História O Melhor Maknae - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias SHINee, UNIQ
Personagens Cho Seung Yeon, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Kim Sun Joo, Li Wen Han, Minho Choi, Taemin Lee, Wang Yibo, Zhou Yi Xuan
Tags Asiáticos, Excesso De Perfeição, Fluffy, Luibo, Taelui
Visualizações 118
Palavras 2.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii gente, como vocês tão? Espero que bem^^
Então primeiro de tudo ~sorry, mas eu vou começar um texto aqui. Cap. anterior eu tava de boa tomando um cafezinho e olhando os views quando pah! Eu percebi a perda de um leitor. Eu realmente não sei quem eu perdi, mas por algum motivo na hora isso sempre me deixa muito triste. Eu trato cada leitor como se fosse uma parte de uma família. Perdemos um membro da nossa família pessoal! Mas, eu sou mais forte do que isso, nós somos.
E é por isso que eu estou aqui com mais um capítulo, me esforçando pra que dê tudo certo e para que esta fanfic continue crescendo. Eu apenas espero que todos permaneçam até o fim. Fighting para nós!
Uma boa leitura a todos
E até as notas finais (tem recado lá) @w@

Capítulo 5 - My Sweet Angel


Fanfic / Fanfiction O Melhor Maknae - Capítulo 5 - My Sweet Angel

Luizy

           

Correndo e caindo na chuva. Deslizando pelas folhas molhadas. Cansado de não saber para onde ir. Com medo. Esse sou eu.

            Será que isso é tudo que sou capaz de ser?

Apenas um garotinho assustado, que patético. Achei que podia ser mais corajoso do que isso.

Os raios caem no horizonte, o céu está escuro como se fosse noite. E há o som, o som ensurdecedor da água caindo. A chuva consumindo tudo ao meu redor e tornando turva a minha visão. Estou no apocalipse do mundo.

É acho que eu devia ter sido mais cuidadoso. Eu não devia ter corrido na tempestade sem nem olhar por onde pisava. Acontece que eu só percebi isso agora, depois de ter rolado morro abaixo por vários e vários metros batendo em tudo que havia no meu caminho.

Agora que estou deitado de barriga para cima com o corpo completamente dolorido, sem nem forças para levantar e sendo tomado por uma vontade enorme de gritar enquanto sou açoitado pela água, eu apenas amaldiçoo o céu enquanto meus olhos se tornam cada vez mais pesados. Em algum momento eu apenas adormeci.

E sonhei, sonhei que um anjo me carregava em seu colo e me levava em segurança com ele. Em seus braços não havia nada que eu devesse temer, nenhum perigo poderia mais me atingir. De alguma forma eu não podia enxergar seu rosto, mas não era necessário.

O anjo me salvava do frio e umidade da floresta e o calor de seu corpo queimava a minha pele gelada. E eu não precisava saber quem ele era, eu apenas devia estar ao seu lado e não deixa-lo ir.

Seres divinos não deviam estar entre nós, meros mortais. E eu ainda não sabia onde estava, nem para onde estava indo, mas eu já não sentia medo. Encolhi-me contra o peito do meu salvador, eu queria loucamente dormir, mas eu não queria fechar os olhos. Eu queria provar da luz que aquele olhar continha, mas minhas pálpebras cansadas se negavam a obedecer aos meus comandos.

E só restava a tranquilidade de estar com ele e o sono. E o sono venceu todos os meus sentidos.

Eu apenas não queria acordar em um mundo onde meus sonhos eram apenas ilusões e eu era nocauteado pela tempestade. Eu queria apenas segurar-me ao anjo e jamais ter que acordar. A dor da realidade era somente uma recordação esquecida quando eu estava ao seu lado.

E em nenhum outro lugar ou com qualquer outra pessoa eu já havia experimentado tal sensação.

 

Narradora

 

01:45 PM dormitório do SHINee.

 

            Kibum estava jogado no sofá da sala, com a tv ligada num volume mais alto do que de costume por causa do barulho ensurdecedor da chuva que vinha de fora.

