História O mundo além das sombras - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 5
Palavras 699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa é uma história ficcional. Qualquer semelhança com a realidade é apenas mera coincidência.

Capítulo 1 - Introdução


Olá leitor. Meu nome é Sam. Eu estou há muito tempo querendo contar essa história, mas nunca tive a coragem necessária pra escreve-lá.

Também não sou o maior dos leitores, então não sei ao certo a melhor maneira de escrever, mas vou fazer meu melhor.

Eu nasci no Rio de Janeiro, mas vivia em Nova Iorque. O hotel onde eu fiquei por algum tempo ficava perto do aeroporto que eu desembarquei, e o apartamento que eu comprei depois ficava perto do hotel, e meu trabalho ficava perto do meu apartamento, então eu quase não conhecia a cidade.

O que eu fazia todos os dias era acordar, trabalhar e dormir, não tinha tempo para fazer outras coisas. Eu trabalhava em um restaurante como cozinheiro e não me pagavam bem, mas eu gostava então eu continuava trabalhando do mesmo jeito.

Um dia, um homem jovem e alto pediu para me ver, ele elogiou minha comida e me deu um cartão dizendo:

-Quando você quiser mudar de vida e ganhar mais dinheiro, é só me ligar.

Eu achei isso muito estranho, mas o cara parecia ser gente boa, então eu guardei o cartão.

Naquele mesmo dia eu recebi as contas do apartamento e vi que não iria dar pra paga-las. Eu pensei, pensei, e pensei sobre como pagar as contas.

Pensei em pedir aumento, mas lembrei que o restaurante estava passando por dificuldades financeiras. Depois de muito refletir, liguei para o número que o homem havia me dado mais cedo.

Peguei o telefone, digitei o número, e o telefone chamou, chamou, e chamou.

Ninguém atendeu, decidi tentar novamente. O telefone chamou mais algumas vezes.

Desssa vez atenderam, mal pude falar "Alô", pois uma mulher já havia me interrompido.

-Olá, me responda isso: se você tivesse que causar um desastre ambiental em escala global, qual seria?

Eu fiquei confuso, mas eu pensei de todas as formas de desastres que já aconteceu ou poderia acontecer e respondi o melhor possível.

-Se eu quisesse causar o maior dano possível, eu usaria uma bomba nuclear em uma área litorânea.

Ouvi apenas o silêncio por alguns segundos, mas ela me respondeu me deixando mais confuso.

-Você foi escolhido, aguarde um pouco, que em breve você será contactado.

O telefone desligou, duvidei por alguns minutos de tudo o que acabou de acontecer. Já estava cansado por causa do cansativo dia de trabalho, fui dormir.

Ainda consigo me lembrar que aquela foi a melhor noite de sono que tive em muito tempo.

Quando acordei, achei que ainda estava dormindo, eu conseguia ver apenas a escuridão.

Por muito tempo fiquei vendo o nada até perceber que estava acordado. Entrei em pânico, tentei me mexer, mas não consegui sair do lugar, comecei a gritar para ver se ainda tinha voz, e eu a tinha.

Não passou muitos segundos depois de ter gritado, comecei a ouvir uma voz.

-Olá Sam, meio que eu preciso que você pare de gritar, de preferência agora.

Eu parei de gritar. Mas não pretendia ficar calado.

-Quem é você?

-Sou Maxwell, lembra? O cara de mais cedo.

-Onde nós estamos?

-As explicações tem de ficar para depois, mas saiba que você não está em nenhum lugar que você conheça.

Fiquei curioso, mas aceitei ficar sem saber onde eu estava.

-Escute, Sam, eu sei que isso deve ser estranho para você....-Interrompi Max antes de que pudesse terminar

-Nem um pouco -aumentei minha voz-, eu vou dormir no meu apartamento e quando eu acordo eu não consigo ver nada e tem um completo desconhecido comigo.

-Não sou um completo desconhecido, você conhece meu rosto e meu nome. Ainda assim, você disse que não vê nada?

Percebi um certo tom de curiosidade na pergunta que contrastou com o tom sereno da voz que ele estava fazendo até então.

-Não, não vejo nada. Espera ai, você quer dizer que eu não estou vendado?

-Não, não está, e isso é mal. Você não veio por completo.

-Espera, o que?

-Não há nada com o que se preocupar, daqui a pouco você volta a ver, mas fique de olhos fechados por algum tempo. Eu vou ver uma pessoa aqui, daqui a pouco eu volto.

-Espera, me solta.

Max já tinha saído do quarto



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