História O menino do prédio ao lado - Capítulo 2


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Categorias Anjos e Demônios
Exibições 10
Palavras 877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Suspense
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Primeiro "Boa Noite"


Fanfic / Fanfiction O menino do prédio ao lado - Capítulo 2 - Primeiro "Boa Noite"

- Ah, filha! Que bom que você chegou, pega um suco para os convidados, por favor.

Alice se pergunta o que essas pessoas estão fazendo em sua casa.  Olha ao redor da sala e seu olhar para quando avista aquela mesma criança. É um menino de aproximadamente oito anos, com um semblante sério, olhos pretos como jaboticabas, cabelo liso e meio atrapalhado e vestia roupas escuras. Alice sente arrepios quando olha para ele.

Após alguns minutos Alice volta com a bandeja com copos de suco para servir as visitas.

- Alice, esses são os novos moradores do bloco, estão alugando um apartamento no prédio ao lado. – Marta apresenta Alice a eles.

- Olá Alice, nos vimos no estacionamento, meu nome é Gabriela, esse é meu marido Carlos e nossos dois filhos Samuel e Jonas.

Jonas é um menino de aproximadamente quatro anos, muito bonito e sorridente. Gabriela parece estar com 31 anos, tem longos cabelos vermelhos tingidos e os olhos castanhos claros, realçado com seus longos cílios. O marido é o mais agitado, é um homem alto, com o cabelo castanho escuro cacheado e olhos castanhos, está ao lado do padrasto de Alice (Rone), conversando sobre futebol. E Samuel, a criança estranha.

- Eu vim aqui hoje porque soube que sua mãe olha crianças, e como eu e meu marido trabalhamos fora, pensamos em deixar o Jonas aqui, até porque o Samuel vai pra escola na pela manhã, e gosta de dormir à tarde.

- Ah sim, entendo. É um prazer conhecê-los, espero que sintam a vontade aqui. Qualquer coisa que precisarem...

- Vai ser um prazer ajudá-los em qualquer coisa – Marta interrompe.

- Bom então se vocês me dão licença, eu tenho que me arrumar, tenho um compromisso daqui a pouco e parece que estou atrasa...

- Aonde você vai? – Samuel pergunta interrompendo Alice.

- Samuel, isso não é da sua conta! – Gabriela repreende o filho.

- Não tem problema, - Alice fica envergonhada, mas ao mesmo tempo irritada. – eu estou indo ao cinema com alguns amigos. Bom, fiquem a vontade. Alice dá um sorriso forçado e vai para o seu quarto.

 

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Após alguns minutos termina de se arrumar. Coloca-se em frente ao espelho para ver como está sua roupa. Alice é uma garota muito bonita, tem a pele negra, os cabelos castanhos escuros um pouco abaixo do ombro, e olhos escuros.

Quando termina de se arrumar, liga para Larissa, sua amiga, para confirmar o horário. Larissa atende no segundo toque.

- Oi miga, já tá saindo? Eu já estou pronta e linda aqui. Acredita que a minha vó disse que meu short tá curto, ele tá abaixo da minha estria na coxa, olha que essa estria é três dedos abaixo da bunda e...

- Tá bom Larissa, já entendi!

- Ai sua grossa. – Alice dá uma risadinha.

- A gente se vê às 17h?

- Sim senhora.

- Ok, beijos. – Alice desliga e pega a bolsa pra sair.

Quando está abrindo a porta, Marta a lembra de fechar a janela do quarto, pois está ventando muito. Quando ela fecha, olha do outro lado e Samuel está na janela do seu quarto olhando para ela, com um semblante furioso. Alice acena pra ele com um sorriso meigo, mas ele não responde. Ela deixa pra lá e sai.

 

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- Oi meninas, oi amor. – Alice é a última a chegar, Jhenny e Larissa estão separando os ingressos, e Daniel lhe dá um abraço apertado e um beijo na bochecha.

- E aí, conseguiram comprar tudo? – Alice pergunta.

- Não, o seu não deu pra comprar, não vendem pra gente feia. - Larissa provoca.

- Que estranho, Larissa. Como você comprou o seu então?

- A Jhenny comprou o meu, otária. – Elas começam a rir.

- Então vamos né gente. – Jhenny sai empurrando os amigos pelos braços.

 

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Na volta pra casa, estava caindo uma tempestade do céu. Alice, Daniel, Jhenny e Larissa resolveram pedir um Uber. Eles deixam Alice em casa primeiro. Ela se despede e sai correndo pra dentro do prédio para não se molhar mais. Quando abre o portão, escuta um estralo e as luzes todas se apagam.

- Que ótimo, - Alice reclama.

Ela liga a lanterna do celular e segue para seu prédio. Por um descuido, a jovem deixa sua bolsa cair, quando a apanha do chão levanta e vê uma sobra na parede. Ela olha ao redor, mas não vê ninguém. Alice fica assustada e então começa a andar mais rápido em direção à sua casa, quando vira no corredor para entrar no prédio, ela se surpreende. Samuel está sentado no chão, todo molhado. Ele se levanta quando percebe sua presença.

- Samuel! Que susto, o que você tá fazendo aqui? Sua mãe sabe que você tá aqui? – Alice grita.

Samuel fica em silêncio olhando pra ela, fixamente.

- Eu estou falando com você!

- Eu estava esperando você chegar, só isso. – Samuel começa a caminhar de volta para sua casa.

- Por que você estava me esperando, Samuel? - Samuel não responde, apenas continua andando.

- Samuel! – Alice grita novamente.

Samuel para e lentamente se vira em direção a Alice. Ficam ali os dois se encarando, Alice está completamente assustada.

- Boa Noite, Lice! – Samuel some pelo escuro do prédio.

 


Notas Finais


E aí, será que Alice vai dar um ''chega pra lá'' no Samuel? Veremos.


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