História O Menino que não enxergava - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Drama, Fluffly, Hunhan, Kaisoo, Kristao, Sulay, Wontaek
Exibições 201
Palavras 3.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, sentiram saudades de mim?
Falo com vocês na notas finais.
Qualquer desculpe, não consegui revisar, está acontecendo tanta coisa aqui em casa.
Saranghae <3

Capítulo 14 - Descoberta


Lembrar que tem que acordar e ir para a escola não era mais um problema para mim, pois agora eu podia ver o Kyungsoo, ele sempre vai estar lá me esperando com seu irmão no portão. Antes eu poderia achar repugnante, mas agora era diferente, agora eu não tinha mais aquele pensamento escroto sobre pessoas deficientes, pois meu amor pelo Kyungsoo mudou.

Ver ele, agora é como se fosse ver meu próprio coração, é como ver a minha alma, é como ver a coisa que eu mais quero na vida. Kyungsoo virou algo muito importante para mim, chega a ser engraçado, mas faria de tudo para manter ele bem e sempre sorrindo, nunca quero magoar ele ou algo do tipo, ele é aquele tipo que não pode se fazer isso.

 Agora entendo o que é o amor, quando Sehun falava do quanto ama o Luhan, seus olhos chegavam a brilhar e mostrar o quanto aquilo era puro e inocente. O amor é inocente de todas as formas, mesmo que seja do mais sem sal ao mais picante, ele era uma forma de sorrir para nós com um simples olhar e um simples gesto. Amar é algo que eu me viciei e que não quero parar de consumir ele, ele era em várias formas e uma delas era na forma de amar o Kyungsoo.

A forma mais pura e simples dela, é da forma que todos os amores devem ter, pois ele me mostrou que não precisa ver para se amar, não precisava ser “normal” para sentir, ele era a prova que poucos tem de um amor simples e honesto. Acho que nunca me arrependeria de ter o Kyungsoo do meu lado, muito pelo ao contrário, sempre agradeceria a ele, quando o amor te muda a forma de agradecer é amar e lutar para amar.

Me levanto e sigo para o banheiro para uma higiene matinal, depois desço para tomar café antes de ir à escola. Me toquei que depois que comecei a namorar o Kyungsoo não tive mais pesadelos com o crápula do Zitao, eu estava extremamente grato por isso, pois agora me sentia curado de uma doença incurável que é o ódio.

O ódio que me consumia e que fazia que tudo em minha volta fosse ruim, mas hoje Kyungsoo tirou esse ódio de mim, até a raiva que eu tive do Zitao nesses quase dois anos. Minha raiva que hoje está extinta era tão poderosa que queria a morte dele e hoje apenas quero sua felicidade do mesmo jeito que eu estou feliz.

Caminho pela casa grande, chego na sala e me deparo com a senhora Heemin encostada na parede e tendo um tipo de ataque de tosse. Meu desespero logo surge e corro em sua direção, vejo que ela estava um pouco fraca e com uma orelha grande e muito mais muito funda.

– Vó. – Segurei seus braços com cuidado. – Você está bem?

– Estou sim, apenas é a idade chegando. – Ela dá um sorriso fraco para mim, meu coração aperta com aquele sorriso.

– Você precisa ir no médico.

 – Não se preocupe meu filho, avó está bem, só foi umas tosses. – Ela me olhou com aquele sorriso de novo, mas eu sentia que nada estava bem.

– Vó, você precisa ir no médico. – Falei sério para ela e que apenas me olhou e deu logo um sorriso.

– Já falei que estou bem. – Ela se solta de minhas mãos e me olha sério. – Meu Soo me contou sobre o que fizeram na viajem.

Por algum motivo, mas sabia qual era o motivo, meu rosto corou fortemente com isso, ela me olha de forma como se eu fosse culpado de algo e logo baixo o olhar.

– Você entregou o anel para ele e nem me contou. – Eu suspirei aliviado, pensei que ele tinha contado que nós tínhamos feito amor.

– Eu ia contar, mas não consegui. – Falei para ela que ainda me olhava com aquela cara. – Sabia que você iria contar para o Soo.

