História O mercenário legendário. - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Exibições 58
Palavras 3.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eae galera, mais um capitulo para vocês que vem trazendo muitas coisas. Não vou dar spoiler. Eu sugiro a vocês que durante as possiveis batalhas, podem uma musica bem massa e fiquem lendo para dar mais emoção. Eu por exemplo fiz isso enquanto escrevia :D Bom capitulo. Leiam as notas finais em

Capítulo 9 - Neji, o pirata


(Naruto Narrando)

O navio velejava pelo mar calmo, num azul que resplandecia do céu ao enorme oceano. Ao mar se via os peixes pulando e alguns animais estranhos que nem sabia o que era. Precisava comprar um livro sobre todas as criaturas do mundo, pois ao ver uns animais estranhos numa floresta, enfrentar um monstro de uma montanha e encontrar vários outros animais estranhos num mesmo lugar, já estava mais que na hora de que devia conseguir um guia. Os passageiros andavam de um lugar para outro, conversando, admirando a paisagem, se divertindo. Em algum lugar se via um casal de idosos namorando e admirando andando pelo barco. Não era algo muito comum para eu ver. A tripulação trabalhava a todo o momento. Um deles ficava esfregando o chão enquanto suavam de tão cansado que estava. Outro ficava andando pelos lugares do barco verificando as pessoas, como se fosse algum tipo de segurança. Outro ainda ficava no topo do mastro com uma luneta observando o horizonte cuidando de toda a navegação e outro ficava no leme. Eram muitos deles. Eu apenas via o que estavam no meu campo de visão. Isso criava uma situação calma e divertida ao mesmo tempo. As gaivotas passaram perto de nós que estávamos conversando sentados numa pequena mesa. Tayuya estava de frente para mim e ela acabou de dizer que queria vir conosco.

- O QUE? – Falou Kuro e eu ao mesmo tempo. Não esperava que mais ninguém fosse apoiar a gente nesse tipo de coisa.

- Sim, irei ajudar vocês. Posso não conhecer vocês dois muito bem, na verdade não conheço nada, mas sinto que posso confiar em vocês. – Falava sorrindo. – Além do mais, vai ser uma grande aventura. – Falou ela olhando para o horizonte. – Vai ser divertido se todos nós fossemos juntos!

Ficamos bastante surpresos. Não era um motivo bastante convincente. Parecia que estávamos conversando com uma criança que está diante da possibilidade de fazer a coisa mais divertida do mundo. Eu e Kuro nos olhamos e logo depois sorrimos. Essa Tayuya é bastante infantil, mas ela pareceu bem sincera. Olhamos alegre para ela.

- Por que não? Vamos lá! – Falei me levantando meio que motivado. – Mas saiba que vai ser perigoso. Ainda quer continuar?

- Se não fosse perigoso não seria divertido. – Falou ela se levantando também me encarando convencida.

- Vocês dois são grandes idiotas! – Falou ela fingindo uma reprovação se levantando também. – Vou ter que cuidar de vocês para não tropeçarem e morrerem. – Falou ela rindo da nossa cara.

- Virou nossa babá agora? – Falei com uma cara tediosa. – Então pegue comida para mim minha serva, ou vou contar para a mamãe. – Falei debochando.

- Serva? – Uma veia saltou da sua testa demonstrando sua irritação. – Com quem acha que está falando, seu moleque? – Falou ela se aproximando lentamente de mim com os punhos cerrados.

- Com uma senhora que devia ter trazido minha comida. – Falo rindo me afastando dela.

- SENHORA? – Falou ela alto e ficando com um olhar assustador. – EU VOU TE MATAR!!! – E então ela veio correndo na minha direção e eu comecei a correr.

- Ei, calma vocês dois. – Tayuya falou correndo até nós com semblante preguiçoso querendo parar a briga.

- EU SOU MUITO JOVEM PARA SER CHAMADA DE SENHORA! – Falou correndo atrás de mim. Eu comecei a correr mais rápido um pouco desesperado.

Nós corremos por vários locais do barco. Os passageiros pararam o que estavam fazendo e começaram a ver a gente, já que com todo esse barulho e bagunça, não tinha como não chamar atenção. A tripulação parou o que estavam fazendo e ficaram vendo a gente. O ambiente começou a manifestar um ar bem alegre. Alias ver um bando de jovens se divertindo daquela maneira não era algo comum de se ver em tempos difíceis como esse. Então, em certo momento eu tropecei e acabei caindo. A Kuro vendo isso viu como uma oportunidade e pulou em cima de mim.

