História O ódio nasce para proteger o amor - Capítulo 12


Escrita por: ~

Exibições 50
Palavras 2.066
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois daquele super capítulo, eu não aguentei deixar vocês na espera😓😅. Se no último capítulo vocês quase tiveram um treco, espero q nesse não morrem de uma vez😂. Eu sinceramente quase chorei escrevendo, mas me mantir firme por que coisas piores do que essa estão por vir....

Capítulo 12 - Sonhos e lembranças....


Fanfic / Fanfiction O ódio nasce para proteger o amor - Capítulo 12 - Sonhos e lembranças....

Vingador anda pelas as ruas de Paris, sem direção, sem rumo, a única coisa que procurava era a paz que não teve nesses dois dias que pareceram uma eternidade (coisa que mim e para vocês também foram kkk). Mas o silencio que havia no local, fazia o ficar perturbado do que tranquilo, porque enquanto andava, observava a destruição do local, o que fazia lembra-se dos momentos felizes que passara com seus amigos e com a Ladybug. Seu coração doía ao se lembrar da garota dos olhos azuis que conquistou seu coração.
“Por que ela teve que me deixar?” – pensava ele, enquanto caia lagrimas de seus olhos.
Vingador como não tinha pra onde ir, prefere continuar caminhando e olhando para cada detalhe da cidade como se fosse um artista ou admirador, mas o que o diferenciava era que não tinha admiração e nem orgulho e sim o sentimento de culpa. O vilão que antes era o herói anda mais um pouco ate se deparar na frente de sua antiga escola. Sem perceber, Vingador já se encontra dentro do pátio da escola, mesmo que cada passo que desse parecia menos capaz de continuar se quer vivo. Ao erguer os olhos para frente ele tem a mera impressão que seus amigos estavam no pátio, esperando-o para mais um dia de aula. Ele então entra na sala de aula e lá estava a professora escrevendo na lousa. Seus colegas continuavam no mesmo lugar de sempre e Nino o esperava com o sorriso estampado no rosto. Vingador aproxima para se sentar ao lado de Nino, sentia que sua personalidade de Adrien estava mais viva do que nunca. Nino faz um “toque aqui”, mas Vingador ao aproximar sua mão a dele, percebe que aquilo não passava de uma ilusão feita por sua mente.
- Por quê?! Por quê?! Por que tudo isso tinha que acontecer?! – pergunta a si mesmo, enquanto deixava seu corpo deslisar sobre a parede ate o chão. Ele abaixa a cabeça se apoia em seus braços, tudo que ele queria agora era um conselho ate mesmo uma bronca e quem sabe um abraço, não qualquer abraço mais sim um abraço de mãe que conforta a alma ate da pessoa mais triste do mundo.
- Mamãe. – sussurra ele. – Todos que eu amo me deixaram.
- Mas eu ainda estou aqui. – diz Hawk Moth em sua mente, que depois prefere o deixa em paz.
- Não é a mesma coisa.
Depois disso o akumatizado olha para si mesmo com um certo nojo, levantando a cabeça...
“Aos poucos fui me transformando
A compaixão fui perdendo
A vingança me consume
Mas fico tão triste quando escuto você gritar meu nome
Um demônio que se esconde na escuridão
Que carrega tanto ódio em seu coração
Mas será você que é a luz que ilumina meu caminho?
Que não me deixara ficar mais sozinho?
Será que vai por amor em meu coração?
Ou será que vai ser o motivo de permanecer na escuridão?” (Poesia feita por minha querida amiga Emilly Olivia. Valeu loirinha!)
Logo depois disso Vingador adormece naquele mesmo local e tem um sonho que ambos nunca esquecerão...
“Men Fire corre atrás de Ladybug e Cat noir que seguem em direção a um labirinto. Ao entrarem no confuso labirinto, havia duas entradas, naquele momento a única coisa que eles sentem é serem perseguidos pelo o vilão cheio de ódio.
- Vamos nos separar! Assim será mais difícil de ele achar a um de nos! – fala Ladybug.
- Não, não vamos nos separar!
- Por que não?
- Por que eu sinto que uma coisa ruim vai acontecer!