– Está me chamando de fofoqueira? – Perguntou ela andando até a sala de jantar com uma cara de que não acreditava no que escutava.

– Não falei isso. – Levantei minhas mãos em forma de rendição e logo ela começa a rir da minha cara.

– Então vem comer e hoje de tarde não traga o Kyungsoo, pois eu irei ir no médico. – Sorri vencido. – Não conta para ele que me viu assim.

Eu apenas assenti e logo sigo para sala de jantar, minha vó se senta no seu lugar e eu no meu, adoro tomar café com ela, pois era a única que me dava atenção, basicamente ela que me criou. Minha mãe sempre está ocupada na escola ou em reuniões com secretários e ministro da educação, meu pai ele mais viaja que fica em casa, tem dias que ele nem mesmo se lembra que tem casa e vai dormir em hotel – até agradeço que ele não participe de minha vida. Mas minha vó era diferente, ela sempre teve presente, foi a mesma coisa que meu vô antes de morrer, ele sempre teve presente em minha vida.

Passamos a comer e conversar um pouco, ela me perguntou sobre a viagem e como ela foi, contei tudo, menos a parte que eu e o Kyungsoo fizemos amor. Terá um dia que eu vou contar para ela, mas será um dia que eu e o Kyungsoo estaremos casados, pois é eu penso em casar com o Kyungsoo e não vejo problema nisso, ele é perfeito para mim.

Depois do café vou para a escola, durante o caminho me lembro de que meu pequeno vai estar lá me esperando e faz com que um sorriso bobo saia dos meus lábios, acho que sou um bobo apaixonado e que agora a paixão era o amor. Não demorou para chegarmos e eu confirmar com os meus olhos o meu pequeno lá em pé do lado do seu irmão e cunhado conversando, seu irmão logo me avista e dá um sorriso para mim.

– Oi amor. – Dou um selar em seus lábios do meu pequeno. Comprimento meu cunhado e seu namorado com a cabeça. – Vamos?

– Uhum. – Entrelaçamos nossos dedos e seguimos para dentro da escola. Meu sorriso ainda estava no rosto e muito bem visto pelos outros.

Os mesmos olhavam para nós como ainda se não acreditassem que nós estávamos juntos, algumas pessoas ainda olhavam como se fosse algo anormal, mas eu ignorava, pois sabiam que aquelas me desejavam e não conseguiram. Muitas pessoas antes do Soo apareciam e queriam sempre ter um romance com o filho da diretora, claro assim eles estariam certamente imunes dentro da escola. Não que minha escola seja de ter briga, mas também não dá para evitar todo o bullying que se espalha na escola, tento conseguir eliminar o máximo de bullying dentro do meu campo de visão.

Seguimos para a sala, hoje sentaria em seu lado, para passar o tempo fazendo carinho no mesmo, era um habito que adquiri no Soo e não me vejo num futuro em que não faça, pois é a melhor coisa que alguém pode experimentar. Acho que amar é a melhor coisa que alguém pode experimentar e ter, ele é como se fosse essencial para nossa vida e além de fazer com que você sorria por razões que antes eram chatas.

Não demoramos a nos sentar, ele ficou no mesmo lugar e eu no lugar de que antes foi de uma menina, ela nada falou quando me viu ali, talvez por respeito ou medo, na verdade não gostava de por medo nos alunos, ou algo só por ser filho da diretora. Para tranquilizar a mesma dei um sorriso mudo para mesma antes de ela se sentar, ela apenas abaixa a cabeça de um jeito envergonhado.

Começo com os carinhos no Soo, com o um beijo na bochecha e fazendo carinhos em sua mão, sem pensar muito, já arrastei a cadeira e a mesa para o seu lado, o suficiente para estarmos colados. Sei que estou parecendo muito grude, mas sei que ele gosta de receber carinhos, pois ele nunca reclamou e eu aproveito essa coisa fofa que eu tenho só para mim.

