História O Motoqueiro - Capítulo 3


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Crime, Drama, Justin, Microsoft, Motoqueiro, Selena
Visualizações 6
Palavras 1.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mudei algumas palavras.

Capítulo 3 - Capítulo 02


Shadow acompanhava Selena para todos os lugares, se fosse para um lado, ou para a padaria, até mesmo para o meio da avenida, ele como um fiel companheiro a seguiria. Desde filhote aprendeu a se comportar nas ruas, nunca foi de ficar correndo atrás de gatos ou cães, e muito menos demonstrava ameaça para as pessoas, em momento algum, desde os cinco anos que estava na família Gomez mostrou os dentes para algum desconhecido que não mostrasse ameaça para Selena.

Como um cão da polícia, só atacava quando se sentia ameaçado ou ordenasse, caso contrário era um simples cachorro calmo e bastante amigável. É engraçado dizer que Shadow ataca quando mandam, pois como um husky siberiano do Alaska, tem fama de ser um cachorro péssimo de proteção, porque segundo estatísticas os huskys só serviam para puxar trenós.

- Shadow vamos ali! – Selena disse animado atravessando a rua correndo, aproveitando o semáforo fechado.

Enquanto corria animadamente para atravessar indo em direção de uma loja de doces, do outro da rua onde antes ela estava o rapaz parou e puxou uma cadeira da lanchonete para se sentar e puxar o fôlego. Puxou o ar com tanto urgência que pensou que iria morrer por falta de oxigênio, talvez estivesse ficando velho para missões como aquela.

- Caramba... Ela corre... – disse em longos suspiros.

- Não acredito que já cansou Dean?! – Sam se mostrou indignado.

- Cansado... É muito pouco para definir o meu estado. – jogou a cabeça para trás e respirou forte.

- Que seja. – Sam deu de ombros puxando uma cadeira para si, observando Dean morrendo ao seu lado.

- Acho que estou ficando velho para o serviço. – comentou colocando a mão no peito, podendo sentir seus batimentos cardíacos acelerados.

- Você é uma vergonha. – comentou encarando a porta da loja de doces, em busca de algum sinal de Selena.

- Eu? Poupe-me. – gargalhou se endireitando na cadeira. – Olha, podíamos aproveitar para pedir um lanche. Tem cachorro quente! – se mostrou empolgado puxando o cardápio para si.

Sam rolou os olhos sem tirar a atenção da loja de doces. Se Dean queria fazer uma boquinha, então ele faria, mas faria sozinho, porque seu parceiro não estava a fim de perder a garota de vista, não para depois arcar com as consequências de Johnny Gomez. O dono da Microsoft era capaz de qualquer coisa por uma desordem, e com certeza Sam não estava com vontade de ver do que ele era capaz, se Dean tinha essa curiosidade que ele fosse descobrir sozinho, pois não levaria o irmão junto!

- Eu quero uma porção de batata palha com acompanhamento de bacon, queijo cheddar, catchup e molho agridoce. – a garçonete anotava o pedido.

- Vão querer alguma coisa para beber? – a moça perguntou angelical.

- Seu pai é cardiologista, linda? – Dean perguntou do nada, fazendo Sam prender a atenção nele.

- Ah, não, por que? – a garota quis saber.

- Então vem você e cuida do meu coração. – respondeu tentando soar sedutor.

A garota corou e sorriu envergonhada antes de seguir para dentro da lanchonete e providenciar o pedido dos irmãos.

- Que cantada de pedreiro. – Sam comentou.

- Você tinha uma melhor? – perguntou cruzando os braços.

- Acho que o foco da nossa tarefa, não são cantadas. – disse ligando o celular para ver as horas, para em seguida suspirar.

- Você não respondeu minha pergunta, Sam.

- Sim, eu tinha uma melhor. – respondeu. – Como: "se minha vida fosse uma música, você seria aquele refrão que não sai da cabeça". – Dean fez um beicinho de indignação e deu de ombros.

- Dessa vez, você ganhou irmãozinho. – sorriu cínico se sentando de lado na cadeira.

- Eu só falei umas das cantadas mais velhas que existe. – Sam disse não segurando o riso.

- Da próxima você me empresta o caderninho. – disse sério.

- Que caderninho, Dean? – se mostrou confuso, deixando seu olhar cair sobre a loja de doces buscando algum sinal de Selena, mas como Shadow ainda continuava na calçada, sinal de que ela ainda estava lá.

- Aquele que você guarda em baixo do travesseiro. – respondeu se virando de frente para o rapaz.

Sam sorriu maroto, e assim que encarou a cara de poucos amigos de Dean, foi que não segurou mais o riso.

- Aquele caderno é meu passa tempo. – explicou.

- Ah, pronto! Agora você virou escritor?! – seu tom de voz era sarcástico.

- Que tal pararmos de "futucar" nas coisas um do outro? Eu não mexo nas suas coisas, então você mexe nas minhas coisas?! – não sabia se exclamava ou perguntava.

- Sam, vamos nos concentrar em Selena. – Sam mostrou indignação.

- Eu que deveria dizer isso, não é Dean?! – o outro riu.

