História O Livro dos Sonhos - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Martina Stoessel, Violetta
Tags Aventura, Magia, Romance, Tini, Universo Alternativo, Violetta
Visualizações 48
Palavras 1.643
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HOLAAAAAAAA A TODOOOOOOOOOOOOOOOS UUUUUUHHHH! Cheguei com mais um capítulo UHUUUU! Espero MUIIIIIITOOOOO que gostem, de verdade! :V TEREMOS ALGUNS FATOS IMPORTANTES AQUI huehuehuehuehue :v ESTOU ANIMADA PORQUE SAIU A PRÉVIA DO CLIPE DA TINI (AAAAHHH, UMA SEMANAAAAA!)

~ Isabella M

Capítulo 3 - A consciência da voz fina


Depois de ver aquele rosto, nas páginas do livro, Pepe não conseguiu mais dormir direito. Rodava na cama de um lado para o outro tentando entender o que Martina queria dizer com "problema" ou por que aquele livro assustador parecia tão... Assustador. Ele tinha certeza: ele viu MESMO aquela névoa, o rosto era bem mais real do que qualquer coisa. As palavras que surgiram na capa não eram brincadeira nenhuma. Pepe chegou à conclusão de que nunca mais abriria aquele livro. Como a vozinha irritante tinha ordenado a ele.

No dia seguinte, nem o despertador precisou tocar. Ele já estava acordado. Se levantou tão rápido que até sentiu um pouco de tontura. Se arrumou e foi para a cozinha. O café da manhã parecia amargo.

Quando finalmente Pepe foi abrir a porta para ir à escola, ele ouviu um "Ãh-ãh. Onde você pensa que vai?". Virou-se para trás e viu seu pai. Com os braços cruzados e uma expressão que queria dizer "Sem celular por um milênio".

Pepe tomou coragem, pigarreou e o cumprimentou:

⁃ Papai. 
⁃ Você foi para a diretoria outra vez, Pepe? -O Sr. Barroso disse em um tom até suave. - Que exemplo acha que está dando à sua escola? Não foi fácil te matricular, você poderia pelo menos ter um pouquinho de esforço. 
⁃ Eu estou tentando pai, eu juro. Mas eu não...
⁃ Não, você não está tentando. Você só sabe fazer essas drogas de desenhos. Minha empresa é hereditária, e se você não acordar, eu não vou ter como te...
⁃ Eu não me importo com essa empresa! -Gritou. - Assim como você também não se importa com seu filho. Já pensou em me perguntar como sou tratado, lá? Ou por que eu não estudo? Eu estou me esforçando, agora. Estou tentando pelo menos. A professora Danvers me passou um trabalho valendo 50% da minha nota. Eu estou me esforçando para fazer esse trabalho. Eu comecei a prestar mais atenção nas aulas. E sou eu quem estou errado, não? Sempre sou eu!, você só se importa com sua reputação idiota!
⁃ Nunca mais se atreva a dizer isso, filho!
⁃ É a verdade!

Ele olhou para o chão e suspirou, cortando a conversa.

⁃ Eu posso ir para a escola?
⁃ Eu não quero ver você na diretoria hoje, entendeu?

Pepe assentiu e saiu de casa. Foi caminhando para esfriar a cabeça um pouco. Tudo estava girando. Não queria ter sido tão grosso com seu pai. Porém, quando Pepe explodia, ninguém podia segurá-lo. Dizia coisas sem pensar, e depois ficava mal. Era sempre assim...

Por um milagre, Pepe chegou cedo. Sem nenhum atraso. Foi para a biblioteca e pegou o Livro dos Sonhos, de novo. Ficou no corredor em frente ao seu armário. Esperando algum sinal de Martina. Ele nem ousou abrir o livro. Mas sua consciência sempre estava ali para perturbá-lo.

