História O limite da magia. - Capítulo 5


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Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Magia, Sobrenatural
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - O Primeiro dia no ano de ferro.


Fanfic / Fanfiction O limite da magia. - Capítulo 5 - O Primeiro dia no ano de ferro.

-Bem vindo ao seu primeiro dia de aula -Disse Ann com um sorriso

Apesar de tudo, a sala era relativamente comum, diferente do gabinete do diretor, uma sala longa com cadeiras de Madeira e mesas de ferro, com tampas de Carvalho, tudo bem lustrado, cortado e construído, na frente da sala, havia uma lousa verde, o que parecia estranha para Valentine, que deduziu que se tratava de outro objeto do futuro que Magnus resolveu colocar, havia um piso mais alto de madeira, que provavelmente era onde os professores ficavam, e uma mesa de vidro, que aparentava ser resistente.

Uma nuvem de fumaça Branca apareceu sobre o piso de madeira e rodopiou até se dissipar, revelando o professor, o homem vestia o mesmo manto Branco que os magos que trouxeram Valentine ao Magistério, seus olhos eram Verde-Acinzentado e seu cabelo era raso, sua barba crescia como se houvesse sido aparada a pouco mais de dez dias.

-Muito bem alunos, sentem-se em suas cadeiras, elas possuem seus nomes gravado nelas. -Disse o homem- Eu sou o professor Adam e darei aula sobre criaturas mágicas.

Criaturas mágicas  Pensou Valentine enquanto procurava a cadeira com seu nome Monstros ele quis dizer.

Cada cadeira possuía uma placa metálica no topo com nomes dos alunos gravados, curiosamente a cadeira de Valentine ficava atrás da de Ann, que sorriu para ele ao vê-lo

-Ah... Jofrey você poderia distribuir os livros de para os alunos? -Perguntou o professor.

-Sim -O menino respondeu

Ele era baixinho e ruivo, e assim como todos que Valentine conhecia, possuía sardas em suas bochechas. O menino levantou-se de sua cadeira e pegou os livros que estavam sobre a mesa de vidro do professor, entregando-os para todos os alunos e voltando a seu acento tranquilamente.

O livro era diferente do livro HeLa que Valentine havia recebido de Ann, sua capa era de couro esverdeado, e, em letras metálicas estava escrito:

Criaturas Místicas e Invocações.
 1¤

-Muito bem, agora abram o livro na página... 136 -Disse O professor

Valentine foleou o livro página a página até chegar a página 136, a maioria era escrita, mas haviam algumas imagens de criaturas bizarras ou até mesmo fofinhas e inofensivas.

A página 136 era sobre uma criatura não tão estranha, o título da página era: "Kitsunes"

-Bem, por hoje eu quero apenas que leiam esse capítulo -Disse o professor.

Valentinese pós a ler o mais rápido que ele podia, ele adorava ler, ainda mais textos grandes. 

(OBS: Essa parte do texto é sobre o folclore das Kitsunes, então não é tão necessário ler)

Kitsune refere-se geralmente neste contexto. Histórias as descrevem como seres inteligentes e com capacidades mágicas que aumentam com a sua idade e sabedoria. Entre estes poderes mágicos, tem a habilidade de assumir a forma humana — normalmente aparecem na forma de uma mulher bonita, uma jovem ou uma velha. Enquanto algumas histórias falam que as kitsunes usam essa habilidade apenas para enganar as pessoas — como muitas vezes fazem em folclores — outras histórias as retratam como guardiãs fiéis, amigas, amantes e esposas. Além da habilidade de assumir a forma humana, elas possuem os poderes de possessão, conseguem gerar fogo das suas caudas e da sua boca, o poder de aparecer nos sonhos e o de criar ilusões...
Muito dos mitos de raposas do Japão podem ser vistos no folclore da China, Coreia ou ìndia. Esses mitos populares contam histórias de raposas que podem ter até nove caudas. Várias dessas histórias foram gravadas no Konjaku Monogatari, uma coleção do século XI de narrativas Chinesas, Indianas e Japonesas...

A trombeta aguda soou novamente, marcando o fim da aula.

