História O Mago das Espadas - Capítulo 29


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Palavras 4.598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite Magos e Magas! Estamos de volta com um super capitulo de o Mago das Espadas!!! Bom pessoal em primeiro lugar gostaria de agradecer a todos que vem apreciando esta historia, a todos que favoritaram e aqueles que comentaram, agradeço, pois seus comentários me ajudaram e me ajudam a ter mais vontade de prosseguir esta saga e hoje trago um capitulo especial, com emoção drama e um acontecimento que mudara o Mudo da Magia!!!

Curiosos? Leiam e descubram, desde já uma boa leitura a todos e vamos ao capitulo da semana!

Capítulo 29 - O Despertar


Fanfic / Fanfiction O Mago das Espadas - Capítulo 29 - O Despertar

O vento batia em seu rosto lá no alto daquela velha colina, as folhas da grande árvore caiam sobre seus ombros, o Sol do crepúsculo dava ao céu uma cor alaranjada reconfortante.

Era o momento favorito do jovem sonhador, quando o dia estava se findando e ele corria para a encosta onde repousava o monumento em honra ao Dragon Master Dyne e lá ficava vendo o Sol se por até as primeiras estrelas nascerem e refletissem no oceano junto com a lua. Aquela paisagem sempre lhe trazia tranquilidade e renovava seu espirito, mas desta vez nem aquela beleza conseguiam acalmar sua mente.

Foi um dia cheio... De um mero ensaio no campo com Luna, sofreu uma tentativa de assassinato, sua mente ou seu espirito vagou por um lugar sombrio e nefasto, nem ele sabe como conseguiu voltar, depois recebeu de seu pai uma bela espada dizendo que era seu presente de maioridade. 

– Pai...

O jovem fecha os olhos ao chamar aquele que sempre o apoiou e lhe contava as melhores historias sobre lendas e heróis do passado, o mesmo homem que ele achava conhecer na verdade não conhecia nada!

– Quem é o senhor de verdade? – Pergunta o menino para o nada.

Sentado na grama Alex tentava achar as respostas para seu conturbado dia, mas era em vão... Quanto mais ele pensava, mais duvidas surgiam e ainda tinha a escola...

– Escola de Magia... – Suspira. – Acho que agora eu entendo o medo que a Luna sentiu... Medo do desconhecido, do que vira daqui pra frente, será que encontraremos pessoas de bem pelo caminho, ou pessoas ainda piores que o mago que me atacou? – Tudo isso passava pela mente do menino, eram varias coisas que ele se encheu de pensar e se deitou na grama olhando para as nuvens e lá no alto um brilho lhe chamou a atenção. Uma estrela que nunca desaparecia que sempre seria um ponto a guiar aqueles que perdem seu caminho a famosa... – Brave Vesperia...

O nome de uma brilhante estrela que residia no mais alto céu, sempre a noite brilhava em múltiplas cores, para muitos era apenas uma estrela de brilho incomum, mas para outros como Alex era uma estrela guia.

Seu pai havia contado diversas vezes que quando Dyne se via perdido em seu caminho olhava para a Brave Vesperia e seu corpo e mente se enchiam de vigor e de esperança novamente.

– Será que você ai do alto... Poderia reacender a minha esperança?

Nenhuma resposta.

– Eu já não sei mais o que acreditar... Parece que meu pai mentiu pra min a minha vida toda! As histórias que ele me contou, seriam mesmo verdadeiras?

Nenhuma resposta.

– Será que Dyne fez tudo isso que ele me contou, ou foi apenas faz de contas?

E a estrela permanecia lá no alto brilhando, o Sol já havia se posto aumentando seu brilho, mas ela não respondia as perguntas do jovem que ficava cada vez mais triste.     

– O que eu tô fazendo, tentando falar com uma estrela?! – Esbraveja o menino se levantando. Sacode a grama que ficou em sua roupa se vira para ir embora, mas... – Eu só queria saber... A verdade... Apenas isso. – E deixa o monte indo em direção a sua casa.

O povo já recolhia suas coisas e iam para suas casas encerrando assim mais um dia de trabalho, na cabeça do menino um mar de perguntas e duvidas pairavam, mas um sentimento mais incômodo persistia... A raiva... De seu pai, de Nall, mais principalmente pelo mago das trevas.

