História O Limbo - Klaroline - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Candice Accola, Joseph Morgan, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elizabeth "Liz" Forbes, Hayley Marshall, Klaus Mikaelson, Malachai "Kai" Parker, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Tags Klaroline
Exibições 137
Palavras 5.859
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Chegou gente 😢
Enjoy!

Capítulo 17 - Sim


 

Mesmo que houvesse um considerável número de pessoas no enterro de Bill Forbes, ninguém foi realmente por causa dele e sim por Caroline.

Quando o enterro acabou, todos desejaram os pêsames a ela e foram embora praticamente juntos deixando a loira acompanhada apenas pelo seu marido e os seus sentimentos totalmente confusos diante àquela situação.

–– Acho que agora eu posso te contar –– Ela disse em um tom voz que não deixava claro de maneira alguma o que sentia.

Klaus que estava dois passos atrás dela, se aproximou e ficou ao seu lado.

–– Contar  o quê? –– Perguntou.

Ela continuava a olhar  para frente, mas não estava com a atenção presa a nada, só não queria contar o que ia dizer olhando para Mikaelson.

–– Quando eu acordei, as primeiras lembranças que me vieram foram as de antes do acidente. Eu me lembro de estar correndo de Kai e... em uma fração de segundos antes de ser atropelada, eu vi o meu pai ao volante. E Bonnie me contou recentemente que foi mesmo ele e que dentre todos os esforços que ele fez para me matar, esse foi acidental.

Klaus ficou calado, apesar da vontade de falar besteira ser muito grande. 

Mesmo evitando chorar, Caroline sofria. Não o mesmo sofrimento que ela sentiu quando Liz morreu, pois naquela época, a jovem Forbes teve meses para se preparar para perder a sua mãe que além de fazer o seu papel, assumiu outras formas: Foi pai, amiga, irmã. Caroline não se sentiria pronta para viver sem a sua mãe e todas as faces dela nem se se preparasse por anos a fio. Liz deixou um vazio muito grande, a loira demorou a aprender a conviver com ausência dela sem chorar. No caso da morte de Bill, era diferente. A ausência que ele fez por anos e a presença inconveniente, fez com que sentir falta dele não fizesse mais sentido. Caroline já devia estar acostumada a não ter Bill por perto e agora sabia que ausência era definitiva, o fato de ter a certeza de não poder vê-lo nunca mais, mexia um pouco com ela. 

Klaus tentava não bater de novo naquela tecla e dizer o que ela já sabia há tempos: "Você não tem que sofrer, seu pai era um merda e foi tarde demais."

–– Eu teria contado isso a você antes. 

–– E porque não contou –– Seu tom de voz era igualmente inexpressivo.

–– Eu lembro de como agiu quando soube que era Kai o assassino da Ashley.  Sei que meu pai não era um bom homem, mas eu não sei se eu conviveria bem com o fato de você ter matado ele.

Ele realmente já tinha motivos de sobra para odiar Bill, aquela seria a gota d'água, ambos sabiam. Klaus só  não conseguia entender uma coisa:
 

–– E então você se colocou em risco para proteger o homem que tentou te matar várias vezes –– cerrou os punhos –– Será que você nunca pensou que Bill poderia querer te matar de novo? 

–– É claro que eu pensei. Eu não sabia o que fazer. Eu não queria ver o meu... O Bill, morto, apesar de tudo. E muito menos que o assassinato dele fosse causado por você. 

Ela parou de evitar olhar para Klaus que como ela deduziu pelo tom de voz que ele usou há algum tempo atrás, estava indignado.

–– Se eu dissesse que o perdoei, estaria mentindo –– Comentou ela –– Mas o meu perdão, ou melhor, a ausência dele, não vai mudar o fato de que ele era meu pai. E por todo amor que um dia senti por ele,  espero que Bill esteja em bom lugar.

Depois de um tempo em silêncio e olhando o túmulo do pai, ela ajoelhou e pôs a rosa que carregava sobre a areia que cobria o caixão de seu pai.  A unica flor e também o último presente de Bill Forbes, vindo da pessoa que ele mais fez sofrer.

Assim que ela voltou a ficar de pé, Klaus segurou a mão dela e os dois se encaminharam devagar e em silêncio a saída do cemitério.
 

Debaixo de um sol bem tímido e de algumas camadas de roupa incluindo o seu agasalho, Bonnie estava parada em certa parte do cemitério. Passou alguns momentos calada até finalmente dizer:

–– Você me enganou. Não só isso, me obrigou a mentir para os meus amigos –– Se dirigia a  lapide a sua frente –– Matou o pai da minha melhor amiga, matou as minhas amigas e Deus sabe quantas outras pessoas você matou. 

Ela retirou o ar dos pulmões, havia um nó na sua garganta que fazia a mesma trancar dolorosamente.

Entortou os lábios se livrando daquele nó e em seguida sussurrou:

–– Você me fez te amar.