⁃ De novo com isso? -A vozinha fina e irritante disse. A única pergunta que ele tinha era: por que sua consciência tinha uma voz assim? Por que não uma voz de um lutador ou do Google Tradutor? - Já mandei você largar essa coisa. 
⁃ Obrigado, consciência. Não preciso da sua opinião.

Aparentemente, Pepe estava falando sozinho. Todos que olhavam no corredor riam. Em meio às risadas, ele avistou Martina. Foi até ela, e, sem nem dizer um oi a puxou para longe de todos, para um corredor vazio.

⁃ Tá, legal. Eu vou ser bem direto e também espero que você seja: O QUE ERA AQUELA COISA? 
⁃ Ahhh, pelo que estou vendo você me obed... -Seu olhar foi para o livro. Martina se calou e arregalou os olhos para ele: - Você o pegou? O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA, BARROSO? Sabe em que encrenca está se metendo?
⁃ Não, e é exatamente aí que eu quero chegar. Pode me explicar, por favor, o que está acontecendo e por que eu vi aquele rosto? Ou a névoa? Ou por que as palavras surgiram na capa?

Ela ficou sem expressão de repente.

⁃ Rosto?
⁃ É, uma cara toda ressecada e machucada. Com a voz grave que eu queria que minha consciência tivesse.
⁃ O quê?
⁃ Ignore a última parte. Mas... O que é aquele rosto?

Martina esfregou as mãos preocupada. Olhou para os lados e, mesmo não tendo ninguém no corredor além deles, ela puxou Pepe para dentro de uma salinha.

⁃ O rosto era muito... Ahn.... Feio?
⁃ E assustador!

Ela xingou tão naturalmente que foi até engraçado.

⁃ Eu vou matar o Dominguez por me dar a informação errada!
⁃ Quem é Dominguez?
⁃ Ah... Ninguém, ninguém! Bem, Pepe, o que você viu foi um gigante.
⁃ Um gigante?
⁃ Sim, mas era para você ter visto uma... Fada. Não um gigante! 
⁃ Era para eu ter visto uma fada? -Ele repetiu em um tom irônico.
⁃ Sim. Você não a viu, ou a ouviu ontem? Sabe, elas são bem visíveis e é impossível você...
⁃ Você não está falando sério, está?

Pepe tinha uma expressão irônica no rosto. Como quando alguém afirma que você viu um gigante dentro da página de um livro, num 3D tão bom que parecia real.

⁃ Eu estou. E me dê esse livro. - Ela o pegou e murmurou - Como ele veio parar aqui...? Ele estava seguro na mansão, eu me lembro muito bem de... Ah, não.
⁃ Mansão? Que mansão? Do que você está falando, Martina? 
⁃ Tenho que guardar isso.

Ela tentou abrir a porta, mas Pepe a segurou.

⁃ Nós não vamos sair daqui até você me explicar tudo.
⁃ Eu já disse que não posso! Já dei informação demais! Você terá que descobrir tudo sozinho. 
⁃ Eu vi um rosto. Acho que já tenho o direito de pedir informações mais precisas.

Ela o observou como se fosse lhe dar um soco. Seu rosto tremeluziu e ela emitiu uma luz clara que quase o cegava. Logo, a luz se espalhou pelo corpo todo da garota. Pepe conseguiu ver mais informações do que uma conversa de cinco horas poderiam dar: viu a imagem de um homem de capuz discutindo com alguém. Uma... Garota loira. Suas feições eram tão delicadas quanto uma flor. Estava cabisbaixa e tentando argumentar. Mas ele não dava chances. Até que ela começou a encolher, como alguém gostaria de encolher quando se sente constrangida perto de outra pessoa. Ela ficou com vinte centímetros e começou a voar. Asas surgiram em suas costas. O homem de capuz finalmente percebeu a luz em sua direção. Pepe não conseguia ouvir nada, mas podia ver nitidamente o desespero dele em apagar aquela luz. A imagem se desfez e Martina caiu no chão de joelhos.

Pepe foi ajudá-la a se levantar.