Se eu tiver a chance, por menor que seja de dar o tronco...

O menino sacode a cabeça.

O que eu tô dizendo, como eu poderia lutar contra um mago se nem ao menos sei usar magia! Eu devo tá ficando maluco mesmo.

E ele ri da própria ideia, mas ao olhar para sua casa seu sorriso some.

– Hum?

As luzes da casa estavam apagadas.

– Que estranho será que minha mãe ainda não voltou... Não... A Luna há essa hora já estaria em casa, então porque tudo tá apagado?

Ele se aproximou da casa, mas de repente para e uma sensação estranha percorre todo seu corpo.

O que é isso?

Ele vê a porta semiaberta como se o convidasse a entrar. Sentiu um frio percorrer sua espinha.     

Tem algo errado.

Sua mente e seu coração diziam isso, diziam para que ele recuasse, mas...

E se a Luna estiver ai dentro junto com Nall?

Estava preso a um dilema, foi ai que fechou os olhos e viu o sorriso da cantora e do pequeno amigo e aquilo desfez o medo que tentava lhe controlar e com toda sua coragem abre a porta e entra gritando:

– LUNA, NALL!!!

A casa estava um completo breu, nem parecia seu lar, parecia que estava dentro de uma tumba, foi quando deu mais alguns passos e a porta atrás dele se fechou o deixando na completa escuridão.

– Olá amigo, seja bem vindo!

Uma voz fria e maléfica cortou o ar e antes que Alex tivesse tempo de pensar a lareira de sua casa se ascende. Um fogo azulado e nefasto crepitava iluminando a casa, assim como todas as lamparinas da casa que eram acesas sem que ninguém precisar toca-las.

O menino olhava em volta atordoado aquele espetáculo funeste, acompanhou todas as lamparinas sendo acesas em sequencia até a ultima que estava sobre a mesa onde o jovem sonhador viu sua amada amiga sentada em uma cadeira, com as mãos paras trás e uma mordaça lhe cobrindo a boca e seu pequeno amigo preso dentro de uma gaiola em cima da mesa.

Seus olhos se dilataram, sua boca ficou seca, seu coração batia acelerado, ele só conseguiu estender a mão direita em direção a eles e gritar:

– LUNA, NALL!!!! – E corre até eles, porém...

– ALEX CUIDADO É UMA ARMADILHA!!! – Grita seu pequeno amigo de dentro da gaiola enquanto Luna olha para o teto e seguindo o olhar da amiga, Alex tem um vislumbre de uma figura de manto negro pulando de cima de uma viga e caindo sobre ele com uma lâmina muito familiar em mãos.

Essa espada!!!

E sem pensar duas vezes salta para trás escapando por pouco de ser empalado pela lâmina negra.

A pessoa de manto crava sua espada no assoalho da casa, seu manto possuía um gorro que lhe escondia a face, Alex o encarava com fogo nos olhos, lá estava ele o causador de toda aquela maldita confusão, a pessoa que atentou contra sua vida e tentou novamente, era ninguém menos do que...

– O Mago das Trevas! – Rosna o menino encarando o maldito a sua frente, a pessoa ainda ajoelhada no chão com sua espada fincada na madeira da casa. Alex pensou em avançar contra ele, mas uma risada vinda do sujeito lhe fez parar.

– Há, há, há... Nada mal, você realmente é um alvo difícil de abater... – Se levanta do chão, sua espada fincada ainda no mesmo lugar, coloca sua mão esquerda sobre o cabo de sua arma e agora encarava Alex frente-a-frente. – Moleque!

Um brilho azulado emanava do sujeito, fazendo o menino recuar.

– Mas... O que é isso?

– Isso? – Pergunta o mago que se olha. – É minha Aura emanando pra fora do meu corpo... Mas acho que um caipira como você não precisa saber disso, não é? – E ri de deboche fazendo o jovem trincar os dentes.

Seu sangue fervia, queria avançar contra o maldito de qualquer forma, mas Luna e Nall estavam bem atrás do mago e a porta atrás de si parecia fechada, não poderia pedir ajuda.

Se pelo menos eu tivesse uma arma. – Pensa o menino que depois serra os punhos com força. – Mas o que diabos estou pensando?! Como vou conseguir lutar contra alguém que usa magia e pelo visto é habilidoso com o uso da espada! – E ele era só um menino de onze anos a chance de vitória seria. – Zero!

