História O melhor amigo do meu irmão - Capítulo 7


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Categorias Originais
Exibições 22
Palavras 707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


desculpa pela demora, mas é q eu pedi a senha e fiquei um tempo pra recuperar, sei que foram meses, mas é que eu comecei essa história nas férias, por isso eram capítulos atrás de outros, agora eu estou estudando e o horário é meio apertado, e as vezes eu acabo não arranjando tempo para a fic.

Capítulo 7 - Quartos e suas armadilhas


23 de janeiro 00:10 (sexta-feira)

Ariel narrando

  Quando eu tirei o sutiã eu percebi a merda que eu tinha feito, puta merda, eu sou uma puta mesmo, como eu deixei o meu pior inimigo ver meus peitos.

  Foi quando eu me toquei e parei com aquela loucura de querer transar com o Rafael. Se ele quer foder com alguém, comigo que não vai ser.
Ariel-​ Para Rafael, eu não posso fazer isso.
​Rafael- ​Ah, de novo.
​Ariel-​ Puta merda, eu não acredito que eu deixei você me ver só de calcinha. Saí do meu quarto por favor.

  Sério, eu estava sem reação, parecia que quem estava beijando o Rafael era outra Ariel. Não era eu naquele momento.

  Ele estava com uma cara estranha, parecia que tinha perdido algo, mas ele tinha que aceitar que eu não posso simplesmente transar com ele e que se ele quiser transar com  alguém ainda hoje que ele procure uma prostituta por que eu não vou deixar ele me comer.

  Ele pegou as roupas e ficou parado na frente da porta
​Rafael-​ É isso mesmo que você quer?
​Ariel-​ Sim.

​Ele virou a cara e foi embora, ainda bem que ele não falou nada, não queria mais dores de cabeça. Coloquei minha roupa de volta e fui dormir. Mas eu não conseguia, até que eu ouvi alguns...gemidos, era o...Rafael.

 

​Rafael narrando

​Estava tudo indo bem, até demais. De repente a Ariel parou, eu fiquei tipo "Wtf'. Ela recusou, de novo, foder comigo. Porra, eu não acredito que ela fez isso, sério. Eu aqui com o pau duro e ela lá toda molhadinha indo dormir como se nada tivesse acontecido, ah, tá de brincadeira né.

Eu fui tomar um banho frio, mas não resolveu muito. Acho que eu vou ter que voltar aos antigos costumes e me aliviar com minha linda e velha mão. Sinceramente eu odeio ter que fazer isso, já que, as vezes, me mostra o quão idiota eu fui em não cumprir a minha missão em "comer alguma garota".

Fiz o que tinha que fazer tentando ser silencioso, mas não deu muito certo. A casa estava em completo silêncio, e não se ouvia nada além dos meus gemidos pelos corredores, mesmo que minha porta estivesse fechada, tomara que a Ariel esteja dormindo, imagina se ela pensa que eu estou pensando nela nua agora na minha frente, ok, eu estava fazendo isso, mas,  sabe, eu não queria ela como namorada, eu só queria que ela fodesse comigo, only.

Mas, talvez eu entenda o lado dela, porque ela ainda é virgem e eu sei que todas as meninas querem perder  a virgindade com o amor verdadeiro (se é que isso existe). Mas, se eu fosse uma menina eu faria questão de ser a mais vadia, ou de trabalhar como prostituta.

De repente eu ouço a porta, ela estava aberta agora, mas...quem abriu? Será que foi a...ah não. Acho que ela me viu me masturbando, e agora? O único jeito é manter a calma e ir ver se foi ela mesmo ou a minha imaginação.

Fui até o quarto dela e, surpresa, ela não estava lá. É, ela me viu, mas eu acho que era meio óbvio que iria acontecer isso, já que eu realmente não sei controlar meus gemidos.

Decidi ir até a cozinha, e lá estava ela, bebendo água. Ah, acho que ela deve ter ficado excitada também, que bom.
​Rafael-​ Acho que você mocinha, não deveria invadir o quarto dos outros sabia, antes de entrar é educado bater na porta.
​Ariel-​ Ah, me desculpa senhor punheteiro, eu pensei que você tivesse batido a perna, sei lá.
Rafael-​ Aah, por favor Ariel, eu sou jovem mais não nasci ontem, você sabe com certeza a diferença entre gemidos de dor e de prazer.
Ariel-​ Eu não sei não, agora com licença.
​Rafael-​ Ouoouo, espera um pouco aí queridinha, não sei se você se lembra, mas antes de eu ter descascado um banana no meu quarto, estávamos quase transando no SEU quarto, e com certeza eu te mostrei como é um gemido de prazer, tanto​quanto da minha parte quanto da sua.
Ariel-​ Olha Rafael, eu não quero tocar nesse assunto realmente acho desconfortante saber o que ocorreu naquele quarto um tempo atrás.

 



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