-Bem alunos, eu tenho a penúltima aula aqui, então guardem os livros sobre suas carteiras -Disse o professor, desaparecendo em uma nuvem de fumaça.

Logo, outro professor apareceu, numa nuve Branca similar ao do Professor Adam, esse professor era velho, possuía rugas por toda sua face, tinha cabelos brancos e olhos castanho-escuro, usava a mesma manta branca que o outro professor.

-Muito bem alunos, eu sou o Professor Jacob e leciono arte de conjuramento -Disse o homem com a voz rouca e grave. -Abram os livros HeLa na página 5.

A página cinco era o capítulo um do livro, que se chamava Hainawa.

-Esse conjuramento é simples, porém para novatos como vocês o melhor e aprenderem em espaço aberto, leiam a descrição do feitiço e eu os levarei ao campo.

Nathan, leu se ofereceu para ler para a sala inteira.

Descrição: Cria uma fita azul feita de energia que se enrola sobre os inimigos
Força: H
Mana: 5

-Muito bem, agora vamos, eu lhes mostrarei com fazer -Disse o professor Jacob

Em um piscar de olhos, Valentine e os outros alunos estavam em campo aberto, a grama era baixa e não haviam árvores por perto.

-Muito bem, agora olhem para mim -Disse Jacob- O Hainawa é um conjuramento de aprisionamento básico, por isso é classificado com nível de força H, por ser simples ele tem um baixo custo em mana, mas para quem está começando agora pode ser muito, seu custo é 5.

Claro Pensou Valentine Porque sempre tem um preço.

-Vamos, me imitem -Disse o professor

Ele separou um pouco as pernas e segurou sua mão direito, que estava estendida para frente, com sua mão esquerda em seu cotovelo.

-Alguém pode me ajudar a testar? -Perguntou o velho

-Eu -Respondeu um garoto

Ele era musculoso e alto, embora pouco maior que Valentine.

-Muito bem, apenas fique parado -Disse o professor- Hainawa!

Uma fita de energia azul saiu da Palma da mão do Professor e se enrolou ao redor do garoto, que ficou imóvel.

-Por se um feitiço simples, ele se quebra com facilidade, podendo ser quebrado até com força física, embora muita -Disse o professor - Agora vão, Escolham um par e testem ao meu sinal.

Valentine olhou ao redor para tentar achar Ann, que acenava com a mão esquerda para Valentine, que correu em sua direção.

-Oi, Valentine essa é minha amiga Louise -Disse Ann, apresentando um garota.

Ela era da mesma altura que Valentine, seus cabelos eram pretos, seus olhos eram castanhos-escuro e ela usava o mesmo manto do ano de ferro.

-Valentine, você pode ser meu par? -Perguntou Ann - Eu pedi a Louise mas ela vai fazer par com o namorado dela.

Louise esperou até que aquele garoto, que ajudou o professor apareceu e levou a para longe.

-Sim, eu não teria outro par mesmo -Disse Valentine

-Que bom... -Disse Ann

-Vamos, espero que todos já tenham formado seus pares -Disse o Professor Jacob -Agora façam como lhes ensinei

-Ah... pode ir primeiro -Disse Valentine a Ann

-Tudo bem -Ela falou com um sorriso

-Preparar -Disse O professor - Já!

-Hainawa! -Ann Conjurou 

Um fina luz saiu da Palma de sua mão, porém não deu mais que uma volta sobre o tronco de Valentine, mas prendeu seus braços

-Muito bem, Nada mal para a primeira vez -Disse Valentine Gentilmente

Ele olhou a sua volta e viu que a maioria nem se quer conseguiu fazer a fita aparecer, embora alguns, como Nathan fizeram a fita com perfeição

-Muito bem -Disse o professor Jacob para Ann -Tente ser mais firme, não se preocupe, não vai machucar ele.

-Certo -Concordou Ann com a cabeça

-Muito bem, mais uma vez, prepar -Gritou Jacob aos alunos- Agora!

-Hainawa -Conjurou Ann mais uma vez 

A fita azul agora se projetou rapidamente e cobriu o corpo de Valentine, deixando apenas sua cabeça e pés soltos

-Ótimo -Disse o professor Jacob- Troquem de lugar!

