História O Novato - Drarry - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Ronald Weasley, Severo Snape, Tiago Potter, Tom Riddle Jr.
Tags Drarry
Exibições 445
Palavras 1.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos!
Essa é minha primeira fic tá, então pode não ficar muito bom.
Ela será um pouco triste e pesada, eu quase chorei nesse primeiro capítulo.
Mas é isso, chega de enrolação e espero que gostem.
Obs: A imagem não é minha, eu peguei do Google.

Capítulo 1 - Conhecendo-se


Fanfic / Fanfiction O Novato - Drarry - Capítulo 1 - Conhecendo-se

POV Harry:

 

Tédio. Era isso o que eu sentia, sentado aqui no assento do passageiro, ao lado da minha mãe, que assobiava enquanto dirigia rumo ao hospital. Minha mãe é médica e hoje era o seu dia de folga e nós iríamos encontrar o meu pai mais tarde para jantar fora todos juntos, mas aí o hospital ligou pra minha mãe, chamando ela com urgência e ela sem pensar duas vezes foi, me obrigando a ir junto.

            Chegamos em frente ao hospital e logo ela entrou e eu atrás. Ela disse para mim esperar na sala de espera e eu fiquei lá, por horas. Já haviam passado três horas e ela ainda não havia voltado.

            Eu mexia no meu celular distraído, quando minha atenção é tomada por um loiro muito bonito que conversava alegremente com uma enfermeira. Os dois riam, na verdade eles gargalhavam e uma médica com cara de rabugenta passou e os xingou e eles se entreolharam rindo.

            O loiro se despediu e se dirigiu em direção a saída e eu fiquei olhando até não enxergar mais a imagem dele.

            Duas horas depois minha mãe finalmente apareceu, com um sorriso doce e eu a olhei irritado.

 

- Desculpe filho, tive uma cirurgia de emergência. – ela falou e eu bufei.

- Era sua folga, eles não podiam ter chamado outra pessoa? – perguntei irritado.

- Não fique bravo querido, você sabe que a sua mãe é a melhor. – ela falou, apertando as minhas bochechas e eu somente rolei os olhos e quando vi o loiro de duas horas atrás entrou correndo e foi à recepção e falou alguma coisa, com uma cara apavorada e minha mãe foi em direção a ele, me fazendo segui-la.

 

- Aconteceu algo Draco? – ela perguntou e o garoto a olhou, com olhos assustados.

- Sim, perdi meu celular. Acho que deixei aqui. – ele falou e logo uma enfermeira apareceu.

- É isso que você está procurando? – a enfermeira falou e ele suspirou aliviado e assentiu, pegando o objeto.

- Obrigado. Agora eu posso voltar pra casa tranquilo. – ele falou sorrindo.

- Podia ter pego amanhã. – a enfermeira falou e ele negou com a cabeça.

- Meu pai me mata se eu perder. Obrigado. – ele disse, se despedindo de todos e indo embora.

 

            Minha mãe então sorriu e conversou mais alguns minutos com as outras duas e logo depois nós fomos embora. Fomos até o estacionamento, entramos no carro e ela começou a dirigir.

            Passado alguns poucos minutos, nós acabamos passando por uma figura e quando eu vi, era o garoto loiro, ele voltava pra casa a pé, todo encolhido pelo frio. Minha mãe parou o carro e o chamou e ele olhou desconfiado e foi até a janela dela.

 

- Quer carona Draco? – minha mãe perguntou e ele sorriu e negou com a cabeça.

- Não, tudo bem, eu moro aqui perto. – ele falou e ela negou com a cabeça.

- Mas está muito tarde, é perigoso. – ela falou insistindo.

- Não, tudo bem. – ele falou, um pouco nervoso.

- Mas... – ela iria insistir outra vez e eu acabei cortando-a.

- Ele já disse que não mãe. – falei, visivelmente alterado e minha mãe me olhou irritada, enquanto o garoto parecia assustado.