Enquanto Dean e Sam pareciam discutir como bons irmãos que eram, do outro lado da rua, Selena ainda andava entre as prateleiras em busca de algum doce para aumentar o nível de glicose no sangue. Como qualquer pessoa, Selena adorava se deliciar do açúcar, mas estava ficando cada vez mais difícil escolher entre tantas embalagens deliciosas.

Quando ficou entre uma das últimas prateleiras da loja, avistou várias embalagens de suspiro, seu doce favorito desde que sairá do útero de Naomi. Apanhou um saquinho e se dirigiu rapidamente para o caixa, antes que avistasse outra guloseima, mas quando estava preste a pagar, o famoso kit kat entrou em seu campo de visão, e foi impossível resistir...

Quem resistia a um kit kat?

Selena pegou duas embalagens de kit kat e colocou junto com o saquinho de suspiro, a moça de cabelos cacheados e crespos passou os doces e disse o preço que tudo ficara. Selena retirou o dinheiro da capinha de celular e pagou, esperou o troco e a moça gentilmente colocou os doces em uma sacolinha, Gomez agradeceu e saiu da loja, se deparando com Shadow deitado em uma cadeira de madeira que completava o conjunto de mesinha na frente da loja de doces.

– E aí garoto? Vamos voltar ou dar uma volta na praça? – Shadow levantou a cabeça e a apoiou na mesa. – Praça? – sorriu maroto e o cachorro imediatamente encarou o outro lado da rua.

Selena entranhou a ação repentina do cachorro, então direcionou o olhar na mesma direção encontrando com dois homens sentados em uma mesa saboreando um enorme prato de batata. Um deles – o que estava de frente para os dois – tinha um jornal em mãos, enquanto o outro comia as batatas sem se importar com o mundo ao seu redor.

Uma brisa bateu contra os cabelos soltos de Selena, fazendo-a engolir em seco imediatamente. De repente seu olhar caiu sobre outros dois homens, que estavam encostados em um carro de luxo preto, com óculos escuros e vestidos de terno. Um calafrio passou por sua espinha, e rapidamente no mesmo instante que olhou os dois homens na lanchonete para os homens de terno, se levantou e saiu andando em silêncio, mas com passos rápidos.

Sam abaixou o jornal acompanhando Selena com os olhos, até os homens de terno adentrarem o carro de luxo, e chamar atenção de um dos Winck. Imediatamente Sam se levantou e saiu em disparada na direção da garota, que agora corria com Shadow ao seu alcance.

- Sam eu não acabei... Ahhhh! – Dean tentou dizer, porém somente deixou o dinheiro em cima da mesa e saiu atrás do irmão.

O carro cantou os pneus e fez a brusca curva para seguir em disparada atrás dos irmãos e em principal da garota. Não podiam deixar Selena escapar daquela maneira, muito menos perdê-la para aqueles dois idiotas!

Selena olhou pra trás ainda correndo, identificando dois homens correndo atrás de si e mais atrás o mesmo carro preto. Com o coração acelerado, aumentou a velocidade de suas pernas.

Atravessava as ruas sem olhar para lados e sequer se preocupou com Shadow. Ela só queria chegar logo em sua casa e contar para seus pais que foi perseguida, assim eles fariam uma queixa na delegacia e os agentes iriam investigar quem eram e qual o motivo dos homens estarem atrás de si.

Correu por mais alguns quarteirões até identificar as árvores do jardim de sua casa. O portão estava aberto, o que facilitou sua fuga, e assim que passou pelos enormes monstros de ferro não foi capaz de se sentir segura, nem mesmo quando bateu a porta da sala e seguiu para a cozinha em busca de seus pais.

- Pai! Mãe! – gritou ofegante jogando a sacola de doces em cima da mesa. – Pai! – gritou novamente antes de ficar em silêncio.

Se encostou no balcão gelado, podendo sentir os batimentos acelerados de seu coração. Enquanto corria sentiu medo de perder tudo, não falava pelos doces, mas sim de sua vida. Aqueles homens não pareciam amigáveis, e seja lá o que eles queriam, não podia ser coisa boa!

Respirou fundo na tentativa de recuperar a respiração, e assim que o fez, seus olhos caíram em cima do bilhete pendurado na geladeira por um imã. Se deixou guiar até ele, identificando a letra como sendo de sua mãe.

 

Filha

 

Eu e seu pai tivemos de sair para comprar os últimos preparativos da festa, vamos demorar um pouco, mas qualquer coisa que precisar é só nos ligar.

 

Com amor,

Mamãe, Xx.

 

Após terminar de ler, encarou Shadow sentado na porta da cozinha lhe encarando, ele também parecia assustado. A perseguição na rua foi muito estranha, desde quando Selena era algum motivo para traficantes ou ladrões lhe perseguirem? Poderia ser a filha do dono da Microsoft, mas isso não era motivo para ser perseguida, era?

Um barulho alto de algo se quebrando, vindo do lado de fora da casa lhe assustou, fazendo-a recuar os passos até se encostar novamente no balcão. Isso fora o suficiente para perceber que se sentia insegura sem seus pais. Principalmente seu pai, o dono da Microsoft, e provavelmente o responsável de tudo...



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