O professor não demorou muito a chegar e logo começou a dar aula, ele não se importou muito por eu estar grudado com o Kyungsoo, acho que ele nem ao menos se importa com os alunos além do conteúdo e as provas que ele passa. Ele começa a explicar sobre a matéria que nem me importei em prestar atenção, pois a única coisa que eu prestava era nas características que o Soo tinha quando estava com seus ouvidos focados na aula. Ele é tão lindo quando presta atenção, tão perfeito com suas expressões quando não consegue entender nada e o quando ele consegue dá um sorriso inocente e convencido para si mesmo.

– Você é tão perfeito. – Falei sussurrando. Ele morde o lábio inferior de forma que lhe deixa sexy e inocente ao mesmo tempo.

– O que você disse? – Perguntou ele.

– Falei que você é perfeito. – Repeti com um sorriso no rosto. Se é para falar a verdade que ela seja dita.

– Para que está me deixando sem graça. – Suas bochechas coraram, fazendo ele ficar mais fofo que já é. Peguei de leve elas e logo o beijei.

– Você é tão fofo. – Falei e ele logo me deu um tapa.

– Não sou fofo. – Falou ele um pouco alto, chamando atenção de geral.

– Kyungsoo, pelo visto está prestando muita atenção na aula. – Falou o professor. Ele nos olhava com uma cara de interrogação. – Já que só tem uma maneira de prestar atenção.

Uma raiva subiu em minhas veias, quem era ele para falar assim do meu Soo, olhei com um certo nojo para o professor que logo percebeu a cagada que fez. Acho que o Kyungsoo percebeu minha raiva, pois sua mão pegou na minha como dissesse que estava tudo bem.

– Eu prestei sim atenção professor. – Falou ele de forma calma, ele dá um sorriso. – O “Ta bom” é uma gíria coreana que surgiu em torno de 1990 com uma propaganda de um suco de laranjas brasileiras e ele tem como significado o tudo bem. – Como eu tenho orgulho do meu namorado e suas habilidades de conseguir fazer duas coisas ao mesmo tempo e olha que nem sabia dessa habilidade dele. – Era isso?

– Está correto, mas não quero conversa na minha aula. – Ele se vira para mim e dá um sorriso.

– Você é demais. – Sussurrei em seu ouvido. – Ainda bem que tenho você de namorado.

– Shh... – Ele deu um sorriso de canto. – Vamos prestar atenção na aula. – Dei uma risada. – E eu sei que sou demais.

– E muito convencido também.

A aula passou devagar, não sei se foi uma vantagem de fazer mais carinho no Soo ou uma desvantagem já que o dia estava demorando passar. Sigo com ele até o refeitório e seguimos para a mesa que sempre sento, mas dessa vez Kyungsoo me fez convidar o Chanyeol, Baekhyun e a pessoa que não queria, mas convidei Minseok. Confesso que queria apenas estar sozinho com o Kyungsoo no recreio, passar o tempo todo beijar ele, pois ele é viciante e tudo nele me vicia, desde o carinho aos beijos que são muito bons.

Ficamos o intervalo ficamos falando de assuntos aleatórios, descobri que Baekhyun sempre estudou comigo e nunca falou comigo porque me achava um babaca e por isso esse ano ele trocou de turma, também descobri que o Chanyeol gosta de rap e além de os dois estarem a três anos juntos, isso foi o que eu mais me surpreendi. Me contaram que não foi fácil para eles se assumirem para a família, tanto que quando fizeram isso depois de dois anos de namoro, os pais do Baekhyun o expulsou de casa e a família do Chanyeol acolheu ele, mas aí os pais do Baekhyun viram que o filho estava feliz e pediram para o filho voltar.

Acho legal que deu tudo certo, principalmente quando os pais do Baekhyun o aceitou de volta, acho que é a melhor coisa quando se tem sua família te apoiando e sempre te ajudando é algo que nenhuma pessoa pode pagar. Eu por exemplo tenho minha família apoiando com o Soo, o único que não faz isso é o meu pai, mas eu quase não o considero da família e sim uma pessoa que contém o mesmo tipo sanguíneo e sobrenome que eu.

Fico o tempo todo beijando o Soo e fazendo carinho nele, percebo que Minseok não está gostando muito de ver eu assim com o Soo, na verdade estou até gostando de fazer isso na frente dele, aí mostra que o Soo é meu. Ele até agora não falou nada, apenas olha eu e o Soo abraçados e trocando carinho, mas tenho até medo de ele não falar nada, pois nunca se sabe o que tem na cabeça de um perseguidor.

