História O Melhor Ano de Todos - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Eric, Leon
Visualizações 266
Palavras 2.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu acho que vocês não estavam esperando por um capítulo assim agora, mas fazer o que. A história é cheia de surpresas! Boa leitura.

Capítulo 34 - É uma Vida Maravilhosa


A televisão estava ligada, mas ninguém parecia prestar a mínima atenção no que estava passando nela. Eu estava sentado no sofá só tentando me esquivar das mãos que o Gabriel usava para me agarrar.

– Vai logo, Eric! Desliga essa televisão pra gente poder fazer – disse ele com um tom de urgência na voz.

– Calma... A gente tem bastante tempo. Não precisa dessa pressa toda – eu falava enquanto tentava ficar um pouco mais longe dele.

Uma tarde de domingo chuvosa como aquela e eu estava lá, sozinho com o Gabriel na minha casa. Ele não parava de insistir pra que a gente fosse fazer aquilo juntos, mas eu tentava evitar isso ao máximo. Não que eu não quisesse ficar com ele, mas eu estava meio receoso já que era a primeira vez que nós íamos fazer de verdade.

– Ah, claro... Você quer esperar até que os seus pais cheguem pra gente não ter mais como fazer... – disse o Gabriel.

Ele fez uma cara de emburrado e cruzou os braços na altura do peito, como uma criança birrenta que não consegue ouvir um “não”. Quando o Gabriel ficava assim, eu não conseguia negar nada a ele. Simplesmente não dava para vê-lo daquele jeito. Eu então me aproximei daquele pirracento e tasquei um beijo apaixonado no seu rosto lindo.

– Tá bom... Vamos logo – concordei me rendendo – Só espero que eu não te decepcione...

O Gabriel abriu um sorriso maior do que tudo e já foi partindo pra cima de mim.

– Mas não aqui! No meu quarto, né... – falei tentando contê-lo.

– Ah... Como você quiser – disse ele dando um suspiro de cansaço – Mas como você é fresco hein, Eric...

Nós então fomos para quarto. Foi só eu fechar a porta que o Gabriel começou a me agarrar de um jeito louco, me levando até a cama. Ele me fez deitar ali e veio logo em seguida me dando mais um beijo daqueles que me tirava fôlego. Enquanto a sua língua estava bem ocupada buscando espaço na minha boca, as suas mãos estavam completamente livres percorrendo as minhas coxas e indo até a parte de trás. O Gabriel fazia isso de uma maneira apressada e desajeitada, algo normal para alguém tão inexperiente. Só que a vontade era tanta que até isso passava despercebido pela gente num momento como aquele.

– Parece que eu tive que esperar uma eternidade pra ficar com você – disse o Gabriel ofegante.

– Vai valer a pena cada segundo que você esperou – falei em resposta.

O Gabriel então tirou a blusa que usava e a jogou para bem longe. Eu acabei fazendo o mesmo com a minha logo depois. Já sem tanta pressa, ele foi se aproximando do meu pescoço e começou a dar lambidas nele que fizeram o meu corpo estremecer. Cada vez que sua língua quente passava por ali eu gostava mais.

– Eu sempre quis saber qual era o sabor que você tinha... – disse o Gabriel olhando diretamente pra mim.

– E qual é? – perguntei achando graça no que ele falava.

– Isso eu não sei. Só sei que é muito bom!

Ele continuou a me lamber e foi descendo com a sua língua até o meu peitoral. Agora ele alternava entre lambidas, beijos e até algumas mordidinhas de leve.

– Caramba... Onde você aprendeu a fazer essas coisas todas? – perguntei curioso.

Ele sorriu no mesmo instante parecendo sem graça.

– Ah, eu vi muitos filmes... – disse ele logo depois voltando ao que estava fazendo.

Eu estava começando a ficar extasiado com toda aquela disposição do Gabriel e não demorou muito para que aparecesse em mim os primeiros sinais de uma ereção. O Gabriel vendo aquilo colocou a sua mão por cima da minha bermuda e passou a me apertar por ali.

– Mas já, Eric? – perguntou ele parecendo surpreso.

– Porra! Como você queria que eu tivesse depois de tudo o que você fez? – perguntei em tom de brincadeira.

Nós dois rimos juntos.

