História O ódio nasce para proteger o amor - Capítulo 11


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii galera!!! Olha eu aqui de novo com a segunda parte do especial de 15 favoritos que agora podemos comemorar aos 20!!!! Eu tô muito feliz por isso (coisa que deu pra perceber ne?) Então mais sem demora... Preparam o coração!!! E tenham uma boa leitura....

Capítulo 11 - Capítulo especial: A luta contra Dark Black - parte dois


Marinette precisava salvar os kwami, as pessoas, enfim, a si mesma. Depois de subir na prancha e flutuar, ela rapidamente pega os kwami dos pés do monstro e desviando também dos ataques do mesmo. Vendo que havia muitas pessoas próximas do local de batalha, a garota dos olhos azuis ainda flutuando na prancha aproxima dos habitantes de Paris.
- Saem daqui agora! Vão para o fundo do acampamento! – grita ela.
- Filha?! Vem conosco! – grita Sabine.
- Você também precisa sair daqui Marinette. – grita Tom.
- Por favor, façam o que estou mandando! – ordena a garota que por motivo nenhum abandonaria a missão que ela mesma estava determinada a cumprir.
- Vamos! – grita um homem, guiando as pessoas, seguindo assim as ordens de Marinette que logo segui para uma tenda no centro do acampamento. Ela logo pega e entra junto com a prancha e os kwami dentro do local que era nomeado a “cozinha”. O local estava escuro, por isso a garota volta para frente da tenda e pega um graveto que estava na fogueira. Iluminando o local com o fogo, ela coloca os kwami com cuidado em cima de uma pequena mesa, que nela contia também algumas sacolas que Marinette resolve procurar algo que lhe fosse útil.
- Faca, bolacha, frutas, verduras... Ah! O que eu vou fazer com isso? Olha tem também nessa outra sacolinha; trigo, farinha, macarrão, maisena, óleo... Maisena?! Por que eles precisariam de maisena? Peraí, a maisena pode ser útil pra mim!
Nesta hora alguém desconhecido para a garota pega em seu braço, fazendo levar um maior susto.
- Quem é você?! – pergunta ela, o ameaçando com tocha de fogo.
- Oh! Calma ai. Eu sou amigo, meu nome é Ricardo. - diz o homem dando um passo para trás.
Agora que pudia enxergar claramente o rosto, Marinette o reconhece como o mesmo homem que havia guiado as pessoas para fundo do acampamento e também de outra pessoa que o rosto e nome não se interligava...
- Men Fire?!...
- Ótimo, você me conhece pelo o menos de uma maneira. Sabe eu não gosto que me chamem de Men Fire, porque o meu nome é Ricardo. Agora você pode tirar essa tocha de perto do meu rosto? Porque como sabe crianças não podem mexer com fogo. – fala Ricardo em tom bruto.
- Eu não sou criança. – diz Marinette afastando a tocha do rosto de Ricardo que respira aliviado.
- O que você pretende fazer? – pergunta ele.
- Não é da sua conta. – reponde a garota em tom bruto dando as costas para o homem e lembrando que a culpa de tudo isso ter começado era dele.
- Olha aqui garota, se é pra salvar aquelas das garras do monstro é sim da minha conta! – fala Ricardo pegando no braço de Marinette.
“Mas Marinette, ele não tem culpa assim como o Cat noir de ter sido akumatizado!” – pensa a garota que com mais calma pedi:
- Você pode soltar meu braço?
Ricardo também mais calmo, solta o braço da garota.
- Vou pergunta de novo... O que você pretende fazer? – pergunta ele.
- Segura aqui pra mim. – pedi Marinette entregando pra ele a tocha, enquanto ela pegava o pacote de maisena.
- Sério? Jogar maisena nele? Esse é o seu melhor plano?
- Você já ouviu falar em sopro de dragão?
- Sim. Por quê?
- Porque pretendo fazer o sopro de dragão nele. O fogo e a luz são a única coisa que o atingi. – explica Marinette.
- Gostei da ideia, mas o que vamos fazer com eles? – pergunta Ricardo referindo aos kwami.
- Vou escondê-los em um lugar seguro... Peraí! Você os conhece?
- Eu lutei contra Vingador com eles e a Volpina, que por falar nela, ela esta bem?
- Creio que não, porque ela é uma das vitimas do monstro. – diz Marinette preocupada.
- Olha pelo o lado bom, eu devo um grande favor a ela. Quem sabe hoje, posso retribuir?
- Somos dois. Também preciso retribuir o que ela fez por mim. Agora vamos! – fala Marinette que joga tudo que estava dentro da sacolinha para fora.
Dividindo assim a maisena entre as duas sacolinhas, uma para si e outra para Ricardo que pega a prancha dos braços da garota e a parti ao meio.
- Pensei que fosse inquebrável. – estranha Marinette recebendo sua parte da prancha.
- E é... De certa forma. – brinca Ricardo que sai da tenda e pega uma tocha da fogueira acompanhada por Marinette.
