História O Mendigo e a Princesa - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jude Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Wendy Marvell
Tags Mendigo, Nale, Nalu, Princesa
Visualizações 1.454
Palavras 3.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Encrenca, encrenca em dobro :V

Alguém anda meio perdido e confuso pelo visto :V

Espero que goste, qualquer erro ou contradição me avisem!

Boa leitura a todos!

Capítulo 34 - A Vida de Natsu


O silêncio pairava por toda a casa. Com a chegada da última hora do dia, Natsu estava no quarto que Erza havia deixado apenas para ele, deitado sobre a cama enquanto olhava o teto e viajava em sua mente.

... De certa forma, essa é a nossa última noite aqui... Hoje apenas o Jellal quem não quis comer da minha comida, ele realmente me odeia... Mas parte disso é culpa da Erza...”, uma gota se formou na cabeça do rosado ao pensar.

“... Ainda assim... O que foi aquilo com a Levy? Acabei cedendo à luxuria...”, as bochechas de Natsu ganharam um leve tom avermelhado no momento em que o mesmo se lembrou.

—Me pergunto até onde teríamos chegado se a Lucy não tivesse nos interrompido... – o garoto murmurou ao se virar em direção à janela, ficando de costas para a porta, enquanto tinha a resposta perfeita para aquilo refletida em sua mente.

Natsu soltou um longo suspiro, fechando os olhos lentamente na tentativa de pegar no sono. E foi o que conseguiu. Mas no meio da escuridão no qual seu quarto se encontrava, tendo apenas a luz da lua cheia a iluminar o local, já que as janelas estavam abertas devido ao calor, o rosado abriu os olhos espantado. Deitado de lado e ainda virado para a janela, o mesmo pôde sentir duas mãos pousadas timidamente sobre suas costas.

—LUCY! O QUE FOI QUE EU DISSE ONT... – Natsu bradou ao se virar rapidamente sobre a cama, onde acabou por se surpreender ao perceber que não era a loira que ali estava —... L-Levy? – não sabia o que pensar ao ver a pequena de cabelos azulados ali, deitada ao seu lado

—N-Não é o que você está pensando, eu apenas... Eu apenas vim para pegar a Lucy no flagra! – a garota tentou se explicar completamente sem graça —Acabei acordando e não a vi no quarto, então acreditei que ela estaria aqui... Você deixou a porta destrancada, então entrei, mas não vi nenhum sinal dela... Só que é apenas questão de tempo, então...

—Mas o que você ganha a pegando no flagra? A Lucy não é o tipo de garota que sente vergonha ao ter as outras pessoas a vendo fazer as coisas... – o rosado comentou ao tornar a deitar sua cabeça no travesseiro, ficando de frente para Levy que permanecia deitada em sua cama.

—Ao menos eu a impeço de abusar de você... – a garota o respondeu calmamente.

—Eu não a deixaria fazer isso – Natsu comentou com uma gota na cabeça.

—Qual é? Tu é que nem um cachorrinho na mão dela... Mesmo que tenha me prometido tudo aquilo mais cedo, não tem como você mudar de uma hora para a outra – Levy falou com sinceridade, deixando o garoto desconcertado.

—... De qualquer forma, você não acha que a Lucy vai perceber que você está aqui quando ela voltar para o quarto e não lhe ver lá? – Natsu indagou em um tom calmo, fazendo com que a pequena percebesse a enorme falha em seu plano.

—... É o sono, eu não sou burra a esse ponto, juro que é o sono – Levy pronunciou com a voz preenchida pela vergonha, mas logo pôde ouvir o rosado soltar uma pequena risada.

—Levy, por que não faz aquilo que te propus mais cedo? Se lembra? Na hora em que discutimos por eu dormir com a Lucy? – Natsu perguntou em um tom calmo, livre de qualquer preocupação ou vergonha.

As bochechas da pequena ganharam um leve rubor, já que a mesma sabia ao que o garoto a sua frente se referia.