Ana soltou Valentine e trocou de lugar com ele, agora era o momento em que Valentine usaria magia pela primeira vez desde...

Betty... Valentine lembrou-se da cena novamente, seu pai no chão, suas mãos brilhando e Betty sendo lançada para longe enquanto sangrava.

-Acalmesse -Disse o professor Jacob, acordando Valentine de seu devaneio - Ou você vai matar ela

Valentine olhou para suas mãos que estavam erguidas, elas lançavam aquele brilho rubro e sangrento de antes, mas agora, raios e pequenas faíscas saiam.

Todos olhavam para Valentine com temor, menos Ann, que o olhava da mesma maneira que sempre, e, embora estivessem cochichando, Valentine pode ouvir os sussurros das pessoas.

Magia negra... Eles diziam O que ele é?

Valentine ficou nervoso e suas mãos brilharam mais, o que causou mais pânico nos alunos

-Valentine -Disse Ann desviando a atenção de Valentine para ela - Acalmesse.

-Eu não consigo -Disse Valentine com lágrimas nos olhos- E seu eu fizer de novo?

-Fizer de novo o que? -Perguntou Ann

-A primeira vez que eu usei magia... Uma mulher chamada Betty -Disse Valentine - Eu a matei...

As lágrimas quentes rolaram sobre seu rosto, suas mãos brilhavam intensamente, lançando faíscas no ar.

-Hey, não se preoucupe -Disse Ann calmamente, se aproximando - Eu estou aqui.

Ela segurou as mãos de Valentine e o brilho cessou, as faíscas pararam de sair e agora eram iluminadas por uma luz branca, magia branca.

-Muito bem -Disse o professor Jacob - Agora concentrem-se e façam o feitiço!

-Muito bem -Disse Ann -Vamos

-Preparem-se! -Gritou Jacob- Já!

-Hainawa -Disse Valentine

A fita de luz azul foi disparada da mão de Valentine em grande velocidade e enrolaram Ann por completo, deixando apenas sua cabeça livre

-Incrível! -Exclamou Ann- Melhor que eu

Ela sorriu para Valentine e ele retribuiu.

-Muito bem agora... -O professor Jacob tentou falar, mas sua voz foi abafada pelo som da trombeta- Nosso aula acabou.

Em um piscar de olhos, todos estavam de volta na sala, menos o professor Jacob, que foi dar aula na próxima sala.

O professor Adam esperava sentado em sua mesa.

-Muito bem -Disse o professor Adam- Terminem de ler o capítulo da última aula

Se essa é a penúltima aula, então só tem 4 aula por dia Pensou Valentine.

Valentine abriu o livro na última página que Javi lido e continuou a leitura.

Há um debate sobre a origem dos mitos das Kitsunes, não sabem se foi inteiramente de fontes estrangeiras ou parte do folclore japonês, que datam a partir do século V O folclorista japonês Kiyoshi Nozaki argumenta que os japoneses veem positivamente as kitsunes desde o quarto século d.C.; as únicas coisas importadas da China ou da Coreia eram os atributos negativos em relação a elas. Ele afirma que, de acordo com um livro de registros do século XVI, chamado Nihon Ryakki, as raposas e o ser humano viveram muito próximos no Japão antigo, e afirma que as lendas indígenas sobre as criaturas se formaram uma consequência desse convívio. A erudita Karen Smyers aponta que a ideia da raposa como sedutora e a conexão dos mitos de raposas ao Budismo foram introduzidas no folclore japonês com as histórias chinesas similares, mas diz que algumas histórias de kitsunes contêm elementos únicos do Japão.
Acredita-se que as Kitsunes possuem uma inteligência superior, vida longa e poderes mágicos. Elas são um tipo de yōkai, ou de entidade espiritual, a palavra kitsune é muitas vezes traduzida como espírito da raposa. No entanto, isso não significa que elas são fantasmas, ou que sejam diferentes de raposas normais. Porque a palavra espírito é usada para refletir um estado de conhecimento ou Iluminação.[8]
Existem duas classificações comuns de kitsune. A zenko (善狐? literalmente, raposas do bem), que são raposas benevolentes, celestiais associadas ao Deus Inari; elas são chamadas às vezes simplesmente de raposas de Inari. Por outro lado, as yako (野狐? literalmente, raposas maldosas) tendem a ser mais maliciosas.[9] Tradições locais costumam adicionar mais tipos.[10] Por exemplo, ninko é um espírito de raposa invisível que seres humanos só podem percebe-los quando são possuídos. Outra classificação tradicional é definir a kitsune em uma dos treze tipos existentes, pelas habilidades sobrenaturais que a kitsune possui...

