História O noivo da minha irmã (Yoonmin) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Suga, V
Tags Irmã Do Jimin, Jimin, Jiminieyes, Min Yoongi, Park Jimin, Suga, Sugamin, Yoongi, Yoonmin
Exibições 227
Palavras 2.842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, pessoal! Olha quem voltou, isso mesmo. O noivo da minha irmã saiu do hiatus, graças a deus SZ

Eu estava um pouco indisposta para postar hoje, por alguns problemas que vem acontecendo comigo, mas eu juntei minhas forças e aqui está sz

Capítulo 8 - Sentimentos part.1


Fanfic / Fanfiction O noivo da minha irmã (Yoonmin) - Capítulo 8 - Sentimentos part.1

Ganhamos o concurso.

Festejamos muito, no que resultou uma ressaca forte do dia seguinte.

Se meus pais ficaram feliz em saber que ganhei? Ficaram, e muito.

Sooyoung anda afastada de mim, na noite de sábado antes de eu ir para o concurso com Hoseok, eu vi o casal chegando. Eu nem liguei pois estava feliz demais com a minha conquista. Hoseok me falou que se eu quero esquecê-lo de vez, eu tenho que ignorá-lo; Responder apenas o necessário, ser nem grosso, mas nem tão gentil, evitar vê-lo por aí. Apesar de ser algo difícil para mim, eu irei tentar esquecer Min Yoongi.

Já fazia alguns dias que o concurso se foi. Hoje é um dia gelado, eu poderia estar em casa embaixo dos meus cobertores, mas não! Estou aqui em um parque, sentado em um balanço infantil, observando meus pés parados no ar. Estava usando o moletom que Hoseok comprou para mim naquele dia. A corda que segurava o balanço estava gelada, o quê foi difícil segurá-la direito, pois minhas mãos estavam quentes.

A brisa gelada bate em meu rosto, solto um suspiro. Eu cogitei ser oito horas da noite, mas eu não queria sair daquele parque vazio e escuro. Eu achei um perfeito lugar para pensar à noite. Um lugar para correr dos problemas, esquecer o quê acontece dentro daquela casa. Eu poderia parar de correr da realidade, mas eu me afogo sempre; Então a única saída é sair, sair para esfriar a cabeça.

Não que os dias em casa estivessem péssimos, era uma pessoa que me causava isso da pior forma. Eu só estou “fugindo” de casa para esquecê-lo, sou um completo covarde. Eu sou um idiota por não aguentar vê-lo por muito tempo. Antes parecia que eu estava superando, mas de repente tudo desabou, me deixando com mais medo de vê-lo.

Por que ele fez aquilo, por quê?

Sinto uma lágrimas deslizar por meu rosto cálido, fazendo uma linha pelo meu rosto e se desmanchando em meus lábios. Um gosto salgado. Um nó em minha garganta. Me pergunto quando essa sensação irá passar, isso é horrível. Tudo que vem acontecendo desde que voltei para Busan está sendo horrível, é a realidade.

Estou cansado de derrubar lágrimas para quem não merece. Minha mãe sempre dizia que lágrimas são preciosas e derramá-las a toa não vale a pena — derramá-las para quem não merece, também.

Levanto a minha cabeça, deixando de observar meus pés pairar sobre o ar. Rodo meus olhos por todo a parque vazio, levanto-me do balanço seguindo caminho para casa. Havia poucas pessoas andando na rua, pois é uma segunda feira. Eu estava um pouco receoso de andar sozinho nessas horas da noite. Então apenas apressei o meu passo. Meus cabelos balançavam com o vento que soprava em meu rosto, por conta do impulso que dava para correr. Tomei um breve susto ao sentir algo vibrando no bolso da minha calça, peguei o meu celular.

Bufei, ao ver que na tela brilhava o nome “Yoongi”. Deslizei o meu dedo sem vontade para atendê-lo.