O Gabriel então abriu a minha bermuda me deixando apenas de cueca na frente dele. Eu estava totalmente entregue a qualquer coisa que ele fosse fazer comigo a partir daquele momento.

Ele pegou o meu membro que estava dentro da cueca e o colocou para fora. Com uma mão habilidosa, começou uma rápida masturbação que fez com que o meu negócio ficasse completamente duro.

– Agora sim... – disse o Gabriel parecendo satisfeito.

Sem avisar qualquer coisa, aproximou-se com sua boca aberta do meu pênis ereto e o envolveu suavemente. Não seria exagero dizer que eu literalmente vi estrelas naquele momento. A sensação de prazer que eu sentia ao ser chupado pelo Gabriel era indescritível.

– Ah, Gabriel... Que isso... – gemi baixinho.

Ele no começo foi bem devagar, provavelmente ainda não sabia direito como fazer aquilo, mas parecia disposto a aprender. A sua língua passeava por toda a extensão do meu membro enquanto eu tentava me segurar para não ficar gemendo o tempo todo e estragar o clima.

Depois, o Gabriel já foi aumentando a velocidade do oral, engolindo o meu pênis quase por inteiro e me fazendo enlouquecer. Eu passava as mãos pelo seu cabelo e inconscientemente puxava a sua cabeça para mais perto de mim. Se eu soubesse que o Gabriel chupava tão bem, eu teria pedido para que ele fizesse isso comigo antes.

O momento estava tão bom que eu sabia que não iria aguentar por muito tempo. Eu tentava me controlar, só que o Gabriel não estava nem aí. Ele parecia mesmo querer que eu gozasse, mas eu não iria deixar aquilo acontecer. Ainda tinha muitas coisas que eu queria fazer antes de chegar ao final.

– Para, Gabriel... Para... – falei enquanto ele se afastava de mim.

– Por que? Você não tá gostando?

– Claro que eu tô, mas é que eu não quero que isso acabe ainda.

Ele então olhou para mim com um sorriso malicioso.

– Ah... O que você tem em mente, Eric?

Foi então a minha vez de sorrir para ele.

– Eu vou fazer tudo o que você quiser... – disse por fim.

Ele então me agarrou e voltou a me beijar, só que agora com mais ferocidade. Suas mãos passeavam pelas minhas costas enquanto eu sentia o meu pênis ainda ereto encostando no seu abdômen. Ele se livrou das calças que usava e também ficou apenas de cueca.

O Gabriel me empurrou para a cama, me fazendo deitar de bruços. Eu comecei a ficar um pouco nervoso nesse momento com o que aconteceria a seguir, mas o Gabriel logo começou a dar beijos estalados na minha nuca, o que me fez relaxar na hora.

– O cheiro do seu cabelo é tão bom, Eric... – disse ele no meu ouvido.

– Ah! É com isso que você tá preocupado agora? – perguntei em tom de brincadeira – Achei que você quisesse outra coisa de mim...

O Gabriel riu e logo depois começou a massagear as minhas costas. Suas mãos foram descendo até chegar na região onde ficava a minha cueca. Ele a retirou num segundo e finalmente as minhas nádegas estava totalmente exposta a ele.

O Gabriel então começou a brincar por ali. Apertava, passava a mão. Ele com certeza não sabia direito o que tinha que fazer. Pelo visto todos os pornôs que ele tinha assistido nunca passavam das preliminares.

– Você tem que enfiar... – eu falei, me sentindo um pouco envergonhado por ter que dizer aquilo.

– Ah... Pode deixar – disse ele finalmente parecendo entender o que eu queria.

As suas mãos separaram cada um dos lados das minhas nádegas e o seu dedo indicador foi parar na entrada do meu ânus. Ele forçou a entrada e eu soltei um gemido agudo de dor.

– Que foi? Doeu? – perguntou Gabriel preocupado.

– Não, não foi nada. Continua... – pedi.

– Tem certeza? Você é virgem, Eric... Eu não quero te machucar.

– Para de enrolar e faz logo isso... – falei de uma vez.

Eu tinha imaginado umas mil vezes como seria ser penetrado pelo Gabriel. Já tinha me masturbado pensando nele me comendo no chão do meu quarto, no sofá da sala e até no chuveiro. É claro que nas minhas fantasias nós dois sabíamos exatamente o que fazer, portanto, eu nunca tinha me preocupado em como seria quando isso acontecesse de verdade. Mas agora era real. Ele estava bem ali, atrás de mim. Eu sabia que podia doer, mas queria continuar mesmo assim. Uma hora ou outra isso teria que acontecer.

