História O Nome da Rosa [PAUSA] - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo+gama, Bottom!jeongguk, Época, Jeongguk!ômega, Jikook, Jimin!alfa, Magia, Mistério, Namjin, O Nome Da Rosa, Parkhoseokzinha, Taeyoonseok, Top!jimin, Vhope
Visualizações 508
Palavras 2.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mals a hora kkkkk

Boa leitura 💕

(Não revisado)

Capítulo 3 - Chapter II


Fanfic / Fanfiction O Nome da Rosa [PAUSA] - Capítulo 3 - Chapter II

O Nome da Rosa.

Chapter II.

O inverno aquele ano veio rigoroso, destruindo plantações e matando animais nos pastos secos e congelados; BoRah nunca mais fora a mesma desde a morte do antigo rei.

Agora o povo vivia em agonia, a fome se alastrando junto ao medo de mais um ataque rebelde. Crianças eram obrigadas pela fome a roubarem o alimento dos demais, ninguém as culpava, estava sendo mais do que difícil se manter de pé com todo aquele caos que se instalou no reino depois da coroação de MinDae.

O reino estava em constante guerra com os rebeldes que tentavam tomar o trono, meros vândalos e bastardos que querem nada mais que o poder da corôa real de BoRah.

Era dia, Jimin tinha acabado de se levantar e fazer suas higienes quando a porta de seus aposentos fora aberta com brutalidade, passando por ela um Hoseok de cenho franzido e boca reta. Ele parecia mais do que zangado.

— Nosso pai acaba de cometer mais uma de suas atrocidades, Jimin! — o acinzentado podia sentir muito bem o quão raivoso Hoseok estava, ainda mais pelo brilho vermelho nos olhos do mesmo. O lúpus dele estava tão irritado quanto. 

— O que ele fez desta vez? — indagou deixando o livro que devolveria a biblioteca antes do irmão irromper por sua porta.

— Ele mandou açoitar uma criança Jimin, por ela ter roubado algumas verduras que viriam para o castelo! — Jimin recebeu as palavras do irmão como um soco forte no estômago, o fazendo respirar com dificuldade. Encarou Hoseok incrédulo; seu pai não teria coragem de fazer isso, certo? Não com uma criança! — Ela só estava com fome, a pobre criança não tinha culpa nenhuma de sentir fome enquanto nosso pai enche-se de comida aqui!

Jimin nunca sentiu tanto nojo e repúdio como agora, seu estomago embrulhava apenas com a menção de seus pensamentos em cria um cenário em que um açoite atingia as costas nuas de uma criança... Ele não poderia se deixar cegar diante disso, seu povo não merecia aquilo.

Não merecia um rei ruim como Park Jung MinDae.

— Então temos que destroná-lo, tirar de MinDae todo o poder que ele mais ama. — disse firme, mesmo que seu corpo magro e seu rosto pálido pusessem suas palavras e tom forte em dúvida.

— Temos uma forma mais eficaz de fazer isso, mas você não a quer. — suspirou, pegando a caixinha de madeira que continha o remédio que Jimin tomava. O olhou. — NamJoon vem aqui esta tarde para examinar você?

— Não creio que essa seja a forma mais eficaz de fazer as coisas, não podemos nos dar ao luxo de por fim a vida de alguém, ainda mais nosso pai! — Hoseok via o quão relutante Jimin estava, mesmo colocando todos os motivos do mundo para fazê-lo enxergar o quanto MinDae era ruim para BoRah, ele parecia se manter cego a tudo. — Sim, NamJoon vem aqui esta tarde para me examinar. Acho isso uma perda de tempo, minhas crises estão piorando. — suspirou, cruzando o quarto e buscando pelo livro. — Se eu morrer mais cedo, pelo menos sei que o reino estará em boas mãos. Não é como nosso pai e isso me alegra. — sorriu pequeno, saindo do quarto em seguida e seguindo pelo corredor, mas parando ao ouvir passos pesados vindo atrás de si.