Aonde você está? — Falou em um tom rude, não deixei com que aquele tom me afetasse de alguma forma.

— Não te devo satisfações. — Respondo calmamente, tento ao máximo não levantar o tom com ele.

Se você morrer ou for assaltado a culpa vai ser minha! E sabe o por quê?! — Murmurei um “não”. — Porque sua mãe me mandou ligar para você, para saber onde o amado filho dela está. Então se acontecer algo de ruim com você, a culpa vai ser minha por não ter te avisado para voltar para casa. — Bufou, raivoso.

— Entendi… — Respondi simplista.

Eu falo tudo isso para você responder só um “entendi”?! — Yoongi alterou sua voz, já podia se notar preocupação, mas raiva junto. Bufei e encerrei a chamada em sua cara.

Se eu levaria um belo de um xingo quando chegasse em casa? Sim, mas vou ignorá-lo.

Sai de meus pensamentos voltando a seguir caminho para casa, andei algumas quadras chegando a porta da minha casa. Quando abri a porta me deparei com Yoongi sentado no sofá, assistindo a televisão. Passei por ele — talvez tentando não ser notado, mas ele se manifestou antes que eu subisse as escadas.

— Onde você pensa que vai? — Paralisei no começo da escada, suspirando.

— Talvez para o meu quarto? — Continuei estático, Yoongi se levantou do sofá me puxando para perto dele.

— Por que desligou na minha cara? — Vi que ao sair aquelas palavras de sua boca, seus olhos marejam.

— Acha que eu ia aguentar ficar escutando você dando um sermão em mim por ligação? Está enganado. — Bufei.

— Eu não ia te dar um sermão, idiota! Por que você só pensa que eu sou assim? — Yoongi segurou os meus braços, fazendo com que eu fique em uma aproximação desconfortável dele.

Eu estava tentando ignorá-lo, mas não estava dando certo. Yoongi só sabia piorar tudo, eu acabei me alterando.

— Você só me xinga esses dias! Não se passa um dia que brigamos por causa que você foi insensível e rude comigo! — Aumentei o tom de minha voz, revirando os olhos.

— Eu não tenho culpa se você é tão sensível! — Ele soltou-me, alterando o tom de voz também. — É você que complica tudo e quer colocar a culpa em mim?! — Colocou a mão em seu peitoral.

— Eu tento resolver tudo normal, mas você sempre se altera desnecessariamente. — Suspiro. — Grita comigo, me xinga de idiota, entre outros. Nunca se lembra que eu tenho sentimentos… — Deslizo a minha mão por meu cabelo, deixando ele completamente, bagunçado. — Eu não sei lidar com você, e você não sabe lidar comigo, está certo de que não servimos mais um para o outro.

— V-você não é o único que tem sentimentos. Acha que eu ainda não te amo? Acha mesmo que quando brigamos eu não me importo? — Olhei no fundo de seus olhos, havia um brilho intenso. Senti um nó em minha garganta, aquelas palavras… Elas nem pareciam ser reais. — Você sabe como eu me sinto com tudo isso?

— N-não…

— Só digo uma coisa. Eu não sou o egoísta, insensível e frio que você pensa, ou até mesmo fala. — Escorreu inesperadamente uma lágrima em seu rosto, deixando-o sem jeito. — Olha, Jimin. Só fica um tempo longe de mim, por favor.

Eu fico estático em meu lugar, vi Yoongi subir as escadas. Eu senti um enorme receio de puxá-lo para mim. Eu nunca pensei que Yoongi fosse jogar essas palavras em minha cara, tão… de repente.

Eu segurei seu braço quando já estava no segundo degrau da escada, ele se esquivou, mas eu o segurei para que não subisse correndo até o quarto.

— Me deixa ir! — Falou, bravo.

— Yoongi, eu sei que você tem sentimentos também… — Falei com a voz sôfrega, o rosto de Yoongi já estava coberto de lágrimas.

