História O mundo de desenhos - Capítulo 4


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Categorias A Origem dos Guardiões, As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Como Treinar o seu Dragão, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos, Ponte Para Terabítia
Personagens Astrid, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Charles "Charlie" Beckendorf, Jack Frost, Leo Valdez, Meg McCaffrey, Melequento, Nico di Angelo, Perna-de-Peixe, Rachel Elizabeth Dare, Soluço
Exibições 13
Palavras 2.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ola ola povo meu!!!

genteeee me perdoa eu juro que tava tudo planejado pra mim postar o cap domingo mas ocorreu um emprevisto e nao pude postar, mas sem mais delongas...
Boa Leitura!!=D <33<33333

PS CAPA: esse é o desenho que o Soluço terminou

Capítulo 4 - Floresta dos sonhos (parte II)


Fanfic / Fanfiction O mundo de desenhos - Capítulo 4 - Floresta dos sonhos (parte II)

POV. Jack Frost

                Eu abro os meus olhos com dificuldade vendo tudo um pouco embaçado, pisco uma, duas, três vezes até finalmente não ver mais nada embaçado. Percebo que estou em uma floresta e que esta de noite, olho pros lados e percebo também que estou sozinho, olho pra baixo para ver as minhas mãos viro elas de um lado e depois do outro dou um sorriso bem largo e olho meus pés, mecho os dedos deles e os enfio dentro da terra depois os removo, e por ultimo olho pra frente novamente e tento dar o meu primeiro passo quase caindo no chão vou dar o segundo, mas dessa vez não consigo me equilibrar e caio de cara no chão.

                Tento levantar sem sucesso, uma, duas, três, quatro, e finalmente na quinta tentativa eu consigo me levantar e tento novamente andar agora com um pouco mais de sucesso e vou assim caminhando desajeitadamente e caindo de vez em quando que vou adentrando a floresta sem um destino. Afinal não conheço direito aquele lugar.

                Depois de um tempo eu acabo indo parar num lugar com uma arvore grandiosa no meio, então caminho até ela e me aconchego junto a suas raízes que eram um pouco pra fora e começo a dormir

 

POV. Soluço Clark

                Acordo com o sol batendo na minha cara olho pro lado e vejo que é meu pai abrindo as cortinas do meu quarto.

 

                – vamos Soluço acorde já são dez e meia da manha! – meu pai fala agora olhando pra mim e eu só gemo de frustração. Então num movimento súbita meu pai arranca todas as minhas cobertas me fazendo levantar automaticamente pra tentar recuperá-las, mas não consigo pegar as cobertas novamente me fazendo começar a tremer de frio.

                – vem filho levanta. Já tem café na mesa. – eu concordo com a cabeça me levantando e indo pegar um casaco.

                – ta bem, já to indo. – falo já vestido com o casaco e saio do quarto logo depois que meu pai sai, começo a descer as escadarias rápido e vou para a cozinha sento-me à mesa com meu pai ao lado e olho o que tem pra comer. Havia na mesa um pão de fatia o presunto e queijo que estava na geladeira e uma garrafa de leite e uma garrafa de café. Pego um sanduíche de presunto e queijo e como com uma xícara de leite.

 

                Depois de tomar o café da manha faço a minha higiene pessoal e subo novamente pro meu quarto abro meu baú e procuro uma pasta do Superman que eu havia ganhado com seis anos e quando a acho subo em cima da cama com ela e começo a ver os meus antigos desenhos. Entre os desenhos dois me chamaram a atenção um era de dois vikings uma garota e um garoto, mas faltavam alguns detalhes, o outro parecia um monstro, mas não estava terminado. Guardei as outras folhas e peguei a minha mochila coloquei ali dentro as minhas coisas e coloquei-a nas costas. Peguei os dois desenhos que haviam me chamado a atenção e sai do quarto em direção ao sótão, puxei a portinha que havia no teto e imediatamente um escada caio de lá na minha frente.

