História O Melhor Amigo do Meu Irmão-ABO Universe. - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~VorazOhFodao

Postado
Categorias Block B
Personagens B-Bomb, Jaehyo, Kyung, P.O., Personagens Originais, Taeil, U-Kwon, Zico
Tags Taepyo, Ubomb, Zikyung
Exibições 67
Palavras 1.863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus anjos! ~VorazOhFodao aqui <3 Obrigada por comentarem e por favoritarem <3 Amo vocês beijos <3 Até lá em baixo <3

Capítulo 4 - Três.


Fanfic / Fanfiction O Melhor Amigo do Meu Irmão-ABO Universe. - Capítulo 4 - Três.

Acordei me sentindo estranho. É como se o meu corpo estivesse pesado demais. Nunca havia me sentido assim, como se uma áurea negra estivesse em cima de mim, me sugando. Já estava pronto no quarto, aguardando eles me chamarem para seguirmos viagens, de acordo com o que Jihoon falou. Eles me chamariam, e era para eu ficar ali, aguardando.

Minhas mãos estavam sem hidratação e meus pés pediam por massagem e esfoliação. Ficar a maior parte do tempo com meu sapato estava dando uma má condição ao meus pés e ficar com essa roupa pesada estava me deixando ainda mais estranho. As cores frias e sem vida da roupa me deixava triste. Mas Ukwon disse que eu tinha que usar roupas neutras, nada de chamativo...

Suspirei mais uma vez e a porta se abriu, revelando meu irmão, um tanto sério. Ele me olhou e sorriu, retribui e ele caminhou até estar perto de mim, na cama. Se abaixou e pegou a mala preta que estava de frente à mim. Eu não sabia o que tinha ali, e nem queria saber, vai que é alguma coisa estranha... 

-Taeil, você vai direto para o furgão.-Minhyukie falou, me dando uma mascara de hospital. 

Pego o objeto e visto-o em meu rosto, tapando-o quase completamente. Assinto e me levanto, indo para a porta, mas antes olho para trás, vendo meu irmão com a mala já em cima da cama, pronto para abri-la.

-Você não vem?-Pergunto e ele me olha, sorrindo pequeno.

-Estou logo atrás de você... Só preciso verificar uma coisa.-Ele diz e eu assinto. Saindo do pequeno quarto e caminhado rápido e ligeiro para o automóvel escuro.

Hoje não tinha sol, estava nublado e o tempo me fazia querer ficar lendo um bom livro perto da lareira, como eu fazia no colégio. Suspirei assim que parei na porta aberta do furgão, inalando um cheiro forte amadeirado. Meu corpo se desestabilizou por um momento e eu ponderei se deveria entrar ou não. Vai que era alguém que estava atrás de mim? Ou vai que era uma coisa ruim? Respirei fundo, sentindo mais uma vez aquele maravilhoso cheiro e coloquei a cabeça para dentro do veículo, com medo.

Estava quebrando uma regra importante sobre a conduta. Um ômega jamais, em hipótese alguma, deve bisbilhotar algo, independente se for sobre si, ou se for sobre a vida de alguém... Mas mesmo assim, eu coloquei meu rosto ali, com medo. E só vi o melhor amigo do meu irmão, sentado. Lendo um folheto de algo e totalmente distraído. Pigarrei e me pus dentro do furgão, sentando-me em sua frente. Ele me olhou e me seguiu com o olhar em todo o meu processo de me confortar no assento e esperar por meu irmão e os outros.

Sentia meu rosto estranho. Ainda bem que estava de mascara, porque eu provavelmente estava vermelho. Só de estar no mesmo ambiente que Jihoon, me lembrei instantaneamente do episódio no banheiro, na noite de ontem. Estava de cabeça baixa, mas podia sentir seu olhar sobre mim, perfurando-me. Um silêncio palpável e incômodo estava instalado no local e a única coisa que eu ouvia era os batimentos do meu coração, acelerado e desesperado. Por que eu fico tão nervoso perto desse alfa?

-Bom dia Taeil Germes.-Sua voz rouca falou baixo, me arrepiando todinho. Eu não sabia o que responder. Talvez um bom dia? Mas sei lá, ele me viu nu ontem...