—Está falando sobre dormir com você? – indagou levemente corada, vendo o rosado confirmar com a cabeça.

A pequena demorou um pouco para dar sua resposta, fora tomada pela insegurança e pela vergonha, não sabendo o que responder ao certo.

—... Tudo bem se não qui... – Natsu já estava a falar ao perceber a hesitação da amiga, mas logo foi interrompido pelo dedo indicador de Levy, que pousou sobre seus lábios o impedindo de continuar a falar.

—... Eu... Não sou nenhuma santa, e você sabe bem disso... Mas também não sou nenhuma vadia... Se eu passar a noite aqui... Promete que não nos levará a fazer algo como aquilo de mais cedo? – a pequena perguntou com as bochechas avermelhadas, fazendo com que Natsu corasse e confirmasse com a cabeça.

O garoto então cedeu o travesseiro a amiga, dobrando os lençóis e os fazendo como um apoio para a sua cabeça.

O silêncio se instalou entre ambos após tudo aquilo, o que fez com que a vergonha entre eles aumentasse gradativamente.

—... E-Então... Perdão... Pelo que fiz em seu quarto naquela hora... Eu, de certa forma, acabei lhe induzindo àquilo, então... – Natsu tentou se desculpar por acreditar que aquilo talvez ainda estivesse atormentando Levy assim como não saía de sua mente.

—Não se desculpe... Senão vou ficar realmente chateada... – a pequena desviou os olhos —... Foi bom... Pra nós dois... Serviu para vermos muitas coisas... Pena que nos interromperam – murmurou a última parte, mas que não escapou dos ouvidos do garoto.

—Não me provoque, você me fez prometer – o rosado fez com que Levy soltasse uma pequena risada —Mas sendo sincero, você me surpreendeu quando tirou sua camisa.

—Não me lembre disso, por favor! – a jovem exclamou em um tom mais elevado, cobrindo o rosto devido a vergonha —Você... É um pervertido!

—Eles são realmente pequenos... – essa única frase foi o suficiente para despertar a fúria de Levy, que simplesmente partiu para cima do rosado —E-Espera... O que? – Natsu tentou se proteger dos tapas e dos socos que a garota tentava lhe atingir.

Quando se deu por si, a jovem já havia o prendido abaixo do corpo dela. A mesma havia montado sobre ele para que não pudesse escapar, enquanto continuava tentando agredi-lo.

—Seu...! Depois do que me fez fazer... Tem coragem de dizer isso? – Levy indagou indignada, mas logo teve seus pulsos agarrados pelo garoto.

—Mas é a verdade! São pequenos! Muito pequenos! – provocou a jovem, a vendo sobre seu corpo completamente vermelha, fosse de raiva ou de vergonha —Mas... Eu os desejei... Não sei o que deu em mim... FOI VOCÊ QUEM ME LEVOU ÀQUILO... Naquele momento, eu apenas a desejei, eu apenas a quis para mim... Não importa o tamanho, eu queria toca-los, beija-los e chupa-los por hora a dentro.

—... P-Pervertido! – Levy pronunciou como se a raiva houvesse se dissipado, cedendo lugar apenas ao constrangimento.

—Sim, talvez eu seja... – o rosado abriu um sorriso de canto, soltando as mãos da pequena ao perceber que a mesma não o agrediria mais.

Mas antes que pudessem dizer qualquer palavra, viram a porta do quarto ser aberta e a luz ser acesa. Foi então que perceberam que certa ruiva e certa loira os encaravam. Os olhos de Erza pareciam queimar em raiva, enquanto Lucy apenas se posicionou para ver a tudo mais afastada.

—Acho que não fui clara quando disse que não permitiria atos obscenos debaixo do meu teto... – a filha dos donos da casa comentou enquanto tentava conter sua indignação.

Só então Levy e Natsu se tocaram da posição em que estavam.

—I-Isso é um mal-entendido... – o rosado comentou meio sem graça, permanecendo deitado sobre sua cama enquanto a pequena já se colocava de pé.