Juntos eles flutuam ate a tenda próxima que era de Mestre Fu e deixam os kwami deitados no colchão. Depois disso, eles seguem direto ate o monstro que brincava com suas vitimas.
- Quem é o cego agora? – perguntava ele.
- Ainda continua sendo você! – grita Marinette aproximando do akumatizado.
- Então você veio pra segunda luta?
- Calma aí monstro não tivemos nem a primeira luta pra ter a segunda! Alem do mais aquilo so foi para aquecer os motores! – diz Marinette desafiando seu oponente.
- Meu nome não é Monstro e sim Dark Black!
- Pra mim tanto faz, você ainda continua sendo um monstro! Crueldade com pessoas! Que absurdo! – fala a garota fazendo Dark Black fica com mais raiva ainda.
- Espera ai garota! Também quero brincar com o nosso vilão! – fala Ricardo se aproximando.
- Essa garota tem nome! Meu nome é Marinette!
- O que vocês acham que eu sou? Um brinquedo? Pra brincarem comigo? – pergunta Dark Black revoltado.
- Pode ser. Se você se considera assim. Não há ninguém contra. – provoca Marinette.
Aquilo foi à gota d’ água pra Dark Black que solta de sua garra uma de suas vitimas, lançando assim em Marinette que é protegida pela o sopro de dragão feito por Ricardo. Dark Black rosna de dor, enquanto sentia sua garra desaparecer de seu corpo.
- Vamos! Agora Ricardo tente pegar os óculos dele! – grita Marinette que junto com Ricardo começam a encher a boca de maisena e sopra na tocha, fazendo assim o sopro de dragão em Dark Black que se contorce de dor.
O bafo de dragão faz com que as garras do vilão desaparecem-se, libertando assim as pessoas de suas garras. Então Dark Black para se proteger do fogo, com sua única garra “disponível”, produz uma neblina, cobrindo e separando assim os dois. Um lado estava Ricardo que lutava assim como Marinette contra as trevas.
- Por que você prefere se refugiar nas sombras do que me enfrentar? – pergunta Ricardo com raiva.
- Porque eu não me refujo nas sombras, elas são o meu mundo! – grita o akumatizado que com sua única garra, lança Ricardo para longe, perto também de onde se encontrava Volpina agora acordada.
- Você esta bem Ricardo? – pergunta Volpina o ajudando a levantar.
- Bem melhor do que a garota que ainda esta lá. – responde Ricardo se mantendo em pé sozinho.
Enquanto isso...
- Ah! Eu não consigo vê nada! – reclama Marinette forçando os olhos para enxergar naquela neblina.
- Agora você vê o que eu vejo! Se sente insegura, indefesa? Pois bem, agora você sabe como é que me sinto. – fala Dark Black que acerta em Marinette sua garra sombria, deixando assim de flutuar em cima da prancha que ao cair Volpina o pega.
A nevoa começa a seder, porque era sugada para dentro do corpo de Marinette. Algo ruim preenche o corpo, a mente, o coração da garota, parecia que naquele momento tudo de sombrio de Dark Black era transferido para ela. Palavras e sentimentos de odeio eram brotados no coração de Marinette que sempre mantia firme na memória, a lembrança de seus pais, amigos e de todos aqueles que fizeram feliz durante todos aqueles anos. Mas era inútil, porque aquelas lembranças eram trocadas por outras ruins. O odeio parecia vencer o amor... Naquele momento, parecia que não tinha outro remédio senão esperar a morte. Marinette somente fecha os olhos e espera aquela dor preencher seu corpo vazio de qualquer felicidade. Mas Ricardo flutuando com a prancha pega por trás de Dark Black retira seus óculos, revelando seus olhos sem cor, sem vida e joga rapidamente para Volpina que parte ao meio, saindo de lá o akuma. Ricardo desce da prancha para que Volpina o transformasse em flauta novamente pra capturar o akuma.
- Suas noites de trevas acabaram akuma! – diz Volpina que sopra a sua flauta e ergue pra frente, sugando o akuma para dentro.
Depois de purificado, Volpina sopra novamente a flauta, libertando assim a borboleta pura de qualquer mal. Mas antes de transformar ao normal, Dark Black fala algo que Marinette nunca ira esquecer.
- Não pense que você me derrotou Marinette, porque as minhas trevas ainda vivem dentro de você!
Nesse momento, a maldade sucumbi do corpo do homem cego que antes era Dark Black, fazendo ele e Marinette caírem sobre o chão. Mas antes que isso acontecesse Marinette é pega por alguém que seus olhos a enganam dizendo que era um garoto loiro e de olhos verdes...
- Adrien?!...
Não, não era ele, mas aquele nome dito por ela antes de desmaiar machucou muito a pessoa que a segurava em seus braços e que a amava em segredo...



Notas Finais


Então o que acharam? Gostaram desses capítulos especiais? Espero que em breve possamos comemorar muitos outros!!!


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