            Minho havia dormido no sofá ao lado.

Onew estava sentado no tapete em frente à mesinha de centro comendo frango para dar uma variada no cardápio e tomando refrigerante.

Jonghyun havia cochilado encostado ao ombro de Key, e agora resmungava vez ou outra, palavras sem sentido.

Estava tudo numa santa paz no dormitório. Eu disse, estava.

            O noticiário estava passando, chato como sempre. Mas, como não era sempre que eles podiam estar reunidos na sala vendo tv, Key insistiu em ficar no canal de notícias para saber o que estava acontecendo ao redor do mundo. Porque segundo ele, uma diva sempre precisa estar bem informada.

            Acontece que a informação que ele recebeu não o tornou muito contente. E tudo que se ouviu a princípio foi um som ensurdecedor acima da tempestade.

- O quêêêê?! – exclamou Key a plenos pulmões.

            E esse grito fez com que Minho se assustasse tanto a ponto de cair do sofá bem em cima de Onew que estava embaixo dele. Resultando no afogamento de Jinki, pois ele estava bebendo um gole de refrigerante bem na hora. O copo também caiu espalhando o líquido pelo tapete.

            Em outra ocasião Key surtaria com os dois, mas ele estava muito ocupado surtando com outra coisa.

            E Jonghyun estava muito ocupado para acalmá-lo, já que estava massageando seu queixo dolorido que foi atingido pelo cotovelo de Key quando este se levantou num rompante do sofá.

- Gente vocês escutaram essa notícia? Escutaram? – Key perguntou puxando Jong pelo colarinho da camisa – Eles perderam o meu bebê na floresta Jongie!

- Fica calmo – disse Jong erguendo as mãos em sinal de rendição – Tae é mais forte do que imaginamos. Ele é nosso prodígio certo? Não há nada que ele não seja capaz de fazer.

            Kibum o soltou e voltou a se sentar formando um bico emburrado nos lábios tão bem desenhados em formato de coração.

- Não me interessa – disse ele cruzando os braços – Eu vou mandar processar a porcaria de produção desse programa de quinta categoria de fundo de quintal que abandonou o meu indefeso bebê a própria sorte!

            Onew e Minho se olharam apenas e sentaram-se lado a lado no tapete cinza felpudo.

            O olhar mortal de Key de repente recaiu sobre os dois.

- Estão esperando o que? Arrumem já essa bagunça e não me façam ter que repetir, aigoo – e virou-se para Jong – Onde está o telefone querido?

            Inseguro ele apenas apontou o objeto numa mesinha próxima.

- Obrigado Jongie – Key lhe lançou um pequeno sorriso antes de sair e desaparecer pelo corredor com o pequeno dispositivo nas mãos.

            Os três suspiraram aliviados e o clima pareceu pesar menos. A verdade era que Kibum podia ser assustador quando estava com raiva, mas nada se comparava a vê-lo com raiva por causa de alguma coisa que aconteceu com Taemin.

 

- Alô Wenhan? – disse Key ao telefone.

- Oi Key, tudo bem? – perguntou o moreno animado.

- Não, não está tudo bem...

- Omo, o que aconteceu? Não me esconda nada, hm?

- É que...

- Você se declarou pro Jong e ele recusou seus sentimentos?

- Sh, cala a boca! Ninguém pode saber disso!

- Então o que aconteceu pra te deixar assim? E pra me ligar a essa hora?

- Bem, eu estou muito, muito nervoso com uma coisa. Você viu o noticiário hoje?

- Na verdade não, por quê?

- Liga agora no canal de notícias.

- O.M.G! – ele exclamou do outro lado da linha pausadamente – isso é sério?

- Com certeza é. Mas, me diz uma coisa: algum dos maknaes do UNIQ tem alguma experiência com sobreviver na selva no meio da tempestade?

- É uma floresta, na verdade e...

- Wen, não me faça perder a paciência com você, eu te fiz uma pergunta.

