História O Lobo Azul - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon, Nash Grier
Personagens Nash Grier, Personagens Originais
Tags Drama, Ficção, Lobos, Nash Grier, Romance
Exibições 191
Palavras 2.996
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEEEEY! Primeiramente eu quero agradecer os favoritos e comentários gente 92 Caracaaaaaaaaaaa q issoooo! Não to crendooooo vocês são um amor sao tudo fod@! Vocês são pessoas incríveis aqui (quero abraçar você) . :3 :3 e eu espero que você esteja mesmo gostando.

Leitor a sua opinião de todos vale muito.. Obrigada hein!

Sobre o Cap de hoje:

Eu pensei bastante nesse cap e tive que dividir em duas partes pois ficaria muito grande, ok?

Espero que você goste.
ATENÇÃO nas notas finais!

Tenha uma boa leitura...

Capítulo 19 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction O Lobo Azul - Capítulo 19 - Capítulo 19

Nash Point of View

Caminhando para o final de Janeiro, num sábado há noite e parecia que a chuva resolveu cessar.  Fazia dias que eu estava transformado e me adaptando a viver no meio dos humanos. Eu era um lobo solitário por dentro, mas um humano repleto de companhia por fora. 

Eram poucos dias com ela, mas parecia que eu a conhecia há muito tempo... 

E lá estava ela descendo aquela escada com um vestido preto, mostrando maior parte de suas pernas e uma jaqueta sobre o braço. A cada degrau que ela pisava, eu sentia uma martelada na cabeça, ao lembrar que o humano para qual ela sorri é um lobo inimigo. 

E a humana para qual eu sorrio tem um irmão protetor que supostamente é um caçador. Voltaria na manhã seguinte. A cada passo que ela dava na minha direção, eu me pedia força... Faltavam poucos dias... Ele não podia me descobrir. 

Eu não poderia matá-lo. Por mais que os odiasse, por mais que fosse minha obrigação lutar contra todos os inimigos, eu não poderia... Por Luna. 

Eu prometi aos meus irmãos, mas eu também prometi a ela. 

Estava encurralado. 

- Então... -a mesma suspirou, parando em minha frente - Como eu estou? 

- Decotada demais. - reparei - Vai sair de blusa? Cadê aquela sua calça jeans? 

- Está na máquina. E isso não é uma blusa é um vestido. - apresentou, movendo a prega do mesmo - Viu? 

- Você tem que ir mesmo para essa festa? - indaguei desconversando, pois estava aflito. - Se nem o Max vai então por que você tem que ir? 

- Porque eu quero e eu vou com a Jessie. Nash, nós já conversamos sobre isso. Não se preocupe. Estarei voltando antes da meia-noite. - ela lembrou, exalando aquele aroma reluzente, invadindo todo o local - Você não quer ir mesmo? 

- Não. É melhor eu ficar aqui tomando conta da casa. - me recusei, pois eu pretendia fazer outra coisa e não fazer alguma tolice - Pode ir sozinha. Vou confiar em você. Só tome cuidado. 

- Tudo bem. Está com celular em mãos? 

- Sim. - tirei-o do bolso e mostrei a ela - Aqui. 

Meu olfato captou outro cheiro e eu sabia que era Jessie chegando. 

- Sua amiga chegou... - avisei. 

 - É hora de ir. - ela respirou fundo. 

A campainha tocou e ela pegou o violão dos meus braços e foi até a porta e notei que seu sapato deixou-a mais alta e bela. Colocou a alça da capa sobre as costas e a mão na maçaneta. Virou para mim antes de abri-la. 

- Lembre-se. Verde para ligar e vermelho para encerrar a ligação. - ela me lembrou, sussurrando. 

- OK. Eu espero que me atenda ou então eu vou atrás de você.

- Eu vou. 

Olhamo-nos e ela ia abrir a porta, mas eu peguei no pulso dela e a impedi. Puxei-a para mim e nossos corpos se chocaram. Levei minha mão até a curvatura de seu pescoço, segurei, olhando no fundo dos seus olhos e sussurrei...