– O que foi? O gato comeu sua língua? – Pergunta com tom de zombaria deixando o menino consternado. – Ahhh, mas eu te entendo. Olhando dai sua amiga e bicho de estimação em perigo e incapaz de fazer algo deve ser... Frustrante, não é?

O jovem ficar ainda mais furioso ao ouvir aquilo, estava a ponto de explodir e avançar contra o mago, mas foi ai que sua mente se lembrou de algo, ou melhor, um fato!

Sabe filho, nem sempre Dyne lutou usando a espada.

Era a voz de seu pai quando lhe contava as historias.

– Às vezes ele se viu em situações em que a luta não era favorável, estava cercado e em menor numero e nessas horas meu filho só existe uma arma que pode vencer esta adversidade...

E seus olhos se iluminaram e ele disse mentalmente acompanhando pela voz de seu velho pai:

Paciência...

E ele encarou o mago novamente, sabia que não teria chance em uma luta física, então só restava uma coisa a fazer.

Vou criar uma brecha usando a sabedoria das historias que meu pai me contou... Eu vou conseguir eu juro!!!

E ao se conscientizar-se disso o menino muda sua postura, já não estava mais afobado e confuso e o mago pensou ter visto um brilho branco em volta do menino, mas foi tão rápido que ele não deu importância e para sua surpresa o menino pergunta:

– Quem é você... E que quer conosco?!

– Quem sou eu? – O mago aponta para si mesmo. – Há, há... Sou um mero servo do destino!

– Ah?!

– O cara é xarope! – Exclama Nall de dentro da gaiola.

Um silencio se segue logo após a frase de Nall, o mago e Alex se entreolhavam, parecia que as palavras do pequenino nem tinham sido ouvidas.

O mago olhava o menino a sua frente como um inseto a ser esmagado, podia destrui-lo com facilidade, mas porque ser rápido? Se ele podia se divertir.

– Você quer saber o que eu quero... Moleque?

Alex serrou os punhos e sua voz saiu como um rosnado.

– Sim seu maldito, eu quero!!! – E da um passo a frente do mago que ergue sua espada e a apontando diretamente para sua garganta.

– Tsk, tsk, nem mais um passo... Ou ao invés de ser você o alvo de minha espada será... – E vira seu braço esquerdo que segurava sua lamina para trás de si, bem onde Luna esta sentada e amarrada.

Ao ver aquilo Alex grita:

– LUNA!!!

– HUNF, HUNF!!! – A cantora tentava gritar, mas a mordaça a impedia de completar suas frases. O mago encostou sua lâmina negra bem na garganta da menina e tudo isso sem tirar os olhos do menino.

– É melhor recuar menino, ou vou fazer sua amiga jorrar sangue e dessa vez não tem nenhum mago intrometido aqui para curara-la, he, he, he.

O sangue de Alex subiu a cabeça.

– SEU CANALHA!!!

E avançou apenas para ter sua face golpeada com um simples soco de direita o jogando para trás.

– Guuaaahhhhh!!! – O menino cai no chão, mas logo se levanta com a mão esquerda sobre o rosto, um filete de sangue escorria por seu queixo.

– Ora, ora, alguém parecer ser mais forte do que parece? – Debocha o homem.

– Alex... – Dentro da gaiola o pequenino agarra as grades com força, se sentia um completo inútil agora sem poder fazer nada. Fechou os olhos com força e gritou em sua mente. – Se eu fosse forte!

– Muito bem... Por ter sobrevivo moleque acho justo te contar o motivo de minha visita a esta pacata vila. – Diz o mago sorrindo. – É um motivo simples eu apenas quero... – E ergue sua mão direita perto do rosto. – Quero uma Guerra!!!

Os olhos dos três amigos se arregalaram ao ouvirem aquilo.

– V-Você quer uma guerra?! – Brada Alex não crendo no que ouviu.

– EU DISSE ESSE CARA É XAROPE... E CONVENCIDO!!! – Exclama Nall agitando as patinhas.

Eu sabia... – Murmura Luna em sua mente.

O mago ria.

– Sim... Uma guerra, mas não uma guerra qualquer. – Ergue ambos os braços para o alto. – Mas sim a maior de todas as guerras!!!

– Ah?! – Alex exclama sem entender as palavras do homem.