- Não dê importância pro meu filho idiota. Entra aí que eu vou te levar. Já é mais de meia noite, não vou te deixar andar sozinho na rua a essa hora. – ela falou e após mais alguns minutos de discussão o garoto se deu por vencido e entrou.

 

            Ela perguntou onde ele morava e ele foi explicando, guiando-a. Vinte minutos depois nós finalmente chegamos e eu sinceramente não gostei do lugar. Não é que eu seja preconceituoso em relação aos pobres, mas aquilo era um lixo. Ele agradeceu, sorrindo e desceu, dando um aceno com a mão, antes de entrar em uma pequena casa de madeira, que parecia que iria despencar a qualquer momento.

 

- Mora perto é? Se nós demoramos vinte minutos de carro, imagina quanto tempo não iria demorar a pé. – minha mãe falou, ligando o carro novamente e indo embora daquele lugar.

- Mãe, aquele garoto trabalha lá no hospital? – eu perguntei e ela negou com a cabeça.

- Não, ele é paciente. Começou o tratamento na semana passada. – ela falou e eu estranhei, afinal o hospital é particular e pelo lugar que ele mora não deve ter dinheiro pra pagar um lugar como aquele.

- Hm e ele faz tratamento do que? – perguntei e ela me olhou por um momento e desviou o rosto novamente para a estrada.

- LLA. – ela falou triste e eu senti um nó na minha garganta, sabia exatamente o que queria dizer isso. LLA, leucemia.

 

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POV Draco:

 

            Suspirei e mesmo não querendo, entrei em casa e os vi pela janela irem embora. Suspirei novamente e logo senti meu cabelo ser puxado pra trás e meu corpo ser prensado contra a parede.

 

- Olha só, a mocinha finalmente chegou. Onde estava até essa hora? – perguntou, o hálito de bebida podia ser sentido de longe.

- Estava no hospital. – falei e ele puxou novamente meu cabelo, me obrigando a olhá-lo.

- Não minta pra mim. Já era pra você estar em casa a horas. – ele falou, segurando meus cabelos com uma mão, enquanto a outra apertava os meus pulsos.

- Eu não estou mentindo. Me larga Tom. – falei e ele se irritou mais e me arrastou até meu quarto.

- Vamos ver se agora você aprende a não mentir mais. – ele falou, me jogando na cama e me dando um soco, que me deixou mais tonto do que já estava.

 

            Fiquei com a visão embaçada, só via o vulto dele se mexendo e logo senti minhas roupas sendo tiradas e ele me virando na cama, me deixando de bruços, antes de me penetrar sem preparo. Gemi de dor, sentindo ele se mexer violentamente dentro de mim, saindo e entrando, enquanto me batia. Senti sangue escorrer pelas minhas pernas, como sempre acontecia quando ele era violento assim e logo ele se desfez dentro de mim e saiu do quarto batendo a porta.

            Fiquei deitado alguns minutos, sentindo algumas lágrimas caírem, que eu sequei com uma mão, não iria chorar por causa desse bêbado desgraçado. Sentei na cama com um pouco de dificuldade, minha visão já tinha se estabilizado e eu olhei pra mim mesmo e senti vontade de vomitar, eu já estava enjoado por causa da quimioterapia, agora tinha piorado de vez.

            Levantei com dor e fui até o roupeiro, pegando meu pijama e uma cueca qualquer e saí do quarto, indo até o banheiro. No meio do caminho, vi Tom, caído, bêbado, o olhei com nojo e me tranquei no banheiro, tomando um banho, tentando tirar o fedor dele do meu corpo.

            Tomei um banho demorado e coloquei minha roupa, tive que vomitar antes de sair do banheiro e logo voltei para o meu quarto, me deitando na cama em seguida, tentando não chorar. Não iria chorar, muito menos por alguém tão desprezível.


Notas Finais


Então pessoas, o Draco tem uma vida ferrada, que será explicada com mais alguns detalhes através dos capítulos.
Espero que tenham gostado.


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