História O meu talvez "felizes" para sempre - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Romance
Visualizações 1
Palavras 770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Capítulo 9


Chegamos lá e a pessoa que eu menos esperava encontrar estava entrando sozinho.

Meu ex, o Lucas.

Ele magoou muito meu coração quando terminou nosso namoro, mas somos amigos, e isso é importante para mim.

Não sei o motivo do seu aparecimento ali, já que ele não mora na Holanda.

- Flávia? - ele olhou para mim sorrindo.

Sem pensar duas vezes, eu me aproximei dele e me joguei em seus braços.

- Que saudade Lucas. - falei.

- Calma baixinha, você está legal? - ele perguntou preocupado.

- Só estou um pouco triste amorzinho, mas vou ficar legal.

- Espero pequena, agora vamos relaxar um pouco. - ele me puxou para dentro.

Chamei a So e o seu "amigo" com um gesto da mão.

Abracei meu amigo e entramos juntos.

O Lucas foi uma parte importante da minha vida, não o esqueci e nem quero esquecer, nossa amizade é importante para mim, ele me entende e eu o entendo muito bem.

Nos sentamos na grama perto do coreto  e eu encostei minha cabeça em seu peito musculoso.

Passei minha mão pelo seu braço sentindo sua pele por baixo da blusa e ele soltou um sorrisinho.

- Sentindo minha falta ultimamente? - ele perguntou.

- Um pouco Lucas, sua pegada é inesquecível sabe. - falei toda inocente.

Ele riu com aquela sua voz rouca e grossa que já me enlouqueceu no passado.

- Você está mais gostosa. Anda tomando leitinho sempre? - sorriu de lado.

- Um pouco, quase todo dia. Tenho que manter o corpo né. - passei a mão pelo meu seio.

Ele seguiu minha mão com o olhar, e pude ver seu volume aumentar na calça.

Comemorei internamente minha vitória sob seu auto controle.

- Para Fla, eu não vou conseguir me controlar com esse seu joguinho. - ele reclamou.

- Canta para mim? - pedi.

- Qual? - perguntou surpreso.

- Era uma vez, aquela que eu gosto.

- Claro, canto sim. - ele me apertou em seus braços.

Senti ele respirar fundo e logo sua voz preencheu meus pensamentos cantando aquela letra cheia de significados.

Me perdi em meus próprios pensamentos, ainda agarrada nele.

Só "acordei para a vida" quando uma bola de futebol pesada bateu em meu braço.

- Ai! - exclamei dolorida.

- Desculpa. - uma menininha linda e fofa murmurou.

- Sem problemas flor, só tome mais cuidado da próxima vez. - sorri para ela e lhe entreguei o brinquedo.

- Obrigada. - ela também sorriu para mim.

A menina se afastou de nós  e logo sumiu de minha vista, ainda bem que seu brinquedo não caiu no lago, isso sim seria um grande problema.

- Ela me parece também com alguém. - murmurei.

- É criança Flávia, em geral elas se parecem entre si. - Lucas me respondeu.

- Realmente amiga, ela tem um rosto conhecido, mas não consigo lembrar de quem é.  - Sofia me defendeu.

- Ela não parece o Igor? - meu vizinho passou a mão pelo seu queixo.

- Verdade, parece mesmo. - concordei.

- Ele tem filhos? - Soh perguntou.

- Acho que não, pelo que sei nunca foi casado. Deve ser uma sobrinha ou algo do tipo. - dei de ombros confusa.

- Me perdi na história toda. Quem é Igor? - meu querido ex estava mais perdido do que surdo numa conversa.

Dei risada dele, mas como sou super boazinha resolvi respondê-lo.

- Ele é o carinha que está frequentando minha cama ultimamente.

- Ah. - ele me lançou um olhar malicioso.

- Nem vem, eu e ele discutimos, então é provável que nossa relação acabou. - fiquei um pouco tristonha.

- Bem gata, você está solteira, eu estou solteiro, se quiser diversão é só falar comigo. - o imbecil piscou o olho para mim.

- Cala a porra da boca Lucas. - dei um tapa no braço dele.

- Doeu caralho. - ele reclamou.

- Fica quieto antes que eu te machuque. - ameacei.

- Me morda e me arranhe na cama querida. - ele sorriu de lado.

- Lucaaaaasss. Para de graça. - sorri largamente.

- Gente, está todo mundo olhando para vocês dois. - Sofia apontou para algumas pessoas sentadas embaixo de uma árvore.

- Tem muito mais gente no mundo do que isso. - rebati e ela me lançou aquele olhar de "não me desafie".

- Meninas lindas, não briguem. - o gatinho entrou no meio da nossa pequena briga de amor.

Cai na gargalhada, e ela também, nós duas somos bipolares, só pode.

Meu amigo me abraçou e eu me senti incrivelmente confortável em seus braços, pois eu sei que quando estou com ele nada de ruim pode me acontecer.

Afinal, amizade é isso, proteger um ao outro sempre e comer chocolate junto quando algum de nós está triste.



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