História O mistério da criança Anny; Fanfic JungKook - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Fanfic Jungkook, Mistério, Romance, Sci-f, Sobrenatural
Exibições 25
Palavras 1.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sorry não ter mais postado, mas só tive alguma ideia agora, e prometo muitas surpresas pela frente.
Tenha uma boa leitura.

Capítulo 4 - "O mistério da caixa de papelão"


Fanfic / Fanfiction O mistério da criança Anny; Fanfic JungKook - Capítulo 4 - "O mistério da caixa de papelão"

O mistério da caixa de papelão”.

 

Eu acordei com minha mãe batendo em minha bunda e me balançando para mim levantar, as vezes ela consegue ser odiada. Me levantei grogue de sono e olhei pelo meu quarto antes de levantar e ir na direção do banheiro me lavar. Após me recompor voltei ao meu quarto ainda com a face inchada, mas estava mais consciente de tudo a minha volta. Foi então que eu olhei no meu despertador e pude sentir levemente meu espírito sair da massa que eu chamo de corpo, estava tão tarde e nem para minha mãe me avisar que eu estava atrasado.

Aish! Que droga, não poderei fazer o desjejum. Pensei.

Vesti meu uniforme rapidamente, ao terminar de ajustá-lo corri para a escada com o tecido liso nas mãos, aquele é o tipo de momento que me acho talentoso, descer uma escada as pressas enquanto dou nó na minha gravata e ainda tenho que controlar o balanço da mochila as minhas costas.

— Filho? Vai sair sem o desjejum?

— Estou atrasado mãe, e chegarei mais tarde, te amo — mandei-lhe um beijo antes de fechar a porta.

Calcei rapidamente meus sapatos que estavam o tempo todo na varanda, fui tão rápido que consegui dar o último nó na gravata e ainda notar a retangular caixa de papelão ali jogada aos cantos da área de lazer. Mesmo passando pelo sufoco de estar atrasado decidi que dar uma olhadinha nela não seria uma má ideia, mas é claro que eu não abri para ver o conteúdo, isso me levaria a 10 minutos no corredor com os braços acima da cabeça, e isso seria constrangedor.

Olhei em volta da caixa muito rapidamente e fui capaz de encontrar um único nome nela; Jeon JungKook. Peguei a pequena caixa e a coloquei em baixo do braço e sai em disparada para a minha escola.

Eu compraria alguma coisa para comer antes da aula, teria tempo para isso, eu só precisava chegar na escola antes do primeiro sino.

Foi um alívio chegar na esquina e ver que o trajeto estava repleto de grupinhos de adolescentes, mas não sessei o passo, pelo contrário passei a correr mais rápido. Não demorou muito e eu já estava na frente do prédio do ensino médio.

Só quando finalmente cheguei no meu ponto de encontro com Jimin parei de mover as minhas pernas, e lá estava ele, com a bochecha roxa e um pouco inchada da briga do dia anterior. Parece que aquele tal de Jackson o bateu com muita força. Ofegante eu caminhei até ele, minha boca estava seca e meus pulmões pareciam bater junto do meu coração. 

Que sensação horrível!

— Ei bela adormecida, finalmente chegou, estava tomando café? — Jimin me perguntou assim que cheguei ao seu lado, pondo a mochila e se levantando para irmos para a classe.

— Não! Devo ter desregulado o meu despertador antes de ir dormir.

— Acordou atrasado?

— Sim!

— Espero que não se repita — ele me disse em um tom sério me fazendo confuso por seu tom, mas quando sua risada desafinada  soou eu fiquei aliviado por perceber que foi apenas uma brincadeira de sua parte — Estou zoando!

— Ei! — ouvi uma voz grave atrás de mim; era distante, mas firme.

— V! — Jimin acenou fortemente para uma pessoa atrás de mim, ao me virar notei TaeHyung lá parado com uma carranca sonolenta.

— Estão indo para a classe? — perguntou ele e eu assenti, notando que Jimin hyung também o fez.