– É simples meu caro... Aquela menina de veste nobres que seu ilustre pai levou consigo é ninguém menos que a primeira princesa do reino de Arendell... Elsa D.Arendelle... Em suma uma nobre!

Alex arregala os olhos ao ouvir aquilo.

– Uma princesa! – Exclama o menino.

– Eu ia te contra isso Alex, mas você saiu emburrado comigo! – Explica Nall e o menino sentiu um grande remorso em seu coração.

– Ah, Nall...

– Ora, ora, parece que o gatinho é mais perto que o dono! – Diz o mago. – Ele esta certo a menina de cabelos platinado é uma princesa e a outra garota que esta com ela é namorada do herdeiro do condado de Berk... Nossa seu pai fez uma burrada épica garoto!!! – Ri o mago.

– Ora seu!!! – O menino avança novamente, podia estar bravo com seu pai por esconder segredos dele, mas nunca iria admitir que alguém o insultasse, principalmente na sua frente.

O jovem sonhador tenta desferir um soco de direita no mago que facilmente o segura e começa a aperta-lo, na mesma hora Alex sentiu sua mão sendo esmagada.

– AAAAAHHHHHHH!!!!

– ALEXXX!!! – Nall berra de dentro da gaiola a sacudindo, Luna tenta se soltar da cadeira e tentava gritar, mas a mordaça a impede e a menina só consegue ver seu amigo sendo torturado pelo mago.

Alex cai de joelhos de tanta dor, o mago ainda segurando sua mão direita diz:

– Uma linda e devastadora guerra se aproxima... Uma pequena ilha no meio do nada contra duas das maiores nações do mundo, nossa será um lindo massacre! – Exclama o homem como um sádico e por final olha com prazer para o menino. – E tudo isso... Graças a você!

O menino arregala os olhos e olha para o mago.

– Confuso? Eu não te culpo! – E solta à mão do menino que a recolhe pra si, estava roxa e seus dedos deslocados, a dor que sentia era lacerante, mas...

 – Como... Assim... Graças à min?

O mago ri.

– Há, há, há, é simples! – Se agacha ficando na altura do menino e segurando seus cabelos para que ele o olhasse. – Eu já sabia que o Arauto tinha um filho, só não sabia quem era, mas hoje de manha quando o grupo de Berk chegou vi duas corujas também chegando à ilha, caso não saiba menino, corujas levam as cartas de admissão para futuros alunos de escolas de magias... Eu vi as corujas entregando dois pacotes bem cedo e vi duas crianças saindo... Que eram vocês dois. – Se levanta soltando os cabelos do menino. – Somei dois mais dois e achei vocês!!! – E chuta o estomago de Alex o levantando do ar e criando uma bola de luz azul na mão direita e arremessa no garoto o jogando a vários metros quebrando móveis e madeira pelo caminho.

– HUNNNN!!!

– NÃÃÃÃOOOO, SEU COVARDE!!!

Luna e Nall gritam em prantos ao verem seu amigo sofrendo e o mago caminha para perto dele.

– De inicio eu achava que você tinha algum dom especial, já que era filho do Arauto, mas vejo que me enganei feio! – E da às costas para o menino chão que não se mexia e olha de um jeito maldoso para a menina e com um movimento rápido de sua espada corta a mordaça em sua boca.

A menina olhava apavorada para o homem a sua frente.

– Pode gritar menina... Eu selei esta casa, ninguém vai ouvir vocês gritando, vocês todos estão a minha mercê!

Lágrimas irrompiam dos olhos da jovem cantora enquanto o homem se aproximava.

– DEIXA ELA EM PAZ SEU COVARDE!!! – Berra Nall de dentro da gaiola, porém o pequenino se cala ao ver o homem apontar um dedo para ele e uma luz irradiar dele e em segundos seus pequeno corpo é atingindo por uma forte luz o fazendo voar com gaiola e tudo pela mesa, o golpe foi tão forte que arrebentou a gaiola, jogando Nall com pratos, copos e outras coisas que haviam sobre a mesa longe. O pequenino cai ao chão e perto dele algo pesado e longo caiu junto.

– NALLL!!!

– Aff! Já não aguentava mais esse bicho tagarela, que vozinha irritante!