Ela fez uma pausa e completou com acidez em sua voz e em suas palavras.

–– E eu te odeio mais ainda por isso!

Na lápide era possível ver: "Malachai Parker" e logo abaixo os anos de nascimento e morte.

–– Um dia você vai me perdoar –– Bonnie ouviu a voz de Kai atrás de si.

Ficou rígida, e por mais que todos os músculos implorassem para que ela abaixasse a cabeça, ela não o fez, pelo contrário. 

Ele encaminhou-se para frente dela, Bennett notou que a barba de Kai estava por fazer e os cabelos estavam um tanto bagunçados. Aquilo parecia pouco, mas dava um ar totalmente diferente ao Kai que Bonnie conhecia, o Kai vaidoso, não somente por que o cargo de advogado exigia isso e sim por ser parte da personalidade dele. O sociopata apanhou a mão direita da morena e a beijou, em seguida disse:

–– Eu terei uma vida inteira para me redimir –– E então sorriu, aquele sorriso que fazia o coração de  Bonnie derreter e ela ter dúvidas de que seu plano teria sucesso.
 

 

 

D i a s       A n t e s...
----------------------------------------------------------Bonnie P.O.V----------------------------------------------------------------------

Kai dirigia feito um louco, eu o encarava sem acreditar no que acabara de acontecer, em questão de segundos o homem que amava e que julgava ser bom, teve sua máscara arrancada, expondo a  sua verdadeira face. Uma face horrorosa. 

Ele não parava de falar, desde que saímos da casa de Damon e Stefan. Eu gostava até disso nele, aquela jeito tagarela que ele tinha... Mas no momento eu estava odiando. Aquele monólogo de suas explicações me dava nos nervos, principalmente por que eu não estava dando a mínima atenção, só escutava a voz dele entrar e sair pelos os meus ouvidos enquanto tentava processar todos os acontecimentos e em quê eles poderiam ter relações com  ele.

–– Bonnie! –– Ele berrou do nada, me assustando mais ainda.

Olhei para ele, com os meu olhos quase saltando das minhas órbitas. 

Ele deu um tapa no volante, irritado disse "merda!" baixinho e em seguida me falou:

–– Desculpa, eu não queria assustar você. 

Obviamente ele se referia àquele grito. Mas eu não entendi exatamente o que o pedido perdão significava na hora e acabei explodindo: 

–– Não queria? Como acha que eu fiquei depois de descobrir que merda de pessoa que você é?
Ele apertou o volante com as duas mãos.

–– Maldita hora a que eu escolhi você! –– Ouvi ele dizer olhando para o retrovisor, os carros de Stefan e de Klaus estavam atrás de nós. Ele aumentou ainda mais a velocidade do carro o que me deixou mais apavorada, ainda não tínhamos saído da cidade e as ruas estavam cheias de gente.

–– Toma cuidado! –– Pedi quando ele quase atropelou um garotinho que fingia brincar de corda bamba no meio fio. Sorte que uma senhora correu para tirá-lo de lá –– Você quase matou um bebê! –– Berrei –– Qual o seu problema?!

–– Dane-se. Seria um fedelho a menos no mundo! 

Eu engoli seco. A essa altura eu ainda conseguia me espantar com tamanha frieza. 

–– Como eu não vi esse lado seu antes?

–– Sem modéstia alguma, eu sou ótimo com disfarces ––  Ele parecia orgulhoso.

–– Tudo foi uma mentira então –– Disse tentando controlar minha voz que queria muito falhar.

–– Nem tudo –– Me olhou brevemente e eu vi no meio de toda aquela obscuridade, um pouco de ternura.

Virei o rosto e fiquei em silêncio.

–– Eu te amo, Bonnie –– Não conseguia controlar o sentimento bom que tomava conta de mim quando ele dizia aquelas palavras. Me sentia mal por isso –– Eu entrei na sua vida com a única intenção de te magoar e de fazer você se vingar de mim por isso –– Ele sorriu –– Me deixando famoso... Eu tinha o plano perfeito pra que você pensasse que eu não queria que meus segredos fossem descobertos. Sei que quando uma mulher é brutalmente enganada, tem um grande poder de vingança. O seu são suas palavras. Imagina se os meus planos tivessem seguido o roteiro e você atingisse meus objetivos, agora não, mas talvez daqui há um ano eu poderia ser um serial killer famoso. –– Em seguida ele começou a elevar o tom de voz –– Eu deveria ter te matado, antes de você se tornar tão importante pra mim.

–– Pode me matar agora –– Disse friamente. 

Ele riu.

–– É, eu posso. Apesar de me excitar muito a idéia de arrancar a sua cabeça –– Um frio correu a minha espinha quando percebi a diversão atrelada a sua voz –– Eu não quero fazê-lo. Eu fiz muita coisa pra ficar com você e apesar da maioria delas ter dado terrivelmente errado, eu não vou desistir tão fácil. 

–– O que fez?

