História O mestrinho mandou - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~AlwaysWithSope

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags 7pedidos, Alwayswithsope, Hopega, Seokyoon, Sobi, Sope, Sopedediversões, Sopediversao, Yoonseok
Visualizações 114
Palavras 2.553
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Ficção, Fluffy, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


iai piteis :^v
me matei nessa merda
n ta uma. marevilha e eu devo dizer q esta longe d ser uma das minhas melhores ones mas da p gasto
como sempre ectron me ajudou não so betando mas tbm desenvolvendo esse Treco
sério foi um inferno escrever isso :^v

Capítulo 1 - 7 pedidos


Fanfic / Fanfiction O mestrinho mandou - Capítulo 1 - 7 pedidos

Um perdedor.

Era assim que eu me sentia.

Eu, Min Yoongi, nunca, em toda a minha vida, perdi uma aposta.

Até agora.

Sou uma garoto simples, pode-se dizer, e não costumo me gabar dos meus feitos. Ser o melhor em apostas, porém, é uma coisa muito importante pra mim.

Eu tenho amigos, antes que você comece com as suposições de que sou um perdedor solitário que passa seus dias cinzas fazendo teorias de quem e no que apostar. Na verdade, foi exatamente um amigo que me venceu sem dó, meu melhor amigo.

Agora ele é meu rival, nada de amizade com quem me chutou do trono em que eu escalei pra sentar.

Tudo começou na quinta. Havíamos apostado se o professor Namjoon era gay ou não; eu contra e ele a favor.

No dia seguinte, o vimos na maior pegação com um dos alunos do primeiro ano.

Hoseok ficou fazendo umas dancinhas de quem venceu na vida, enquanto eu só faltava me jogar em um buraco infinito de dor e sofrimento.

— Meu prêmio vai ser jogarmos meu mestrinho mandou — Disse Hoseok de repente durante o intervalo.

Encarei-o assustado. A maior parte das vezes em que eu brinquei desse tipo de coisa com dele, acabei na delegacia ou em um hospital, e eu não gosto de nenhum desses dois lugares. Mas não podia reclamar: eu perdi, não tinha nenhuma outra alternativa a não ser aceitar seu pedido e acatar suas ordens idiotas.

— Tudo bem, não posso escolher mesmo — Digo, fazendo cara de quem levou um soco no estômago.

— Vamos começar segunda? — Questionou o garoto com um sorriso maldoso no rosto.

Com toda certeza ele passaria todo o final de semana pensando em várias formas de me fazer tomar no cu e não do jeito bom.

— Você tem sete pedidos, um pra cada dia. Não abuse! — Falei, indo pra minha sala. Hoseok é um ano mais novo que eu, só nos conhecemos porque a mãe dele é amiga de escola da minha.

Passei todo o final de semana assistindo a vídeos sobre como montar um kit de sobrevivência para todos os tipos de coisas imagináveis.

Eu tenho certeza de que Hoseok acabaria me assustando com a maldade que habitava naquele sorriso em formato de coração.

Perdi tanto tempo tentando prever o meu sofrimento que nem notei quando domingo acabou e o primeiro dia de puro sofrimento, dor e arrependimentos começou.

Mesmo sem a menor vontade de ir até onde me esperavam, minha primeira pena de morte, obriguei-me a levantar da cama, pegar minha mochila e caminhar até o maldito ponto de ônibus.

Hoseok já estava lá; Segurava uma lista e eu sabia que eram seus pedidos. O maldito era sistemática até mesmo pra me ferrar!

— Olha só quem chegou! — Diz o mesmo, assim que me percebe.

Encarei-o como quem diz "anda logo, me mate de uma vez!".

— Vamos logo com isso, Hoseok — Falo, ríspido.

Talvez eu esteja sendo um pouco grosso? Talvez.

— Muito bem, vamos lá — Disse ele, sem dar a mínima para o tom que usei. — O mestrinho mandou... — Hoseok parou de falar propositalmente, aposto que a visão de um Yoongi se cagando todo de medo deve ser a melhor paisagem pra ele. — O mestrinho mandou você passar o dia todo segurando minha mão.