Luna serrava os dentes em agonia, primeiro ele atacou Alex e agora feriu Nall, de onde vinha tanta maldade.     

– Por quê?

– Hum.

– Por que você esta fazendo isso conosco?! – Exclama a cantora.

– Por quê?! – Gesticula o mago imitando a voz da menina. – Por que minha cara... – Se aproxima de Luna e segura seu queixo com força a forçando a olha para ele. – Para mudar este maldito mundo controlado por Atlhena, sacrifícios são deliciosamente necessários!

A menina arregala os olhos.

– O quê?!

– Este mundo esta cheio de seres inferiores como vocês que só estão vivos graça a nossa gentileza, que se alimentam e vivem graças a nossa misericórdia... Escute bem menina este mundo não é de Atlhena e sim NOSSO!!! – E desfere um tapa no rosto de Luna a derrubando com cadeira e tudo.

– Aí! – Grita a menina de dor ao ir ao chão.

– Então, nada mais justo que vocês sirvam de combustível para que a chama se manifeste... Ai sim... O mundo será belo e glorioso como nos tempos júbilos de Arno Londor. – E olha para Luna que jazia no chão em prantos. – E as lágrimas de inocentes como vocês... – Com sua espada corta as cordas que prendiam os pulsos da menina e segura pelos cabelos a forçando a ficar de pé.

– P...Para...

Aproxima seu rosto do da menina.

– Serão nossa água para matar nossa sede hu, hu, hu. – E coloca sua língua para fora e lambe a face esquerda de Luna “tomando” suas lágrimas. A menina com nojo tenta bater no homem, mas ele mal sente os golpes em seu corpo. Com seus olhos embasados pelas lágrimas ela olha para seu amado amigo que jazia no chão desacordado e em suplica estende sua mão esquerda em sua direção.

– Alex... Socorro...

Mas ele não se mexeu.

– Você disse... Que nos protegeria...

Mais lágrimas vertem por seus olhos azuis.

– Que me protegeria...

O menino se mexe.

– Precisamos de você...

Ele serra seu punhos esquerdo.

– Nosso...

Serra seus dentes, que se tornavam afiados.

– Nosso herói...

Sua mão esmagada estala recuperando os movimentos e suas unhas crescem como se fossem garras.

– Nosso... Dragon...

Suas costas ardiam como se algo crescesse, seu coração ardia em chamas e Luna grita com todas as suas forças aquele que era o titulo que seu amado amigo sempre almejou, desejou e sonhou:

– NOSSO DRAGOM MASTER!!!!

E ele atendeu seu chamado.

– LUNA!!!

– Ah?!

O mago olha para onde o menino estava. Não mais caído em sim em pê de costas para ele.

– Mas o que é isso? – Larga Luna que cai no chão e de imediato ergue sua espada. – Que Aura é essa?

Uma Aura branca emanava do corpo do menino, pulsando de seu corpo como batidas de um coração, ele se vira para o mago, seus cabelos castanho cobrindo seus olhos, mas o mago pode ver algo diferente no menino, sua pele estava mudando, se arrepiando e endurecendo como se fossem...

– Escamas!!!

Ao dizer isso uma onde de ar envolve o menino o cobrindo por completo, sua mente vagava em meio aquele turbilhão, sentia uma força desconhecia o preenchendo, uma força ancestral, mas ao mesmo tempo familiar que crescia sem parar parecia que ia explodir, foi quando uma voz poderosa e imponente ressoou em sua mente.

Chegou o momento de desperta criança... O momento que Dyne, Ramsus e Eu esperávamos em fim chegou! Agora vá meu jovem, abra suas asas e clame por sua liberdade!!!

E Alex gritou com todas as suas forças a palavras que ecoava do fundo de sua Aura.    

–ASCESSION!!!!

Um enorme pilar de luz cobriu seu corpo, perfurando o teto da casa e ligando a Brave Vesperia a ele. O Dragão Branco caminhou até a entrada de sua caverna, sua idade avançada não iria atrapalhar aquele momento de jubilo e emoção, abriu suas longas asas, ergueu seu longo pescoço e urrou para o céu estrelado e Brave Vesperia brilhou na cor branca.

Em Zanarkand o Dragão Azul sente a Aura de seu irmão mais velho e se levanta, abre suas asas e urrar para o céu, sua ilha inteira brilhou em cor azul safira e a Brave Vesperia brilhou na cor azul.

