História O maníaco do Apê - AuthokMardrei - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Slash, Survival, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOA LEITURA

(cap com cenas fortes)

Capítulo 7 - Uma noite que ficará tatuada


Fanfic / Fanfiction O maníaco do Apê - AuthokMardrei - Capítulo 7 - Uma noite que ficará tatuada

P.O.V Cauê

Quando eu acordei, senti um gosto forte de cachaça na boca. Meu hálito fedia à cachaça. Acordei meio zonzo, mas de cara já percebi que não era à casa do Marco.

Acordei em um quartinho pequeno e escuro. Olhei em volta e vi a saída. Tão próxima, mas tão longe. Nas paredes, várias facas e objetos cortantes pendurados. Em algumas, a lâmina estava marcada com sangue.

Na parede, estava escrito em sangue: " life is a party ". Meu coração disparou de uma forma inexplicável.

Depois,apenas vi Spok se aproximar, com um sorriso perturbador.Ele não estava legal... Se aproximou de mim. Minha respiração falhou um pouco. A cada passo, senti uma energia ruim. Uma coisa pesada.

CAUÊ : Spok... O-onde a gente t-tá? Pelo amor de Deus, o que a gente tá fazendo aqui?!

Ele pôs sua mão sobre minha boca, me calando.

SPOK: shiuu… Você é melhor calado do que falando!

Tento falar algo, mas suamão abafava a minha voz. Ele soltou um sorriso sádico e tirou a mão de minha boca. Fiquei calado.

ANDREI: Quem sabe, agora, eu não acabo logo com você, Cauê Bueno?

CAUÊ : … - fiquei calado, até ver ele se aproximar de mim - NÃO! Espera!!

Ele se aproxima de mim e me beija. Não foi um beijo de língua, mas sim um selinho mais longo. Ele se levantou e foi até a mesa.

Lá, ele pegou uma mochila e tirou uma faca de dentro dela. Ele chegou mais perto de mim e passava de leve a faca na ponta de seu indicador.

CAUÊ:Spok, para! Eu... Eu... AHHHH!!!

Não consegui terminar a frase. Ele fez um corte em meu peito. Superficial, mas doeu.

ANDREI:o que foi que eu disse, Cauê? Cala boca e me deixa me divertir com a sua cara…

Depois, ele senta em meu colo e rebola. Gemi baixo e arranhei a tábua em que estava deitado. Gritei de dor quando senti a faca começar a traçar uma letra "A" no meu peito. Gritei de novo quando senti uma mordida em meu pescoço, junto com um chupão. 

Ele se afastou e foi até a mesa e confessou.

ANDREI: Sabe Cauê? Você me lembra da minha última vítima que eu fiz há três meses... Qual era o nome mesmo? Que eu matei em uma ruína? Ah é... JULIANO!!

Meu coração parou. Ele matou o Jazz! Agora faz sentido ele estar lá…

CAUÊ: Mas o que foi que eu te fiz, cara?

Ele nem responde. Apenas vem e fura meu braço direito com a lâmina da faca. Ele começou a me mutilar, enquanto me dizia ofensas...


Notas Finais


A tortura continua no próximo capítulo

^~^


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