Encarei-o com cara de tacho. Como faríamos isso se nem na mesma sala estávamos!? E que ideia de girico é essa de me pedir pra segurar a mão dele? Com certeza deve ter aqueles trequinhos que dão um choque da porra.

— Pode começar agora, anda!

Ele era mesmo atrevido, se achando o rei da porra toda quando mal era o bobo da corte.

Ainda meio contrariado, peguei sua mão. Ele entrelaçou nossos dedos e sorriu pra mim. Por um momento, senti meu coração acelerar, mas deve ter sido só por não ter tomado um choque.

Não demorou muito para o ônibus chegar, subimos no transporte ainda de mãos dadas. Os alunos nos olhavam estranho, talvez porque Hoseok não tinha parado de sorrir até agora ou pela minha cara de deveria estar mais vermelha que calça branca manchada de menstruação.

Nos sentamos no fundo; Eu na janela e ele no banco ao lado. Procurei não encarar muito nossas mãos e tentar conversar normalmente.

— Hoseok, porque você 'tá fazendo isso? — Perguntei, olhando a paisagem pela janela.

— Porque eu posso, essa semana eu mando — Respondeu em um tom convencido.

Ele era cheio dessas esquivadas, toda vez que eu lhe perguntava alguma coisa com qual eu estava realmente curioso, ele desviava do assunto como se não tivesse ouvido.

Entramos na escola ainda com as mãos juntas. Aquilo estava começando a me incomodar, não por causa das pessoas que nos olhavam, mas porque era uma sensação totalmente estranha segurar a mão do seu melhor amigo enquanto ele sorria como um idiota.

— Vamos ter que nos separa, Hobi — Falei, tentando soltar minha mão, mas Hoseok a apertou com mais força, impedindo-me.

— Nada de desobedecer o mestre, Yoongi!

Ele só podia estar de brincadeira com a minha cara! Nem tinha como eu ir pra aula se continuássemos daquele jeito!

— Eu tenho que ir pra aula, sua anta! — Aumento um pouco mais o tom, para que ele perceba que estou sério quanto aquilo.

— Hoje nós vamos ficar no telhado, assim, não precisamos soltar nossas mãos.

Ele me puxa, e corremos até a porta cinza que leva até o telhado. Não sei como Hoseok pretende entrar lá, já que a porta está sempre trancada.

— Oxi, tá trancada!

Como eu pensei, um verdadeiro bunda mole mesmo.

— Essa porta tá sempre trancada, seu palerma! — Retruco, tentando, mais uma vez, soltar nossas mãos, mas ele aperta ainda mais nosso enlace, quase prendendo minha circulação.

— Vamos pegar a chave então! — Disse Hoseok, dando de ombros.

Ele só podia estar totalmente muito louco! Nunca iríamos conseguir pegar a chave!

— Não vou! E você não pode me obrigar! — Falo, aliviado pelo tal do livre arbítrio ainda existir.

Hoseok me encara com um olhar perverso e imediatamente começo a ter um mau pressentimento sobre sua próxima fala.

— O mestrinho mandou você ir com ele.

Ele era mesmo muito anta pra não lembrar que era uma ordem por dia.

— Não vou. Você já usou seu pedido, ô anta — Digo, totalmente satisfeito por ter me safado dessa.

— Vou usar todos os meus pedidos hoje então — Rebateu.

Ele estava agindo como se fosse uma coisa totalmente normal nós estarmos sozinhos, cabulando aula, só para não soltarmos as mãos.

— Você não pode! Isso não faz parte do trato! — Retruquei, indignado.

— O mestrinho mandou você deixar ele usar todos os pedidos hoje — Decreta Hoseok, completamente cheio de si.

É nessas horas que eu tenho certeza do quão filho da puta meu amigo pode ser. Duvido que eu vá aguentar sete pedidos em um dia só, na verdade, cinco, já que ele usou dois.

— Assim não vale! — Protestei, ranzinza, por ter sido enganado.

— O mestrinho mandou você ir com ele pegar a chave do telhado — Ordena meu amigo, realizado por estar me ferrando.