No apartamento da família Abyss, estavam terminado de comemorar o aniversario de Tidus quando o menino sente algo, deixando cair o grafo que segurava.

– Filho? – Sara chama seu filho que não responde.

– Ô pirralho tá viajando é? – Pergunta seu pai com ironia.

– Não Jecht... Algo esta acontecendo! – Exclama Auron se levantando.

– Ah?

E realmente estava o menino sem avisar desce da cadeira e vai até o parapeito da casa e olha em direção a ilha onde fica a Morada do Dragão Azul e vê algo impressionante.

– Pai, Auron! Vocês tem que ver isso!!!

Os dois adultos se entreolham e sem discutir seguem o menino com sua mãe os acompanhando.

O que eles viram foi um grande faixo de luz azul da cor do mar envolvendo toda a ilha e um som como o de uma canção ecoando por toda a cidade.

– Pela deusa... Jecht o que esta acontecendo? – Pergunta Sara abraçando seu marido.

– Não sei amor, mas que é irado é! – Responde o jogador com sinceridade.

– Ele esta cantando. – Murmura Tidus.

– Ah?

– Tidus? – Auron se ajoelha ficando na altura do menino. – É o Dragão Azul?

O menino meneia a cabeça em confirmação.

– É sim Auron... Ele esta cantando! – Exclama o menino apertando forte seu amuleto que o dragão havia lhe dado, o pequeno Arauto também sentia. – Parece que o escolhido despertou! – Diz o menino e o samurai arregala seu olho bom em surpresa.

– C-COMO?!

– É... É o que ele tá dizendo. – Responde o menino que olha para seu amigo samurai. – O Escolhido dos Dragões... É o que ele tá cantando.

Auron ouviu aquelas palavras em êxtase, se levanta e sorrir.  

– Os Dragões e a Deusa ouviram nossas preces!

– É meu amigo... Parece que você acabou não vindo atoa. – Exclama Jecht meneando a cabeça em surpresa e principalmente em espanto.

Em outras partes do mundo a luz da Brave Vesperia também foi vista.

– Maninho olha!!! – Exclama a pequena Mia olhando para a estrela que brilhava. Logo seu irmão se aproxima e comtempla seu brilho.

– Uau! Espero que seja um brilho de boa sorte para nós! – Exclama Gladius cruzando os braços e sorrindo.

– Então vamos fazer um pedido. – Diz a mãe dos dois os abraçando por trás.

– Vamos, vamos! – Grita a pequenina empolgada.

– Tudo bem, mas não se esqueçam de que não vale falar, se não o pedido não se realiza ok? – Explica Gladius.

– SIM SENHOR!!! – Dizem a irmã e a mãe do pequeno guardião ao mesmo tempo.

 – Bobas! – Exclama o garoto e os três fecham os olhos e fazem seus pedidos.

No monte Gagazete um ser trajando um manto azul escuro descia a montanha, ao olhar para a grande estrela ele para e faz uma prece pessoal.

– Que o Grande Espirito me guie em minha jornada.

E continua descendo a montanha.

Em Encatia a familiar real estava no observatório real observando as estralas quando também viram o brilho.

–NOSSA!!! PAI OLHA ISSO!!! – Grita James eufórico ao ver a grande estrela brilhando.

– Deixe-me ver. – O Rei se aproxima do telescópio e fica fascinado. – Pela Deusa!!!

– Ro, o que foi? – Pergunta a rainha.

– Papai, algum problema? – Pergunta Sofia.

E o rei sorri e diz:

– Não minhas queridas... É só um bom pressagio que acaba de surgir, talvez ainda tenhamos salvação.

– Ah?

– Sofia vamos fazer um pedido! – Exclama James balançando os braços da irmã que sorri e diz:

– Sim, vamos! – E a Princesa com o Coração de Ouro fecha seus olhos e cruza os dedos torcendo para que seu pedido se torne realidade.

Ao sul perto de Gaurasia, dentro de um grande vulcão, o grande Dragão Vermelho desperta de seu sono de décadas, abre suas majestosas asas e urrar para o céu estrelado e assim a Brave Vesperia brilha na cor vermelha.

Ali perto em Gaurasia o pequeno Dinotor olhava para o céu e depois para o vulcão lá longe e diz:

– Vixe o vulcão tá soltando pum! Deve ter comido bem essa noite kkkkkk!!!

