sala Precisa estava completamente vazia – E o que você está fazendo aqui?

- Comece me respondendo – ela se sentou no pufe que se materializou – depois respondo o que você quiser...

- Até se você é virgem? – ele riu da cara da irmã – Desculpa – rapidamente respondeu antes do tapa que seria muito mais doloroso que o anterior – Eu só estou um pouco preocupado... – ele deu de ombros. A irmã não  precisava saber sobre Umbridge.

- E... – ela o incentivou

- É que estamos começando a receber muitos refigiados, quer dizer... Pedidos, temos que ter a absoluta certeza de quem são quem diz que são...

- Eu já disse – ela revirou os olhos – comecem pelos ex-alunos daqui.Nós iríamos recebê-los bem aqui. Além do mais, alguns deles poderiam se disfarçar entre os alunos algumas vezes e enlouquecer ainda mais aqueles insanos... – ela debochou. Seu medo inicial dos Carrow se transformou em puro deboche e cinismo. Derrotaria qualquer um dos dois num duelo. Mas não podiam arriscar a Voldemort mandar alguém pior para cá, além do que, eles estavam pegando muito pesado com os alunos mais novos e tinham até ensinado o Fogomaldito para alguns alunos. Ginny nunca vira Snape tão furioso como no dia em que uma sala inteira foi destruída pelo fogo... Aliás era um mistério como o filho da puta fizera para acabar com as chamas.

- Não podemos arriscar a mostrá-los o nosso maior trunfo ! – ele deu um peteleco na cabeça da irmã – Por acaso está ficando burrinha maninha?

- Já ouviu falar em telefone sem fio, irmãozinho? – ela falou no mesmo tom de deboche que ele usou em sua última frase.

- Conte-me mais querida cenoura – ele ficou interessado. – Ok – ele falou depois de alguns minutos conversando sobre o plano – Agora, por quê não esta em sala ?

- Credo! – ela fez uma careta. Fred e George estavam muito preocupados com o tempo que ela ficava fora de sala – Cadê o meu irmão que sempre me incetivava a matar aula?

- Ele deu uma saidinha e já volta – ele falou debochado – por falar nele, cadê o George e os outros?

- Você caiu no sono e eles não quiseram lhe acordar – ela se levantou – eles foram atrás de notícias... Todos –ela respondeu antes que ele perguntasse – Não sei o porquê desse estranhamento, sempre essa hora eles saem. Eu vou indo irmãozino – soltou um beijo no ar – Ah! E eu estava no meu intervalo, afinal, não é pra qualquer um tirar um cochilo e acordar as três da tarde.

Ele resmungou algo que ela não conseguiu entender, e ele viu as labaredas sumirem pela porta.

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O dormitório da Hufflepuff estava uma discórdia. Apesar de ser um lugar que exaltava a felicidade e o ar agradável como em tempos não se via, os alunos estavam com os ânimos completamente opostos a isso.

- FOI VOCÊ! – o menino do quarto acusou – Sempre esteve do lado dos Carrow, seu asqueroso!

- FRACASSADO! – o menino do sexto que receeu o insulto sacou a varinha..

- CALEM A BOCA SEUS BOÇAIS! – Susana lançou um feitiço para cima – será que dá para vocês darem um tempo? Não percebem que os Carrow querem nos dividir?

Alguns resmungos foram escutados, a maioria deles em um tom descontente e mais uma vez começaram a discutir entre si. Desde que iniciara o clube de duelos os alunos ficaram cada vez mais desunidos e rancorosos.

- Parem – Hannah falou calmamente. Ela tinha um controle admirável..

- HUFFLEPUFF ! – Ernesto Macmillan berrou a plenos pulmões – O que é isso?  Nossa fundadora ficaria envergonhada dessa atitude de vocês – ele abaixou o tom quando teve a atenção de todos – Fale, Hannah.

- Obrigado – ela sorriu para o colega.Macmillan estava bem mais gentil com ela e com todos a sua volta. -  Parem de brigar entre si! Estão agindo como imbecis !

- Humpf – Zacharias Smith bufou alto – Macmillan e Longbottom vem lhe fazendo um bem heim, Abbott? – ele debochou e alguns colegas próximos riram, e Hannah ficou sem graça.

- Hahahaha – ela se recuperou – me fazem realmente. É bom poder contar com os amigos e com e meu amor em horas difíceis – ela  respondeu – Vejo muito de vocês aqui reclamando e choramingando, mas a maioria tem uma família para voltar quando todo esse pesadelo acabar – ela se voltou para a sala amargurada. Era muito raro a garota agir daquela forma e muitos ficaram envergonhados – Continuem com essa palhaçada. Cansei de tentar fazer vocês entenderem que juntos somos mais fortes e que podemos dar um jeito nesses filhos da puta. Não merecem se juntar aos nossos ideais – ela falou mais triste do que revoltada. – Vamos Susan e Ernest, temos mais o que fazer do que brigar.