- Você já sabe das regras. Você é minha até a noite da lua azul. - lembrei-a do trato, encarando-a. 

- Eu sei... - sussurrou, olho no olho - Sou toda sua. 

- Boa humana... - fiz um sorriso de canto, acariciando a maciez de seus lábios com o polegar. 

Soltei-a e ela abriu a porta. Escondi- atrás da mesma. 

- Hey amiga! Segui o esquema. Falei pros meus pais que vim assistir filme contigo e dormiria aqui. Então. Pronta pra requebrar? - a voz da Jessie, muito agitada por sinal - Nossa. Você está muito gata.

- Valeu. Você também. - elas se elogiavam. 

- Poxa, se eu soubesse que estaria de vestido, colocava o meu também, mas eu pretendo ir até o chão. Então... - ambas as vozes se afastando.  E eu olhei naquele escuro, Luna partindo e entrando no carro na frente da casa. 

E vendo-a ir, senti um pouco de arrependimento. Apertei os punhos, segurando-me para não correr atrás do carro  da amiga dela e subir por cima do mesmo feito um lobo sem controle. 

Você não precisa se preocupar com ela. Ela vai te obedecer... O lobo dentro de mim dizia. 

Era hora de voltar para o quarto do Tom e buscar mais rastros de Adolfo Schneider. 

 

[...]

 

Luna point Of View

Sinceramente eu não entendi por que Nash não quis ir à festa conosco. Justamente o lobo perseguidor. Naquele momento em que eu já estava aceitando sua possessividade, ele resolve me deixar andar pelas ruas há noite sem o mesmo.

De qualquer forma. Era noite de festa e eu queria me divertir, embora estivesse com frio na barriga tentando imaginar como seria essa festa.

Chegamos numa rua vazia e o único barulho que eu conseguia ouvir, era uma batida abafada. 

- Está ouvindo isso? - Jessie fez um sorriso esplêndido - Chegamos. 

Começamos a ver diversos carros e um casarão logo à frente. Tão grande que amedronta. Tantos carros que quase não havia vaga para o carro da Jessie. Ela estacionou e somente pelo vidro da janela, pude ver alguns adolescentes do lado de fora da casa. Conseguia ouvir suas risadas dali. 

Jessie abriu a porta e eu abri a outra em seguida. Ajeitei meu vestido e começamos a andar até a entrada. 

- Caramba! - sussurrou Jessie empolgada. 

Todas as janelas piscando. Parecia uma porta de balada. Os seguranças eram garotos bêbados e meninas risonhas postados na porta. 

- Oi princesas... - prendi a respiração. 

- Que isso hein! - o outro disse e levou uma tapa da garota loira do seu lado. 

- Cala a boca, Derek! - ela deveria ser sua namorada. 

Seguimos juntas e eu já conseguia ouvir nitidamente o som alto e a batida pesada. 

Chegamos à varanda e eu respirei fundo, segurando firme no meu violão. Jessie tomou iniciativa e apertou a campainha. 

Alguém ouviria? 

A porta se abriu breve e vejo Taylor sorridente, arrumado, com uma bandana verde. 

- Bem-vindas princesas! - ele nos recebeu todo animado e isso me deixou menos nervosa - Podem entrar. 

- OK! - Jessie deu o primeiro passo porta adentro e eu fui logo atrás.

- Sintam-se a vontade. - concedeu e fiquei boba com a dimensão que existia do outro lado da porta. 

Tantos... Tantos adolescentes que nem havia espaço para passar. Todos bebendo, dançando, rindo, conversando entre si. Eram diálogos confusos, por ter tantas vozes. 

- Uau... - ouvi Jessie sussurrar tão abismada quanto eu. 

Travei na porta. 

- Ei. - Taylor nos chamou - Sigam-me.  Os meninos estão lá fora. 

Lá fora? 

Sim, lá fora. Taylor nos levou para outro local da casa que mais parecia uma mansão de tão imensa e mostrou-nos a parte de trás da mesma, ainda no andar de baixo e era um quintal enorme com piscina interditada. Havia jovens pulando na água iluminada, balões coloridos assim como as luzes de fora. 

