História O mestre mandou! - BTS - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jin, Jogos, Lemon, Lemonada, Namjin, Namjoon
Visualizações 82
Palavras 1.699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sem violência... Leiam com gosto!

Capítulo 11 - Acidentes Acontecem...


E arrependimentos não irão acordar Jung Hoseok.


Busan, terça-feira 04h00 da manhã.


Yoongi estava na janela observando o movimento quase inexistente na rua. Não conseguia pregar os olhos, mesmo estando tão cansado e enquanto o sono não chegava, ele ficou vagando no quarto entediado sem ter o que fazer. — Experimentou assistir um pouco de televisão, mas desistiu nos primeiros 5 minutos quando não achou um canal que o agradasse. Bebeu conhaque misturado com água, baixou um jogo em seu celular e no entanto, nada disso o deixou entretido. Agora estava parado diante a grande e única janela daquele quarto, suas mãos estavam espalmadas sob vidro e sua expressão permanecia impassível como sempre. Mas seu coração estava apertado, e ele sentia que algo ruim estava prestes a acontecer.


Então seu celular tocou.


O barulho estridente do toque o fez despertar de seus devaneios, ele resmungou baixinho e se apressou para alcançar o celular que estava em sua cama. A tela acessa mostrava que Hoseok estava ligando, e naquele momento, Yoongi sentiu seu coração bater tão forte que doeu, suor escorria de sua testa e com as mãos trêmulas, ele atendeu a chamada.


— Hoseok?— Chamou. Sua voz soou trêmula, Yoongi torcia para que pudesse escutar a voz do moreno do outro lado da linha o quanto antes.


Não soube decifrar com clareza, mas o soar de sirenes eram nítidas ao fundo, podia-se ouvir vozes, lamúrias, mas a chamada estava silenciosa e isso preocupava o Min. Sua respiração estava descompassada, e o desespero já tinha tomado o esverdeado. O medo, de que algo estivesse acontecendo com Jung Hoseok, o incomodava.


— Hoseok, por favor fale alguma coisa!— Pediu sôfrego, não controlou as lágrimas que molharam seu rosto. Não importava, apenas queria escutá-lo e ficar aliviado.


Mas a voz que ecoou do outro lado da linha era diferente, familiar para Yoongi, mas não era Hoseok. Ele fechou a mão que não segurava o celular em punhos, não estava preparado para o que quer que fossem lhe falar, apertou-a tão forte que suas juntas ficaram esbranquiçadas, o mundo parecia desabar debaixo de seus pés.


Hyung... Sou eu, Jungkook.— Anunciou e Yoongi percebeu que o menino soluçava.


— O que aconteceu com Hoseok?— Questionou engolindo em seco.— Por quê está me ligando do celular dele, Jungkook?


Hoseok hyung sofreu um acidente— Disse subitamente e Yoongi ficou estático.— Estavam indo para a casa da avó quando um caminhão... Quando um caminhão surgiu na contramão e colidiu com o carro que o hyung estava.


Jungkook havia dito mais algumas coisas mas Yoongi não prestou atenção, estava em choque encarando um ponto fixo no quarto enquanto sentia uma sensação estranha invadir seu corpo. Era como se agora, algo dentro de si estivesse faltando, uma estranha agonia se instalava em seu coração e ele não conseguia reagir. Suas mãos gelaram e seu coração desacelerou as batidas, Yoongi entrou em um breve estado de dormência enquanto Jungkook falava algo que ele não conseguia compreender por estar tão absorto em seus pensamentos.  


Hyung está me ouvindo?— O menor questionou atordoado.


— Sim, desculpe-me.— Respondeu apressadamente, sua voz estava embargada e trêmula.— Onde você está? Para que hospital o levaram?


Jungkook explicou rapidamente enquanto Yoongi calçava um tênis e apanhava a chave de sua moto, desligou a ligação quando já estava na porta do quarto. Colocou o celular no bolso de sua jaqueta, e com a mão que não segurava o capacete, ele trancou a porta. — Desceu as escadas tão rápido que nem percebeu quando chegou no estacionamento, e tampouco demorou para que deixasse o local em alta velocidade.


* * *


— Onde ele está?— Yoongi Questionou assim que avistou a silhueta do Jeon na sala de espera.


Seus olhos estavam vermelhos devido as lágrimas e o cabelo esverdeado estava bagunçado, mas o Min não se importava, seu coração doía e ele precisava saber qual era o estado de Hoseok.


— Na ala cirúrgica— Disse e segurou o braço do mais velho quando ele fez menção de ir até lá.— Você não pode entrar lá hyung, nós temos que esperar.


Yoongi bufou e colocou as mãos na cabeça, estava perdido, desesperado, seu mundo parecia desabar cada vez mais a cada segundo. Ele tremia, já tinha desistido de conter as lágrimas e agora, elas molhavam seu rosto sem parar. Espremeu os olhos e sentou-se na poltrona que havia na sala de espera, a agonia tomava conta de si, mas ele ia esperar e faria isso por Hoseok.


— Por quê ele está lá?— Indagou. Sua voz soou trêmula e melancólica.


— Não sei bem, quando cheguei aqui ele já estava lá— Jungkook disse esfregando os olhos.— Estou tão preocupado quanto você hyung!


— Quem mais estava com ele?


— Os pais de Hoseok e a irmã dele— Começou, o menino parecia esgotado.— Estão todos mortos, ele foi o único sobrevivente.


Yoongi levantou os olhos para fitar Jungkook com surpresa e no instante seguinte, abanou a cabeça, não queria acreditar, todavia, sua mente gritava que aquilo podia estar ligado ao jogo. Bufou irritado ao pensar na possibilidade e levantou-se subitamente.