—Ela vem para o seu quarto no meio da noite, vai para a sua cama e fica sobre você, e quer que eu acredite que é apenas um mal-entendido? – Erza indagou ainda indignada.

—O que é isso? Ciúme? Ou seria seu orgulho de virgem falando? – Levy questionou normalmente ao passar pela ruiva e seguir até o corredor.

—O QUE? – Erza já não conseguia mais se conter.

Do quarto, Natsu podia ouvir as duas amigas discutirem sem mais se importarem com os outros. Naquele momento provavelmente estavam todos acordados, mas ninguém se atrevia a sair dos quartos para se intrometer.

“Isso é culpa minha de certa forma, então é melhor separa-las... Mas o que está acontecendo? Quando minha vida ficou tão louca assim? ”, o rosado se perguntou ao se levantar e seguir para onde as duas jovens discutiam.

—Ei! Parem com isso! – Natsu exclamou ao puxar Levy em sua direção, a afastando de Erza.

—Essa smurf idiota que começou! – a ruiva exclamou possessa.

—Não importa quem começou! Já está tarde, os outros querem dormir! – o rosado a respondeu seriamente, fazendo com que Levy encarasse Erza com um sorriso sarcástico estampado em sua face —... Nós erramos, por isso peço seu perdão... A Levy é o tipo de garota insaciável, então ela não pôde aguentar...

Foi a vez de Erza de encarar a pequena com um sorriso de deboche, enquanto a mesma encarou incrédula ao rosado.

—Podemos todos dormir agora? Cada um em seu respectivo quarto? – Natsu pediu, fazendo todas bufarem.

Mas enquanto Lucy e Levy já voltavam ao cômodo em que dormiam, acabaram ouvindo Erza pedir algo ao rosado.

—... Natsu, será que podemos conversar um pouco? – a mesma indagou em um tom mais sério, de forma que tornou impossível a recusa de Natsu.

—Se não for demorar muito...

—Não vai! – rapidamente a ruiva se aproximou do garoto e pegou em sua mão, o puxando para seu quarto.

—AHHHHH! – Lucy e Levy bradaram juntas ao ouvirem o som metálico da tranca do cômodo em que Erza passava as noites, percebendo as intenções da mesma.

Segundos depois, com Natsu e a ruiva, o rosado apenas encarava a garota com uma gota na cabeça.

—Você gosta tanto assim de provoca-las? – Natsu indagou ao ver o sorriso na face da amiga.

—Sim, é engraçado! – Erza respondeu ao passar pelo rosado e seguir até sua cama desarrumada, já que a mesma dormia nela há poucos minutos.

O local estava iluminado por um pequeno abajur, que de certa forma deixava Natsu desconfortável. A fraca claridade que era consumida pela escuridão iluminava o criado-mudo no qual se encontrava e um pouco ao seu redor, mas Erza fazia parte daquele “um pouco”. A ruiva estava sentada próxima a seu travesseiro, enquanto seus olhos miravam o chão, não dizendo uma única palavra sobre aquilo que queria falar com o garoto.

Pouco a pouco Natsu foi tomando consciência da situação na qual se encontrava. Aquele singelo abajur destacava as curvas de Erza, as quais praticamente forçavam os olhos do rosado às encararem. Com um shortinho e uma camisa branca fina, a ruiva conseguia provocar Natsu sem nem mesmo ter tal intenção.

—... E E-Então? Sobre o que você queria conversar? – o garoto indagou com sua voz demonstrando quão sem graça estava.

—Ah sim... Eu só queria lhe ter para mim por um tempo – a jovem comentou abrindo um sorriso, deixando o rosado ainda mais sem graça.

—Eh? – Natsu corou, dando um passo para trás.

—Ah, não me entenda errado! O que quero dizer é que... Eu queria conversar com você assim como fizemos na empresa do meu pai, igual naquele dia no qual nos conhecemos de verdade – Erza explicou normalmente —Me diz! Como estão as coisas? E você e a Lucy? Está mesmo seguindo em frente com aquela idiota desprovida de tamanho? Sempre que estamos juntos, há mais alguém por perto... Aí acabamos não conversando direito...