⁃ Você está bem?

Ela estava fraca, mal conseguia responder a pergunta.

⁃ Preciso ir a um lugar.
⁃ Que lugar? 
⁃ A diretoria.

Sr. Wilson parecia preocupado com o estado de Martina. Eles estavam conversando e eles diziam coisas muito sem sentido como: "Dominguez previu o futuro errado!".

⁃ Você precisa descansar, Martina. 
⁃ Eu sei. Mas Pepe viu tudo! -Disse como se o mesmo não estivesse ali também. Ouvindo a conversa.
⁃ Sente-se, meu rapaz.

Ele se sentou ao lado de Martina e o esperou dizer o que queria.

⁃ O que você viu exatamente?
⁃ Ahn... Um cara de capuz e uma garota que voava.
⁃ Não. O que você viu em especial? 
⁃ Um cara de capuz e uma garota que voava! -Repetiu. 
⁃ Você não reparou se tinha algum, ãh, livro lá?
⁃ Não. Eu deveria?
⁃ Pepe abriu o Livro dos Sonhos, senhor. -A vozinha irritante disse.

Charlie de repente sentiu vontade de matá-lo.

⁃ Você abriu o livro, Pepe? 
⁃ Ah, droga, minha consciência acabou de me dedurar.
⁃ Mercedes, você já pode aparecer. -O Sr. Wilson ordenou.

Então, a dona da vozinha irritante apareceu. Era a mesma garota loira que Pepe tinha visto na imagem.

⁃ Olá, papai. 
⁃ O quê? Você também é uma consciência, Charlie? -Pepe riu. 
⁃ Consciência?
⁃ Você é um burro, Sr. Barroso. -A garota disse. A voz dela ainda era irritante. Ela tinha orelhas pontudas e um brinco de diamantes. Seu vestido até o pé parecia o de alguma princesa da Disney. Ela ainda tinha uma voz fina, porém era ainda mais irritante.
⁃ Obrigado.

Martina ainda estava fraca. Entretanto, parecia forte o suficiente para gritar com Mercedes.

⁃ Você deveria ter aparecido antes!
⁃ Eu apareci! Pepe se recusou a me ver! Eu não poderia fazer nada.
⁃ Esperem... -Pepe falou confuso. - Quem é você?
⁃ Você não se tocou ainda? -Ela revirou os olhos e foi diminuindo novamente. Ele percebeu que tanto no vídeo que Martina tinha mostrado, sem querer, quanto ao vivo, Mercedes podia voar. Ela era a fada. - Papai, a mansão está em perigo. Precisamos fazer alguma coisa.

As asas dela batiam como de um beija-flor. A forma de como ela se movimentava era muito rápida.

⁃ O que realmente aconteceu na mansão?
⁃ O livro foi roubado. Ele está aqui na escola. Pepe o abriu e colocou todos em perigo.
⁃ EU NÃO COLOQUEI NINGUÉM EM PERIGO! -Gritou.- E por que estou falando com você? Você não existe! Ou será que saiu de algum livrinho da Disney também?

As asas dela começaram a parar. Ela caiu no chão e perdeu sua forma pequena. Voltou a ser a garota normal que era.

⁃ Ai...
⁃ Pepe! -Sr. Wilson gritou. - Você está matando minha filha! 
⁃ Eu estou sonhando. Nada disso aqui é real. Tudo o que eu quero é acordar. Eu não vi fadas, nem gigantes. -Disse para ele mesmo. - Não coloquei ninguém em perigo. Vou acordar e nada disso aqui vai ter realmente acontecido.

Ele saiu da sala, e o sinal tocou. Pepe foi para a aula.


Notas Finais


Huuuuuuuuuuuuummmm :V Um sonho kkkkkk sabe de nada, Barroso :V GOSTARAM? Espero que sim! Deixem a opinião de vocês nos comentários <3 Até semana que vem, DIVOS DO CORE AAAHHH!

~ Isabella M


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