–– Pra começar –– Deu de ombros –– Tentei matar Caroline quando ela me descobriu, mas Bill chegou primeiro. Ele estava dirigindo feito um animal e ainda assim não conseguiu matá-la,  aquele velho é mesmo um incompetente.

–– Então foi ele? Como descobriu? Você aprontou isso junto com ele?

–– Eu vou deixá-la um pouquinho curiosa, para te manter atenta a narrativa.

Entortei os lábios, aquele jeito brincalhão dele nunca me irritou tanto.

 –– Nos dias que se seguiram eu fiquei em dúvida se Caroline era mais útil para mim, viva ou morta. Viva ela poderia despertar o seu espírito vingativo, Bon Bon. Mas e se ela acordasse antes do planejado? Era um risco que eu não poderia correr, principalmente porque eu estava apaixonado por você. Ela não poderia acordar e estragar tudo antes de eu pensar em uma maneira de fazer você ficar do meu lado. Então num dia qualquer, aproveitei pra sair da cama enquanto você dormia, para ir ao hospital dar ponto final na história da Bela Adormecida.

Ele fez uma pausa.

–– E lá estava eu, com um travesseiro em minhas mãos, pronto para matar a sua amiguinha da maneira mais clichê possível, quando você fez o favor de estragar tudo. 

Me lembrei da noite em que fui desesperada ao hospital, no meio da madrugada, por que tinha um pressentimento ruim e que quando cheguei lá, tive a ilusão de que estava enganada. 

–– Foi daí que eu parti para Bill Forbes. Aquele velho já estava movendo um processo pela guarda da Caroline. E tinha interesse na morte dela, por causa da casa da mãe dela ou –– poderou brevemente –– sei lá, não importa. O que importa é que ele não tinha um advogado decente. –– Ele riu –– Você acredita que ele queria ganhar o processo com um advogado de porta de cadeia, por que era só o que ele poderia pagar? Sabe, o ex "marido" dele o largou na miséria e Forbes está viciado em jogos de azar –– Riu mais alto –– Ai, ai! puta velho escroto.

Kai era um ótimo advogado, mas ele mesmo não defenderia Bill, não seria tão burro.

–– O advogado de Bill era muito bom. Eu já descofiava que tinha alguém bancando o pai da Car.

Foi você. 

–– Uma das coisas que eu mais amo em você é a sua inteligência. 

Eu bufei.

–– Você ainda não falou como foi que soube que Bill quis matar Caroline. 

–– Pra perder o meu tempo e gastar o meu dinheiro pagando um advogado para o  Forbes, eu precisava ter absoluta certeza de que ele estava realmente querendo matar a pequena, fragil e inconveniente: Caroline Forbes. E então ele me disse de todas as suas tentativas de conseguir a casa,  o mais curioso, é que o atropelamento dela, foi realmente um acidente. Ele se entupiu de uísque barato enquanto jogava sinuca, foi expulso do bar por que já estava enchendo o  saco por lá e dirigiu bebado pela cidade inteira até achar o buraco onde ele vive. E no caminho... ele atropelou a filha. E apesar de eu e ele estarmos torcendo para Barbie encontrar com Satanás... A desgraçada está viva!


---------------------------------------------------------P.O.V Off ----------------------------------------------------------------------------

 

 

 

Bonnie sentia vergonha de olhar no rosto de Caroline e ainda assim não deixava de fazê-lo, queria ter certeza de que conseguiria o perdão da amiga antes mesmo de pedi-lo, mas tudo o que lia no rosto da loira era raiva pelo que já havia contado e ela ainda nem tinha acabado.

Bonnie preferiu omitir a parte de que o pai de Caroline a atropelou, não sabia que ela já desconfiava disso e não queria contar assim. Todos ali eram amigos e de confiança, mas Bonnie realmente não sabia se essa notícia era o tipo de coisa que ela gostaria de dividir com todo mundo. Queria dizer só a Caroline e a partir daí a decisão era da loira quanto a compartilha-la.

–– Como Kai forjou a morte dele? –– Caroline perguntou quando percebeu que Bonnie estava perdida em seus pensamentos ao invés de dar continuidade a história.

A morena lhe encarou confusa por segundos e então disse:

–– Quando chegamos a ponte, ele disse que estava planejando aquilo há muito tempo, caso o seu plano desse errado, ou certo antes que pudesse fugir. Kai avisou que eu só tinha duas saídas, sair do carro e continuar viva. Ou pular junto com ele e morrer sozinha –– Bonnie abaixou o olhar –– Ele disse que caso escolhesse sair do carro, era para eu dizer a todos que ele se suicidou e para visitar o seu túmulo todos os dias das dez da manhã as dez e meia, por que ele iria me buscar qualquer dia, pra que fossemos embora juntos.  Ou como ele disse: Se eu resolvesse dar uma de Mártir e preferisse morrer, faria questão de se certificar de que eu morreria mesmo e depois mataria todos vocês.