— Tu não vais morrer! — Hoseok disse alto, parando um pouco longe do irmão e encarando-o. — Se for da vontade dos deuses, então eu aceitarei. Contudo se for a vontade do homem, você não vai morrer. Eu não permitirei!

Jimin sorriu em direção ao irmão, apertando mais o livro contra o peito e fitando os olhos escuros do gêmeo.

— Eu sei que não, mas tem coisas que não estão em nosso poder irmão. — deixou um suspiro escapar, agora fitando os pés. — Se for o meu destino morrer por essa doença, então assim acontecerá, nós não podemos de nada fazer. Entretanto, você sabe que me orgulho do homem que é e o quanto faz por nosso reino. Vai mesmo ser um bom líder para BoRah, mesmo que eu não esteja aqui para ver.

Hoseok abriu a boca para contestar, mas Jimin apenas ergueu uma das mãos o calando e caminhando pelo grande corredor. Estava encerrado aquele assunto, por hora pelo menos, Hoseok voltaria a insistir e isso Jimin sabia bem.

O mais velho dos dois não deixaria que aquela doença desconhecida fizesse seu irmão partir tão precocemente.

[]

— Respire fundo. — instruiu Kim NamJoon, vendo o alfa mais novo fazer exatamente o que pedira. 

Fazia alguns minutos desde que o médico chegou ao castelo, vindo de um reino próximo a BoRah, já que este não tinha médicos como deveria de ter. Ainda mais quando se tinha um dos príncipes doente como estava.

— Agora solte o ar devagar. — NamJoon pediu, usando um aparelho que recém-inventou para escutar os batimentos cardíacos de seus pacientes. Jimin fez o que o Kim pediu, soltando o ar gradativamente enquanto sentia o objeto frio tocar suas costas nuas. — Está normal, o que andou sentindo ultimamente Jimin-ssi? 

— Ando mais fraco que antes. — começou, voltando a abotoar a camisa de linho branco. Encarou o mais​ velho anotar tudo o que dizia. — Minhas tonturas voltaram e há alguns dias acabei tendo algumas alucinações; não sabia o que era, mas havia um garoto que eu nunca vi antes e ele parecia me chamar. — massageou as têmporas. — Estou mesmo enlouquecendo, dessa forma, parece que essa doença irá me matar psicologicamente antes de fisicamente.

— Eu ainda não tenho muito o que dizer sobre sua doença Jimin, mas ela é estranha demais. — disse o outro enquanto guardava suas coisas dentro de uma bolsa de couro marrom. — A única coisa que aconselho é continuar com o remédio, ele ajuda de alguma coisa certo? — cruzou os braços, vendo o garoto assentir a sua pergunta. 

— Eles tardam os sintomas quando o tomo, mesmo que eu me sinta um pouco fraco. — comentou, mexendo nas páginas do livro que pegou na biblioteca do palácio.

— Isso é normal, ele retira um pouco da sua energia vital para estancar os sintomas da doença. — NamJoon sentou-se ao lado do príncipe na cama, fitando o rosto pálido do mesmo e suspirando. — Talvez isso venha a piorar Jimin, o remédio ajuda, mas ele não faz muito pela sua doença. É como se ele só servisse quando ela te ataca, mas quando nada acontece sua doença avança e o remédio se torna inútil. 

— E Hoseok ainda diz que não me deixará morrer. — riu sem animo algum, deixando o livro de lado e encarando o alfa ao seu lado. — Continuo fazendo isso por ele, não sei como ele não se envergonha da minha fraqueza quando ele mesmo é tão bravo e ativo para com os deveres reais.

— Não consigo pensar em alguém mais forte que você, Jimin-ssi. — comentou o mais velho, levantando-se e pegando a bolsa. — Alguém que enfrenta algo que não queria por amor outra pessoa é tão bravo quanto qualquer um, apenas tenha isso em mente.

Com isso deixou os aposentos do lúpus, o deixando só com seus pensamentos turbulentos.

[]

Jimin poderia sentir toda a tensão se espalhar pela sala de reuniões do palácio, com Hoseok ao seu lado e MinDae mais a frente, encarando os dois enquanto uma serviçal lhe servia mais um bocado de vinho.