—N-Não houve tempo para ter novidades Erza... Creio que tudo que acontece em minha vida você tenha certo conhecimento – o rosado explicou um pouco afastado, o que de certa forma incomodou à ruiva.

—Por que está tão longe? – Erza se levantou e então caminhou até o amigo – Sente-se comigo...

A garota tentou puxar Natsu, mas o mesmo resistiu. A ruiva então acabou puxando e jogando o garoto à força sobre sua cama. Foi então que, com a claridade, pôde ver a face completamente avermelhada do rosado.

—... Estás envergonhado? – a garota questionou já entendendo o motivo, mas queria ouvir da boca de Natsu — Por quê?

O rosado queria se levantar, mas sabia que Erza o empurraria de volta. O mesmo então se afastou sobre a cama, até ficar na metade da mesma, com seus chinelos caindo de seus pés ao realizar tal movimento.

As palavras se entrelaçavam em sua garganta na busca por uma resposta adequada, que não levasse a um mal-entendido. Mas era quase impossível, a malícia existente em si foi o que o levou até aquilo, e enganar Erza não era algo que seria feito com tanta facilidade.

— Me diga! Por que está tão sem graça? Por que está fugindo de mim? – a ruiva indagou ao colocar um dos joelhos sobre o colchão e Natsu se afastar ainda mais de si.

Ligeiramente curvada sobre a cama, parte de seus seios ficavam a amostra pela gola larga de sua camisa. E era evidente para onde os olhos do garoto estavam direcionados.

—O corpo de sua namorada não o satisfaz Natsu? – a voz da garota tomou um tom provocador enquanto a mesma engatinhava e se aproximava lentamente do rosado, que havia se visto encurralado contra a cabeceira da cama.

—N-Não é questão de corpo, mas sim de momento... Há algumas horas eu estava a sós com Levy, e senti que só queria a ela naquele instante... Agora me encontro em um quarto parcialmente escuro, a sós com uma garota detentora de tal beleza... Mesmo que seja minha amiga, ainda assim sou homem, ainda assim tenho esses sentimentos impuros e esses pensamentos cheios de malícia... – Natsu tentou se explicar, tendo a amiga cada vez mais perto de si com aquele sorriso provocador formado em seus lábios.

—Mas a Levy é sua namorada, eu não...

—Você sabe muito bem o que Levy e eu somos... Sabe muito bem o porquê de estarmos “juntos”... Se fosse realmente sério, eu não me permitiria estar aqui, a sós com outra garota... Mas acho que você precisava ouvir isso de minha boca, certo? Precisava disso para provoca-la ainda mais... – o rosado tomou um tom mais sério, tendo a ruiva a poucos centímetros de seus lábios.

A verdade se atrevera a sair por sua boca, como se o desejo lhe tomasse o espaço e a expulsasse para fora.

—... Depois que vi aqueles arranhões em seu corpo, depois que vi como vocês estavam na cama, fui tomada por uma curiosidade – a garota comentou em um tom mais baixo —... O que fez aquela pequena folgada se interessar por você? Não há outra explicação para ela lhe ajudar sem ganhar nada em troca... Se eu lhe ajudasse, também estaria sendo ajudada em relação ao Jellal, então... Por que? O que você tem de mais para leva-la a esse caminho obscuro que se chama “A vida de Natsu”? Eu sei a pessoa incrível que você é... Não te conheço tanto quanto sua irmã, não lhe conheço tanto quanto a Levy que mora no fundo de sua casa... Mas ainda assim sinto que você valeria a pena... Mas... Valeria a pena ficar com alguém que lhe machuca tanto fisicamente quanto psicologicamente? Valeria a pena ficar com alguém que ama outra pessoa perdidamente? Então veio o ponto de curiosidade... Qual seria o tamanho da aventura na qual eu me encontraria ao embarcar em “A vida de Natsu”? Quantos perigos? Quantas emoções? Quantos momentos de felicidade? Quantos momentos de tristeza? Por quanto eu passaria? Quanto um beijo seu seria perigoso para mim? Isso tudo me faz odiar sua irmã, por simplesmente lhe tratar de tal maneira... Isso tudo me faz invejar aquela anã intrometida, por simplesmente ter tomado a iniciativa... Isso tudo me trouxe até aqui, para saber se ainda há tempo de embarcar nessa “viagem”...