Sentimento este que perturbava sua mente e apertava seu coração.
- Ta com medo do que gatinho?
Ele a encara com olhar serio. Naquele momento ele não estava de brincadeira, coisa que Ladybug percebe quando olha no fundo de seus olhos de gato. Ladybug começa a dizer algo, mas o fogo feito por Men Fire os separa bruscamente, formando uma parede de fogo entre eles que buscam de alguma forma estar ao lado um do outro. Men Fire se aproxima do casal com olhos vermelhos de tanto odeio.
- Corra para dentro Cat!
Cat noir faz o se pede e vê através do fogo que Ladybug também fazia o mesmo para se proteger. O gato preto corre pelo o labirinto sem destino algum ate que percebe que Men Fire não esta mais correndo atrás dele, então isso queria dizer que...
- Ele esta atrás da Ladybug!
Nesta hora ouvi-se um forte grito de dor vindo da Ladybug, parecia que algo havia a acertado fortemente.
- Ladybug! Cadê você?! – grita Cat noir desesperado enquanto corria feito louco pelo o labirinto em busca de sua amada.
Sua cabeça girava e sua vista esta embaçada. Ate um momento os gritos refletiam as dores da garota que agora pareciam ser transmitidos para o garoto que sentia as dores e agonias de sua amada.
- Aiiiiii!!!
Dessa vez grito foi mais forte e mais intenso. Cat noir encosta o ouvido na parede e escuta o som da luta que estava acontecendo e depois o som de passos de outra pessoa fugindo. Agora a única coisa que o separava de vez de sua amada, pelo o menos ate aquele momento era a parede do labirinto.
- Cataclismo! – diz ele que usa seu poder para destruir a parede.
Depois de destruído, Cat noir passa correndo desesperado por cima dos destroços da parede ate sua dama, nada naquele momento fazia com que ele se afastasse da mesma.
- Ladybug! O que ele fez com você?!
- Cat!... – sussurra Ladybug abrindo os olhos lentamente.
Ladybug se encontrava em um estado deplorável, sua roupa estava desfiada e havia marcas em seu corpo de queimaduras, provando assim que aquela havia sido uma grande luta, onde ela provavelmente saiu perdendo. Men Fire não estava mais no local, mas o garoto sabia que aquela luta não havia sido fácil em ambos os lados.
- Cat...
- Calma My Lady! Poupe forças! Eu preciso tira você daqui! – fala Cat noir desesperado não contendo as lagrimas porque não sabia e nem tinha forças para fazer algo, enfim se sentia inútil para fazer qualquer coisa que fosse para salvá-la.
- Cat, fiquei com tanto medo que ele fizesse mal a você. – murmura Ladybug acariciando e enxugando as lagrimas de seu gato com as suas mãos queimadas.
- Ah My Lady... Eu queria tanto estar em seu lugar para não te vê sofrer tanto assim. – diz ele em meio aos soluços, enquanto lagrimas ainda escoriam pelo o seu rosto ate a pele pálida do rosto da garota.
- Foi... melhor assim... Eu também não suportaria te vê assim em meu estado. – fala Ladybug com ternura e com dificuldade para falar. – Você sabe que somos reencarnações de outros Ladybug e Cat noir que vieram antes de nos não é mesmo?
- Sim.
- Pois então, eu estava errada...
- Não! Você nunca esteve errada!
- Desta vez sim Cat. Deveríamos ter ficado juntos ate o fim. Não existe apenas Ladybug ou somente Cat noir. A dupla é Ladybug e Cat noir.
Naquele momento o arrependimento, o odeio e a dor preenchia o coração do garoto que suplicava em seu interior que aquilo não estivesse acontecendo.
- Men Fire pagara muito caro pelo o que fez com você! – fala garoto cheio de odeio.
- Não, ninguém é culpado alem de Hawk Moth pelo o que aconteceu. Por favor, me prometa que abrirá seu coração somente para o amor preenchê-lo. Por que o odeio nasce para proteger o amor...
Nesta hora os olhos azuis da garota de cabelos negros perdem o brilho, o corpo relaxa e a cabeça tomba para trás. Cat noir analisa cada parte do corpo, mas não há nenhum indício de vida...
- Nãoooooo! My Lady não!”