-Bom dia...-Respondi sem pensar muito, minha voz falhou severamente, indicando meu nervosismo. Minha insegurança estava num nível que eu nem sabia da existência. Respirei fundo e aquele cheiro novamente tomou conta do ambiente.

-Nossa Pyo, seu cheiro tá vindo até aqui fora! Que horror!-Kyung reclama, entrando no banco da frente do furgão.

-Eu não posso fazer nada se eu sou mais masculino e viril que qualquer um daqui.-O melhor amigo do meu irmão responde convencido, me fazendo levantar os olhos e encará-lo incrédulo. Isso é brincadeira né?

-O Minhyuk é muito mais viril que um dia você possa sonhar em ser Querido!-Meu cunhado entra, sentando-se ao meu lado, rindo debochado da cara de tédio que Jihoon fez. Sorrio pequeno por de baixo da mascara.

-Tá vendo, até meu irmão tá de mascara para esse seu cheiro...-Minhyuk entra e Zico entra no banco do motorista, os dois riam.

-Ah! Seu irmão não aguenta cheiro de alfa de verdade...-Ele comenta e toma um soco do meu irmão. Sua cara de cachorro sem dono foi o estopim para eu cair na gargalhada.

-Eu só estou de mascara porquê o Minhyukie me deu, e eu não conheço nenhum alfa além de vocês, então, não exagera!-Falo e Kyung grita eufórico. Arregalo os olhos com as minhas palavras e abaixo a cabeça rapidamente, temendo pelo castigo. Um ômega jamais deve responder, retrucar ou contrariar um alfa. Caso isso ocorra, o alfa tem total permissão de puni-lo da maneira que achar adequada.-Meu Deus! Me desculpa! Me desculpa mesmo!-Falo ainda de cabeça baixa e os burburinhos acabam.

Todos ficam em silêncio e posso ter a certeza de que estão me olhando. Eu sinto isso. Eu sei quando as pessoas me olham quando eu erro. No colégio era assim, ninguém podia errar que era motivo de cochichos... Mas aqui, eles estavam quietos. 

-Eu mereci... Não é culpa sua.-A voz grosa do melhor amigo do meu irmão diz, depois de alguns poucos minutos de silêncio sufocante.

Levanto minha cabeça, e me ajeito novamente no banco, totalmente desconfortável e com vergonha. O dia mal havia começado e já estava assim... 

A viagem de carro seguiu calma. Todos falavam sobre um assunto estranho e coisas aleatórias. O cheiro de Jihoon já havia se dispersado um pouco no ambiente, ficando mais fraco, mas não totalmente invisível.

Durante a manhã, nós só paramos uma vez, para abastecer, usar o banheiro e comprar comida. E agora durante a tarde, não houve nenhuma parada. Eu não sei se devo reclamar, mesmo que eu esteja com minhas pernas doendo por conta de permanecerem na mesma posição por muito tempo, eles estão me ajudando e estão preocupados com alguma coisa.

Minhyuk e Jiho não querem parar e estão achando que estamos sendo seguidos, mas eu não vi carro nenhum. Ukwon está enjoado e Kyung não para e reclamar sobre as dores em seu corpo. Ele não sabe que é contra a conduta? Que um ômega não deve reclamar sobre uma condição ou algo imposto por um alfa... Ele pode ser punido.

Mas é verdade. Não é muito favorável ficar um dia todo praticamente dentro de um furgão, em alta velocidade e com a tensão pairando o ambiente. Respiro fundo mais uma vez naquele dia massante. Estava tudo em silêncio. Ukwon estava com a cabeça apoiada em meu ombro. Enquanto resmungava, Minhyuk estava em sua frente, encarando o esposo com preocupação e Jihoon, estava com a sua melhor cara de tédio.

Por incrível que pareça, mesmo eu não tendo tanto contato com eles, eu já consigo decifrar as expressões de cada um deles. Como por exemplo o Kyung, ele está emburrado porque o namorado não quer parar para ele esticar as pernas. Zico está tenso porque ele cisma que tem um carro atrás do nosso, e Jihoon que agora me encara mordendo o lábio... Calma ai, mordendo o lábio?