O silêncio voltou a se fazer na sala por longos minutos até que todos ouviram Matt perguntar:

–– Você tem ido ao túmulo dele?

–– Não. E por isso ele matou Bill. Eu fui até o necrotério, não pude ver o corpo, mas alguns legistas passaram por mim comentando que o seu pai  –– se dirigiu a Caroline –– Foi morto a machadadas. Eu, vim pedir perdão, queria muito dizer tudo isso antes. Mas eu não sabia o que fazer, eu ainda não sei.

Todos esperavam a resposta de Caroline,  mas a loira mantinha uma expressão indecifrável em seu rosto.

Depois de todos perceberem que ela não iria responder, Matt falou:

–– Eu sei o que iremos fazer, mas você tem que estar disposta a me ajudar, Bonnie.
 

R e c e n t e m e n t e. . .

Bonnie poderia ouvir a voz de Matt ecoar em sua mente explicando o plano:

"Precisamos organizar tudo para que enterro de Bill ocorra pela manhã, cercando o horário em que Kai pediu para você visitá-lo. Assim a movimentação de coveiros, que na verdade serão meus amigos vigiando você, não vai gerar tanta desconfiança"

Bonnie observou um coveiro passar por eles distraidamente ao celular. 

–– Deveria ter vindo ontem, estava menos movimentado –– Kai reclamou.

Bonnie então disse furiosa:

–– Você armou esse circo, não reclame da platéia. 

–– Eu não precisava ter matado Bill. Mas você me obrigou a isso, quando me deixou esperando. Ainda bem que é inteligente e entendeu o recado, antes que eu mandasse uma das suas amigas para a terra dos pés juntos.

"Tente descobrir se ele está armado sem levantar supeitas, fazendo perguntas como:"

–– Por que quer me levar? Vai me fazer de refém outra vez? –– Bonnie  perguntou.

–– Só a farei de refém se você quiser.

–– Eu não quero. E também não quero ir embora daqui.

–– E eu nunca disse que tinha escolha. Caso você pense que tem –– Ele mostrou uma arma em sua calça –– Eu sei como dissuadi-la.

–– Boa sorte –– Falou Bonnie firme, retirando rapidamente uma arma de dentro do seu casaco e apontando para o rosto dele.

"Quando você apontar a sua arma para ele, todos saberemos que ele está armado também. Nossos vigilantes ficarão em alerta" 

Kai riu alto por cerca de um minuto e meio. Esse tempo pareceu uma eternidade para Bonnie ela queria muito olhar para os lados e se certificar que estava mesmo sendo vigiada, mas poderia estragar tudo se o fizesse.

–– Você não me engana, Bonnie! Você não mataria nem uma formiga

–– Vai pro inferno –– Mandou com raiva em sua voz.

–– Por que ainda não atirou? Hum? –– Começou a andar ao redor dela, Bonnie acompanhava-o mirando na direção dele, atenta –– Eu não estou ameaçando você. Você não quer atirar –– o tom de voz perspicaz dele se tornou rígido –– Agora abaixa essa porcaria antes que eu me encha dessa merda, tome isso de você, decida matar  todos os seus amigos e te obrigue a ver.

Kai deu as costas e começou a andar:

–– Vamos logo, quando chegarmos você dá outro piti, esse de agora já deu.

–– Eu. Não. Vou.

Ele voltou a virar-se de frente para ela e enquanto caminhava em sua direção coberto de raiva e com a arma firme em sua mão direita apontando para ela, decidido a  levá-la embora, Bonnie firmou suas mãos  na sua arma e fechou os olhos, amedrontada. Antes de apertar o gatilho, ouviu um estalido alto.

Esperou pela dor da bala, mas não sentiu absolutamente nada. Ouviu o barulho de ferro batendo contra e chão,  abriu os olhos completamente confusa e viu Parker imóvel a sua frente, o corpo dele não demorou a cair sobre o chão e Bonnie viu um dos policiais vestidos de coveiro logo atrás dele ainda com a arma com que atirou em punho. 

Os outros policiais que observavam tudo de longe se aproximando as pressas. Bonnie ainda estava em estado de choque quando sentiu Matt retirar a arma de suas mãos e abraçá-la dizendo que estava tudo bem.  Que acabou. Logo sentiu o abraço de Caroline, se sentiu feliz por ter o seu perdão, em seguida Damon também foi abraçá-la junto a Elena.

Ainda naquela semana o caso do Serial Killer de Mystic Falls foi concluído, aliando as investigações de Bonnie e Klaus às da própria polícia e uma gravação de voz que Bonnie fez por iniciativa própria, no último encontro deles no cemitério. Foi corroborada a culpa de Parker, entretanto ele não foi preso.

Apesar do tiro do policial ter sido disparado apenas para defender Bonnie, Kai acabou morrendo.

Ela ainda o amava apesar de tudo, doía perdê-lo. Mas era um preço a se pagar para que a paz fosse restaurada.
 

 

 

–– Tenta ficar calma –– Elena pediu –– Tudo vai ficar bem.

