História O Meu Melhor Amigo - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Romance, Sasusaku
Exibições 229
Palavras 1.854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Primeira Vez


Depois a gente voltou para sala de mãos dadas, percebi que o Naruto nos olhava da mesma forma que a Yumi, mas não liguei, assim que sentamos nos nossos lugares, eu ouvi o idiota do Kiba gritar:

_ Até que enfim, resolveram assumir, não é?

_ Se assumimos, ou não, acho que não é da sua conta, Kiba.

A sala todo começou a vaiar o Kiba, enquanto batiam às mãos nas suas carteiras, eu revirei os olhos por causa daquela cena, tão infantil.

O professor entrou na sala, e começou a dar a sua aula, e no meio dela, eu senti que tinha alguém me olhando, por isso, eu virei para trás, e vi a Yumi me olhando com ódio.

Voltei a prestar atenção na aula, e quando estava conseguindo, eu vi percebi que o Naruto, também me olhava, mas o olhar dele era diferente era de quem não, acreditasse no que estava vendo.

Tentei ignorar o olhar do Naruto também, e prestar atenção na aula, depois que a aula acabou, eu vi que ainda estávamos sendo observados, e dessa vez, não era só pela Yumi, mas também por outras que faziam parte, do fã clube do Sasuke-kun.

A gente saiu da sala, mas dessa vez, não andamos de mãos dadas, até porque, eu vi o meu irmão junto com os seus amigos, jogando beisebol.

Ele me olhou e deu um sorriso de canto malicioso, como se soubesse de toda verdade, mas eu não liguei, não estava a fim de brigar com o demônio do meu irmão.

Passeamos pela escola, enquanto conversávamos, o Sasuke-kun era um cara calado, na dele, mas quando estava comigo, se tornava falante, e eu amava ouvir a sua voz.

_ Então, está com fome? – Ele me perguntou.

Geralmente a gente não lanchava na escola, porque o Sasuke-kun odiava comprar lanche na cantina, por ela estar sempre cheia de gente, e ele odiava multidões, mas hoje por algum motivo, ele me chamou para comer.

_ Sim, estou.

Ele sorriu de canto para mim, e caminhamos até a cantina, que estava cheia como sempre, eu vi que ele não tinha curtido muito, mas por minha causa, continuou a caminhar até a cantina, onde a gente pediu os nossos lanches e depois pagamos.

Como ele não queria se sentar no meio daquela gente toda, a gente foi para o nosso cantinho de sempre, ali nos teríamos bem mais privacidade, e a gente gostava disso.

Depois de comer, a gente continuou lá, vendo a paisagem da escola, minha cabeça como sempre, estava encostada em seu ombro, e a mão dele estava sobre a minha.

_ É tão bom, ficar aqui sozinho com você. – Ele falou.

_ Concordo. – Eu disse sorrindo.

_ Aqui pelo menos, eu tenho alguma privacidade, com a minha namorada, não é?

_ É. – Eu concordei sorrindo, meu coração se aqueceu, assim que eu o ouvi me chamar de sua namorada.

_ A gente podia pelo menos, se beijar, não acha? –Ele me perguntou.

Eu nunca na minha vida achei que o Sasuke-kun, teria uma atitude como aquela, realmente, aquele homem, me surpreendia a cada dia.

O nosso beijo era calmo, nossas línguas exploravam nossas bocas e a mão dele estava na minha cintura, me puxando para mais perto dele, enquanto a minha estava em seu pescoço. Ficamos algum tempo nos beijando, até que ele se afastou, colando nossas testas ainda de olhos fechados:

_ Eu... Amo você, Sakura.

_ Também amo você, Sasuke-kun.

Ele sorriu e consequentemente eu sorrir também, estava tudo tão perfeito entre a gente, por isso eu falei para ele:

_ Se for um sonho, por favor, não me acorde.

_ Só tem um problema.

_ Qual?

