História O Marido - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~inulovearte

Postado
Categorias Ashley Benson, Austin Butler, Kaichou wa Maid-sama, Kamisama Hajimemashita (Kamisama Kiss), Lucy Hale
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Intrigas, Saudades, Sexo, Sonhos, Tretas
Exibições 32
Palavras 1.807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, que agressividade. Assim antes de Tobias se pronunciar, ele já estar morto. Sé pensaram que só foi uma briga que tiveram, estão enganados. Eles ainda vão brigar ainda mais. Vai rolar muita treta nessa fanfic. E o que menos vocês esperam, vai acontecer!

Gente, o Jackson num é lindu?

Capítulo 3 - II - Mary


Fanfic / Fanfiction O Marido - Capítulo 3 - II - Mary

— Com problemas, princesa?— sua voz era meio roca. Ergui a cabeça encarei seu rosto selvagem, bom, era isso que ele parecia. Um homem selvagem é irritante.

— Você ouviu?— perguntei limpando as lagrimas que escorriam.

Ele se agachou em minha frente é me encarou fixamente.

— Os apartamentos podem ser grandes, mas, as paredes não são tão grossas assim.— ele abriu um sorriso torto. Ótimo era o que eu precisava. O prédio todo ouvindo nossas brigas. — O que você fez? Nunca ouvi ele gritar assim! 

— Bom... eu joguei as coisas dele pela janela. — murmurei.

Ele me olhou meio que incrédulo, mas logo começou a gargalhar. Sua risada era contagiante, pois logo eu estava rindo também. Me levantei junto com ele.

— Eu acho que vou para casa da minha mãe, não estou afim de vê a cara do Tobias.— exclamei dando alguns passos em direção ao elevador.

— Princesa!— ele chamou agarrando meu braço.

Me virei bruscamente estranhando.

— Sinto muito te avisar mas, você estar descalços.— ele disse com um sorriso nos lábios. No mesmo momento olhei para baixo encarando meus pés. Eu também usava um short folgado de dormi, azul-marinho. Uma blusa grande preta bem estranha. — Alias, você também não tem dinheiro ou identidade. E com esses cabelos, estar mas parecendo que estar de ressaca.

— Sinto muito que a minha aparência não o agrada!— reclamei franzindo o cenho. 

— Não foi isso que eu quis dizer, princesa.— indagou ele me soltando é indo em direção ao seu apartamento. — Vem, quero te mostrar uma coisa.

Ele abriu a porta dando passagem para mim, só que eu permaneci parada com as sobrancelhas erguidas.

— Como posso saber se você não é um maniaco louco?— pergunto.

— Só descobrindo, princesa!— sorriu maliciosamente.

Não queria vê Tobias tão cedo, é nem voltar para dentro do mesmo comodo que ele. Sem mas nem menos entrei no ap do homem selvagem. Era como o do Tobias, absurdamente grande. Mas a decoração era mas moderna, para um homem solteiro. Me joguei no sofá enquanto ele desaparecia no lugar. Ele voltou carregando um prato com alguma coisa. Ele se sentou na mesinha na frente do sofá é me encarou com um sorriso orgulhoso. 

O prato estava cheio de macarons coloridos envolta de um petit gâteau. Olhei meio incrédula, mas ergui minha mão para pegar um macaron cor de rosa é leva-lo a boca. Senti quando ele derreteu em minha língua, lentamente. O gosto era muito bom. Olhei para ele meio confusa. 

— Você que fez?

— Gostou?

— Perguntei primeiro.— indaguei pegando mas um macaron.

— Sim, foi eu que fez.—respondeu ele comendo um também. — Gostou?

Balancei a cabeça afirmando, peguei um pequeno garfo que ele me deu é comei um pedaço do petit gâteau. Nossa era muito bom. Peguei o prato das mãos dele é comi mais. Ele ria da cara que eu fazia quando comia, mas não me importava. Se ele que tinha feito aquilo, ele devia ter muitas habilidades na cozinha. Como eu. O sabor era incrível é estranhamente familiar, como o...

— Jackson? — murmurei incrédula.