- Yibo já foi escoteiro, mas ele é bem individualista, então é muito provável que esteja cego pela competição e nem pensou que os outros podem já ter desistido dela. Já o Seungyeon, bem ele pode ficar realmente assustado e sem saber o que fazer, e geralmente quando isso acontece ele faz as coisas mais idiotas possíveis.

- Ok...

- Ok?

- Eu preciso fazer alguma coisa ou vou pirar...

- Por que está dizendo isso? O Taemin...

- O meu Tae é apenas mais uma vítima da situação e é minha obrigação ajuda-lo em um momento tão difícil e já que seus maknaes não vão fazer nada por ele, nós vamos.

- Nós?

- Sim, nós. Arrume agora suas coisas, porque nós vamos ir até a porcaria desse reality e resgatar eles.

- Olha Key...

- Ótimo! Esteja pronto daqui a meia-hora. Te amo, tchauzinho! – e desligou antes que Wenhan tivesse tempo de contrariar a sua decisão.

- Key, sua vaca! – ele exclamou, sabendo que o outro já tinha cortado a ligação.

            Sem muita escolha, e sem nenhuma boa vontade, ele desceu e comunicou a Yixuan e Sungjoo o que havia acontecido. Eles se mostraram preocupados e resolveram ir com ele para ajudar nas buscas também.

            Não muito tempo depois, os três ouviram um carro se aproximar em alta velocidade na rua em frente ao prédio. Não demorou nem cinco minutos e lá estava Kibum tocando a campainha.

- Olá queridos, eu sei que estão aí, venham abrir a porta, pelo amor de Zeus, antes que eu resolva abrir por minha conta, vou contar até três. Um...

            Num rompante Wenhan foi até a porta, a abriu e pediu para que Key entrasse.

            Yixuan vinha de seu quarto com sua mochila já pronta nas costas, mas Sungjoo ainda não estava pronto.

- Ah, eles vão com a gente tudo bem? – falou Wenhan com um sorriso amarelo no rosto.

- Eu não esperaria menos de você – disse Key lhe lançando um olhar felino – É claro que eu mobilizei o pessoal do SHINee a ir também, afinal é pelos nossos maknaes.

            Wenhan na verdade estava suando frio. Ele sabia que quando o amigo disse “mobilizou” na verdade ele queria dizer “obriguei a cambada” a ir comigo.

- Só um minuto eu vou chamar o Sungjoo – disse Wen tentando parecer calmo.

- Tente apressa-lo e o lembrar de como cada segundo pode ser crucial para nossa busca – disse Key autoritário.

- Ah, claro? – disse o moreno antes de sumir rapidamente pelo corredor.

            Logo, lá estavam os três com suas mochilas nas costas, incertos de como seria esse “resgate” louco de Kibum e sem saber ao certo se de fato ele tinha um plano, ou se simplesmente estava tentando ferra-los mesmo. Sem perder mais tempo – porque todos queriam chegar vivos para o resgate, eles desceram até o estacionamento, para Key pisar novamente fundo no acelerador e um silêncio sepulcral formar-se naquele carro depois de rápidos cumprimentos.

            A sorte havia sido lançada.

 

Taemin

 

            Apesar do clima quente, as minhas roupas molhadas grudando contra meu corpo não estavam ajudando a manter a temperatura agradável. Eu sentia que estava perdendo calor. E só tenho uma coisa a dizer: o frio não é psicológico quando você está exposto a ele. Não mesmo.

            Meus braços estão ficando insuportavelmente dormentes. Olho para o rosto de Seung parcialmente escondido contra meu peito. Uma de suas mãos firmemente presa ao tecido da minha camiseta. Fico surpreso com meu próprio ato de caridade.

 

Flashback

            Quando uma forte ventania me pegou e levou minha capa de chuva eu simplesmente saí correndo atrás dela, mas no meio do caminho tropiquei em alguma coisa substancialmente grande. No impulso passei por cima e quase caí, mas consegui estabilizar o equilíbrio depois de alguns passos desajeitados. Foi então que eu percebi que havia tropeçado em um corpo.