- Te peguei malandro! – Falou sorrindo convencida.

- Eu pensava que você era mais decente. Pegando os outros, que feio. – Falei me arriscando ainda mais no perigo. Olhei para ela e vi que ia morrer. Então apareceu Tayuya correndo até nós.

- Hora de fazer montinho! – Falou ela se jogando em cima da gente.

- Isso doí! – Falei. – E vocês duas são gordas!

- O... que... você disse? – Falou elas lentamente e assustadoramente.

“Por que diabos eu tento me matar dessas maneiras?” Pensava.  Fui tirado dos meus pensamentos quando senti a presença de algo.

- Esperem! – Me levantei com uma expressão seria. – Vocês estão ouvindo isso? – Perguntei enquanto olhava para o horizonte. Elas perceberam e também levantaram.

- Parece algo grande, será algum monstro? – Perguntou Kuro.

- Não, não acho que venha do mar. Esse som se parece com... risadas!? – Falou Tayuya.

Nesse momento todos do barco ficaram um pouco atentos. Os passageiros ficaram preocupados e um pouco assustados. Norte, Sul, Leste, Oeste não tinha nada. O mar estava totalmente calmo, sem um único ser vivo. “Risadas? Parecem piratas”. Então eu me toquei e olhei para cima.

Entre as nuvens estava descendo uma nave que brilhava ao sol com uma cor vermelha. Era basicamente um barco pirata com hélices giratórias. Um barco voador. O barco não tinha nenhuma vela. Os mastros estavam ligados a hélices enormes que eram maiores que a largura do barco, que eram três. Nos lados do barco havia vários canhões. As gargalhadas se intensificaram e um monte de piratas apareceu ao lado da proa. Eu não liguei muito para eles, pois o que me chamou atenção foi o capitão que estava no bico do barco. Ele usava um chapéu tricórnio, vestimentas normais, e tinha um sabre guardado. Era um homem de cabelos finos longos e olhos brancos lilás. Ele olhava para nós com um enorme sorriso.

A tripulação começou a ficar agitada e os passageiros desesperados começaram a correr de um lado para o outro. O barco voador lançou dois arpões que perfuraram a madeira da nossa barca e se firmaram. Arpões esses que estavam ligados ao dos piratas por meio de correntes enormes, que eles usaram para descer.

- Parece que a ação começou mais cedo para nós. – Falou Tayuya ficando em pose de batalha. – Precisamos acabar com esses caras, enquanto protegemos os outros.

- Vai ser moleza! – Falou Kuro que transformou sua perna em algo meio rochoso e desferiu uma voadora em dos piratas, que tentou defender com os braços, mas acabou sendo jogado longe com a força do impacto e caiu no mar.

 - Não tem nem piedade. – Falei vendo aquela cena, enquanto pensava se devia continuar irritando elas.

- Estamos em meu campo, então podem deixar comigo. – Falou Tayuya que juntou os braços com as palmas das mãos. A magia começou a fluir pelos seus braços em uma cor azul. Então a agua do mar ergueu-se na forma de um braço gigante, que começou a dar bancadas nos piratas o jogando para o oceano. Os piratas eram bem persistentes, então eles logo voltavam para o navio atacar de novo.

- Assim quem não vai ter ação sou eu. – Falei meio deprimente, até olhar para o barco voador e ver que o capitão não havia se juntado para a batalha, mas demonstrado uma expressão frustrada. – Então vou pegar o mais forte! – Falei enquanto ia subindo pelas correntes.

- O que? – Falou Kuro enquanto dava um soco na barriga de um dos piratas e logo depois o atordoando com um outro golpe.

Eu subi aquelas correntes rapidamente. E subi pulando no barco. La estava ele, virado de costas para mim. Só tínhamos nós dois ali. Eu não podia ver seu rosto, mas sabia que estava sorrindo, assim como eu. Ele levou sua mão lentamente até seu sabre que estava guardado na bainha. Um vento forte com um redemoinho ficou em volta dele e ele se virou para mim pulando no ar quase como se estivesse voando, em alta velocidade com um ataque da espada. Eu usei minha técnica de sacar a espada (Iaido) rápido como um relâmpago e rebati contra sua espada. O choque das duas espadas causou uma onda que se propagou visivelmente pelo ar. Nós nos encaramos desejando aquela batalha. Então nós recuamos enquanto nos encarávamos.