Em San fransokyo o jovem Hiro olhava pela janela do hospital. Com força serras seus punhos e diz:

– Parece que até os céus estão me dando forças para buscar aquilo que eu quero!

E olha uma foto em que ele e seu amigo robô Weltall estão juntos.

– E vou te achar meu amigo custe o que custar!

Em uma caverna, uma pequena menina dormia em segurança sendo vigiada por seus dois guardiões. O maior zelava seu sono enquanto o mais baixo e magro que portava uma lança olhava para a estrela para logo em seguida a segurar com firmeza e dizer:

– E assim se inicia uma nova era de caçada!

Em Arendelle uma pequena princesa de cabelos ruivos morango olhava para o céu e sorria toda feliz.

– O céu acordou!!!

Em uma terra longínqua, um vale aonde poucos vão chamada de A Terra dos Forjadores, uma imensa torre de pedra de cor amarela, uma grande fera de cor negra olha para o céu e junto com seus irmãos urra para o céu e trovoes irrompem de seu corpo e a Brave Vesperia assume uma cor negra e brilhosa como uma perola.

No vale os gigantes forjadores acordaram e viram a grande torre brilhando, um gigante com rosto infantil corria acompanhando de um menino de cabelos negros e olhos vermelhos.

O gigante com rosto infantil aponta para a torre e diz:

– Olha Noris! Não te falei o céu esta brilhando!!!

O menino olha para a estrela no mais alto céu e sorri erguendo sua mão direita para ela.

– Sabe Tico... O que ela me parece daqui? – Pergunta o menino ao gigante.

– Hummm, não sei? O que ela se parece?

E ele diz:

– Uma grande... Reluzente... E perfeita... ESPADA!

O gigante arregala os olhos e olha admirado para estrela.

Futuramente aquela noite foi seria chamada de “A Noite da Canção dos Dragões”.

Pois os guardiões de Althena davam as boas vindas ao novo escolhido que despertara.

Em Burg o mago das trevas olhava apavorado a figura que surgia a sua frente.

Seus cabelos eram brancos, espetados e longos, seu peito estava descoberto e cheio de músculos, seus dedos eram garras afiadas, seus pés tinha a forma de um réptil, atrás dele podia ver uma cauda que balançava, de suas costas um par de asas brancas feitas de escamas cobriam a extensão de sua visão e aos poucos ele vai erguendo sua cabeça e o mago treme ao ver o rosto do garoto, duas tribais brancas cobriam sua face, seus dentes eram afiados como navalhas e seus olhos verdes agora tinham a aparência e a forma reptiliana como as de um...

– DRAGÃO!!! – Grita o mago em desespero.

– Alex... – Luna chama seu amigo que não responde, mas uma vozinha aguda a chama atenção.

– ALLLEXXXXXX!!!!

Era Nall.

Mesmo machucado e com uma pata quebrada o pequenino caminho para perto deles, em seus dentes puxava o presente que seu velho pai havia lhe dado e que caiu junto com a gaiola em que estava preso.

O pequenino gira seu corpo e com toda a sua força e joga a espada para seu amigo.

– PEEGGGGAAAA!!!! – E cai no chão, mas pode ver um sorriso no rosto do menino que diz:

– Obrigado... Meu amigo...

E Nall sorri emocionado ao ouvir aquelas palavras antes de desmaiar exausto e ver seu amigo avançar, pegar a espada e a desembainha-la tão rápido que o mago só teve tempo de se proteger e recuar para trás.

– Hora do troco maldito!!! GGGGGRRRAAAAHHHH!!!!

Grita o jovem dragão partindo para o ataque!!!


Notas Finais


E então o que acharam? Um dos grandes segredos da historia acaba de ser revelado nosso jovem sonhador é na verdade... UM DRAGÃO!!!
Como isso pode ser possível?
Bem as resposta vão ficar para o próximo capitulo, com o combate de Alex entre o mago das trevas e mais revelações sobre este importante fato!
Se vocês perceberam todos os nossos protagonistas aparecerem de uma vez só, espero que tenham gostado desta surpresa e de outras que ainda viram!
Bom por hoje é só pessoal, desejo a todos uma ótima semana e até o próximo capitulo, até mais e ADIOS!!!!


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