                Subi com cuidado e comecei a olhar ao redor quando já estava lá em cima, havia varias coisas velhas e empoeiradas, e quase tudo estava com teia de aranhas. Deu-me um calafrio na espinha só de pensar que ali poderia ter varias aranhas (eu tenho pânico de aranhas, só pra deixar claro). Fui em direção ao interruptor de luz e a acendi, mas ela deu alguns chiados, começou a falhar e queimou. Admito que estava agora com mais pavor ainda, mas já estava ali então continuei a procurar uma maleta de couro marrom escuro. Estava um pouco difícil de ver algumas coisas, mas depois de um tempo eu a achei. Ela estava jogada em cima de uma cadeira bamba de madeira. Agachei-me em sua frente e a abri ela rangeu um pouco, mas ainda estava em bom estado, olhei o seu interior que era bem grande onde estava preenchido com um plástico preto com vários moldes e dentro de cada molde havia uma tinta aquarela de cores diferentes umas das outras, fechei novamente a maleta e peguei ela, indo em direção a saída. Quando ia sair sinto algo ou alguém me observando já coloco um pé no primeiro degrau, mas escuto um barulho estranho vindo de detrás da cadeira que há minutos atrás havia uma maleta cheia de tintas. Viro-me e olho pra trás e não vejo nada fora do comum, quando do nada a cadeira cai se quebrando em vários pedaços e como não sou bobo nem nada só berro e saio correndo fechando a entrada para o sótão e me encosto-me à parede indo em direção ao chão e fico ali ate meu pai vim correndo e perguntando o que havia acontecido e eu explico tudo que acabara de acontecer.

 

                – eu vou ver o que aconteceu lá em cima já volto. – ele falou saindo do meu lado e abrindo o sótão, ele sobe as escadinhas e some lá em cima sem nem deixar a oportunidade de eu responder.

 

                Depois de um tempo eu escuto a voz dele novamente me chamando.

 

                – Soluço. Acho que seria bom você ver uma coisa. – eu me levanto um pouco rápido de mais e acabo ficando com um pouco de tontura, mas não ligo e subo ainda com receio e medo, mas fico um pouco chocado ao chegar lá em cima, pois estava tudo normal a cadeira não estava toda quebrada e eu não estava mais sentindo que era observado.

                – ahh... Soluço você tem mesmo certeza de que a cadeira havia se quebrado toda sozinha? – eu franzi as sobrancelhas e foquei o meu olhar na cadeira a minha frente.

 

                Eu não estava acreditando nos meus olhos, eu havia imaginado tudo aquilo? Mas como? Eu realmente devia procurar um medico, eu estava ficando louco só podia ser então percebo meu pai ainda olhando pra mim e eu sem saber o que responder só olho pra ele e dou de ombros vendo ele ficar tenso e franzi as sobrancelhas eu desvio o meu olhar dele, mas ainda sentia ele me observando com cautela.

 

                – Soluço, estou ficando preocupado... – ele fala e olha pro chão e depois de alguns segundos silenciosos ele continua a fala, mas ainda com os olhos fixos no chão como que se ele desviar o olhar da li o mundo inteiro iria explodir. – vo-você... Esta u-usando dro... Dro-drogas?

                – claro que não pai!

                – é... É que não ta parecendo.

                – da onde você tirou essa idéia maluca? – pergunto a ele ainda incrédulo pela sua pergunta anterior, então ele olha para mim e responde.

                – filho... É que desde que você chegou já estava estranho e agora diz que viu a cadeira se quebrar toda e sentir alguém lhe observando... É de se estranhar, não achas?

                – ta pai, você tem razão, mas eu estou bem, na verdade, estou ótimo. – mentira deslavada essa... Pensei mas não falei nada.

                – você tem certeza?

                – sim pai, tenho certeza. – afirmei olhando pra ele. Depois de alguns minutos nos olhando eu quebrei o silencio. –tchau, eu vou dar uma volta por ai e não precisa me chamar pro almoço. – falei já me virando e descendo. Quando já havia saído de lá eu só me agachei e peguei minha maleta e minha mochila, depois sai correndo pra fora de casa e quando já nem mais estava lá dentro eu continuei correndo só que dessa vez em direção à floresta que ficava a mais ou menos meio quilometro de casa.

 

                Quando a avistei eu corri mais ainda me fazendo perder o restinho de fôlego que ainda tinha, mas não liguei muito continuei a correr ate finalmente adentrar na floresta, então comecei a diminuir meu ritmo até esta andando normalmente. Fui caminhando pela vegetação até chegar a um lugar em que as arvores ao redor formavam um circulo perfeito e dentro desse circulo se encontrava uma arvore extremamente grande seu tronco tinha mais ou menos uns dois metros de largura quase três e ela era extremamente alta com seus 20 metros mais ou menos e era cheia de galhos composto com varias folhas verde escuro e olhando-a inspirei fundo sentindo um cheiro maravilhoso de vegetação. A olhei novamente não me lembrava de ter visto uma arvore tão grande e linda ali quando visitava a floresta e aquela arvore parecia estar ali fazia séculos e não apenas alguns anos.