— O que aconteceu com a criança que mandou açoitar? — indagou Hoseok, fechando as mãos em punho enquanto o pai deste apenas erguia a mão como se não o interessasse aquele assunto. 

— E isso é importante? — escárnio escorria por suas palavras, fazendo o lúpus de Hoseok rosnar para o rei. — Está em seu devido lugar, ladrões não merecem nada mais que um calabouço.

— Mas é uma criança! — desta vez fora a vez de Jimin protestar, chamando para si toda a atenção dos presentes na sala. — Como pode fazer isso a uma mera criança esfomeada?! Onde está a piedade que jurou diante do povo?! — bateu as mãos na mesa de madeira grossa, as juntas esbranquiçadas por conta da força que impunha a elas.

— Oras quem resolveu bancar o homem pela primeira vez, nem parece o mesmo moleque medroso de sempre. Seu irmão deve estar orgulhoso do seu ato bravo, Jimin. — encarou Hoseok, esse que travou o maxilar assim que viu os olhos escuros do pai de ambos voltar ao mais novo. — Pois saiba que a criança está mais do que em seu devido lugar, e não há nada que sua birra possa fazer Park Jung Jimin! — foi firme, a voz saindo grossa e autoritária.

Mais uma vez Jimin bateu as mãos na mesa, rosnando tão ameaçadoramente, que os demais na sala também o fizeram... Um lúpus poderia muito bem por abaixo a moral de outros, basta apenas este querer e assim será.

— Então trate de se acostumar com os meus atos de bravura, rei! — cuspiu as palavras, encarando o pai por cima, os olhos faiscando em raiva genuína e pura. Pela primeira vez Jimin via e sentia tudo o que Hoseok o alertava: seu pai não valia de nada, um verdadeiro pedaço de esterco! — Por que de hoje em diante farei de tudo para te tirar daí, derrubar você será a próxima coisa que farei na vida!

— A primeira seria o que? — debochou MinDae, bebericando do seu vinho e fitando Jimin com escárnio. — Perecer com sua doença até que não reste mais nada de você? Por que vejamos, está tão fraco e pálido, apenas sua voz de alfa continua pondo algum tipo de respeito em você. Entretanto sua aparência mostra o quão fraco e desesperado fugindo da morte você está.

— Então veremos quem se manterá de pé no final, se eu com minha doença ou você com o povo descontente e rebeldes querendo seu posto. — riu sem humor, batendo palmas quando viu a face do homem mais velho torcer em raiva. — Parece que seu pescoço está mais próximo da foice da morte, do quê o meu.

MinDae iria revidar, rosnar ou qualquer coisa que fosse, mas Jimin apenas ergueu uma das mãos e deixou a sala em seguida. Não ficaria alí para aturar os falatórios desnecessários do pai, e muito menos de seus conselheiros puxa sacos.

Caminhou para o segundo andar, buscaria por mais um livro quando percebeu que deixou um em seus aposentos. Correu até lá e o pegou em meio aos seus lençóis desfeitos. Assim que o tinha em mãos, voltou a traçar seu caminho até a biblioteca; só Jimin sabia o que um bom livro acalmava seu coração inquieto.

Adentrou o grande local, deixando o livro que trouxera em uma das mesas e passou a examinar as lombadas do livro. A grande biblioteca tinha um cheiro característico que Jimin conhecia muito bem, já que passou quase toda sua vida ali, lendo cada exemplar dispostos nas estantes altas de madeira.

Bufou ao não achar nenhum de seu interesse, pelo menos não naquele momento. Então apenas deixou que seu corpo cansado desabasse em uma das poltronas de couro, fechando os olhos em seguida. A paz que aquele lugar trazia era inebriante, e Park queria apenas dormir e acordar quando tudo estivesse resolvido em BoRah.

Acabou por rir de seus pensamentos e abriu os olhos, encarando o teto branco e franzindo ao ver parte dele fora do lugar. Curioso como era, Jimin buscou logo uma escada para averiguar o por que daquele pedaço estar daquele maneira.