–– Vai, eu tenho certeza que sim –– Caroline disse andando de um lado para o outro da sala de espera. Suas palavras eram de claro otimismo, mas suas ações denunciavam o seu medo.

Ela simplesmente não conseguia sentar e esperar. o desejo de se tornar uma pilha de nervos era mais forte que ela.

Os irmãos de Klaus apenas observavam a crise de ansiedade da loira.

Óbvio que todos ali estavam nervosos. Mas Caroline estava passando da linha.

–– Senta um pouco –– Elijah pediu contendo a sua irritação de ver Caroline inquieta e deixando todos mais nervosos. 

–– Senta logo, não tá vendo que está  enchendo o saco de todo mundo? –– Rebekah falou o que irmão não teve coragem. 

–– Amiga, vem pra cá –– Bonnie apontou uma cadeira ao seu lado.

Caroline sentou-se e Bonnie a abraçou dizendo:

–– Vai ficar tudo bem.

"Tem que ficar" Caroline pensou.

Não queria lembrar da promessa que fez semanas atrás, mas era inevitável.

 

 

 

"––Eu vou fazer essa operação, mas com uma condição. 

–– Qual? –– Perguntou sorridente. 

–– Se eu ficar com algum problema que me deixe dependente, você vai mandar me matar.

Ela não acreditou no que ouviu.

–– O quê? 

–– Você ouviu, Caroline. Se eu ficar com sequelas, eu prefiro morrer a ser dependente.

–– Mas... Não! 

–– Então nada feito.

–– Klaus eu não posso aceitar isso, é loucura! 

–– Eu vou morrer de qualquer jeito. Não tenho nada a perder.

–– Não é bem assim. Você tem uma chance.

–– Pois é. Se você quer pagar pra ver, vai ter que aceitar as minhas condições.

Ela levou as duas mãos ao rosto e respirou fundo enquanto ponderava sobre o assunto. Depois de alguns minutos ela olhou para ele, havia uma força e uma fé naquele olhar digno de Caroline Forbes quando a mesma disse:

–– Eu vou pagar pra ver."

 

 

 

Como queria estar tão confiante quanto naquele dia.

–– Familiares de Niklaus Mikaelson? –– Um médico grisalho chamou a atenção deles.

Rebekah, Elijah, Freya e Caroline se levantaram de imediato. 

–– E então? –– Rebekah perguntou.

–– Como ele está? –– Caroline questionou em seguida.

–– A operação ocorreu bem, o tumor  foi removido e Niklaus está descansando. Ainda iremos examiná-lo para ter certeza de que ele está completamente bem e que não houve qualquer erro no procedimento.

 

 

 

–– A doutora Marshall comentou sobre a sua insistência senhora Forbes-Mikaelson –– A neurologista de Whitmore comentou entregando o envelope branco que continha os resultados dos exames de Klaus nas mãos da loira –– Ela foi mais do que eficaz.

As duas estavam no escritório da médica, no hospital universitário.

–– Então... –– Caroline começou a abrir o pacote. 

–– Veja você mesma –– Ela incentivou.

Caroline se pôs a chorar de alegria quando viu a confirmação do que a médica acabara de lhe dizer.

O alívio, tomou Caroline em cheio. Todo o sofrimento dos últimos meses havia chegado ao fim. 

 

 

 

Quando Caroline entrou no quarto de Klaus feliz da vida, encontrou ele contrariado comendo aquela comida maravilhosa de hospital. Sua cabeça estava raspada por conta do procedimento e ele usava uma  daquelas camisolas largas e sem graça, mas ainda assim, mesmo não estando tão belo quanto de costume, aquela era imagem que ela gostaria de guardar para sempre, a primeira imagem depois da certeza de que Klaus estava curado.

–– Eu entendo que estou terrivelmente sexy –– Klaus disse –– mas poderia parar de me olhar assim. Eu estou me sentindo um objeto.

Caroline riu e comentou:

–– Eu não posso. Eu quero guardar pra sempre essa imagem, a imagem da minha... ou melhor, da nossa vitória.

Klaus franziu o cenho ao ver Caroline se emocionar, levando uma das mãos ao rosto. Depois de longos segundos, Forbes limpou suas lágrimas e sorrindo afirmou:

–– Você está curado. Completamente saudável. 

–– Você não está mentindo pra mim, está?

–– Claro que não. –– Ela entregou envelope para ele –– Pode olhar.

Ela afastou um pouco a sopa dele pra que ele pudesse ler tranquilamente e não molhasse os exames.

Viu o sorriso dele nascer devagarzinho e crescer a medida em que lia os exames.

–– Valeu ou não valeu a insistência? 

–– Valeu –– Respondeu distraidamente. 

–– E você admitiu que estou certa? Eu vou correr pra loteria mais próxima, hoje é realmente o meu dia de sorte.

Klaus fechou a cara e ela riu mais.