_ Isso não é um sonho.

A gente se abraçou e ficamos ali abraçados, e depois voltamos para dentro da escola, Yumi ficou nos observando, e isso já estava me irritando.

_ Deixa ela, não perde o seu tempo, com aquela garota.

_ Okay. – Eu respondi e voltamos para a sala.

Depois que as ultimas aulas acabou, a gente foi para casa na limusine dele, eu não estava nem um pouco afim, de ter que aturar o Satoshi, mais do que aturava.

Quando cheguei em casa, a gente se despediu com um selinho, e eu sair do carro, fui caminhando até a minha casa, e quando entrei, dei de cara com o meu irmão.

_ Você não tem o que fazer não?

_ Você veio de novo, com o Uchiha.

_ E daí? Eu vejo tua cara todo dia, toda hora, às vezes eu me canso sabia.

_ Eu vi vocês andando de mãos dadas.

_ E daí Satoshi?

Eu virei às costas e quando estava começando, a subir a escada, ouvi o meu irmão falar:

_ Eu também vi vocês dois se beijando.

Eu parei na hora, sentir o meu sangue congelar, se meu irmão inventasse de abrir a boca, eu estava fodida.

_ Como assim? – Eu perguntei sem olhar para ele.

_ Vocês estavam naquele jardim idiota, que sempre ficam não é? Então, eu estava passando por ali, e vi.

_ A gente só ficou, e acho que você não sabe o que é isso. – Menti.

Eu me virei pra frente, e continuei provocando.

_ Alias você nem sabe beijar, não é? Ainda é bv!

Ele me olhou nervoso, e gritou:

_ Eu não sou mais bv.

_ Quem foi à louca? Ela precisa urgente, ir para um hospício, porque né?

_ Cala a boca, Sakura.

_ E ah, a ameaça Satoshi, ainda estar de pé.

Eu me virei novamente, e fui para o meu quarto, eu estava morrendo de medo, minha mãe talvez até me deixasse namorar, mas o meu pai, do jeito que ele é, com certeza, não.

Almocei com o meu irmão me irritando, e depois voltei para o meu quarto, onde peguei meu celular e havia uma mensagem dele:

_ Hey princesa, vem aqui em casa, quero ficar com você.

Sorrir ao ver o novo apelido que ele havia me dado, por isso, eu guardei o meu celular, e desci.

_ Aonde você vai? – Meu irmão me perguntou.

_ Satoshi, eu não sei se você sabe, mas eu não te devo satisfações.

Sair de casa e fui até a dele, quando cheguei lá percebi que o mesmo estava no seu quarto, tocando violão.

_ O que foi? – Eu perguntei.

_ Só queria sua companhia, não posso não?

_ É claro que você pode.

Eu sorrir e caminhei até a cama, e sentei do lado dele.

_ E então, a gente vai fazer o que?

_ Namorar. – Ele disse sorrindo, e eu corei.

_ Você fica linda assim... – Ele sussurrou para mim, me fazendo corar mais ainda.

Ele colocou o violão no chão, e fez um carinho no meu rosto.

_ Você não vai tocar pra mim?

_ Pra você, prefiro tocar outra coisa.

_ Sasuke-kun!

Ele riu da minha cara, e continuei dizendo:

_Desde quando, você se tornou tão pervertido assim?

_ Desde que eu me apaixonei por você.

Ele continuou me acariciando, e eu disse:

_ Eu não vou transar com você...

_ Porque não? A gente já quase transou, uma vez lembra?

_ E aquilo foi culpa sua.

_ Minha? Eu não tenho culpa, se você me excita fácil.

Ele me olhava de um jeito safado, eu sabia muito bem o que ele queria, mas optei por ficar quieta, queria que ele tomasse a atitude.

Ele então não disse mais nada, apenas me puxou para um beijo que era um pouco selvagem, mas que eu estava adorando, uma de suas mãos estava em minha cintura, enquanto a outra estava no meio dos meus cabelos, prendendo os em um rabo de cavalo.