Erza então avançou lentamente em direção aos lábios do rosado, mas foi impedida pelo dedo indicador do mesmo em sua boca.

—E pensar que me tornei uma fase de aventura... Ainda assim, Levy não tem ninguém a quem se prender, seu amado simplesmente a traiu e a abandonou... Mas e você? Por que está fazendo isso se sei que ama o Jellal? Eu sei que ele é um idiota, assim como sei que ele não faria nada tão grave para transformar seu amor em ódio... Ou algo aconteceu na praia enquanto não estávamos presentes? – Natsu perguntou ainda sério.

O olhar de Erza abaixou, enquanto ainda tinha o dedo do rosado em seus lábios e o corpo do mesmo abaixo do seu.

—... Não aconteceu nada de mais... Apenas cansei de acreditar que ele irá mudar e me amar do jeito que quero ama-lo – a ruiva explicou um pouco mais chateada no momento que o dedo do garoto se afastou o suficiente para que ela pudesse falar. Mas logo a mesma tornou a encarar Natsu —... Só acho que agora é a minha vez de seguir em frente.

Tal afirmação cheia de sinceridade fez com que o único dedo do rosado cedesse espaço aos outros quatro, onde toda sua mão se direcionou em um toque suave pela bochecha de Erza, provocando o avermelhamento da face da mesma devido a tal carinho.

—... Não posso lhe dizer que sou a pessoa quem você espera encontrar agora que decidiu seguir em frente, pois mesmo tentando ainda não consegui fazê-lo... Também não posso lhe permitir mergulhar ainda mais nessa aventura na qual a minha vida é, devido a todas as circunstâncias na qual me encontro em relação à Levy e a Lucy... Mas se no momento tudo o que desejar for um beijo, não vejo mal algum em lhe dá-lo – Natsu concluiu levando seus lábios até os da ruiva.

Erza apenas fechou os olhos e aceitou o beijo, o toque suave da boca de Natsu na sua. Tal ato que se prolongou, inesperadamente, por tempo demais, onde parecia que estava sendo bom para ambos. De começo um beijo sem maldade, apenas a realização de um ato de carinho do qual nenhum dos dois queria terminar.

Mas logo Erza levou sua mão direita até o peito de Natsu. E como se despertasse algo no garoto, a ruiva pôde sentir a mão do mesmo deslizar até sua nuca, aprofundando ainda mais o beijo e o tornando mais voraz a cada segundo que se estendia.

Só restou à ruiva apoiar sua testa na do rosado e afastar seus lábios por alguns instantes, para que assim pudesse recuperar o folego que lhe faltara. Com a respiração ofegante e com todo seu corpo pedindo por mais, a garota acabou por ser surpreendida ao ouvir um forte baque contra a porta.

— O que...? – a mesma nem teve tempo de concluir a pergunta, apenas pôde ver a porta ser arrombada por aquele garoto de cabelos azulados.


Notas Finais


Se puderem, deem um curtir na pagina ;)
Lá poderão encontrar indicações de fics novas para ler e muito mais ^^

https://www.facebook.com/FairyFics/posts/1220321594762693:0



https://vinilufanfics.blogspot.com.br/
Yeah, é algo novo que estou tentando... Lá irá conter todas as histórias que estão postadas aqui no Social, mas REESCRITAS (não o enredo, apenas a ortografia)... Por enquanto, como apenas comecei, irei postar lá somente as já concluídas... Deem uma olhadinha e me deixem suas opiniões se devo ou não dar continuidade em tal projeto...


Até o próximo!


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