— Jack!— corrigiu ele com um sorrisão.

O encarei sem saber o que dizer. Jackson Walters. O idiota que ganhou de mim na primeira competição culinária que participei em Paris. Foi seis meses depois que comecei a viajar. Como eu não o reconheci logo? Por que? Esse desgraçado ficou em primeira lugar é eu em segundo, ele ficou se gabando de seu prato. Por que eu só o reconheci pelo gosto da comida? Esse infeliz agora deve estar tirando sarro da minha cara.

— Jackson, você...

— Jack.— corrigiu-me mais uma vez. 

Ele insistia que o chamasse de Jack, mas não me importava com isso. 

— Sabe, foi uma surpresa imensa quando te reconheci ontem. E ainda mas quando descobri que era a esposa do Tobias.— ele começou a falar. Devolvi o prato para ele incomodada com tudo. Eu já não gostava de perder, mas ter o vencedor na minha frente se amostrando já era demais.— Eu não te vejo desde aquele dia.

Ele sorria, um sorriso irritante.

— No dia em que você me venceu!— resmunguei rancorosa.

— Não, no dia que você tentou me estrangular!— indagou ele colocando a mão no pescoço.

A é, eu tentei algo assim. 

— Você foi o culpado.— exclamei.— Ficou me chamando de perdedora é dizendo todos os defeitos do meu prato, eu simplesmente tentei fazer você calar a boca. 

— Calma princesa. — ele comeu mas um macaron, de uma forma que, me fez querê comer mais. Tentei me segura para não avançar no prato em suas mãos. 

— Por que continua a me chamar de princesa?— perguntei curiosamente.

— Por que descobri que você é de uma família prestigiada é casada com um principezinho.— respondeu ele calmamente como se fosse obvio.

Franzi o cenho.

— Estar errado, Jackson. A família de Tobias que é prestigiada, é de certa forma ele é um principezinho. Mas minha família não é tão incrível assim. Á quatro anos  eu morava em uma casa caindo aos pedaços é trabalhava em dois empregos para pagar uma divida enorme do meu pai.— contei a ele, o mesmo que me olhava surpreso.

— E como acabou se casando com ele?

— Meu pai me usou como pagamento da divida dele!— respondi calmamente.

Jackson me encarou meio pasmo. Mas achei normal.

— Você aceitou isso na boa?Tipo, sem surtar?— perguntou curioso. Franzi o cenho lhe dizendo que aquilo era obvio.— Okay! Não, você não aceitou numa boa.

Abaixei a cabeça.

— No começo eu não queria, mas, nossa condição financeira estava indo de mal á pior. Era duro vê minha mãe trabalhar tanto aponto de desmaiar, minha irmã pedindo coisa é eu negar-las por que não tinha dinheiro. Na hora que aceitei, só pensei em minha família. Não queria que decaísse ainda mas. 

— E como era sua relação com ele?

— Eu tentei mata-lo!

Ele passou a mão pela nuca dando de ombros.

— Por que isso não me surpreende?— se perguntou dando um suspiro.

— Bom, no começo eramos como cão é gato. Não nós entendemos é brigávamos a todo momento. Mas, de alguma forma fomos nós acertando. E eu acabei me apaixonado por ele. — dei um pequeno sorriso me lembrando do passado. — No meu aniversário recebi uma proposta para o programa de culinária. Quando me casei, já tinha desistindo, mas, aquele idiota fez uma burrada é eu acabei voltando atrás.

— Ele parece bem o tipo de pessoa que faz besteiras!

— Pois é! — olhei ao redor examinado o local inimigo. — E você, Jackson? 

— Eu o que?

— Por que estar em Londres?

Ele coçou a cabeça por um momento, parecendo que pensava em que dizer.

— Algum tempo depois da competição de Paris, voltei para Londres. Minha família mora aqui, mas eu me mudei para esse apartamento por que não queria encará meu pai. 

— Por que?— perguntei intrometidamente.

— Bom... ele é um homem de negócio. E queria que eu seguisse pelo mesmo rumo que ele, mas eu acabei me interessando pela gastronomia. Ai você já pode imaginar o que aconteceu.

