História O Meu Professor Particular - Nova Versão - Capítulo 1


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Categorias Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Violetta
Personagens Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Personagens Originais
Tags Drama, Jortini, Nova Versão, Romance
Visualizações 974
Palavras 574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!!! Eu tô muito animada com essa nova versão, sério. Não acho que ela terá o mesmo sucesso que a outra teve, mas isso não importa. Eu quero agradecer a todos que me apoiaram a escrever essa nova versão da história e espero que acompanhem. ☺️❤️
Primeiro gostaria de agradecer a todos que favoritam e acompanharam a primeira versão, vocês foram demais e superaram todas as minhas expectativas.
Segundo, espero que gostem e disfrutem dessa versão nova e que pretendo ir até o final também.
Terceiro, quero deixar claro que essa co-autora sou eu mesma, pois eu criei essa outra conta e às vezes posso postar por lá.
Bem, era isso. Boa leitura!!!

Capítulo 1 - Prólogo


• Prólogo 

 

Martina’s POV

 

— Sua filha é um monstro!  —  Bethany, minha governanta, ou melhor, ex-governanta gritou. —  Ela é um perigo para a vida das pessoas, senhor Alejandro! Veja só o que ela fez comigo.

Bethany estava com o rosto coberto de bolo de chocolate, mas foi muito sem querer, eu estava prestes a guardar o bolo na geladeira quando ela entrou na cozinha e logo atrás dela veio Mirta que discutia com Alfredo e acabou dando uma trombada em Bethany e a arremessou de cara no meu bolo. Fiquei irritada de primeiro momento, mas logo cai na gargalhada ao ver o rosto dela coberto de bolo.

— Bethany, por favor, se acalme. Tenho certeza que Martina não quis fazer isso, foi um incidente!

— Eu não quero saber! —  berrou. — Cansei dessa rebeldia. Eu me demito! — ela saiu andando, mas seu rosto ainda estava coberto de bolo, então ela acabou batendo na porta e isso me arrancou uma gargalhada alta, mas que logo foi cessada por um olhar severo de meu pai.

— Senhorita Bethany, por favor, vamos conversar. — meu pai abriu a porta para ela e tentou guiá-la e fazê-la mudar de ideia, mas ela estava irritada e muito decidida. Ela foi embora naquela tarde mesmo.

 

*

 

— Você passou dos limites dessa vez, Martina! Onde já se vou jogar um bolo no rosto da pobre mulher?! — disse sério e eu encolhi os ombros.

— Mas pai, eu não fiz por querer. — ele me lançou um olhar irritado e suspirei. — Me desculpa.

Ele não teve tempo de falar mais nada, pois seu celular começou a tocar e ele se retirou para atender. Me sentei no sofá e dei um sorrisinho vitorioso. Tinha, finalmente, me livrado daquela bruxa.

 

*

 

No dia seguinte, papai não ligou para nenhuma agência, o que eu achei bem estranho, mas logo o motivo disso tocou a campainha e eu que atendi. Olhos esverdeados, cabelos cor de avelã arrumados em um perfeito topete, lábios rosados e carnudos e um sorriso de tirar o fôlego. Aquele era o motivo de meu pai não ter ligado para as agências; mas um belo de um gostoso motivo.

— Olá. O senhor Stoessel está? — indagou e sua voz meio rouca, me causou arrepios.

— Sim, entre.

Não demorou muito para meu pai aparecer e levar o ser de olhos esverdeados para o escritório. Fiquei sentada na sala, folheando uma revista de Casa & Decoração, esperando ansiosamente que meu pai voltasse com o rapaz e isso não demorou muito.

— Minha filha. — ouvi meu pai me chamar e desviei o olhar da revista, encontrando meu pai e o rapaz me olhando.

— Oi? — coloquei a revista no lugar e me levantei.

— Este é Jorge, filho de Cecília e George. Ele é seu novo professor. 

Um sorriso involuntário surgiu em meus lábios e estendi a mão para Jorge e o mesmo a segurou, e depositou um delicado beijo.

— É um prazer conhecê-la, senhorita.

— O prazer é todo meu. — sorri. — E, por favor, me chame de Tini.

Ele sorriu educado e deu uma piscadela, deixando-me um tanto encantada com seu jeito. Papai disse-me que Jorge já ia começar a morar conosco e só iria buscar suas coisas. Eu não sabia porque — ou talvez soubesse sim, bem lá no fundo — mas estava adorando a ideia de ter Jorge como meu professor e morar sob o mesmo teto que ele. Algo em mim se acendeu, algo que nunca tinha sentindo antes e eu estava louca para descobrir o que.


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim! ☺️
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Twitter: AmoraTinista | AmoraWerneck


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