História O Meu Namorado Invisivél - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Personagens Originais, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Simbar
Exibições 57
Palavras 996
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoinhas lindas. YEHH mais uma fic. Por que? Porque escrever me faz bem. Espero que gostem.

Capítulo 1 - Matteo


-Matteo!-Gastón me chama por meio do telefone

-Hum?

-Para de ser idiota, e volta a realidade.

-Tá, ok! Mas o que você dizia mesmo?

-Eu tava falando, que durante essa sua viajem você não poderá ficar na minha casa.

-Mas porquê?

-A minha mãe me botou de castigo.

-O que você fez?

-Derrubei alguns experimentos no sofá, e ele quase pegou fogo.

-Nossa! Depois dessa nem sei mais do que o 'Gastón, o ciêntista maluco' é capaz.

-Estou testando um novo experimento e...-O interrompo.

-Nem quero saber. Onde eu vou ficar Gastón?-Pergunto alterado

-Calma!

-Calma nada. Eu prometi ao meu pai que iria fazer a faculdade ai em Buenos Aires.

-E não dá para você pagar um hotel, ou comprar um apartamento?

-Gastei toda minha mesada em baladas. Então meus pais decidiram não me dar mais mesada até eu ter "própria responsábilidade".-Eu digo e Gastón ri.-o que foi? É verdade.

-Eu sei. Conheço bem a senhorita Margarida Balsano. Kkk

-Nossa! Que amigo arranjei, o do tipo que julga sua mãe.

-Hey! Não julguei sua mãe.

-Tá, uhum sei.

-Más mudando de assunto, vou arranjar um lar temporário para você.

-E eu tenho cara de cachorro, para ter lar temporário?

-Prefere ser um cachorro e ter um lar, o ser um medingo e morar nas ruas pedindo esmola com um copo?

-Au, Au!-Finjo um latido.

-Bom garoto.

-Já te falei que não sou cachorro.

-O que acabou de fazer, nega tudo.

-Poxa! Não vou ser mais seu amigo.

-'Tô' pouco me lixando.

-Vai se catar.

-Tá bom. Não fica bravo! A gente se fala mais tarde.-Ele desliga sem esperar eu responder.

  Me jogo na minha cama e pego uma mala. Pego minhas melhores roupas e as jogo dentro da mala. Deixo-a ajeitada.

  Ouço uma sirene, verifico pela janela o que é. Meu Deus! O Simón se meteu em encrenca denovo. A policia deve estar de saco cheio.

-A culpa não foi minha.

-Não mesmo, Álvares?-O policial Rey pergunta irônico. A essa altura eu já estava fora de casa pensando numa manrira de livrar meu amigo da cadeia.

-No seu nome está escrito confusão.-Roberto, o outro policial diz.

-Dá pararem de ser puxa-saco?-Ele pergunta irritado.

-Olha o respeito, mocinho.-Rey diz.

-Olha o respeito merda nenhuma. Vem cá, vocês não tem nada para fszer além de pertubar a minha vida?

-Quem se mete em confusões não somos nós.

-Hey! O que está havendo?-Eu pergunto me fingindo de sonso.

-Se amigo estava atirando ovo e papel higiênico no carro da policia com mais dois garotos que fugiram.

-Tá, deveriam pensar que só foi uma brincadeira.

-É, uma brincadeira que vai cudtar bastante dinheiro para limpar. Sabe quanto está o preço do Lava-Jato?

-Nem sei e nem quero saber. O que deve ser uns 25 reais?

-Não quero saber de nada. Ele vai pagar uma multa.

-Ok, de quanto é?

-200 reais.

-O que? Não tenho nem 20 vou ter 200.-Simón diz.

-Deixa essa passar.-Eu falo sem paciência.

-Que essa seja a útima-Roberto diz.

-Roberto! Você vai deixar pasar.

-Cala a boca Reinaldo.-Rey bufa, Roberto diz um 'tchau antes de sair.

-Mais uma vez Simón?-Eu brigo.

-Eu não fiz nada! Foram o Xavier e o Sebastian

-E o que isso vai mudar? Você participou.