À contra gosto, sigo-o até a sala do zelador, o velho rabugento tinha a chave mestra que, por acaso, era justamente o que precisávamos. Só havia um pequeno porém, o zelador Jehrun era mais carrancudo que um guaxinim, ou seja, não nos daria a chave assim de mão beijada.

Observo Hoseok bater educadamente na porta, ele parecia estar bem calmo pra alguém que, além de estar cabulando aula, ainda pediria favor para o próprio capeta.

Jehrun coloca a cabeça para fora da porta, ele nunca deixa ninguém ver ou entrar em sua sala. Quando eu era mais novo, tinha uma teoria de que ele sequestrava os alunos da detenção pra fazer o picadinho que a moça da cantina servia toda sexta-feira.

— O que foi, pirralho?

Não tinha como negar que aquele velho era realmente a total e mais pura feiura. Meu Deus, até as unhas dele conseguiam ser feiosas!

— Precisamos da chave mestra — Fala Hoseok, agindo como se algum professor nos tivesse mandado até ali.

O velho pensa um pouco, mas logo olha na direção de nossas mãos. Pronto, fomos pegos.

— Por que dois garotos estão andando por aí com as mãos dadas? Posso saber? — Questionou aquele velho intrometido que fedia a queijo misturado com maionese estragada.

— Não — Falo pela primeira vez desde que chegamos ali.

— Eu não entendi? — Fala Jehrun, fazendo-se de desentendido.

— Você perguntou se podia saber por que estávamos de mãos dadas e eu disse não. Foi isso — Falo, como se fosse a coisa mais normal do mundo afrontar o zelador do colégio justamente quando se precisa de um favor dele.

Jehrun faz uma carranca antes de voltar seu olhar para Hoseok, que estampava um sorriso amarelo no rosto, tentando amenizar a merda que eu tinha feito. A culpa não era minha se aquele maldito poço de comida embolorada era irritante a ponto de até sua respiração me dar raiva.

— O que você pediu mesmo, Jung? — Disse o velho intrometido.

Apertei nossas mãos, tentando passar alguma segurança para meu melhor amigo, que provavelmente iria se foder no próximo minuto.

— P-pedi a chave mestra, senhor Jehrun.

Ele era mesmo um cagão! Não acredito que esse ser humano gaguejou!

— Vai ter que comprir uma tarefa para ter a chave, já que esse seu namoradinho rude me testou.

Não sei quem ficou mais vermelho, eu ou Hoseok, ao ouvirmos do velhote que éramos namorados, até porque eu já estava meio desconfortável com o enlace das nossas mãos. Esse maldito estava me deixando confuso quanto o que eu sentia por ele.

— Preciso do telefone da moça da cantina.

Eu e Hoseok nos entreolhamos. Ele estava mesmo pedido ajuda com a crush? Pelo amor de Deus! Nem a tia feiosa da cantina iria querer aquele estrume andante.

Ao invés de esperar a resposta do Jung, me aproximei rapidamente do zelador e tentei puxar a chave que estava pendurada em sua calça.

Pra falar a verdade, eu até consegui. O problema é que a chave estava presa no cinto da calça daquele velho, o que resultou em um Jehrun só de samba canção parado bem ali no corredor.

Eu fiquei estático na hora, não sabia o que fazer. Por sorte, Jung Hoseok ainda tinha sua mão presa à minha e foi com essa mão que ele me puxou para que corrêssemos como se não houvesse amanhã até a porta que levava ao telhado da escola.

Eu podia ouvir os berros furiosos do zelador, que deveria estar pensando em mil maneiras de me assassinar lenta e dolorosamente.

Hoseok abre a porta ainda meio ofegante, entramos rapidamente e ele tranca a mesma. Subimos os degraus de dois em dois e Hoseok não pensa duas vezes em trancar a porta do terraço também.

Como tínhamos feito todo um auê pra chegar até ali, eu me enchi de expectativas sobre o que me esperava no telhado. No entanto, tudo que encontrei foi um um grande nada e só.

Meu melhor amigo me puxou, para que sentássemos um de frente pro outro e então finalmente usou seu quarto pedido.

— O mestrinho mandou você dizer o porquê de sermos amigos — Fala o mesmo com um sorriso cansado no rosto.

