História O meu trágico começo - A Saga de uma Deusa. - Capítulo 6


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Categorias Fairy Tail, Tokyo Ghoul, Undertale, Vocaloid
Personagens Kaito, Len Kagamine, Luka Megurine, Meiko, Miku Hatsune, Personagens Originais, Rin Kagamine
Tags Fairy Tail, Nakagami Irunihh, Originais, Undertale, Vocaloid
Exibições 6
Palavras 1.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - As metamorfoses.


PO.V Irunihh 

19/10/04  

Bem, o que eu vou precisar? Hum... A faca, uma serra circular, luvas brancas e a sacola de pano para a cabeça.  

Peguei tudo o que pensei, e também peguei duas moedas,talvez precise distrair um familiar ou algo do tipo. Ai que emoção! ... O que foi isso?!. Me assustei comigo mesma. {N/A: Isso, minhas amigas, é chamado de sadismo[prazer experimentado com o sofrimento alheio; crueldade extrema.].} Peguei tudo e coloquei em uma bolsa (Não a de pano, mas uma mochila) e saí apressada, quero pegá-lo quando estiver de saída.  

__________________________________________________________________________  

Cheguei umas nove horas da noite, quando ele saía da padaria, carregando várias sacolas e uma mochila com enfeites, talvez com coisas de sua filha mais velha, Meiko. Eu não quero fazer isso, mas se não fizer ela atinge alguém mais próximo, a Miku.   

Fui seguindo ele por cima, saltando silenciosamente pelas sacadas. Ele entrou em um beco escuro, um atalho para o prédio onde a filha mora sozinha. Cheguei por trás, com as luvas já colocadas e com a faca empunhada na mão esquerda, pronta para atacar.  

Rapidamente, tapei a sua boca e o puxei, cravando a faca na veia doo pescoço, manchando a sua roupa com sangue, esse sangue doce e delicioso... O que? C-como?  

- I-Irunihh, - Falou pausadamente, por causa do ferimento – Cuida da M-Meiko.  

- Me desculpa... – Com isso, cravei a minha boca no seu pescoço, chupando o sangue dele com vontade.  

Ao sentir aquele sabor, meu corpo estremeceu completamente. Senti presas enormes crescerem para dentro da carne, e com um puxão, rasguei a carne de seu pescoço. Aquele sabor realmente me enlouqueceu. Comecei a comer a sua carne descontroladamente, tomando o mínimo de cuidado para não morder a sua cabeça.   

Só se via agora um monte de ossos e órgãos, depois que arranquei a cabeça dele fora. Fiz o favor de deixar as coisas dele em casa, e voltei para a minha. A Souru se assustou ao me ver, não entendi o porquê, mas ela levou a Eru para o seu quarto e não saiu mais de lá.  

Desci até o porão e coloquei a cabeça do velho em um pote de conserva, pondo-o na prateleira onde guardo os meus “troféis”. Arfei pesadamente. Quando isso vai acabar? Quando eu v-...  

Me olho no espelho. Eu não me enxergo. Eu só vejo uma menina com os olhos de um ghoul, mas com o olho direito com marcas magenta, ao invés de vermelho-vivo. Eu só vejo um monstro. Alguém capaz de matar sorrindo, o que havia no meu rosto.  

   

Um sorriso. Doentio e manchado de sangue inocente.  

   

De repente, eu comecei a chorar. Chorar pelos meus erros, pelo que eu sou. Eu queria ser assim? Não. Eu só queria ser normal, mas não posso, então me resta somente aceitar.  

Fui tomar banho, eu preciso. Fui relaxadamente até o chuveiro, ligando-o e deixando que fosse banhada pela água fria. Mas senti gotinhas quentes escorrendo dos meus olhos. Ignorei-as e continuei a me banhar. Depois pus minhas roupas íntimas e coloquei um conjunto de caveira.   

Peguei tudo que usei (Menos a faca) e levei para o incinerador de casa, queimei tudo. Voltei para o meu quarto, e fui escrever no meu diário. Idiota né? Um monstro sem alma escrever sobre os seus sentimentos. Mas eu faço mesmo assim.  

Querido diário inútil,  

Hoje eu matei o pai de uma das ex-amigas da minha irmã. Eu comi a carne dele.  

Estranho, não? Eu acho que eu tenho sangue ghoul, mas não tem como. Souru e Ubito não são, muito menos a Eru é. Será que existe outra forma de virar...?  

Pera, tem algo estranho que eu só percebi agora: Eu não tenho outros parentes além dos que eu conheço. Tem algo estranho nisso, e eu vou descobrir.  

Nem que seja a ÚLTIMA coisa que eu faça.  

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Joguei o livro e o bico de pena na minha escrivaninha e desci quase tropeçando na escada para a sala.  

- O que você está fazendo aqui! - Gritou Souru, exaltada e abraçando Eru como método de proteção. Ela estava machucada, e o cheiro do seu sangue chegou as minhas narinas. Mas não senti nada, somente queria tapar aquele machucado. - Você sempre foi estranha, mas agora já deu! 

Dei indiferença ao comentário, mas para não deixar por assim respondi sem interesse: 

- Souru, eu não sou estranha. - É o que eu acho -  Eu sou somente sua filha... Uma ghoul, e mais alguma outra coisa.

- Me respeita! - Ela gritou. Agora ela passou dos limites.

- Cala a boca e vai pro teu trabalho! -"Vadia", pensei em falar.

Ela nem rebateu. Senti algo saindo do meu cóccix, ou melhor, senti o meu kagune sair em doze filamentos brilhantes e afiados. Foi o suficiente para que ela parasse o que estava fazendo, e olhasse para mim com um  olhar apelativo. Relaxei e senti o kagune voltar, e senti minhas capilares oculares relaxarem em conjunto.

- Eu tenho uma pergunta. - Falei em tom calmo. - O que eu sou?

Souru começou a ficar tensa. Eru saiu assustada para o quintal, enquanto nos sentávamos no sofá.

- Bem... Por onde quer começar?

- Pelo começo. 

- Então, você tem os poderes arcanos e demoníacos, que são herdados de mim e do seu pai. - Falou calmamente.

- Então o pai é um arcanjo e você é um demônio... - Pus a mão na cabeça, reflexiva.

- Entre eles, estão: A minha força, agilidade e habilidade com qualquer tipo de lâmina; A perspicácia, inteligência, aprendizado rápido e habilidade com qualquer tipo de arma à distância do seu pai. - Disse ela, de cabeça baixa. - Além disso, você herdou habilidades de reencarnações passadas, como todas as suas habilidades híbridas e as magias de copiar todas as magias possíveis e de dragon slayer real.  

- O que?! Tudo isso!? - Gritei alto. Não é possível isso! Eu só queria viver normalmente!

- Mas não se preocupe. A medida que você for despertando as habilidades, eu irei te ensinar a selá-las. Mas o selamento pode te matar. - Gelei no mesmo momento. - Então preciso te testar.

- Como?

- Você vai para o Monte Ebott. E vai matar todos os monstros que estão lá.


Notas Finais


Faca:https://i2.wp.com/www.adrena.com.br/loja/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/faca_esporte7_big.jpg
Serra circular: http://realparafusosgoiania.com.br/wp-content/uploads/2015/05/serra-circular-1200-wattsbosch-gks-190-208618000-600x480.jpg
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Vishh! Olha as treta com undertale meu povo!
Ela virou ghoul? E esses poderes?
Só sei que ela tomou na jabiraca.


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