Certamente ele passou por muita coisa. Tendo um conflito de interesse como o próprio pai. Nem posso imaginar se fosse comigo, se minha mãe não quisesse que eu seguisse o que eu queria fazer. Mas ainda bem que ela me apoiou fortemente com isso. Até o velho me apoiou.

— Como conheceu o Tobias?

Ele olhou para cima tentando se lembrar. 

— Foi quando fui visitar meus pais. Meu pai é ele estavam tendo um almoço de negócio. Ai, meu pai fez o grande favor de ficar comparando nós dois, dizendo que Tobias era o filho que ele queria!— sua expressão pareceu irritada. — Depois descobri que eramos vizinho, é toda vez que nós encontramos ... bom ... rola uma discórdia!

Não imagino menos. Bom, é difícil acreditar que alguém disse que queria um filho como Tobias. Isso é por que não virá a versão original desse idiota. Se tivesse visto, com certeza não teria dito aquilo. Que confusão, e eu nem posso ir para casa. De um longo suspiro. Bom, eu podia ligar para o Pedro vim me buscar. Dormir na casa do sr. Otávio vai ser reconfortante.   

— Se quiser, pode passar a noite aqui. — disse ele com um sorriso malicioso.

Já estava tarde. Não queria incomodar o sr. Otávio, mas também não queria olhar na cara do loiro idiota. Balancei a cabeça levemente aceitando. Não sei onde eu estava com a cabeça, mas seria bem melhor do que eu engoli meu orgulho é voltar para o apartamento do outro lado do corredor. Jackson me levou para o quarto de hospede. Não prestei atenção em nada, apenas fechei a porta é me joguei na cama macia.

[-:-§-:-]

Acordei com os raios do sol esquentando a minha pele. Abri os olhos lentamente me acostumando com a claridade do quarto. Lentamente me sentei-me, deu um longo bocejo é me espreguicei. Olhei atentamente para o quarto. Todo branco, com pouco moves. O que me incomodou foi a janela que era toda de vidro, que ia do teto até o chão. Recebendo todos os raios solares da manhã.

Olhei para um relojo no criado mudo, me assustei. Pulei da cama é sai do quarto as pressas. Tinha me esquecido que ia encontra o Pedro em frente ao meu restaurante em quarenta minutos. Caminhei pelo corredor, saindo na cozinha onde avistei Jackson fazendo alguma coisa. 

— Vai querê café, princesa?— perguntou ele erguendo uma caneca branca escrita "Good Morning". Me aproximei dele é peguei a caneca, sem dizer nada dei meia volta em direção a saída.— Eh, bom dia, princesa!

Gritou ele antes de eu abri a porta da saída. Assim que sai, dei de cara com a pessoa que menos queria vez. Tobias. Ele devia estar saindo para o trabalho. Sua expressão ao me vê saindo do apartamento de Jackson foi pura confusão. Eu não sabia o que dizer na aquele momento. Tobias usava um terno preto com uma gravata da mesma cor, os cabelos penteados para trás o deixava com o ar de mais serio. Ele ergueu a mão direita é apontou para a porta atrás de mim.

— Vo... você passou a noite ai?— perguntou com a voz baixa. Ao invés de responder, ergui a caneca tomando um gole de café. Ele deve ter intendido aquilo como um "sim", por que sua expressão se tornou raivosa. — Desde quando você o conhece? Como você pode passar anoite com ele?

Franzi o cenho já me irritando. 

— Do mesmo jeito que vou vê o Pedro daqui a pouco.— indaguei caminhando até aporta atrás dele.

Ele bufou irritado.

— Por que ainda continua vendo ele?

— Você devia saber muito bem que vou abri o meu restaurante, Tobias. — disse amarga abrindo a porta.— Pedro é uma peça importante. 

— Mas importante do que eu?— indagou me olhando friamente.

Devolvi o mesmo olhar.

— Você sabe muito bem a resposta.— bati a porta na sua cara. 

É claro que Tobias era mais importante, afinal, eu casei com o homem que amava. 


Notas Finais


O próximo cap vai ser o Tobias narrando!
O que acharam?


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