O trio saiu e gerou um silêncio mortal no salão. Alguns alunos se entreolharam, e outros preferiram olhar para a janela, que mostrava o jardim, agora coberto pela neve e dava uma iluminação espetacular no salão cheio de flores e amadeirado.

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            O vilarejo estava coberto pela neve e as pessoas passeavam alheias ao mundo quase paralelo ao seu e em conflito. O Lord das Trevas tomou o máximo de cuidado para passar despercebido. Não poderia despertar desconfianças, o Potter tinha que cair direitinho nessa armadilha.

-Me espere por aqui – Ele observou o local, era muito perigoso para a uma cobra do tamanho de Nagini andar por ali, ainda mais porquê o vilarejo tinha proteções anti magia feitas pelo próprio Godric Gryffindor e ainda perdurava. – Quero me resolver antes com a  velha.

Retomou o mesmo caminho que fez dezesseis anos atrás. Era até nostálgico e irritante. Pelo menos não era dia das bruxas, recordou quando matou James e Lily Potter. Se viu em frente ao monumento em homenagem a familía Porque humanos são tão tolos e apegados?! pensou , ele não compreendia esse tipo de comportamento, piedade, amor... Pensou com desprezo, e ali estava, tudo manifestado em um lugar, o lugar de seu...descuido. Ao lado a casa da velha com que iria acertar as contas.

A casa não tinha nenhum tipo de proteção especial, e entrou muito facilmente. O lugar tinha o cheiro de velhice, uma das coisas que mais desprezava. Tinha seus setenta anos e mesmo assim não aparentava essa idade. Aliás, não tinha mais seu antigo corpo, gostava mais desse. Apesar de seu antigo corpo lhe render algumas boas conveniências. Era mais fácil seduzir as pessoas com uma aparência mais bonita, mas era bem melhor manter o controle nesta sua forma.

- Quem está? AH! – a mulher provavelmente teria um infarte com o susto.

- NÃO ! – ele berrou, aquela velhha não iria agora – Ainda tenho contas a acertar com o seu neto, então é bom abrir a sua boca.

- Ah – ela parecia, aliviada?Aquilo era completamente novo para o Lord – Gerard. Não imaginava que alguém como você quisesse algo com ele, apesar de serem dois crápulas.

- Oras, não tem medo da morte, Bagshot?

- Não, Riddle. – ela respondeu calmamente, e a figura se tornou completamente assustadora. – Bem, devo dizer que não estou feliz com a sua visita afinal, matou um grande amigo meu. O que quer com o meu infame neto?

- Realmente, está brincando com o perigo – apesar da pressa, não podia deixar de se intrigar com a forma como a velha lhe desafiava, lembrava muito a figura de Dumbledore.

- Bem, não acho que teria o trabalho de vir até aqui só para matar uma velha historiadora. Ainda precisa de mim viva, seja lá para o que for.

- Talvez sim, talvez não – somente não queria o caminho mais complicado – mas não preciso de você inteira – ameaçou, mas a velha se mantinha imóvel.  – Onde seu neto está preso?

- Oras, não é o incrível Lord das Trevas? Descubra sozinho. AH! – o feitiço fez a mulher  bater contra a parede. Ela se virou e se apoiou no chão, depois se arrastou até o pé da escada.

- Acho que agora esta entendendo, não é ? – ele perdeu completamente a cabeça, não poderia mutilá-la. – Legiminens

A senhora tentou segurar a mente, mas aos poucos penetrou na mente dela.

- Que diabos é isso? – ele revoltado.

- Oras, não será tão facil assim descobrir essa prisão. Poucas pessoas sabem sua real localização, e eu com toda certeza não sou uma delas...

- Não, você está me escondendo... – ele retornou a invadir a mente dela, e viu o porquê de não encontrar nada – Você a tirou – ele debochou. Não precisava mais dela -  Avada Kedavra ! – chamou Nagini. O tempo que a cobra levou para chegar foi o suficiente para que encontrasse as tais lembranças.

- Isso vao exigir cccerto tempo – a cobra usou um tom reclamão

- Voccê quiss assssiim –Voldemort lhe recordou.

Em poucos minutos o corpo morto de Batilda se ergueu,mas os seus olhos eram completamente diferentes dos desafiadores de minutos atrás.

-Exxcelente! Já sabe o que fazer quando encontrar o Potter.

Nada poderia ser melhor que o que o chamado de Nagini dez dias depois, seu presente de Natal. Tudo estava caminhando para a sua vitória, e agora rumaria para cuidar pessoalmente da pedra no seu sapato.


Notas Finais


Obrigado pela paciência e até a próxima.


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