História O Meu Professor Particular - Nova Versão - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~AmoraWerneck

Postado
Categorias Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Violetta
Personagens Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Personagens Originais
Tags Jortini, Nova Versão, Romance
Exibições 374
Palavras 1.041
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente!
Muito obrigada pelo apoio que vocês estão me dando, fiquei muito feliz e surpresancom isso. Vocês são incríveis, sério. Obrigada do fundo do meu coração. ❤️
O capítulo está bem simples, mas espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Rejeição e Determinação


Capítulo Um:

Rejeição e determinação.

 

 

Martina’s POV

 

Cinco meses morando e tendo aulas com o gato do Jorge, e ainda assim ele resiste às minhas investidas. Me apaixonei por ele e deixei isso bem claro, mas ele simplesmente ignora e só exerce seu trabalho, que consiste, basicamente, em cuidar de mim como se fosse uma criança e me educar. Eu não precisaria de um Professor Particular se meu pai não fosse tão super protetor e se me permitisse estudar em um colégio, como uma garota normal faria.

Não estou dizendo que Jorge não exerce sua função bem, pois ele é um dos melhores professores que eu já tive até hoje e também o mais gato, se bem que é o primeiro homem que me dá aulas. Meu pai deve confiar mesmo nele e na família dele, porque se fosse outro, ele nem pegaria informações ou coisas do tipo, já mandaria logo ir embora. Mas eu também preciso pegar leve com Jorge, porque ele pode acabar sendo demitido se meu pai me pegar fazendo o que não devo. Admito que desde que Jorge se mudou para cá, me senti sexualmente atraída por ele e talvez seja porque ele é o primeiro homem com quem já tive contato ou por ele ser um absurdo de gostoso. Mas a questão é que às vezes não consigo me controlar e acabo “atacando” ele e fazendo coisas que nunca sonhei em fazer, e se papai ver vai querer me mandar para um convento e nem ferrando quero isso.

Sentada no banco em frente à piscina, tomo um gole de meu chá de camomila e fico olhando Mirta regar as plantas. Hoje papai foi trabalhar na empresa e Jorge está fazendo sabe-se lá o que, então para não ficar sozinha resolvi fazer companhia à Mirta, que adora regar as plantas, embora tenhamos um jardineiro para fazer isso.

Tomo meu chá tranquilamente enquanto escuto Mirta cantarolando algumas músicas da Adele enquanto rega as flores, até que vejo Jorge vindo até mim com um sorriso de lado e quando está à minha frente, coloca as mãos dentro dos bolsos de sua calça jeans.

— Tini, deixei alguns exercícios e matérias em seu quarto, para você dar uma estudada mais tarde.

— Ah, ‘tá bem. Obrigada. — inclino-me, colocando a xícara de chá em cima da mesinha de centro e me levanto. — Você vai sair? Está todo arrumado.

Jorge está usando uma calça jeans escura, um pouco apertada, camisa branca, suéter cinza e sapatênis marrom com detalhes brancos. Seus cabelos estão úmidos e bagunçados, o que o deixa extremamente sexy. 

— Não vou sair. — solta uma risadinha. — Apenas me arrumei da maneira que achei mais conveniente.

— Ok, senhor da conveniência. — fico na frente dele e ajeito a gola de sua camisa. — Você está muito bonito.

— Obrigado. — afasta minhas mãos, delicadamente, de seu corpo.

Quando as mãos dele tocaram as minhas, um arrepio percorreu minha espinha e fez meu coração acelerar. E acho que ele sentiu o mesmo, pois soltou um suspiro e seus olhos esverdeados pareceram ficar mais intensos.

— Por que sempre me afasta? Só estou arrumando-o. — mordo o lábio inferior e percebo o olhar dele desviar para minha boca. — Você sabe que estou apaixonada e não negue, pois sei que se sente atraído por mim. — seguro o rosto dele e encosto nossas testas. — Por que você não permite acontecer?

Ele suspira e coloca as mãos sobre as minhas, tirando-as de seu rosto e as beijar delicadamente.

— Estou aqui para te dar aulas e não para me envolver com a filha do meu patrão. Eu ‘tô sim atraído por você, mas isso não significa que eu quero ter algo. Não quero ter nenhum tipo de relação com você, a não ser amigos. Gosto muito do emprego e quero mantê-lo. Então pare, por favor.

As palavras dele me atingem como um tapa, involuntariamente meus olhos se quedam marejados e puxo minhas mãos com certa violência, o pegando de surpresa.

— Me rejeite o quanto quiser, porque eu não vou desistir até ter o que eu quero nem que para isso eu tenha que transformar sua vida em um inferno.

Ele abre a boca para falar alguma coisa, parece arrependido, mas balanço a cabeça e o empurro de meu caminho, passando irritada. Tenho plena consciência de que Mirta está a par de tudo o que aconteceu e logo vai me encher de perguntas, as quais farei de tudo para não responder.

Entro em casa e subo correndo para o meu quarto, trancando-me. Preciso ficar sozinha, acabei de ser rejeitada pelo cara que sou completamente apaixonada, mas não vou desistir dele tão facilmente, se é isso que ele pensa.

 

*

 

Quando volto para a piscina, Jorge está sentando no mesmo banco em que eu estava, parece ter seus pensamentos longe, apenas ignoro-o e tiro meu vestido, revelando meu biquíni azul turquesa. Vejo o olhar de Jorge se voltar para mim quase que instantaneamente.

Coloco a toalha em cima de uma das espreguiçadeiras e dou um sorrisinho cínico, e o chamo com o indicador. Ele vem meio hesitante.

— Ér... o que quer?

— Não precisa ficar desconfortável na minha companhia, esqueça o que aconteceu. — dou meu sorriso mais amável. — Será que poderia passar protetor em mim?

— Ah, claro.

Agradeço e ele pega o vidro de protetor de minhas mãos, viro-me de costas para ele, soltando a parte de cima do biquíni e ele engole em seco, então começa a passar o produto por minhas costas, suas mãos estão meio trêmulas.

— ‘Tá nervoso? — solto uma risadinha marota e me viro, ele arregala os olhos e se vira rapidamente.

— Martina, coloque esse biquíni, agora! — diz com a voz meio trêmula.

— Qual o problema? — indago, colocando o biquíni novamente. — Até parece que nunca viu os seios de uma mulher.

— Você é uma adolescente, Martina! Está com os hormônios aflorados e falando bobagens.

— Sou uma adolescente, mas posso ser muito mais mulher do que você pensa. É só me deixar te mostrar.

— Já conversamos sobre isso, Martina! Já chega.

Ele larga o vidro protetor sobre a espreguiçadeira e sai resmungando alguma coisa, reviro meus olhos e me viro, dando um grito assustada ao ver Mirta parada bem atrás de mim com as mãos na cintura.

— Nós vamos conversar sério, mocinha. E vai ser agora.


Notas Finais


Nesta versão, a Tini não será nem um pouco santinha ou ingênua, e acho que perceberam isso, não?
Espero que tenham gostado e até o próximo capítulo.


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