- Você é bem habilidoso. – Falou erguendo sua mão com um sabre a altura do sem ombro horizontalmente. – Talvez me traga alguma diversão. – Falou sorrindo.

- Vejamos por quanto tempo. – Falei mudando minha pose de luta, deixando minha espada abaixada recuada. – Você usa uma magia bem legal.

Nesse momento me movi rapidamente até ele, o que o deixou surpreso pela minha velocidade. Eu estava abaixado, e então eu levantei minha espada para cima, fazendo um corte vertical em sua direção. Ele pegou seu sabre com uma mão no cabo e o outro na parte não cortante, e o posicionou no meio para defender o ataque. Como ele sabia que não tinha como defender daquilo somente daquele jeito, mais uma vez ele usou a sua técnica de vento e adicionou a sua espada. Mais uma vez um choque de espadas que resultou da mesma maneira. Nós dois ficamos forçando nossa força contra o outro. Ele então fez com que todo seu corpo ficasse em volta do redemoinho, que por algum motivo o deixou mais forte. Ele então começou a vencer meu ataque. Eu então dei um sorriso e mostrei minha mão vazia. Eu estava segurando minha espada com apenas uma mão. Ele pareceu ficar assustado com aquilo. Eu levei minha mão a minha espada e a segurei com as duas. Então eu usei toda minha força levantando todo meu corte para cima, o que cortou sua espada ao meio. O ataque foi tão poderoso que se via um brilho dourado saindo da minha espada mostrando como foi o corte. O ataque além de cortar sua roupa, fez sua barreira de ar se quebrar, o que fez ele se levantar no ar. Eu dei um pulo rapidamente no ar e girei meu corpo, e o ataquei dando um chute no rosto, que o jogou para longe do barco rodopiando. Ele estava caindo em direção ao barco onde nós estávamos.

- Olhem lá! – Falou um dos piratas vendo seu capitão caindo todo acabado do alto. Dito isso todos que estavam no barco pararam o que estavam fazendo e olhavam aquilo.

Eu então guardei minha espada na bainha. E pulei do barco indo em direção ao capitão tentando se aproximar dele enquanto caímos. Ele estava atordoado de olhos fechados por esse ultimo ataque que eu fiz nele. Ele então abriu os olhos como extrema raiva e então fez novamente o vento ficar ao redor dele, tentando parar sua queda. Eu me aproximei rapidamente dele e dei um soco contra seu rosto, que foi bloqueado pela sua barreira. Eu comecei a fazer uma espécie de rugido enquanto fazia mais força no meu ataque. Ele ficou com raiva e novamente quebrei sua barreira e dei um soco em seu rosto. Então nós dois caímos em alta velocidade no chão com meu punho no rosto dele. Parecíamos como um míssil caindo. Ao atingirmos a madeira o impacto foi tão grande que quebramos o chão e o atravessamos, levantando uma poeira de fumaça causada na destruição do piso superior. Caindo na parte debaixo onde atingimos a parte mais funda, e ainda foi feito um buraco nessa parte, onde agua começou a entrar. Lá estava o capitão todo caído no chão, acabado. Eu tirei meu punho do seu rosto, e fiquei encarando ele caído.

- Você mexeu com o mercenário amigo. – Falei encarando ele sério. – Ele então olhou para mim e começou a rir. E começou a rir extremamente alto.

- Você é bastante forte. – Falou rindo. – MUITO FORTE! – Falou rindo como um maluco. – Mas, eu, Neji, o barba negra, o pirata do ar, não irei admitir derrota!

- Mas você não tem barba! – Falei.

- Foi por causa de um barbeiro! – Falou ele frustrado se lembrando de algo.

- Esse barbeiro é bom. Me recomenda ele?

- Claro, deixe eu só me lembrar do nome dele... – Ele começou a pensar e então se ligou. – Espera, o assunto não é esse! – Dito isso ele se levantou.

Eu me movi ficando atrás dele e dei um golpe com a palma da mão no pescoço dele centrando em um único ponto. Ele se contorceu e acabou desmaiando e eu segurei ele.

- Lamento, mas acho que teremos que continuar nossa batalha depois.

A agua que estava entrando pelo buraco já estava batendo nos meus joelhos e estava subindo mais rápido. O navio iria afundar e essa batalha só iria piorar a situação. Peguei o Neji, e pulei alto indo lá para cima. Chegando lá via que todos estavam lutando.

