História O Livro dos Sonhos - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Martina Stoessel, Violetta
Tags Aventura, Magia, Romance, Tini, Violetta
Exibições 17
Palavras 1.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiiiii! Muito obrigada pelos comentários do capítulo anterior U.U, vocês são os melhores :)!! Espero que gostem desse segundo capítulo, é onde as coisas começam a ficar mais loucas aqui huehue :v Boa leitura <3

~ IsabellaM.OFC

Capítulo 2 - Não toque no livro, perigo de magia negra


A semana de Pepe foi bem cansativa. Aquele trabalho o estava matando. Ele se arrependeu completamente por não gostar de ler. Não podia nem respirar. -Shakespeare era um cara ocupado de mais em sua vida, fizera muitas coisas. Romeu e Julieta foi só um bônus. Pepe só percebeu isso na produção daquele trabalho chato. -E, para completar, aquela foi a semana mais louca que ele já teve. Ela começou a ficar confusa depois de Pepe escutar a vozinha. Na aula seguinte, o professor o deixou entrar. Ele começou a prestar um pouco de atenção já que já havia acabado o desenho dos lobos. Era uma aula normal, chata como qualquer outra... O estranho foi no final dela: todos os alunos seguiram em direção da sala da próxima aula. E a garota que havia elogiado o desenho na aula de química, agora estava rindo e o seguindo.

- Olha só quem prestou atenção na aula hoje, ha, ha! Então... Me fala: qual é a sensação de SABER responder a pergunta do professor? -Ela disse, irônica.
- Você não tem mais nada para fazer, além de me encher o saco, garota?

Ela deu uma gargalhada alta.

- Eu vi você fazendo o trabalho da aula de literatura. Parece que alguém está começando a se importar com as notas, não é, Barroso?
- Não me chame pelo sobrenome assim e... Quem é você para ficar me vigiando? 
- Sou sua única alternativa para resolver seu futuro problema, Pepe.

Ele estreitou os olhos. Na linguagem universal, queria dizer: "Ãh?".

- Você entenderá mais tarde... Ah, e a propósito: a garota chata aqui tem nome, sabia?
- Eu não me importo com isso, e o que você quer dizer com "Você entenderá mais tarde"?

A garota desviou o olhar para seu armário e o abriu.

- Não posso contar agora, Barroso.
- Sim, você pode. -Pepe fez uma careta, e em seguida apontou para ela. - A lei mundial das pessoas estranhas diz que quando uma garota aparentemente louca diz que é minha única solução para resolver um problema que eu nem sei que tenho, ela permite que essa garota diga que problema é esse!

Ela guardou alguns livros no armário, pegou o da matéria da próxima aula e olhou seriamente para Pepe, quase como um olhar de preocupação.

- Eu realmente não posso dizer o que é... Estou seguindo ordens. 
- Então por que tocou no assunto? -Disse quase gritando.
- Só te dou uma dica, e espero que a siga: vá fazer seu trabalho hoje. 
- Não estou nem um pouco a fim de...
- É isso ou você vai descobrir seu problema da pior maneira. E aí, vai ser tarde demais.

O sinal tocou novamente. Ambos estavam atrasados dessa vez.

- Tenho que ir para a aula. -A garota estranha falou. Dois passos depois, Pepe perguntou:
- PODE PELO MENOS ME DIZER SEU NOME?

Ela, que já estava um pouco mais distante, virou-se para ele e sorriu.

- Martina. Martina Stoessel.

E assim, ela entrou na sala de aula. Deixando Pepe com um pouco de raiva por não ter entendido nada daquela conversa.

O horário de aula já havia acabado, Pepe estava curioso demais para saber o que a tal Martina queria dizer. Ele encarou aquilo como um sinal. E, obedecendo às ordens da garota louca, foi para a biblioteca fazer mais uma parte do trabalho.

Dessa vez, ele conseguiu pegar o mesmo livro sem cair no chão. Se sentou na cadeira, deu um suspiro forte e começou a escrever.

Foi tudo normal. Ele não estava vendo nenhum sinal de problema. Nada de bolinhas de luz, ou recepcionistas dando tchauzinho. Estava tudo tão normal, que Pepe começou a ficar com sono. Ele se encostou no livro e fechou os olhos. Foi um cochilo de cinco minutos, até ele voltar a fazer o trabalho. Suas mãos doíam, ele estava cansado de escrever. Entediado, fechou o livro.

Pepe rodou pela biblioteca, vendo os livros, enquanto dava uma pausa no trabalho. Nenhum daqueles livros pareciam ser interessantes. Passando por uma estante viu livros pretos, com capas de couro e letras em dourado. Pareciam ser aqueles livros assustadores de filmes que, só pela capa, já diziam: "Não me toque. Perigo de magia negra". Passou reto.

Ele iria em outra estante ver outros livros. Mas alguma coisa o chamou atenção para um livro daquela estante: um brilho. E não um brilho qualquer, mas... Um brilho mágico. Pelo menos era o que parecia.

Ele foi até os livros de novo, e no meio deles estava um que ele não tinha visto. Um livro roxo. O título era: O Livro dos Sonhos. Parecia um livro normal. Porém, então, surgiu na capa: "Onde os seus maiores sonhos, se tornarão seus piores pesadelos".

Pepe, curioso, pegou o livro e o levou até a mesa. Admirando a capa, percebeu que tinha uma fada nela. Daquelas estilo Tinker Bell, com orelhas pontudas e asas brilhantes e delicadas. Suas mãos estavam prestes a abrir o livro, até Pepe escutar novamente a vozinha:

- Se eu fosse você, não faria isso.

Ele pulou de susto. Não havia ninguém na sala. Se concentrou no livro de novo e a vozinha veio a surgir. Concluiu que aquilo era apenas sua consciência e logo abriu o livro.

Foi aí que ele viu a coisa mais estranha que ele já tinha visto: uma névoa envolveu as páginas do livro. De lá de dentro, Pepe pôde ouvir uma voz. Tão grave quanto um robô danificado. A voz disse: "Obrigado por me libertar... Agora, nós vamos acabar com seu mundinho, humanoide".

Pense na coisa mais feia que você já viu. Agora, multiplique por cem. Ela aquele rosto. Da névoa, Pepe conseguiu ver um rosto totalmente machucado e ressecado. Os olhos, amarelos como o de uma serpente. Aquele rosto era tão horrível quanto a nota que ele tiraria no trabalho. Parecia... Um dos desenhos que Pepe já tinha feito em uma aula de matemática. Isso o assustou. Por impulso, ele fechou o livro e o jogou no chão.

- Martina tinha razão... Eu vou ter um problema muito sério se continuar vindo nessa biblioteca.


Notas Finais


OMG, Pepe achou o livro!! Acho que vocês devem ter percebido que eu tenho um sangue de Semideusa, né :V *Risada maléfica*, nessa fic terão várias referências :v

Espero que tenham gostado! Deixem a opinião de vocês nos comentários <3


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