–– Agora me dá isso aqui –– pegou os exames das mãos dele –– e termina o seu jantar, que eu sei que está delicioso. –– Levou a sopa para perto dele.

–– Eu odeio esse seu lado alegre.

–– Não odeia não –– Caroline se aproximou e selou seus lábios.

Ele sorriu. 

Ela tinha razão.

 

 

 

Quando Klaus voltou para casa,  os amigos de Caroline e os seus irmãos estavam prontos para recebê-lo. O seu esforço em fingir que odiou a surpresa, àquela altura não enganava mais ninguém. 

Do seu jeito ele gostava um pouco de cada um deles.

 

 

 

Quando Caroline foi até a cozinha pegar uma garrafa de bebida para dividir entre os amigos, Rebekah entrou no lugar e assim que a viu disse que voltava depois.

–– Rebekah!? –– Caroline chamou sem acreditar que Rebekah estava saindo só por que ela estava lá.

A advogada voltou a olhar para Caroline e perguntou:

–– O quê? –– Perguntou sem qualquer sentimento em sua voz.

–– Não faz mais o menor sentido nós duas ficarmos de briguinha. Eu sei o que fez por mim.

–– Eu não fiz nada –– Se corrigiu em seguida ainda de maneira fria –– Eu não consegui fazer nada.

–– Você tentou e isso o que importa –– Caroline se aproximou –– Eu só tenho que agradecer, pois você abriu mão das nossas diferenças por mais bobas que fossem e aceitou me ajudar.

Caroline ergueu a mão para que Rebekah apertasse, a advogada hesitou por alguns instantes mas acabou apertando, com um sorriso cúmplice.

–– Mas nem pense que nós vamos ser amigas –– Rebekah falou assim que suas mãos se soltaram e em seguida enquanto deixava a cozinha ouviu:

–– Isso nunca passou pela minha cabeça –– Caroline disse aos risos.

Óbvio que elas iriam ser amigas, Caroline sabia que era só questão de tempo.
 

 

 

–– Então você tinha um câncer esse tempo todo? –– Elena perguntou para Klaus, perplexa. 

Caroline coloca um pouco de bebida no copo do seu marido e senta ao lado dele.

–– Pois é –– Responde escondendo a irritação, já estava cansado de ouvir aquela pergunta aquela noite.

–– Ainda bem que já está curado.

–– Vaso ruim não quebra –– Brincou.

–– Esse negócio de tumor afetou mesmo seu cérebro –– Damon comentou e antes de dar um gole no seu bourbon continuou –– Você está até se achando importante.

–– Haha... Idiota! –– Caroline xingou e o Salvatore fez uma careta.

Klaus continuou a sua conversa com Damon e nem notou a sua irmã flertando com Stefan a noite inteira e se aproximar dele quando percebeu que estava sendo correspondida.

–– Stefan, não é mesmo? –– Rebekah perguntou mexendo no cabelo.

Caroline sorriu, ia ser legal ver aqueles dois juntos. 

Assim como Elijah e Hayley que conversavam baixinho perto da lareira. E Bonnie que apesar da resistência que havia desenvolvido por conta de Kai, estava sendo vencida aos poucos por Enzo.

Conversando distraidamente com seu irmão, Hayley e Damon, Klaus demorou a perceber que Caroline havia deixado a sala. Assim que notou a ausência dela, pediu um tempinho a eles e procurou a loira por todos os cômodos da casa, mas só encontrou ela do lado de fora, sentada em um banco na varanda. 

Forbes estava sorridente olhando para as estrelas no céu, como se estivesse agradecendo a Deus por algo. 

Ele sentou ao lado dela e abraçou Caroline que apesar de um pouco confusa no começo, acabou aceitando e deitando a cabeça no ombro de Klaus.

Os dois ficaram assim por algum tempo, apenas aproveitando do calor um do outro, e da beleza de encher os olhos que aquela noite havia reservado a eles.

–– Eu estou grávida –– A loira informou.

Klaus se afastou com cuidado para olhar no rosto dela. Havia uma preocupação no rosto de Caroline mas a mesma foi sumindo devido ao sorriso que se formava no rosto de Klaus.

–– É verdade? –– Ele quis ter certeza de que não era o álcool que já tinha subido a cabeça. 

–– Sim –– Confirmou. 

Klaus acariciou a barriga dela, provocando uma sensação surpreendentemente gostosa na loira.

–– E eu achava que eu que iria deixar você paralisada...

Ela não entendeu o comentário. Mesmo com a atenção presa a barriga da sua mulher, Klaus poderia sentir o olhar de dúvida dela em si.

Ele parou o carinho e tirou uma caixinha azul escura do bolso do seu casaco.

Ajoelhou-se abrindo a caixa e ela se levantou em seguida. 

–– Mas...

–– Nós já somos casados? –– Perguntou e ela confirmou –– Eu realmente não lembrava disso.

Ela riu. 