Tentei relaxar ao máximo quando senti o pênis do Gabriel encostar em mim por trás. Ele ficou alguns minutos com o seu negócio parado por ali até que endurecesse. Quando já estava pronto, eu fiquei de quatro enquanto o Gabriel se posicionava bem atrás de mim. Ele apontou o seu pênis na entrada do meu ânus e começou a penetra-lo lentamente, sem forçar muito.

– Tá doendo? – perguntou o Gabriel que fazia tudo com muito cuidado.

Eu apenas balancei a cabeça dizendo que não e ele continuou o que estava fazendo.

Acho que, para minha sorte, o pênis do Gabriel não era muito grosso. Além disso, eu estava tão calmo com ele que a coisa ia de uma certa maneira entrando naturalmente. Não dava para deixar de imaginar que se fosse o Leon eu estaria encrencado. E eu também não sabia porque num momento como aquele eu estava pensando nele, mas havia sido inevitável.

O Gabriel continuou a penetração até que eu senti que o seu membro havia entrado por inteiro. Nós ficamos alguns minutos assim até que a dor mínima que eu sentia foi toda embora e eu apenas queria que ele começasse logo a meter em mim.

– Vai logo, Gabriel... – falei por fim.

Sem precisar dizer duas vezes, ele começou um leve movimento de vai e vem que me fez soltar alguns gemidos tímidos. Com o tempo, ele foi ganhando confiança e aumentou o ritmo da penetração. Eu antes estava um pouco receoso que a gente não soubesse direito como fazer, mas algumas coisas parecem que são simplesmente naturais a todo mundo. Aquilo era uma dessas coisas.

Enquanto o Gabriel continuava me penetrando, eu apenas ficava pensando se não estava sonhando ou algo do tipo. Cheguei a conclusão que não dava para acreditar que aquele momento não fosse de verdade. Eu estava mesmo transando com o garoto que eu gostava. As sensações que eu sentia eram muito reais e eu nunca conseguiria imagina-las sozinho.

– Ah, Gabriel... Como você mete bem... – falei em meio aos meus gemidos de prazer.

– Que bom que você acha isso – respondeu Gabriel – Antes eu tava com medo de te machucar, mas já que você tá gostando...

Depois de dizer isso ele começou a se mover com muito mais rapidez, indo para frente e para trás sem parar. O seu membro agora entrava em mim com tanta força que me arrancava gemidos cada vez mais altos e que já se tornavam quase gritos.

Algumas gotas de suor pingavam da minha testa. O meu corpo estava todo suado, assim como o do Gabriel e às vezes acabávamos grudados um no outro. O calor gerado por todo aquele esforço físico era infernal, mas ao mesmo tempo excitante.

Enquanto continuava a me penetrar, o Gabriel agarrou o meu pênis e começou uma masturbação no mesmo ritmo frenético das suas estocadas. Nesse momento eu me senti completamente extasiado. Não havia como nada no mundo ser melhor do que aquilo.

A minha vontade era que tudo isso durasse para sempre, mas é claro que não havia como. Ficamos mais alguns minutos daquele jeito até que eu comecei a sentir que estava prestes a gozar. O Gabriel então tirou o seu membro de dentro de mim e nós dois ficamos sentados lado a lado, um batendo para o outro até que eu gozei como nunca tinha feito antes na minha vida. Logo depois foi a vez do Gabriel que soltou um urro antes do orgasmo e também gozou bastante.

Eu estava completamente exausto, mas feliz. Acabei me deitando na cama todo estirado, com o Gabriel me abraçando por trás. O nosso suor havia se misturado com todo aquele sêmen e o lençol da cama ficou completamente sujo. Só que nenhum de nós dois ligava para isso.

Bastou que eu me virasse para o lado e passasse a encarar aqueles lindos olhos verdes do Gabriel, que tudo ao meu redor perdeu a importância. A vida é maravilhosa, então pra que ficar se preocupando? A única coisa que eu sabia naquele instante era que nós dois pertencíamos um ao outro. O resto era o resto.


Notas Finais


Então, o que acharam? Gabric tá de volta ou não tá? Comentem! E até o próximo capítulo.


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