— Onde você vai?— Jungkook questionou confuso.


— Preciso resolver uma coisa, pode ir embora se quiser.


— Mas e o hyung?— Jungkook elevou o tom de voz franzindo o cenho.— Não podemos deixá-lo sozinho!


— Ele não vai ficar sozinho, eu vou voltar e ficar com ele— Disse e suavizou a expressão para acalmar o garoto.— Você está acabado, volte para casa e descanse, seus pais devem estar preocupados... Espera, eles sabem que você está aqui, não sabem?


Jungkook acenou rapidamente mas Yoongi não ficou convencido — embora não se importasse — deu de ombros e virou as costas caminhando rapidamente em direção à saída do hospital. Precisava respirar um pouco de ar puro e colocar os pensamentos no lugar, precisava se acalmar e descobrir a verdadeira causa daquele acidente.


* * *


— Como você disse que se chamava mesmo? — O taxista questionou a SeokJin com uma animação estranha.


— Eu não disse. — Jin respondeu estupefato.


— Então senhor “Eu não disse”, ela olhou no fundo dos meus olhos e falou: — Continuou com a atuação dramática. — “Você não pode usar essas roupas, elas não são pra’ você!” Então eu disse: “Se você está incomodada o problema é seu porque-


— Merda! — SeokJin gritou. — Será que dá pra’ você calar a boca e prestar atenção na estrada? — Indagou pausadamente. — Eu pensei que as três vezes em que um caminhão quase colidiu com a gente, seria suficiente pra’ você ficar mais atento ao contrário de ficar conversando sozinho!


— Mas eu estou entediado! — Protestou batendo o punho no volante e consequentemente apertando a buzina.— Quero uma distração!


— Cara, você está dirigindo! — SeokJin disse incrédulo. — Por um acaso você está tentando se matar e me levar consigo?


— Que problema tem conversar e dirigir ao mesmo tempo? — O homem indagou se sentindo injustiçado. — Já vi muitas pessoas fazer, por quê eu não posso?


— É que nem todo mundo é tão embananado quanto você… Olha aí, já está esquecendo da marcha de novo… Meu Deus olha pra’ frente!— Gritou sem pudor algum quando notou que a direção do carro estava mudando enquanto o motorista lhe encarava.



Que aquele motorista era um roda presa SeokJin sabia, o problema é que o cara era tão idiota que se o Kim não estivesse atento ao trânsito — não era sua função, mas ele não estava querendo morrer jovem — o taxista já teria causado um acidente e não estaria vivo para contar aquela história ridícula de quando comprou uma roupa de drag queen.


Estava sendo terrível e em 8 horas tudo o que aquele cara trouxe à SeokJin, fora uma enxaqueca horrível. E se Jin saísse daquele carro vivo e sem nenhuma parte de seu corpo faltando, ele com certeza se convertia pois seria um verdadeiro milagre.


— Esse trânsito está muito lento… Espera! Aquilo é uma blitz? — O motorista indagou e SeokJin arregalou os olhos.


Forçou sua visão um pouco mais para só então, ter o desprazer de enxergar NamJoon em meio aquela multidão acompanhado de outros policiais. Será possível que aquela criatura estaria em todos os lugares? SeokJin questionou-se internamente, seu coração acelerou e se aquele motorista não os tirassem dali, em alguns minutos ele poderia estar bem encrencado — não como os outros dias, ele estaria encrencado em nível hard — e todo o seu esforço para evitar que aquele taxista não causasse um acidente, teria sido em vão.


— Diz pra’ mim que você consegue tirar a gente daqui sem chamar atenção. — SeokJin pediu vendo os lábios do homem se contorcer em um sorriso.


— Ahá! Agora você precisa de mim, não é mesmo? — Questionou irônico e Jin revirou os olhos. — Tem um retorno próximo, mas se você não quiser que aquele policial te veja, precisa se esconder porque vamos passar bem perto! — Avisou pisando no acelerador.


Rapidamente SeokJin se abaixou no banco de trás e fechou os olhos, pedindo mentalmente a alguma divindade, ou até mesmo Deus, que o livrasse da encrenca que ele havia se metido por livre e espontânea vontade. Sua única esperança era Min Yoongi, mas SeokJin não sabia que o esverdeado era tão desgraçado a ponto de negar ajuda, mas não importava, Jin pode achar um meio de resolver aquela situação, e acabar de uma vez por todas com quem quer que tenha criado aquele maldito jogo.


— A barra está limpa! — O taxista falou. — Um dos canas me encarou por algum tempo, mas depois foi como se eu não existisse.


— Como ele era? — SeokJin questionou subitamente ajeitando-se melhor no banco.


— Baixo, magro, moreno... Eu não consegui enxergar o rosto dele direito, mas acho que era bonito! — O homem disse e Jin respirou aliviado, não eram as características de NamJoon.


Esperava não ter chamado atenção, seria muito difícil escapar se algum dos policiais tivessem notado algo. Cobriu o rosto com a mão e fechou os olhos frustrado, não ia conseguir chegar muito longe sem a ajuda de Yoongi, precisava tentar mais uma vez, porque em algum momento ele seria pego, e SeokJin sentia que esse momento não estava muito longe.


— Vamos até o centro de Seoul — Jin falou determinado.— E eu vou precisar do seu celular para fazer uma ligação.

Continua...


Notas Finais


Vocês pediram intenção do Jin com o Taxista, ainda não acabou, espera que tem mais huehuehue
O que acharam do capítulo? Dêem seu voto e sua opinião <3


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