- I-da-i? -Simón diz pausadamente.

-VOCÊ QUER IR PRESO?-Respiro fundo-Ok, problema seu.

-Matteo eu só quero ser feliz.

-Feliz? Tem como ser feliz sendo um vândalo?

-Eu prometo que vou parar.

-Ah sério? Como?

-Eu vou para Buenos Aires amanhã.

-Sério? Posso ir junto? Onde vai ficar.

-Sim. Sim. E vou ficar na casa de uns amigos.

-Vândalos?

-Vai... continua me ofendendo.

-Você precisa de uma namorada.

-Eu sei...

   No dia seguinte conversei com o ciêntista maluco e ele disse que conseguiu um lugar para eu ficar na casa de uma tal de Luna Valente. Deve ser nariz empinado pelo nome.

  Meu pais já sabiam que eu iria para Bueno Aires hoje, por isso minha mãe ficou o dia quase todo chorando. Meu pai me olhava emocionado.

-Meu filho tá crescendo-Minha mãe diz.

-Até quem fim alguém percebeu os pelos que estão nascendo em minha face. Puberdade.

-Não é isso! Dá um abraço no pai-Eu o abraço.

-Vou pegar minhas malas-Subo em diração ao meu quarto. Pego minha mala e desço as escadas. Ouço uma buzina de carro velho, julgo ser de Simón.-Então... é isso?

-Tchau filho-Meus pais me abraçam.

-Tchau pai, tchau mãe.

-Promete sempre me ligar?.-Minha mãe pergunta

-Claro, mãe. Eu amo vocês-Os abraço uma última vez. E saio em direção ao velho carro de Simón.

-Vamos chará?

-Vamos-Entro no carro-Aceno para meus pais. Simón dirige até o aeroporto, nem se que havia percebido que Xavier estava no carro. Simón disse que Xavi ia levá-lo de volta. Saimos do carro e fomos para dentro do aeroporto, vejo Xavi saindo com o carro. Faço o chek-in e fomos para o avião.

   Eu dividiria lugar com um idoso bem rechonchudo que já roncava, equanto Simón dividia com uma linda loira de olhos azuis, bem simpática por sinal.

 -E então Âmbar, vai se formar em que?-Simón pergunta

-pretendo me formar em medicina.-Ela responde-E você?

-Eu... vou ser me formar em advocacia.

-Legal!-Ela diz.

 -Pois é, não gosto de injustiças.

-Nem eu.

-Vão continar de romancinho? Poxa! Como se não já bastasse eu estar sendo sufocado e ouvindo esse ronco que parece o Sherek.

-Desculpa ai!-Diz Âmbar

-Sem problemas.-Olho para frente e vejo uma senhora se incomodando com uma menina cantando uma música-Senhorinha, você ai!-Ela me olha-Quer trocar de lugar?-Ela assente. Trocamos de lugar antes do avião decolar. 

  Observo a menina ao meu lado... uau que linda.

-Que foi? Perdeu alguma coisa?-Ela diz sendo groceira.

-Eita! Tá esquentadinha.

-Cala a boca-Ela diz.

-Luna!-Âmbar a repreende. Luna, então é esse seu nome.

-Ele que provoca.

-Mesmo assim-Luna bufa e coloca os fones de ouvido e fica assistindo uma série na mini televisão do avião. Tempo depois ela cochila, vejo que ela está desconfortável e coloco sua cabeça em meu ombro. Abraço-a e durmo. 

   Acordo com Simón me batendo.

-Uh? O que houve?

-Já chegamos-Ele diz. Luna acorda e me empurra da minha poltrona para sair. Pego minhas coisas e desço do avião, olho para os lados a procura de Luna e não a acho, desito de procurá-la.

  Simón e eu pegamos nossas malas. Saimos do aeroporto. Ligo para um taxi, minutos depois ele chega. Peço para o taxi me deixar na casa de Gastón, e deixar Simón na casa dos amigos dele.

  Toco a campainha e espero o ciêntista maluco abrir...


Notas Finais


O que acharam?


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