Ele continuou a falar:

–– Todos sabem que casamos em Las Vegas, mas nenhum dos nossos amigos e familiares estavam lá, isso é algo que eu sempre quis corrigir.

Caroline abriu um enorme sorriso. 

 

 


 

Semanas depois

–– Eu deveria ter ido dar uma olhada na clareira –– Caroline dizia enquanto uma pobre costureira dava os últimos retoques no vestido da noiva mais inquieta a que serviu nos últimos anos.

Elena teve que segurar Caroline pra que ela não tentasse dar uma de Deus e estar em dois lugares ao mesmo tempo no dia do seu casamento. Ainda mais por que Rebekah –– Olha só –– A Rebekah que ficou responsável pela decoração do lugar.

Era impossível aquele lugar não estar belo aquele dia, a primavera já fazia metade do trabalho. E como Elena já havia dito várias vezes, Rebekah tinha tanto bom gosto quanto ela.

Nem preciso dizer que Caroline quase fulminou a morena com o olhar quando ela disse isso.

–– Eu disse que Rebekah tinha tanto bom gosto quanto você, eu exagerei, ela não é tudo isso. 

–– Então o mau gosto dela vai estragar o meu casamento?! –– Perguntou quase berrando.

–– Pelo amor de Deus Caroline, vai ficar tudo bem –– Bonnie falou –– Agora deixe a costureira fazer o trabalho dela, a coitada tá que não se aguenta de tanto ver você se mexer e ouvir você gritar.

–– Obrigada querida –– A mulher se dirigiu como uma boa velhinha para a jornalista e quando se virou para Caroline, havia sangue em seus olhos –– E a senhora, trate de ficar quieta, porque as cinco vezes que eu a furei com minhas agulhas foram sem querer. Mas se a partir de agora você mover um músculo,  eu prometo que te espeto de propósito.

Bonnie e Elena tentaram ficar quietas mas acabaram caindo na risada, Caroline quis reclamar, mas estava com medo daquele doce de velhinha.
 

 

 

Cerca de meia hora depois, Rebekah abriu a porta da  casa de Elena dizendo:

–– Posso entrar? 

–– Entra –– Elena respondeu. 

–– Como você está? –– Rebekah se dirigiu a  Caroline. 

–– Nervosa.

Respondeu enquanto ajeitava os seus cabelos. Assim que ela acabou, Rebekah perguntou se podia conversar com Forbes.

–– Claro –– Caroline respondeu

–– Nós vamos esperar lá fora –– Elena disse deixando a casa com Bonnie. 

Assim que ouviu a porta fechar, Rebekah falou:

–– Eu... Bom, tem algo que eu deveria ter dito há tempos apesar de achar que agora é o momento perfeito. 

–– O quê? 

Rebekah deu um leve suspiro antes de dizer:

–– Seja bem vinda, a família Mikaelson.

Caroline e Rebekah sorriram.

–– Obrigada, Rebekah.  Significa muito pra mim saber que a irmã mais querida do meu marido, agora me considera parte da família. 

Rebekah se encheu de si para comentar:

–– Queria que a Freya estivesse aqui para ouvir isso.

As duas riram.

–– Klaus vai ficar ainda mais louco por você quando te ver. É difícil admitir mais hoje você me superou –– Brincou outra vez.

–– Você também está muito bonita. Stefan vai adorar te ver.

Ela viu os olhos de Rebekah brilharem e ela estava a um passo de perguntar se Caroline achava aquilo mesmo quando Elena abriu a porta pra avisar:

–– O carro chegou. 

–– Bom, chega de rasgação de seda, partiu clareira.

Caroline respirou fundo, tentando acalmar o seu coração que batia acelerado só de pensar que estava prestes a se casar e replicou o final da frase da cunhada:

–– Partiu clareira! 

 

 

 

O clima fresco, a beleza natural do lugar, a presença de todos aqueles que amava, a decoração feita por Rebekah que apesar de Caroline odiar admitir, estava maravilhosa. Tudo estava perfeito para a noiva, mas a partir do momento que viu o seu marido no altar, não lhe interessava mais nada que não fosse ele.
O cabelo de Klaus já estava um pouco maior e aquele terno preto que dava pra notar que era novo e caro, caía muito bem e enaltecia bastante a beleza física dele.

Klaus também não conseguiu tirar os olhos dela a partir do instante que a viu de maneira alguma, tudo parecia ter tomado um silêncio irreal enquanto a sua noiva passava pelo corredor entre os bancos onde se encontravam os convidados. Viu de relance alguns amigos dizerem qualquer coisa a ele mas Mikaelson não retirou a mínima atenção de Caroline Forbes, não o faria nem se quisesse. Ela passou os últimos dias reclamando que a sua barriga e seus seios estavam crescendo demais e que o vestido que escolheu não ia fechar.

Ela estava errada.

As curvas que ficaram mais acentuadas em seu corpo, vestiram perfeitamente o vestido branco, deixando a loira insuportavelmente sensual sem deixar o ar refinado de lado. Apesar de ter demorado dias para eleger a roupa e do corpo de Caroline não ser o mesmo de quando ela a comprou, foi uma sábia escolha.