- Olha. Lá estão eles. Aquele será o palco o qual vocês irão cantar. - mostrou Taylor e eu fiquei encantada com aquele pequeno palco armado ali - Venham. 

Seguimos o dono da festa e da casa que nos levou até o Chad e ao seu lado estavam Matthew e Fabian. Eles estavam em outro local onde havia o DJ da festa que era... 

Uma garota? 

- Meninas, olha quem acabaram de chegar! - Vociferou Taylor para os meninos. 

- Luna! - Fabian abriu aquele sorriso meigo. 

- Gatinhas! - Matthew foi logo pra cima da Jessie - Você veio. 

- Vim né.  Não ia perder uma festa dessa. - falou Jessie rindo de nervoso, pois, no fundo, ela estava tão nervosa o quanto eu. Mas admito que Jessie lida com isso mais rápido do que eu - E aí?  Tudo bem? 

- Melhor agora! - o mesmo confessou todo entusiasmado já. 

- Luna. - Chad veio até mim e trocamos beijos na bochecha - Você está muito linda com esse vestido. 

- Obrigada. - soltei risos. 

- Pode crer... - Fabian me observava com um copo vermelho de ponche sobre o lábio. 

- Trouxe meu violão. - mostrei. 

- Estou vendo. - Chad sorriu - Beleza. A gente canta daqui apouco. Deixa seu violão com a Lox. 

- Lox?  - franzi a testa e ambos assentiram. 

- Sim. Minha best. - apontou Taylor para a DJ que estava mega distraída com os fones enormes - Mahogany! 

- Ah tá. - ela tinha lindos cachos ruivos e compridos. 

- Mahog! - berrou Taylor, sob o fone dela que mexia a cabeça muito vidrada na música e olhos fechados - Ela não ouve.

- Tira o fone dela. - indiquei. 

- Peraí... - Taylor foi até ela e passou a língua na sua bochecha fazendo-a se curvar tomada pelo susto. 

- Que porra é essa? - ela franziu as sobrancelhas - Tinha que ser o Taylor! 

- Eu sei que tu gosta. - ele zoou. 

- Eca. - a mesma fez cara de nojo para ele, notando-me seguidamente. 

- Essa é a Luna. Amiga do Chad e agora minha.  apresentou.

- Hmmm. Carne nova é? - Fez uma face analisadora, olhando-me de cima a baixo. 

- Como assim? - eu não entendi. 

- Bonita. Sou Lox. - apontou para sua blusa com seu nome escrito na mesma - Quantos anos você tem? - ela perguntou. 

- É Mahog. - destacou Taylor. 

- Mahog é tua bunda. - disse ela. 

- Ela detesta que eu a chame de Mahog. - explicou Taylor rindo - Só o Jacob pode chamá-la assim. Ele a chama de Maho. 

- Cala a boca bandana. Vai caçar carnes por aí. - mandou. 

- Relaxa amor. Eu só estou saindo porque tenho que atender meus convidados. - ele foi andando e cumprimentando os amigos. 

- Vai lá, bundinha. - zoou ela e voltou a me olhar, trocando os fones por uma tiara com orelhas de oncinha – Esse garoto não é mole... 

- Imagino...  - soltei risos. 

- E aí? Há quanto tempo conhece esses malucos? É da escola deles?  tentou me decifrar.

- Sou sim. Mas faz pouco tempo que nos falamos. - expliquei. 

- Entendi. Bacana. Me passa seu violão pra eu guardar aqui. - dei para ela que sorriu - Não precisa se preocupar. Ele está em boas mãos. 

Ela parecia ser uma garota legal. 

- Lox, querida, eu preciso que você pare a música pra mim! - interrompeu Katy e eu tomei um susto ao vê-la na festa. 

O que eu estava esperando? Era óbvio que ela estaria naquela festa e logo me lançou o olhar de rival. 

- Por que o DJ pararia a música? - perguntou Lox, arqueando uma sobrancelha. 