- Atenção! – Falei alto chamando atenção de todos. – O líder de vocês foi derrotado. – Falei pegando o Neji e o jogando no chão. “Depois eu levanto ele, mas por agora é melhor fazer parecer que eu sou o cara”, pensava. – Então, vocês piratas vão continuar? – Falei serio.

Os piratas pareciam bastantes confusos sem acreditar no que viam. Eles pareciam acabados por dentro. Eles soltaram suas armas e caíram de joelhos no chão.

- Muito bem. Escutem todos. Esse navio irá afundar. Por favor galera. Vamos usar o navio voador a partir de agora para prosseguir para nosso destino. E vamos comer também pois estou morrendo de fome.

 

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O navio tinha afundado. Toda a tripulação e os passageiros foram movidos para o outro navio. Amarramos os piratas e o colocamos em algum lugar junto com os outros. Neji estava desacordado com eles. Por terem muitas pessoas no navio, ele não conseguiu se sustentar no ar e então resolvemos velejar com ele no mar mesmo. Tayuya resolveu assumir o leme. Ela disse que sempre quis fazer isso. Kuro ficou na posição do capitão, comando os outros e tranquilizando os passageiros. As duas eram boas no que faziam. Eu fiquei com a melhor parte. Fiquei relaxando sentindo a brisa do mar e as ondas que vinham e iam.

Estava bem tranquilo novamente até sentir uma presença atrás de mim que eu sabia quem era. Ele veio até mim, e eu me virei parando seu soco com a palma de minha mão. O capitão tinha acordado.

- Miserável, nossa luta não acabou! – Falava Neji raivoso fazendo força com seu soco.

- Nossa primeira luta sim! – Falei sorrindo. – Na próxima vez lutarei com você.

- Então pegue sua espada e vamos lutar de novo.

- Lamento, mas eu tenho uma missão para fazer e não posso perder meu tempo lutando contra você. – Falei dando um longo suspiro que acabou o irritando mais ainda. – Mas farei uma promessa: assim que isso acabar eu lutarei contra você novamente. O que acha?

Ele pareceu não se conformar com isso. Ele recolheu seu braço e se virou. Foi até onde estavam os outros piratas e os libertou. Eles pareciam alegres por verem seu capitão novamente. Demonstravam uma imensa alegria. O capitão ficou conversando alguma coisa com eles. Os piratas pareciam querer tomar o barco de volta, mas Neji disse alguma coisa e eles desistiram da ideia. Eles ficaram quietos e Neji foi para algum local observando todos que estavam no navio. Ele parecia pensativo.

A viagem continuou com um clima tenso no ar. Aos poucos a normalidade foi voltando com um pouco de receio. Observando o horizonte, observei uma porção de terra se aproximando. Diferente das terras por onde eu cruzei nesse mundo, o local era totalmente desértico. Não existia nenhum sinal de vida, mesmo na praia. Mesmo de longe, consegui ver que a terra de toda região era estéril. Poucas plantas negras de tão seca que estavam se encontravam, deixando mais desértico ainda o ambiente. Nesse local vazio a cidade se destacava, ou que parecia uma cidade. A cidade não era visível, pois a mesma era coberta por extensos muros. Essa parede enorme parecia ter 70 metros de altura e envolvia toda a cidade. Feito de concreto e tinha uma espessura que pareciam ser de 10 metros. A cidade não era nem um pouco visível. Eu apenas identifiquei que aquilo era uma cidade pelos holofotes que passavam pela parte de cima. O sol já estava se pondo. Um estranho crepúsculo se formava.

O tempo pareceu passar mais rápido à medida que íamos se aproximando. O tempo pareceu se congelar para mim enquanto se aproximávamos. O barco finalmente ancorou na praia. Liberamos a escada para que todos fossem descer. Os passageiros saíram primeiros descendo. Kuro e Tayuya vieram até mim. Ficamos observando todos saírem. Depois do ultimo passageiro descer a tripulação veio até mim.

-Obrigado por nos protegerem. Mesmo que tenhamos perdido nosso barco. – Falou o que parecia ser o líder deles. – Vamos passar um tempo na cidade até conseguimos uma outra navegação para a fazermos parte. – Dito isso a tripulação desceu do navio.

Neji e os outros piratas vieram até nós e ficamos encarando uma ao outro. A tensão no ficou bem elevada.