Olho para o melhor amigo do meu irmão e ele está descaradamente mordendo o lábio enquanto me olha. Olho para Ukwon e vejo que ele caiu no sono, e Minhyuk estava olhando pela janela do furgão. Olho de novo para Pyo e ele morde o lábio mais uma vez, sorrindo em seguida. Engulo seco. É uma piada bem sem graça essa que ele está fazendo comigo.

Do nada, um farol alto na traseira do furgão me faz olhar assutado para a porta. Ukwon deu um salto e se levantou, indo ver o que era. O ar ficou ainda mais tenso.

-Merda!-Ukwon fala e eu arregalo os olhos.-Zico acelera, eles estão bem atrás da gente.-Ele diz e Zico bufa, acelerando ainda mais o veículo.

Meu coração começou a acelerar ainda mais, Minhyuk falava atônito com Ukwon e pegavam armas. Kyung estava com um revólver em mãos e olhava para trás a todo momento. Estávamos correndo perigo por minha causa.

-Só vamos atirar se eles atirarem... Lembrem-se, eles querem o Taeil e não vamos dá-lo!-Minhyuk fala firme e todos assentem. Eu continuava ali, a minha cara de tacho, morrendo de medo e impotente, pois não havia nada que eu pudesse fazer para ajudá-los.

O furgão estava a toda velocidade, o barulho do motor se fundia com o barulho do motor do carro que estava nos seguindo. Eu estava tremendo e não tinha ação nenhuma. Jihoon pegou minha mão e me sentou em outro ponto do furgão. Exatamente ao lado da porta lateral. Ele estava meio levantado e sussurrava coisas no ouvido de Kyung. Volta e meia me olhava.

Ukwon e Minhyuk estavam olhando pela janela traseira, vendo o carro que estava nos seguindo. Eles se olhavam e faziam sinais de mãos. E eu estava ali, completamente boiando e viajando na maionese com todos os fatos.

-Taeil, me promete que vai fazer tudo o que Jihoon te falar para fazer.-Meu irmão fala, parando agachado em minha frente.

Olho atônito para meu irmão, que sustentava um olhar sério e pedinte na minha direção. Engoli em seco, assentindo e ele me abraça apertado, me soltando em seguida. Ele olha para Ukwon e sorri, voltando seu olhar para mim mais uma vez.

-Eu não vou perder você... Vai ficar tudo bem tá bom? Só confia no Pyo.-Ele sussurrou-me as palavras e eu as ingeria temeroso. O que será que vai acontecer?

Minhyuk saiu de minha frente, voltando ao lado de Ukwon, que agora mexia na mala preta. Ele tira um revólver e joga na direção de Jihoon, que pega o objeto e coloca numa mochila preta. Observo Jihoon, que fechava a mochila em silêncio, sério e calmo demais. Ele olha para Kyung e manda um sorriso fraco.

-Cuidem-se maninho...-Kyung fala para Jihoon e ele assente. 

-Taeil, me dá seus óculos.-Jihoon pede e eu tiro o meus óculos, perdendo um pouco da minha visão. Entrego meu óculos em suas mãos e volto a me sentar adequadamente, estranhando o ambiente.

Eu até enxergava sem óculos, mas era bem mais difícil. As coisas perdiam o brilho das cores e ficavam um pouco desfocadas. Sinto um calor perto do meu corpo e uma respiração no meu pescoço. Novamente o cheiro amadeirado entra por minhas narinas, me fazendo tremer.

-Me segura e não solta...-Pyo falou firme. No mesmo instante, abracei seu corpo, sentindo ele me abraçar de volta.-3...-Ele falou e eu senti o furgão acelerar ainda mais.-2...-Uma curva e o cantar do pneu. Meu coração estava mais que acelerado.-1.

A porta lateral do furgão se abriu, e eu senti meu corpo ser arremessado com força para fora do veículo. Sentia que estava caindo, mas estava com medo demais para abrir os olhos. Jihoon abraçava meu corpo com força e eu passei a apertar o seu com toda a minha força. A queda não acabava, eu sentia que poderia morrer a qualquer momento. Um disparo. O corpo de Jihoon virou o meu, deixando-me por cima. Um baque... 


Notas Finais


Reviso logo mais.~


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