                Tirei meu celular do bolso da calça e coloquei na câmera para tirar uma foto, mas depois que tiro ela vou ver como havia ficado e só vejo fotos pretas em vez de fotos com a grandiosa arvore. Franzi as sobrancelhas e fiquei pensando que realmente eu estava ficando louco, demente, com problemas mentais (use o termo que preferi), eu tinha que urgentemente procurar um psiquiatra.

                Depois de um tempo pensando tiro a mochila das costas e me sento em cima de uma raiz que estava um pouco pra fora abro minha mochila e pego o desenho dos vikings primeiro pra terminar.

                Depois que terminei os vikings eu abri novamente a mochila e guardei o desnho pegando o outro com o monstro e tento terminar ele, quando só faltava um detalhe minúsculo eu berrei de frustração por não esta conseguindo fazer a parte mais fácil que era aquela porra de detalhe.

 

 

POV. Jack Frost

 

                Acordo assustado ouvindo um berro extremamente perto poderia até dizer que havia vindo do meu lado, mas quando olhei para os lados pra ter certeza que não havia ninguém berrando não encontrei ninguém me levantei apressado e comecei a contornar a arvore quando reparo em um garoto puxando os próprios cabelos que eram marrons eu me assustei um pouco no inicio, pois achei que sei lá o garoto estava tentando se matar ou algo do tipo, quando o garoto do nada para tudo e tira as mãos do cabelo eu tento me esconder rápido achando que ele havia me visto, mas percebi que ele apenas tinha voltado a desenhar. Curioso, fui mais pra perto tentando ver o que era e fiquei com medo na mesma hora do desenho e percebi que o desenho só faltava ele terminar de desenhar uma pequena linha e já estaria pronto, então não perdi tempo e falei.

 

                – não! Não termine o desenho, por favor! – percebi que o garoto tinha se assustado e com isso havia parado de desenhar para se recuperar do susto, mas depois que ele se recuperou se virou pra mim e arregalou os olhos no mesmo instante.

 

 

POV. Soluço Clark

 

                Não... Meus olhos só podiam esta me enganando, não podia ser ele na minha frente, quer dizer, claro que podia ele estava na minha frente olhando pra mim com curiosidade, então tomei coragem e perguntei.

 

                – vo-você... É Jack Frost? – perguntei e olhei pro meu desenho novamente percebendo que só faltavam uns três milímetros que eu tinha que fazer uma linha reta e o desenho já estaria pronto.

                – sim... Sou eu, mas como...? ah! Deixa pra lá a ultima pergunta, eu me lembrei.

 

                Continuei a fazer a linha reta e quando havia terminado me lembrei do que o garoto havia acabado de falar para não terminar o desenho, então franzi a testa e olhei pra ele que olhava o meu desenho com cara de preocupação.

 

                – ahn... Jack por que você falou para eu não terminar? – eu pergunto já começando a ficar preocupado, pois ele estava começando a abrir a boca com surpresa e apontou com o dedo indicador pra algo atrás de mim e falou enquanto apontava.

                – por... Por c-causa di-disso. – ele falou gaguejando e ainda apontando para algo atrás de mim então eu me virei pra onde ele apontava e percebi que um tipo de fumaça ou sombra negra, mas bem negra estava se enrolando formando algo e aos poucos as sombras saíram e deram lugar ao mesmo monstro que eu acabara de desenhar e quando falo o mesmo eu falo tipo idêntico só que no desenho ele não tem quase três metros de altura

 

                Ele dá um passo pra frente fazendo tudo ao redor de seus pés morrerem e dar um pequeno tremor no chão fazendo eu cai da raiz que estava sentado. Quando me levanto novamente só consigo ver aquela coisa nos atacando...


Notas Finais


entao... espero que tenham gostado e ate o proximo cap!!<3<3<3 bye bye

gente agora acho que vou consegui postar mais caps pois as minhas aulas ja acabou ou seja to de ferias!!! =D =P <3<3<333


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