- Porque tem uma queen querendo cantar. Por favor, linda. - ela se achegou em Lox e começou a brincar com seus cachinhos - Já disse que te amo hoje? 

- Sei lá. Tipo umas 100 vezes? - lembrou. 

- Por favor. – Katy fez biquinho - Eu já pedi pro Taylor. 

- Aff. - suspirou - OK. Eu paro. 

- Brigadinha. - sorriu e foi andando até o palco com aquela bota de salto fino.

Lox sorriu para ela e quando virou para mim, mudou literalmente a face. 

- Não curto essa garota. Ela pensa que eu não enxergo falsiane. - confessou e concluí que Lox sabia que tinha uma cobra na festa - Você não fala com ela, fala? 

- Não. 

- Ainda bem. Eu já estou cansada de receber as escravas, digo, amigas dela. Nem sei como os meninos e elas suportam essa garota. Acho que um dia numa sala com ela, eu me jogo pela janela. - disse. 

Eu não queria, mas eu ri e ri alto. 

Katy virou a face na subida do palco montado, jogando aquele cabelo com mechas rosadas e me encarou. As mechas e o estilo era a única coisa que eu gostava nela. Mas as aparências enganam. Fingi que não era comigo e voltei a olhar para Lox que olhava através de mim. 

- Opa. Fui. - ela voltou para seu local. 

- Luna. - ouvi uma voz por trás de mim, virei e dei-me de cara com Fabian segurando dois copos de ponche- Vai uma bebida? 

- Claro. - aceitei, pegando-o de sua mão - Obrigada. 

- De nada. - o sorriso não saia de seus lábios. - Trouxe roupa de banho? 

- Biquíni? - balancei a cabeça negativamente - Não. Eu não sabia que teria piscina e não estou a fim de pular nela. 

- Nem eu. - riu e eu ri de volta. 

Olhando-o, levei a borda do copo até a boca e dei um gole. Sentindo o líquido escaldando minha garganta, subindo pela narina, quase engasguei-me - Espera. Tem álcool? 

- Estamos na festa do Taylor Caniff. Que tipo de bebida você achou que teria? Somente água com gás? - perguntou – Sendo sincero. Eu também não costumo beber e te entendo. Se você quiser eu busco água pra você.

- Não. Não precisa. Eu vou beber. - encorajei-me. 

- É só um copo. Não vai mudar nada na gente. - Fabian deu seu palpite, dando mais um gole. 

E eu sorri, dando outro gole, tentando ingerir a bebida. 

A segunda vez desceu mais suave. 

Até que não é ruim. 

Todos começaram a vibrar e notei que era Katy com sua banda começando a cantar a música que a mesma compôs. O refrão era algo como:

Moon Killer  

Ela era boa na guitarra. Pena que seu ego era maior que o seu talento. 

 

[...]

 

Max Turner Point of View

Estava escorado na cabeceira da minha cama, ouvindo Nirvana no último volume enquanto jogava RPG online em pleno sábado. 

Eu menti. 

Menti para minhas melhores amigas e por quê?  Por que eu era um idiota. Tudo bem que eu fui trabalhar no cinema naquele sábado, mas eu larguei no horário normal. 

Mentir para elas foi uma tarefa difícil, mas eu preferia ficar em casa fazendo o que gostava do que ir para um lugar onde eu sabia que não me encaixaria. 

- Filho. - meu pai, Robert, apareceu na porta. 

Tirei o fone do ouvido rapidamente. 

- Fala pai. - respondi. 

- Tem um garoto esquisito na porta, disse que é seu amigo. - avisou. 

Amigo? 

- Quem é? - franzi o cenho. 

- Um tal de Nash. - O quê? 

O que ele veio fazer aqui uma hora dessas?  Pensei perplexo e vi que era quase três da manhã. 

- Diz que eu já estou indo. - falei. 

- OK. - ele fechou a porta e eu fiquei confuso. 

Levantei-me da cama e pus as mãos sobre o cabelo, incrédulo, pensando se ele queria me matar, mas então me lembrei de que eu estava mantendo segredo. 