- Bem, - Comecei – obrigado por emprestar seu barco para nós chegarmos até aqui. Aqui que nossos caminhos se separam. Até mais. – E então eu pulei do barco para a praia.

- Espere. – Falou Kuro que pulou indo até mim. Tayuya veio logo em seguida.

Estávamos na areia da praia. No meio dessa praia se encontrava uma pista de concreto que ia em direção a única entrada da cidade, onde todos os outros passageiros e tripulantes que tinham saído antes estavam prosseguindo. Não era um caminho longo, mas a cidade era distante da praia.

- Pelo que parece, a cidade só tem uma entrada que é por esse caminho. – Falou Kuro. – Essa entrada deve ser bem guardada por poderosos guerreiros, então é melhor não parecermos intimidadores.

- Eu concordo. – Falou Neji que apareceu do nosso lado sem percebemos.

- É bom ter um plano, caso tudo der errado e... – Percebemos que Neji estava ali. – O que diabos você está fazendo aqui?

- Eu irei com vocês. – Falou ele cruzando os braços.

- Por que? – Perguntei.

- Você tem uma missão, certo? Então irei ajuda-lo a terminar isso mais rápido, assim podemos lutar. E indo com você posso garantir que você não vai fugir. – Falou ele serio.

- Fazer o que... – Falei dando um suspiro e então me dirigindo em direção a Candoan seguido pelos outros.

Fomos prosseguindo pela estrada indo logo atrás dos outros. Chegando próximo à cidade. A cada passo que dávamos o muro em si se tornava bastante alto. A região em si parecia bastante depressiva. Se aproximando do enorme portão, existia apenas um simples guarda que ficava apenas monitorando as pessoas que entravam. Ele nos observou passando, mas pareceu nos ignorar. Entreolhamo-nos e seguimos nosso caminho. A entrada tinha mais ou menos uns 10 metros de altura. Entramos pela passagem, e dentro do corredor dava para ter uma ideia da espessura da parede que rodeava a cidade.

Atravessando aquele corredor, chegamos à cidade. A cidade por algum motivo me trazia alguma nostalgia. Eu me lembro vagamente, mas acho que Tokyo era dessa maneira. A cidade estava cheia de pessoas andando para todos os lugares. Tinha vários prédios altos, e um monte de lojas, restaurantes, pontos turísticos. Era uma cidade bem movimentada. No alto e um dos prédio, existia uma enorme telão que passava comerciais, noticias e varias outras coisas.

- Uouuuuuuu. – Admirei vendo aquele telão enorme. – Caramba, tudo aqui é incrível especialmente aquilo.

Nesse momento passava um senhor, que parecia um mendigo, de cabelos pretos e olhos vermelhos. Ele era mais alto que todos nós. Sua roupa era toda rasgada e remendada e ele usava um chapéu velho. Ele pareceu ouvir o que eu disse. Ele se virou para mim e disse.

- Garoto, esse telão tem vários canais por assim dizer. Uma das empresas responsáveis por esses canais vive aqui nessa cidade. Por que não da uma olhada? – Falou o homem.

- Interessante. – Falei – Obrigado pela informação senhor. “Isso irá ajudar para fazer o meu plano”.

Então no telão, começou a passar a imagem de uma mulher. Parecia uma espécie de um jornal local, pois os apresentadores falavam alguma coisa sobre ela ser uma assassina da cidade. O homem olhou para o telão e balançou a cabeça negativamente.

- Ela de novo...

- Você a conhece? – Perguntou Kuro dessa vez.

- Sim. Ela é uma assassina que anda matando vários lideres importantes dessa cidade. – Falou o homem. – Ela ataca sempre a noite, e parece escolher o seus alvos a dedo. O nome dela é Yugao Uzuki.

- Uma assassina... – Falei pensativo. – Parece que farei muitas coisas por aqui. – Eu nem me apresentei, eu me chamo Naruto. E você?

- Eu? – Falou o homem que começou a gargalhar. – Eu me chamo Uchiha Madara.

 

 

CONTINUA


Notas Finais


O pirata Neji vai ajudar Naruto? E essa assassina? Qual o Plano de Naruto? E que é esse misterioso homem? Não percam no proximo episodio.

E então galera o que acham da historia? ^^ podem dizer.
E o que acham da minha forma de escrever? Podem julgar e tudo mais em, ou dizer que ta bom. Até a proxima.


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