– Não sou obrigado a ver isso. – Do nada ele falou se levantando, todos olharam para ele com cara de confuso.

– O que foi? – Perguntou o Soo.

Ele nada fala e apenas sai, todos olham um para o outro tentando entender o que aconteceu agora, eu acabei rindo e recebendo um tapa do Kyungsoo. Ficamos mais um pouco conversando até o intervalo acabar, seguimos para sala conversando e rindo, eu e o Soo de mão dadas assim como os outros dois casais, nos despedimos e fomos para aula.

Durante a aula não mudou nada, continuei dando carinhos e beijos no Kyungsoo, mas esse o professor não reclamou, até porque me contentei nos beijos e carinhos sigilosos. Durante a aula recebi uma mensagem, mas que preferi ver no final da aula e continuei com os carinhos.

A aula não se prolongou muito. E para ser sincero quase não prestei atenção nela já que a minha prioridade era fazer o Soo rir, ou deixar ele se sentir amado, pois é o que eu sinto quando estamos trocando carinhos desse jeito. Logo quando estamos saindo, me lembro da mensagem e logo vou verificar, o estranho é de um número desconhecido e eu normalmente não dou meu número para ninguém.

Número Desconhecido: Me encontre na sala de música depois da aula, se não o Kyungsoo saberá do seu plano.

Aqui é o Minseok. ”

Eu gelei na hora com aquela mensagem, fiquei um tempo parado observando a mesma, como ele descobriu sobre isso, meu coração falhou na possibilidade de o Kyungsoo descobrir isso, na verdade o medo me fez tremer. Kyungsoo percebeu minha aflição e me perguntou o que estava acontecendo, eu apenas inventei que minha mãe me chamou para uma reunião que ele iria ter que ir com seu irmão.

Levei ele até a porta, não vimos seu irmão e nem o Leo, pedi para ele esperar que talvez ele já estava vindo e o Leo deve estar em algum canto da escola. Um detalhe, Leo não fazia mais Bullying e nem mesmo anda mais com o pessoal barra pesada, aquilo realmente me surpreendeu, vemos outro caso que o amor vence.

Sigo para aquela sala frustrado com tudo, queria saber como ele descobriu sobre esse plano que só o Sehun e o Leo sabem, será que tem alguém mais que sabe e não sei. Mas quem estaria espalhando esses rumores e muito mais quem contou para essa desgraça desse guri. Cheguei na bendita sala, ele estava sentado no banco do piano tentando tocar o instrumento até perceber minha presença.

– Olá. – Diz ele sem virar para mim. – Temos que ter uma bela conversa. – Agora ele me olha, mas sem se levantar do banco.

– O que seria? – Me fiz de desentendido.

– Vamos começar por onde? – Ele coça seu queixo como se tivesse pensando. Olhar para ele é como olhar para uma criança que está querendo brincar de ser adolescente, o que me irrita profundamente. – Ah começamos pela parte que você enganou o Kyungsoo.

– Eu enganei?

Eu posso dizer que meu coração estava acelerado de uma forma que tenho vontade de bater com aquela cabeça de criança na parede até sangrar. Talvez ele mereça o Jongin ruim invés do que estou agora, mas ele irá se arrepender se o Jongin ruim surgir.

– Não me venha com essa cara de sonso. – Falou com raiva e olhando dentro dos meus olhos. Sua cara de criança se transformou em uma fúria que até agora não estava presente, se dissesse que ele era mais assustador que o Chucky estava falando a verdade. – Você tirou ele de mim, apenas para enganar ele. Eu sei de todo seu plano e que faria mal ao meu D.O. – ele gritou.

– Primeiro de tudo, não entendo que parte o Soo é seu, pois quem eu saiba ele é meu namorado. – Dei um sorriso para o mesmo, ele levantou e vem em minha direção, ele pega minha gola e olha diretamente nos meus olhos.

– Você não me engana com essa sua carinha de bonitinho. – Falou ele firmemente e logo em seguida me solta com um empurrão que quase caio.