Desci e fui até a porta. Notei meu pai na cozinha e a TV da sala tava ligada no canal de esportes. 

Abri a porta e vi aqueles olhos do pálido. 

- O que você está fazendo aqui? - sussurrei - Como sabe onde eu moro? 

- Luna... - sua voz era ofegante e eu percebi que ele veio correndo e a pé - Ela foi pra festa e não voltou até agora... 

- O quê? Já ligou para ela? Ah, você sabe o que é celu- ele me interrompeu. 

- Sei e eu já liguei e ela não me atende. - falou nervoso. Ele suava frio - Eu estou ficando preocupado. Sabe onde Taylor mora? 

- Sei.  Um pouco longe. Num bairro nobre. Por quê? 

- Preciso da sua ajuda. 

- Para o quê? 

- Leve-me até essa festa. Agora. - eu já suspeitava. 

- Não dá cara.

- Por quê? Você não está preocupado. Achei que se importasse com ela. - franziu o cenho. 

- Mas eu me importo. Com as duas... - olhei para sala para conferir se meu pai ainda tava ali e voltei a falar com o lobo - É que está tarde e meu pai-

- Você quer que eu fale com ele? - mostrou seu olhar sombrio. Caramba. Se as coisas não saírem como ele quer vai acabar atacando o meu pai? 

- Não. V-você fica aqui que eu mesmo falo. Ok?

- Ok. 

Entrei e meu pai estava sentado no sofá com um prato de frango e uma garrafa de cerveja, assistindo reprise de jogo. Fui até ele. 

- Pai. - chamei e ele engoliu a carne. 

- Fala filho.

- Meu amigo está me chamando pra dá uma volta. Posso ir com ele? 

- Pode sim filho. Vai se divertir. Só não volte muito tarde, antes das seis, que é a hora que sua mãe acorda. - lembrou-me. 

- Eu sei e... pai. 

- Diga filho. 

- Posso ir com seu carro? 

- O menino não tem carro? - estranhou. 

- É que ele veio de bicicleta e não vai dar para andarmos juntos. - expliquei,  mentindo. 

- Tudo bem. - ele limpou a mão no seu roupão e foi até o chaveiro dele. Entregou a chave para mim - Olha. Toma cuidado hein. Tem sorte de amanhã ser domingo. 

- Obrigado pai. - sorri e corri até a garagem e calcei meu tênis. Eu ia sair de calça de dormir mesmo antes que o lobo arrombasse a porta - Volto logo. 

- Acho bom e levar camisinha. - meu pai achava que eu era pegador - Esse é o meu garoto. 

Fechei a porta. Fui até a garagem e a abri para poder sair com o carro. Nash estava me esperando na calçada e eu o chamei.

- Seu pai estava comendo ave? - perguntou estranhando. Ele tinha um olfato poderoso. 

- Frango. Por quê? - perguntei.

- Por nada. Só curiosidade mesmo. 

- Hum. - abri a porta do carro - Vamos? 

Ele entrou e eu entrei em seguida. 

- Festa de populares... - respirei fundo. Era hora de encarar por minhas amigas - Aqui vou eu. 

Pisei fundo.


Notas Finais


Esse é o vestido da Luna:
https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/94/86/46/948646c79ab960e2b79165b73cfe5973.jpg

Esse cap ta meio Rebelde kk (não saiu do jeito que eu queria, mas tentei)

Gente, o que vocês acham que vão rolar no próximo cap??
Eu só digo uma coisa...

TA-TA-TA-TAMMMMMMM... KK PAREI.

E aí? O que acharam? Sejam sinceros pfvv.

------- ♥♥Leiam essa fanfic de uma miga ♥♥------

https://spiritfanfics.com/historia/impossible-dream-6629769/capitulo8

E leiam essa♥♥------------

https://spiritfanfics.com/historia/perdition-6183142

Eu amo essas fic e as autoras tbm. E creio que vocês também vão gostar♥💙💙♥

Leitor não se esqueçam de dizer o que achou..

Beijoos e até o próximo?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...