Assim que nos juntamos a TaeHyung – ou melhor, V – caminhamos em direção ao primeiro ano, onde eu estudava, deixei minha bolsa no meu local reservado e fomos comprar algumas coisas para comermos, ficamos passeando por aí antes de voltarmos cada um para suas classes. Empurrei a porta da classe para entrar, assim que meus olhos foram de encontro com a mesa vazia de Anny eu me preocupei, já deveria ser hora dela chegar, ela tinha jeito de ser a menina que sempre chegava primeiro.

Bufei chateado me sentando em meu lugar. O sino acabara de bater e nada da pequena de cabelos curtos e olhos penetrantes.

Sem ter ninguém para conversar ou algo para fazer – esqueci-me de meu telefone celular –, resolvi investigar o que havia na caixa que encontrei à minha porta esta manhã.

Abri com cuidado a caixa que estava cheia de pecinhas pequenas de isopor, enfiei minha mão lá dentro sem temer do que sairia dela, busquei alguma textura diferente que não fosse das pequenas peças. Senti ao fundo um tipo de couro, ao conseguir agarrar puxei para fora da caixa e ao ver o material negro totalmente exposto percebi que era uma espécime de livro.

Será que seria um presente de meu avô? Pensei, mas não aguentando a curiosidade joguei a caixa embaixo da minha carteira, com cuidado para não derramar as peças de isopor, e depois abri o livro encontrando uma ortografia a mão.

Ao fim da primeira página branca pude ver lá em baixo:

 

Esse livro pertence à Jeon JungKook.

Caso encontre-o devolva ao proprietário do departamento de polícia.

 

Eu fiquei intrigado, ou isso é algum tipo de brincadeira de mal gosto, ou alguém se chama Jeon JungKook nessa cidade. Porém, não teria como ser entregue na minha casa essa caixa, isso seria uma coincidência louca.

Pulei algumas páginas que estavam em branco – só modo de falar, pois todas as páginas estavam cor de café – encontrei uma página também escrita a mão, e percebi que a sua ortografia era igualzinha a minha.

Estranho. Pensei.

Sr. Jeon JungKook.

Para meu júnior do colegial, como vai?

Estou a dez anos do futuro escrevendo para você, que louco não é?

Porque eu escreveria essa carta para o meu eu do passado e como isso seria possível, você deve estar se perguntando.

Tem uma coisa que preciso que você faça para mim.

Para que eu não repita novamente os mesmos erros, foi por isso que escrevi este diário, do qual você comprará hoje mesmo na loja de conveniência perto da nossa casa.

Mas primeiro irei te mostrar algumas coisas que acontecerão no seu dia.

 

Pulei rapidamente para a próxima página, quase rasgando a primeira, se isso fosse real eu saberia que coisas boas não vinham pela frente, mas como eu não sei só tem uma maneira de descobrir.

Oitavo dia de Abril.

 

Manhã:

√ Você acordou atrasado hoje, pois esqueceu de colocar seu despertado para tocar, mas sua mãe lhe acordou.

√ Você encontrou Jimin na porta da escola e foram com TaeHyung para a classe e depois comeram bolinhos de carne.

Meus olhos se arregalaram naquele momento. Aquilo não poderia acontecer. Não comigo, era impossível.

√ Anny chegará quinze minutos após o primeiro sino e se sentará a sua frente, algumas garotas estão ocupando seu lugar.

◌ Preste atenção no seu olhar. E diga bom dia quando ela se sentar.

 

No mesmo momento eu olhei em direção a porta que fez barulho, o relógio marcava quinze minutos pós as sete, e no mesmo momento eu vi Anny ali entrando com sua mochila e sangue na bochecha, ela olhou para seu lugar que estava ocupado e percebi seu semblante crescer irritado e seu olhar escurecer de um segundo ao outro. Olhando pela sala, ela pôs seus olhos nos meus, e depois desviou-os para a carteira na minha frente, vindo em direção a mesma, ela caminhou até o acento vazio e após colocar sua bolsa em cima da mesa se sentou.

No mesmo momento minha boca se abriu e eu sibilei as palavras desesperadamente para fora da minha boca:

— Bom dia!

— Bom dia! — eu quase infartei ao perceber que ela havia me respondido.

Olhei para o livro e jurei a mim mesmo nunca deixá-lo cair nas mãos de outra pessoa, pois ele seria minha eterna salvação.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até a próxima!


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