Eu como sou uma pessoa calma, me levanto e continuo na mesma posição de antes. Ele ainda me olhava com ira, mas isso não me atingia ou me intimidava, pois era apenas uma criança birrenta.

– Sabe Jongin, quando você conquistou o D.O pensei deixar vocês dois felizes, até evitava em pensar em vocês. – Ele olhou com um sorriso no rosto, mas um sorriso amargurado. – Quando eu descobri que você queria apenas fazer o Kyungsoo se apaixonar por você e depois descartar apenas para ele sair dessa maldita dessa escola.

Sua cara não me assustava, mas agora suas palavras sim, tentei fazer de indiferente, mas dentro de mim queria sair dali o mais rápido possível, e dizer que era mentira o que ele estava falando. Eu apenas me mantive parado, mas como eu falei tentei ser indiferente, mas o que eu consegui foi com que meus olhos se arregalassem com aquilo.

– Mas pedi para você vir aqui me falar se é verdade. – Ele estava calmo, isso me fez eu me assustar. – Me diz que é mentira.

Nada falei, apenas observava ele, não queria dizer a verdade, como não queria mentir, eu não sabia o que estava fazendo. Queria saber como ele descobriu sobre isso, como ele sabe disso, será que alguém está contra mim contou para ele.

– Fala a verdade. – Ele gritou. – Você queria apenas fazer o Kyungsoo se apaixonar para depois descartar ele?

– SIM! É verdade. – Falei alto.

– C-Como... pode? – Aquela voz não era o Minseok, aquela voz era conhecida, aquela voz fazia meu coração bater todos os dias, aquela voz era do Kyungsoo.

Me virei para ele, ele se mantinha parado, observei que ele tinha tirado sua bengala longa da bolsa, ele fritava qualquer direção, mas a primeira lágrima desceu, a lágrima de dor. Sigo em sua direção, quando encosto em seu braço o mesmo desvia e sai correndo, meu coração falha, meu cérebro não raciocina, só me toquei o que aconteceu quando meu corpo começou a correr.

– Kyungsoo espera. – Gritei, mas ele não virou para mim. – Por favor espera.

Segui correndo pela rua, percebi que ele estava indo em direção de sua casa, queria saber como ele sabia onde morava e como ele podia ser rápido. Quando estava perto da esquina um caminhão estava vindo, eu me desesperei, comecei a correr mais rápido, o caminhão estava quase chegando quando o puxei fazendo ele cair nos meus braços.

– Por favor, me escuta. – Sussurrei, mas logo ele se desprende de mim.

– Não encosta mais em mim. – E saiu correndo novamente.

Me levanto, apenas o sigo, não quero forçar ele a nada, quero esperar ele esfriar a cabeça, quando chego em frente à sua casa ele já tinha entrado, meu coração estava doendo de mais.

Me sentei e me encostei no muro, eu comecei a chorar, estou com medo de perder o Kyungsoo, não quero perder ele, ele é tudo na minha vida, eu não quero que ele saia de perto de mim. Eu amo ele, sem ele não sei se sou capaz de respirar, sem ele não serei capaz de viver.

Então me lembrei de quando falei que quando perdesse um amor, eu faria de tudo para a pessoa me perdoar e vai ser assim. Apenas sairia daqui quando Kyungsoo poder me perdoar, talvez sairia para ir dormir e ir à escola, mas sempre voltaria aqui.

Vou fazer isso porque amo o Soo. Vou fazer isso por ele.


Notas Finais


Olá de novo,
Como eu tinha avisado eu estava na semana de prova, que felizmente acabou. Tenho aula mais essa semana de aula, ai entro em férias, e vou poder att mais vocês, assim eu espero pq tá difícil as coisas aqui em casa.
Mas sem meu problemas pessoais e vamos conversar sobre a fanfic. Digo uma coisa, vai ser drama por mais de drama e mais drama até uns 3 caps antes do final.
Não tenho mais nada para falar, não me matem com esse final, antes de tudo é importante, pois como vocês vão saber da história do Jongin e seu ódio.
Saranghae <3


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