Minhas mãos começavam a desabotoar os botões da camisa dele, enquanto ele distribuía beijos pelo meu pescoço e dava algumas mordidas.

Enquanto o Sasuke-kun tirava a minha blusa, ele caminhava pra trás e me levava até a sua cama. Então eu senti minhas costas chocarem com algo macio e percebi que já estava deitada na cama dele.

Sentei no colo do Sasuke-kun e rebolei sem ele me tocar, só para excita-lo mais ainda. Ele logo avançou nos meus seios e os beijou, aqueles beijos me deixavam louca. Cada toque dele me excitava de um jeito estranho e prazeroso. 

Ele tirou meu sutiã e continuou seu trabalho ali, o Sasuke-kun passou a explorar todas as partes possíveis com a sua língua e então começou a descer comigo inclinando o corpo para trás. Rapidamente ele tirou minha calcinha e se posicionou na minha frente.

_ Acho que nem vou precisar fazer oral em você, já que está molhadinha. – Ele passou o dedo sobre meu clitóris.

_ Tão gostosa... Mas primeiro vou foder sua boca, de quarto na minha frente. – Fiz o que ele queria.

Agarrei seu membro e masturbei um pouco, lambi de leve sua glande e coloquei com tudo na boca.

Ele segurou meu cabelo, começou a meter na minha boca, aquilo continuava estranho, mas esse pensamento fugiu, depois de eu sentir o gosto de pênis dele.

Era delicioso, eu o sentia colocar cada vez mais fundo, até que ele estava para gozar e retirou.

_Tudo bem? – Ele me perguntou.

_ Estou bem, Sasuke-kun, agora coloca a camisinha, e vamos logo com isso. – Disse meio brava pela pergunta.

_ Então vem apressadinha, estou esperando.  – Ele colocou a camisinha e se sentou. Posicionei-me para sentar de frente para ele, ele me ajudou a me encaixar, mas quando tudo estava dentro de mim.

_Ah… Sasuke-kun… – Abracei- o forte.

_Tudo bem? Quer parar? – Minhas unhas estavam cravadas nas costas dele.

A dor da primeira vez me invadiu, movi-me para cima e para baixo ouvindo o Sasuke-kun gemer e me segurar pela cintura. Ele mordeu meu pescoço varias vezes e eu gemi muito também.

Joguei minha cabeça para trás e apenas apreciei suas investidas. Eu já estava praticamente pulando em seu colo, subindo e descendo com tamanha velocidade que em menos de 5 minutos eu estava completamente ofegante.

Colei meus lábios aos dele novamente e permaneci naquele beijo por um longo tempo, ainda o ajudando a me mover em seu membro.

Quando separamos nossas bocas, ouvi um gemido baixo escapar de sua garganta, seguido dele cheirando e chupando meu pescoço. Eu não estava me importando se deixaria ou não marcas, e continuei aproveitando enquanto durasse.

Soltei um gemido baixo e deitei minha cabeça em seu ombro, às vezes mordendo ele para conter meus gritos enquanto puxava seus cabelos.

_ Ah Sasuke-kun, por favor… Assim… – Gemi no ouvido dele em um tom bem baixo e rebolava no colo dele.

Ele apenas suspirava alto. E com as mãos em minha cintura, me ajudava a subir e descer em seu pau.

_ Ah… Meu Deus, mais rápido… Por favor. – Eu implorava por mais a cada nova investida dele contra mim.

Nossos movimentos começaram a ficar cada vez mais rápidos, e finalmente, eu senti aquela sensação percorrer meu corpo, eu havia atingido um orgasmo, e acabei soltando mais um gemido abafado, enquanto ele também gozava.

Esperamos até que nossas respirações se acalmassem e nos estabilizássemos, e depois nos vestimos novamente. 

 



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