Não sei por que ele me perguntou tal coisa, já que somos amigos há tanto tempo que nem me lembro mais o motivo.

— Porque gosto de você, oras! — Falei, tentando ser o mais coerente possível, afinal, eu não queria magoar meu melhor amigo.

— E por quê gosta de mim? — Perguntou Hoseok, intrigado.

Eu não estava gostando do rumo de tudo aquilo,então tentei contornar a situação.

— Uma ordem por vez Hobi — Digo, sentindo-me o ser mais inteligente do universo, como se eu tivesse burlado o sistema do mestrinho mandou.

— O mestrinho mandou você responder o que eu perguntei, Yoonie.

Eu odiava quando Hoseok me chamava de Yoonie e ele sabia muito bem disso. Era o apelido que minha mãe usava quando nós éramos pequenos e Hoseok continua insistindo que essa merda combina comigo.

— Gosto de você porque me completa, tudo que me falta e todos os meus erros são corrigidos quando estou com você.

Assim que terminei de falar, já me arrependi. Talvez aquilo tenho soado meloso demais pra uma pergunta boba numa brincadeira de crianças.

Eu sou mesmo um acéfalo.

Hoseok pegou a minha outra mão, me fazendo olhar em seus olhos. Ele estava tão sério e seu olhar tão profundo que, por um segundo, até duvidei que fosse mesmo o Hoseok sentado ali na minha frente.

Ele limpou a garganta antes de falar.

— Eu sei que pode parecer meio estranho, repentino e confuso. Na verdade, eu não estava planejando nada disso. Ontem eu tinha colocado algumas coisas aqui no telhado e pedido pra diretora deixar a porta aberta, mas, pelo jeito, ela não me levou muito a sério — Diz, sorrindo fraco. Ele me parecia frustrado, como se o que tinha preparado tivesse dado muito trabalho e fosse super importante. — Mas, mesmo sem coisas fofas ou momentos de romance, você ainda merece saber o que eu ia te dizer.

Eu já estava quase morrendo ali mesmo, Jung parecia tão sério que eu estava cogitando um pedido de ajuda em um genocídio ou coisa parecida.

— Dessa vez não vou usar o mestrinho como desculpa, porque eu quero que você seja sincero quanto ao que eu tenho pra perguntar. Eu gosto de você, Yoongi, e não é o tipo de gosta fraternal que provavelmente você está repetindo nessa sua cabeça oca.

Ele estava certo, era exatamente isso que eu estava fazendo.

— É um gostar do tipo quando seu coração acelera quando a pessoa se aproxima ou quando vocês entrelaçam os dedos. Eu realmente gosto de você nesse sentido e não sei te dizer quando isso começou ou o porquê. Eu apenas gosto e é exatamente por isso que eu queria perguntar se posso ter a chance de fazer você gostar de mim da mesma maneira.

Eu encarava meu melhor amigo com cara de tacho. Como assim ele me fez passar por toda essa merda só pra dizer que gostava de mim? Tinha que ser o Hoseok mesmo pra pensar que eu me importaria com um ato sufocantemente romântico como aquele, embora eu ainda achasse totalmente fofa a maneira como suas mãos tremiam e seu olhar vacilava.

— Se você queria uma chance, bastava me pedir, Hoseok! Você sabe que eu gosto de você, não tem motivo pra todo esse discurso romântico — Digo, me aproximando um pouco mais dele.

— Como eu ia saber disso? Eu não leio mentes, hyung! Droga, gastei todos os meus pedidos com isso! — Protesta Hoseok, totalmente indignado.

— Além de lerdo, ainda é burro! Sou um pedido, Hobi? — Digo, tentando não me exaltar.  

Acho que, na verdade, não estávamos realmente bravos um com o outro, era mais nervosismo por estarmos nos declarando daquela forma tão repentina.

Hoseok apertou minhas mãos e aproximou nossos rostos, fazendo com que nossas respirações se misturassem.

— O mestrinho mandou você me beijar.


Notas Finais


Foi issu :^v
me digam nos comentários o q vcs acharam pq eu n to segura dessa one sério

meu tt caso queira mandar um "iai pitel" : https://twitter.com/sopecool?s=08


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