Lágrimas que eu causei, lágrimas por minha causa. Eu me sinto um monstro de ter feito ele chorar.

— Jimin, eu não tenho mais nada para falar com você! Apenas me solte! — Exclamou em um tom autoritário. Neguei com a cabeça, fazendo-o colocar os pés no primeiro degrau.

No momento que Yoongi ficou no primeiro degrau, eu senti minhas bochechas queimarem. Nossos rostos estavam tão perto, eu sentia a sua respiração misturando com a minha, o seu cheiro e o seu ar pesado. Um ar repleto de tristeza.

Respirei fundo, e tomei a pior — ou melhor — decisão da minha vida.

— Você não tem nada para falar comigo, muito menos eu. Mas eu tenho algo a fazer… — Puxei a sua nuca, deixando o seu rosto mais próximo do meu. Eu quebrei aquela distância toda, com um beijo.

Sim, eu beijei Yoongi. Desta vez não foi ele que tomou essa maluca decisão, e sim eu. Da última vez que fui beijado por Yoongi foi apenas um selar, mas agora havia um desejo dentro de mim que não podia ter deixado-o guardado. Beijei-o, como sempre o mesmo calor, a mesma sensação gostosa de sempre.

Yoongi estava em choque com a minha ação, mas conforme os segundos foi passando sua língua se envolveu com a minha. Seus lábios estavam salgados, por conta das lágrimas de derramou antes de tudo. Eu aproveitava cada segundo daquele beijo, mordendo o seu lábio inferior quando me faltava ar.

Minhas mãos que antes estavam em sua nuca, agora estava em seu rosto. Desenhando cada linha de seu rosto úmido, seco aquelas poucas lágrimas que ainda estavam ali. Meu juízo e razão não existiam naquele momento, eu fui um completo burro por ter me movido pela emoção. Eu simplesmente, escutei o meu coração. E acabou nisso, eu beijando o meu próprio cunhado.

Eu não entendia como ele não se esquivou aquilo, foi bem ao contrário. Yoongi aprofundou o beijo, colocando as mãos em minha cintura e quando separamos os nossos lábios, ele também mordeu o meu lábio inferior. Era um beijo romântico, mas as mordidas não deixava o momento carinhoso.

Quando percebi que já não conseguia respirar direito, empurrei-o de leve. Podia ver seu lábio inferior avermelhado, o que deixou-o com uma linda aparência. Yoongi sorriu, eu abaixei a minha cabeça.

— Parece que o maluco agora é você. — Sussurrou, pegando em meu queixo e levantando o meu rosto. Fiquei com as bochechas rubras. — Que errado, Jimin. — Falou, irônico.

— M-me descu-

Fui interrompido com outro selar, Yoongi também ficou com as bochechas rubras. Ele engoliu a seco ao olhar no fundo dos meus olhos, separando os nossos lábios.

— Isso foi um boa noite. — Sorriu, subindo as escadas. Fiquei o olhando subir aqueles degraus, deixei um sorriso se abrir em meu rosto.

Por que essas loucuras são tão boas? Mas são tão erradas…

Que ótimo, Park Jimin. você acabou de beijar o seu cunhado, e os seus sentimentos cresceram mais ainda. Eu nunca vou superar isso, enquanto eu não oficializar Yoongi como meu namorado, eu irei ficar sofrendo assim.

— Parece que o maluco agora é você... — Sentei-me em um dos degraus da escada, sorrindo de canto ao repetir a fala de Yoongi Hyung. — Eu ainda te amo, Hyung. — Suspiro ao falar. — Ainda te amo…

11:00 AM

Escuto gritos vindo em direção ao meu quarto, de repente o som começa a ficar mais perto de mim. Quando vejo era Hoseok gritando, coloco meu travesseiro em cima da cabeça para abafar aqueles gritos.

— JIMIN ACORDA! JÁ SÃO TRÊS DA TARDE! - Hoseok riu divertido, eu sabia que ele estava mentindo as horas.