Ela estava belíssima.*1

Os seus olhos azuis estavam preechidos por uma alegria que mal cabia ali e os mesmos estavam fixos nos seus verdes e ansiosos olhos.

Stefan entregou ela a Klaus.

Ele entrelaçou o seu braço esquerdo ao direito dela e os dois viraram-se de frente para o pastor. Elena se ofereceu para segurar o buquê da loira enquanto a cerimônia ocorria, Caroline agradeceu e entregou as flores a Gilbert.

O limbo.

O que seria deles se não fosse o apoio do sobrenatural? 

Muitas coisas ruins aconteceram... Mas passando por cima de tudo eles permaneceram juntos e foram a força um do outro apesar da resistência de ambos em certos momentos. 

Existe um motivo pra tudo, e o limbo estava lá não só para salvar Caroline,  não só para ajudar o Klaus, mas também para resgatar o casamento deles, mostrar o quão grande era amor que estava entre eles, e que entretanto, ambos desaprenderam a enxergar. 

Talvez essa tenha sido a maior tempestade pela qual ambos passaram juntos, e a certeza que ficava era que se faltasse um pouquinho da paixão que tinham, não estariam mais juntos há tempos.

Klaus olhou para Caroline que estava atenta as palavras do pastor, mas olhou para ele por um instante e sorriu para o mesmo e sussurrou:

–– Eu te amo. 

Klaus teve que reunir forças para não beijá-la na hora. Ela voltou a olhar para frente e ele fez o mesmo

A paixão nunca esteve ausente, só estava obscurecida, a partir do instante em que eles voltaram a notá-la e alimenta-la, ela voltou a crescer. E que crescesse muito! O que não faltava era vontade de fomenta-la e espaço para ela no coração de ambos.

–– Caroline Forbes, Niklaus Mikaelson, é de livre e espontânea vontade que aceitam unir-se em matrimônio, diante de Deus, da sua família e dos seus amigos, para manterem-se juntos na saúde e na doença, na riqueza e na miséria até o último dia de suas vidas? 

Os dois ficam de frente um para outro. Klaus segura as duas mãos da sua –– tão radiante quanto  ele ––  esposa.

Não há dúvida de qual será a resposta.

–– Sim –– Respondem juntos.

–– Eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva. 

Klaus colocou o braço atrás da cintura para trazê-la para perto. Com os rostos próximos, ele tocou levemente o rosto da loira antes de tocar os lábios dela com os seus. Caroline pôs um dos braços por trás do pescoço dele adquirindo equilíbrio, para caso suas pernas falhassem por causa daquele beijo que ficava cada vez mais intenso e a deixava cada vez mais entregue.

Partilhavam, entre si, o prazer de terem seus lábios juntos, unidos pela paixão e resultando na mesma, naquela clareira e diante todos os que eram importantes para eles, demonstravam o sentimento sincero dos dois.

Partilhavam o beijo que marcava o começo de uma nova fase em sua vida juntos.

Uma vida que contando com toda a garra que já tinham aliada a que adquiriram nos últimos tempos, jamais teria fim. 
  
           

 

Lanna Lobato ✏
           

Plágio é crime, denuncie!


Notas Finais


1 - Vestido de Caroline - https://oonossotempoehoje.files.wordpress.com/2014/02/vestidos-noiva-2014-tendencias-9.jpg
Semana que vem sai o epílogo.
Espero que tenham gostado de tudo, por que eu amei compartilhar essa história que eu demorei três anos pra amadurecer nessa minha cabecinha de meu Deus. E quando finalmente tive coragem de mostrar, fui muito bem recebida e eu não esquecerei disso. Muito obrigada mesmo pela recepção, pelos favoritos, comentários, sugestões e classificações.
Vou sentir falta de vocês, muita mesmo.
E eu adoraria ver o apnião de vocês sobre a história (até dos fantasminhas) podem falar comigo eu não mordo 😊.
Adorei conhecer vcs bjs.
Ps.: Ah e @MizinhaVicente eles ainda não tiveram o bebê mas... acredito que você vai amar o epílogo.
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Caso curtam a série American Horror Story e ou lendas urbanas, dêem uma olhada na fanfic interativa de autoria do meu amigo e de minha co-autoria.
Essa fanfic fala da história de alguns jovens que se reúnem para descobrir se o shopping da cidade é mesmo assombrado como reza a lenda. E o preço da confirmação pode ser caro demais.
O prefácio foi feito por mim e pode ser que a aparência de alguém que você goste ainda não esteja reservada. Caso se interesse, o link está aqui:
https://spiritfanfics.com/historia/christmas-horror-story-interativa-6718530
Mande a sua ficha e eu a receberei com muito carinho ^-^.
É ISSO AÍ.
ATÉ SEMANA QUE VEM COM O EPÍLOGO.
😙


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