O ruidoso sinal soou e o professor Adam desapareceu em uma nuvem de fumaça.

Agora, quem se encontrava na frente da sala era uma mulher, Valentine logo a reconheceu; Era a mulher que havi trazido-o ao magistério.

-Olá alunos, meu nome e Michelle e eu sou aula de magia de ataque e combate físico -Disse ela - Vamos ao ginásio.

Todos apareceram em uma quadra extensa de concreto de metal, era realmente grande, todo o vilarejo de Valentine caberia ali com facilidade.

-Muito bem, vocês treinaram com esses bonecos de madeira -Ela disse

Em um estalar de dedos, bonecos de Carvalho subiram do chão e ficaram de frente para os alunos

-Organizem-se -Disse a professora.

Cada aluno ficou de frente para um boneco, a distância de quase um metro.

-Hoje aprenderemos um feitiço chamado de Shõ -Ela disse -Ele é simples, apenas empurra os inimigos, por isso tem classificação H e custa 2 em mana.

É mais barato que o que o professor Jacob ensinou Pensou Valentine.

-Apontem para o alvo com o indicador, concentrem a Mana na ponta do dedo -Disse ela- E então... Shõ!

Uma onda de impacto saiu da ponta do dedo da professora e lançou seu boneco contra a parede, fazendo-o em pedaços.

-Agora tentem, repitam até conseguirem -Disse ela.

Muito bem Pensou Valentine eu consigo

-Shõ! - Gritou Valentine

A onda de impacto que saiu do dedo de Valentine arrancou o boneco do chão e o lançou contra a parede e arrebentou a mesma, deixando um buraco onde o boneco acertou

-Mas que...! -A professora exclamou- Como que...?

-Eu disse que ele tem potencial -Uma voz disse

Era Magnus, entrando pela porta do ginásio lançando um olhar de orgulho para Valentine.

-Ele... esse é o primeiro dia dele?! -Exclamou a mulher

-Sim -Disse Magnus -Eu acho que ele pode ser dispensado por hoje

-Sim... é claro -Disse A professora-Pode ir

Valentine caminhou até Magnus, se despedindo de Ann antes e foi junto do diretor até o dormitório.

-Esse é seu quarto -Disse Magnus -Eu... Meio que dei uma invadida na sua mente para decora-lo de um jeito que você gostaria 

Valentine ignorou isso e entrou no quarto; era perfeito, as paredes eram brancas, e havia um guarda-roupa vermelho ai lado de sua cama, que também era vermelha, o guarda-roupa tinha as roupas de Valentine e ainda deixava duas estantes vazias, provavelmente para seus mantos. Haviam ganchos na parede, com o espaçamento certo para um cetro, mas estava vazio, e havia uma estante na outra parede, com o livro HeLa e o livro sobre monstro de Valentine, fora isso havia uma porta de madeira que levava a um banheiro, com um pequeno box, uma privada e uma pia com um espelho... àquilo era simplesmente perfeito.

-A propósito, daqui a pouco é hora do almoço,  é o Jantar e as 20:00, o café da manhã é as 9:00, não se atrase -Disse Magnus- Bom... é isso, estarei no meu escritório, qualquer coisa diga Poughkeepsie.

-Certo, obrigado -Disse Valentine.

Magnus saiu do quarto e fechou a porta, depois disso Valentine tomou um banho quente e deitou se em sua cama, ele estava tão cansado que dormiu e perdeu o almoço e a janta.


Notas Finais


Ufa... bom, esse foi mais um novo capítulo dessa Fic incrível, eu espero que tenham gostado, e até o próximo capítulo.


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