— Ahn, Hoseok... — Resmungo manhoso. — Só mais uns minutos... — Fecho devagar meus olhos, cochilando novamente.

— Não, vamos aproveitar o dia! Vem! — Jung me carrega, eu fico encolhido em seu braços. Eu sinto um clima gelado e com cheiro forte lavada, de fato é o banheiro. Abri meus olhos vagarosamente, tentando acostumar com aquele ambiente de cor clara.

Cocei meu olhos confuso com aquilo. Hoseok soltou-me deixando de pé. Eu estava sem meu chinelos, e o frio do piso fez meus pelos arrepiarem.

— Tome um banho. — Ele sorriu, deixando-me naquele bloco. Eu fecho a porta, me despindo de todas as roupas.

Tomo um banho rápido, sai apenas de toalha do banheiro. Pego algumas roupas, indo até o banheiro me trocar. Hoseok estava mexendo no celular, eu me sento ao seu lado em minha cama.

— Sua mãe te chamou para almoçar. — Falou, colocando o celular no bolso. Ele me puxou até as escadas. Antes de descermos eu chamei-o.

— Hoseok? Me leva nas costas? — Indaguei manhoso, ele revirou os olhos sorrindo. Como sempre eu ganhei, subi em suas costas e descemos a escada.

Yoongi deu de cara com aquela cena, ficando dos pés a cabeça vermelho. Eu sai das costas do Jung, me sentando na cadeira. Hoseok correu até Sooyoung acariciando a sua barriga, que na mesma hora Kwang se mexeu.

Hoseok estava claramente, apaixonado por aquele pequeno ser de dentro da minha irmã. Jung se considerou tio do pequeno Kwang, Sooyoung aceitou isso. Yoongi apenas olhava tudo aquilo com desgosto.

Almoçamos todos juntos, meu pai gosta muito de Hoseok e minha mãe não é diferente. Começaram a falar da vez que Hoseok apareceu vestido de mulher na casa, e começou a me bater com seu sapato, falando que eu era um péssimo marido. Yoongi estava junto nessa brincadeira, mas ele não lembrava disso hoje em dia.

Era um domingo chato como todos, eu estava com Yoongi assistindo a um filme. Eu tinha apenas quatorze e Yoongi dezesseis, Hoseok pairava seus quinze anos. Meus pais estavam na cozinha, quando Hoseok entrou na casa com um vestido preto, peruca, sapatilha preta e colares de pérolas brancas. Ninguém entendeu aquilo, então depois ele tirou uma das suas sapatilhas e começou a me bater, gritando que eu era um péssimo marido. Eu nunca tinha apanhado tanto assim com um sapato. Foi o melhor domingo de todos.

Começamos a rir, menos Yoongi que mantinha sua cara emburrada. Hoseok sempre foi uma alegria para a família, eu me sinto mal por saber que não valorizava tanto os meus outros amigos. Eu era Yoongi vinte e quatro horas, eu esqueci que existia o Jungkook e Hoseok. Nunca fui um bom amigo para eles, mas parece que tudo mudou e eles não tem ódio de mim por eu ignorá-los no passado.

O almoço terminou com muitas risadas, piadas e gritos de Hoseok. Minha irmã ria loucamente, meus pais também, eu não era diferente. Já Yoongi permanecia emburrado, minha irmã até chamou a sua atenção, mas ele ignorou isso. Eu não sei o quê estava acontecendo com Yoongi Hyung. O relacionamento com minha irmã e Yoongi não parecia estar um dos melhores. Eu fico com um enorme receio de que meus pais, ou Sooyoung descubra que eu beijei Yoongi ontem à noite.

Suspirei, enquanto levava os pratos para a pia. Hoseok cogitou de assistirmos alguma série, assim que ele falou, eu corri até o sofá ligando a televisão. Estava passando uma série desconhecida, mas parecia ser interessante. Hoseok me acompanhou.