            E eu podia escolher entre continuar seguindo a minha capa ou ficar e ajudar o pobre coitado – que eu ainda não sabia se era Seung ou Yibo. Olhei para a capa ficando distante, suspirei pesado e me abaixei. Virei o corpo que estava de bruços para cima, e pequeninos olhos encararam o céu que chovia sobre nós. Ele se afogou então eu o virei para o lado observando que havia uma mancha escura na sua perna esquerda, e eu soube na hora que era um ferimento e que aquilo era sangue.

            Tirei um pano da minha mochila e amarrei em volta do seu tornozelo torcendo para que o torniquete fosse estancar o sangue e que não fosse nada muito sério. Seung parecia dopado. E eu presumi pela capa em parte rasgada e de sua roupa coberta de folhas e pequenos rasgos, e das várias escoriações espalhadas pela sua pele que ele havia rolado morro abaixo.

            Olhei para cima. A altura era consideravelmente alta. Ele poderia ter fraturado alguma coisa. No entanto, ele me parecia sem condições de sequer me responder que dirá se levantar. Então eu assumi os riscos e cuidadosamente o ajeitei em meus braços. Tive de abandonar sua mochila lá.

            Cinco minutos antes de levanta-lo transferi seus pertences de mais valor para o espaço que restava na minha própria.

            E segui incerto pela floresta com ele em braços enquanto a chuva caía e nos açoitava sem dó nem piedade.

***

 

            Mas, o que eu devo realmente fazer?

            Sentei-me contra uma árvore o colocando em meu colo ainda o segurando contra meu peito. Ao menos agora a chuva amainou. Mas, as árvores gotejam pingos e mais pingos sobre nós. Desvantagem de estar em uma floresta: a água fica acumulada nas folhas e continua a cair como se chovesse a cada brisa que dá.

            Deixei que minha cabeça pendesse levemente para trás. Sentia como se tivesse levado uma surra. Meu corpo pesava o que parecia uma tonelada, e me senti imensamente cansado.

            Olhei para Seung que dormia tranquilamente. O sangue que começava a manchar o pano branco me deixava muito preocupado. Eu não o salvei na verdade. Nenhum de nós está a salvo ainda.

            Eu continuo perdido na selva com o agravante de que estou levando comigo um homem ferido. Por isso, mesmo com meu corpo gritando que precisa descansar, eu me nego a fechar meus olhos e dormir. Esta é apenas uma pausa, pois há um longo caminho para nós.

            Arredo os cabelos de sua testa e o sinto se remexer em meus braços. Confuso meus olhos pesados recaem sobre aquele ser que ainda dorme. Acho que é melhor assim, já que ele não é capaz de sentir a dor.

            Sua mão pequena quase a rasgar o tecido da minha camiseta se afrouxa, e seu braço recai sobre meu ombro circundando meu pescoço. O outro braço caído pesadamente ao lado da minha cintura. Essa situação me faz ficar praticamente imprensado contra ele e a árvore e eu apenas suspiro alto em desistência. Apenas me deixo estar.

            Sua cabeça, de repente, está encaixada no meu ombro e sua respiração morna bate contra meu pescoço. Inseguro, levo um dos meus braços a suas costas e lhe afago um pouco ali.

            Me pego pensando que ele fica muito bem daquela maneira. Tão lindo mesmo nessas condições tão desagradáveis. Encosto-me contra a árvore e pensando estas coisas sem muito sentido, sinto que dormi.

Continua...


Notas Finais


Então o que vocês acharam?
Teve momento fluffy amorzinho entre o Tae e o Luizy S2
E pergunta que fica é: cadê Yibo, minha gente?
Ficou legal? Bom? Médio? Lível? O.o
Alguém aí? Alguéns? Interagir é legal gente
Ah! O meu recado: vejam um jornal que eu fiz sobre ‘desfavoritos’ tá lá no meu perfil https://spiritfanfics.com/perfil/maknaekami-chan
Panfletando porque sim ué, e me digam o que acharam também!
Kissus refrescantes de menta
Não me larguem tão fácil ok?
E até a próxima!!


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