Assim que posicionou o objeto ali embaixo, Jimin subiu aos poucos, um pouco temeroso do que encontrado ali. Assim que estava no topo, colocou a mão pelo vão e procurou por algo que não sabia estar ali, mesmo que por segundos achasse que de nada encontraria, Park fora surpreendido quando achou um embrulho ali dentro.

Desceu rapidamente, curioso para saber o que tinha dentro daquele embrulho. Sentou-se novamente naquele estofado, com o embrulho em mãos e passou a rasgá-lo, ansioso demais para saber o que era.

— Um livro? — indagou-se, franzindo em confusão. Dentro havia mesmo um livro, esse que tinha um título um tanto peculiar. — O Nome da Rosa, A História do Último Ômega. 

Então Jimin sentiu sua visão turva, sua respiração entre cortar e respirou com mais força. O que aquele livro queria insinuar? Que havia mesmo existido um garoto ômega?! 

Era impossível! Jimin mesmo sabia que ômegas estavam instintos depois da grande revolução e doa ataques com armas químicas; ômegas eram demasiadas fracas e acabaram não resistindo, assim pondo a raça em extinção. Mas mesmo que tenham existido, nenhum deles fora homem, eram mulher e adolescentes. 

— Impossível! —exclamou, abrindo as páginas do livro de qualquer jeito e fixando os olhos na imagem borrada de um garoto de cabelos acastanhados. — E-Então foi real? — sentiu a tontura lhe atingir novamente, o fazendo fechar os olhos com força desta vez. — O que está acontecendo?! — seu peito parecia que rasgaria a qualquer segundo, tamanha a velocidade e força que seu coração batia. Jimin pressionou a mão sobre o peito, sentindo os batimentos desenfreados. — Morrerei agora mesmo?! — riu incrédulo, buscando mais um pouco de ar antes de deixar o livro escorregar de sua mão trêmula e ir ao chão, enquanto Jimin pressionava as mãos no leito e pouco a pouco desfalecia.

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A rosa abriu os olhos, sentindo seu peito subir e descer com sua respiração calma depois de tantos e tantos anos.

Finalmente estava acordada.

— Finalmente ele me encontrou. — deixou que sua bela e sedosa voz fosse proferida, sorrindo ao ouvir seu timbre depois de tantos anos.

— Eu que o diga! — comentou um ser ao seu lado, esse que segurava sua destra com carinho e sorria de uma forma tão doce que aqueceu o coração do ômega. — Bem-vindo de volta papai! — exclamou, encantado com os tons dos olhos do ômega. Um deles sendo lilás e o outro num tom róseo bonito.

Era magnífico e único, assim como a raça do de olhos coloridos era.

— É bom estar de volta filho. — o ômega sorriu para o gama, acariciando o rosto belo do menino a sua frente. — Agora temos que nos apressar, BoRah precisa de nós, assim como meu alfa precisa de mim!



Notas Finais


Link de Amor e Vingança: https://spiritfanfics.com/historia/amor-e-vinganca-9870228

É uma adaptação de um romance de época bem legal gente, eu prometo kkkkk

Agora ao cap: só eu que quero matar esse MinDae chato da porra?! Sério aaaaaa que pedaço de esterco!!!
Mas olha só, vocês devem tá tipo: O QUE PORRA É GAMA?!?!
ENTÃO EU EXPLICO AQUI AAAAA: Gama é uma nova raça entre o ABO, eu coloquei ela depois de estudar química ksksks, mas basicamente é: uma junção de um alfa puro com um ômega puro= gama!
Deu pra entender? E quem vocês acham que é o Gama da fanfic? Só tem um ein!! Ele é mais raro que um ômega 😱😱😱😱
E NOSSA ROSA TEM HETEROCROMIA AAAAAA EU AMO ISSO MANOW AAAAAAAA preciso dormir, já tô exaltada demais ;-;

Beijão e até a próxima meus amorzinhos doces 💕


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