Eu deitei sobre o colo de Jung, ele ficou acariciando os meus cabelos. Ficamos por longos minutos quietos.

— Você acha que o Yoongi vai me matar? — Hoseok manifestou-se em um sussurro, eu olhei para os seus olhos. Eu começo a rir da sua expressão.

— Por que? — Indaguei, ainda em risos.

— Ele estava muito estranho no almoço... Jimin, eu tenho amor a vida! — Falou já em um tom alto, eu caí na gargalhada.

— Pode ficar sossegado, Hoseok! — Apertei sua bochecha, eu não sei porque fiz aquilo. Hoseok começou a apertar as minhas fortemente,  eu fazia uma expressão de dor. Eu já não sentia mais a pele da minha bochecha.

Eu comecei a me debater no sofá, Jung só parou de apertar minha bochecha quando ouviu seu celular tocar. Ele atendeu meio receoso.

— Ah, entendi. Mas eu vou embora só quando for duas! — Ele respondeu a pessoa por trás da linha, bufando. Ele desligou o aparelho, olhando para mim.

— Quem era?

— Minha mãe. Ela queria que eu fosse embora, mas eu não quero. — Fez um bico, eu sorri. Voltamos a assistir a série, quando penso que talvez seria bom desabafar com Hoseok sobre o beijo que dei em Yoongi.

Me levanto, ele me olha novamente.

— Posso te falar uma coisa? — Comecei a brincar com meus dedos, estava já nervoso. Ele assenti com a cabeça. — Lembra que você falou que eu devia esquecer o Yoongi? — Falei baixo, mas Jung conseguiu escutar. Apenas assentiu. — Então, eu tentei. Mas…

— Mas? — Inclinou sua cabeça para frente, esperando eu terminar de falar.

— Hoseok, eu beijei o Yoongi Hyung. — Falei tão rápido que achei que Hoseok nem tinha conseguido ouvir, mas conseguiu. Escondi o meu rosto com as mãos, apenas escutei um estalo.

— Essa não, Jimin… — Bateu novamente a mão na testa, escutei um estalo novamente. — Por que diabos você fez isso? — Bufou.

— Nós estávamos brigando, só que ele começou a chorar e rolou várias outras coisas. Então eu o puxei e beijei! — Expliquei, Hoseok me olhou com cara de paisagem. Ele não tinha entendido nada, de fato.

— Você quis dizer que: Ele estava chorando porque vocês brigaram, então você o beijou depois? — Indagou, olhando para o chão.

— Quase isso…

— Jimin, se você quer esquecê-lo, por quê fez isso? Porra! — Jung começou a me chacoalhar, quando me sinto zonzo ele para.

— Eu n-não sei! — Cocei a nuca. — Só sei que foi bom demais… — Mordi o meu lábio inferior, sorrindo logo depois. Recebi um tapa no braço. — Ei! — Esfreguei a região que Hoseok deferiu o tapa.

— Seu burro! — Franziu o cenho. — A partir de hoje você está proibido de falar com ele, ou até mesmo beijá-lo! — Falou em um tom autoritário, revirei os olhos.

— Para que isso, Hoseok? — Bufei.

— Para você parar de ser mané, e esquecer de vez o seu CUNHADO! — Gritou, eu tapei a sua boca. Se alguém escutasse eu já estaria ferrado.

— Fala mais baixo, porra! — Subi em cima do mesmo, ainda com a mão em sua boca.

Hoseok começou a gritar, mas os gritos saiam abafados por conta da minha mão. Eu ri, aquilo já não estava sério e sim, uma brincadeira. Fiquei rindo, olhando o escândalo de Hoseok. Eu estava sentando em cima de sua barriga.

Escutei passos por ali, não me importei muito.

— Jimin...







 


Notas Finais


Obrigado a quem leu, comentou e favoritou :( sz


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