História O Livro e a Letra (HIATUS) - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce
Visualizações 88
Palavras 709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, Bolinhos! *desvia de uma pedra* CALMA AÍ, CACETA! EU SEI QUE SUMI, MAS OLHA EU AQUI DE NOVO!

Capítulo 20 - Você confia em mim?


Fanfic / Fanfiction O Livro e a Letra (HIATUS) - Capítulo 20 - Você confia em mim?

- Ela disse para soltar. - Disse Castiel. 


Eu paralisei. Minhas pernas não se moviam, junto com os braços. Meu olhar transparecia desesperto e confusão em meio às lágrimas teimosas que insistiam em cair. Castiel, por sua vez, percebeu que eu estava desesperada e deu passos em minhas direção, bem devagar. Ele chega tão perto que posso ver claramente os seus olhos da cor cinza. Castiel não diz nada até então, só coloca uma mexa de meu cabelo atrás da minha orelha e finalmente diz algo:


- Você está bem? 


Eu não sabia mais como falar. As lágrimas insistiam em cair, fazendo soluços saírem de minha boca. Dois homens morreram na minha frente. Eu deixei o choro sair, me abraçando. Castiel retira sua jaqueta, colocando a mesma em mim e beijando minha testa, dizendo:


- Quer sair daqui, Annie? 


Eu apenas balanço a cabeça afirmando, enquanto tento controlar os soluços. Castiel faz um sinal com a cabeça para os três homens na porta, que logo começam a pegar os corpos mortos do chão de meu quarto. Corpoficarem s. Castiel me abraça de lado e começa a andar, dizendo:


- Não olhe. 


Eu não olhei. Eu chorei pelas almas que se foram em meu quarto. Eu chorei pela minha vida que poderia ter ido embora, em vez da deles. Eu chorei porque queria abraçar Castiel, mas não sabia se ele era confiável. 


Castiel desceu comigo até a sala, saiu dali e minutos depois voltou com um copo d'água. Eu tomei tudo com as mãos trêmulas e os olhos já vermelhos. Castiel estava sentado na mesinha de centro à minha frente, me olhando como se estivesse com medo. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas sabia que ele tinha respostas. Então, eu comecei a ter a conversa tentando parar de me tremer, mas ele foi mais rápido que eu:


- Eu irei lhe responder tudo que tenho permissão de dizer, Annie. - disse ele, prosseguindo: - Mas temos que sair daqui imediatamente. 


- O quê!? Por quê? O que está havendo, Castiel? 


Castiel suspira, passando a mão na nunca e olhando para o lado. O ruivo se levanta da mesa, se ajoelha em minha frente, pegando o copo de água de minhas mãos trêmulas e o coloca de lado, segurando minhas mãos e as fazendo parar de tremer logo em seguida. Castiel acaricia minhas mãos, olhando meu rosto como se estivesse memorizando o mesmo em sua mente, e com um olhar sério, ele diz:


- Você confia em mim, Annie? 


Eu fico olhando aqueles olhos da cor cinza por um tempo, relembrando todas as vezes que eu o olhava e podia admirar suas pupilas ficarem dilatadas ao me ver. Eu encosto minha à sua, respondendo ele de forma séria:


- Como nunca confiei alguém. 


Castiel sorri após minha fala, mostrando suas covinhas, mas o sorriso desaparece, levando consigo as covinhas. Castiel olha para mim sério novamente e diz, num tom autoritário:


- Então pegue suas malas, pois iremos sair dessa cidade daqui à meia hora. 


Eu balanço a cabeça em confirmação e logo em seguida me levanto, correndo para o meu quarto e pegando minhas mochilas que estavam com todas as minhas roupas. Eu peguei meus remédios e algumas coisas extras e as coloquei dentro de uma das mochilas. 


Estava olhando na minha cabeceira se não havia nada de importante, até que achei o meu canivete. Eu o coloquei dentro de minha calça e olho novamente para minha cabeceira. Encontro uma foto minha e de minha mãe, junto com meu pai. Eu estava sorrindo, com as mãos para trás, segurando um urso, enquanto minha mãe sorria alegremente, mostrando seus brancos dentes em um sorriso verdadeiro; papai estava sorrindo e segurando a mão de minha mãe, enquanto a outra segurava uma luva de baseball; meu irmão mais velho sorria timidamente segurando sua bola de baseball em uma mão, enquanto a outra estava com uma luva igual à de papai. Pego a foto e a guardo cuidadosamente em minhas coisas e pegando tudo, desço as escadas e encontro Castiel no batente da porta, com os braços cruzados e olhando para a rua. Eu fico o observando por um longo tempo, até que o ruivo percebe minha presença e se vira para mim:


- Está pronta? - perguntou ele. 


- Sim.


Notas Finais


E aí, o que acharam? Até os comentários, se tiver! <3


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