Marinette acorda suando frio com o grito de seu parceiro em sua cabeça. Ela se levanta e senta rapidamente em posição de índio, so assim ela percebi que Volpina estava ao seu lado a observando.
- Você teve uma noite cheia de tormentos. Percebi isso quando não consegui interferir em seu sonho.
- Do que você esta falando? – pergunta Marinette, sentindo novamente sua cabeça doer, se lembrando do sonho que havia tido.
- Olha isso. – diz Volpina que pega sua flauta da cintura e o sopra.
Mas aquela era uma nota musical diferente das que Marinette já havia escutado. Da flauta então começa a sair notas musicais que seguem em direção a Sabine, so assim Marinette percebi a presença da mãe, que estava deitada em cima de um pano forrado no chão. As notas envolve sobre a cabeça de Sabine, fazendo as garotas verem o que ela estava sonhando.
- Sua mãe estava muito agitada com tudo que aconteceu com você, por isso fiz com que se relaxasse, sonhando com você.
As imagens do sonho de Sabine que ela e sua filha corriam felizes pelo um campo florido, faz com que Marinette fica perturbada, por esse motivo Volpina estrala os dedos, fazendo com que essas imagens desaparecessem.
- Quando realmente nos conhecermos você me garantiu que não lia mentes. Como você me explica isso? – pergunta a garota de cabelos negros em tom bruto.
- Como faço ilusões de certa forma eu mexo com as mentes dos outros. No começo o Mestre Fu me disse que com o tempo e pratica dos meus poderes, eu aprenderia de uma forma ou de outra ler mentes. Acho que essa é mais uma forma de entrar nas cabeças dos outros alem de fazer ilusões. – explica a heroína.
- Filha?! – quase grita Sabine de tanta alegria ao vê sua filha bem. – Você acordou!
Ela segui em direção a sua filha, ajoelha e abraça como nunca havia a abraçado. Sabine realmente estava feliz, mas Marinette não parecia demonstrar o mesmo. Volpina estranha mais ainda quando vê Marinette meio que empurrar sua mãe com certo nojo. A morena pensou que quando Marinette encontrasse sua mãe, ela esbanjaria alegria para todos os lados, mas aquilo não havia acontecido.
- Chega mãe! Ta bom! – exclama Marinette se levantando rapidamente.
Nesse movimento rápido, Marinette sente suas pernas bambearem e sua visão embaçar. Sabine e Volpina ajudam ela a sentar novamente na esteira.
- Você esta bem?
- Ta mãe! Eu estou bem! – responde Marinette impaciente.
- Se é assim, eu avisar ao seu pai que você acordou esta bem?
- Já vai tarde. – murmura a garota de olhos azuis.
- Marinette! – repreendi Volpina à ação bruta da amiga com sua mãe.
- O que você disse filha? – pergunta Sabine prestes a sair da tenda.
- Nada não senhora Cheng. Agora pode ir avisar seu marido, eu cuido dela. – fala a morena e Sabine sai.
- Você fala em cuidar de mim como se eu fosse uma garotinha de 5 anos! Não é porque não posso me transformar que alguém precise cuidar de mim. Já salvei Paris milhares de vezes!
- Marinette, você realmente esta bem?
- Pareço bem? – pergunta Marinette novamente em tom ignorante.
- Sinceramente não estou te reconhecendo. O que aconteceu com você?
- Aconteceu que provei a mim mesma que ao sirvo para nada...
- Mas Marinette! Você lutou bravamente contra Dark Black! Você devia se orgulhar! Lutou contra ele sem mesma esta transformada! Se não fosse por você, eu não teria conseguido purificar o akuma! – exclama a morena.
- O que esta acontecendo aqui? – pergunta Wayzz entrando junto com Plagg pelo o buraco na tenda.
- Nada que você precise saber! – diz a garota de cabelos negros cruzando os braços.
- Marinette acha que não fez nada pra me ajudar na batalha contra Dark Black.
- Que isso Marinette? Você nos ajudou bastante. E que saber de um coisa? Dark Black foi o primeiro vilão que fez tudo que o fez, mas não pode vê nada. – brinca Plagg para descontrair o clima, fazendo todos rirem, menos Marinette que fecha a cara e sai da tenda.
Marinette ao sair embarra em Mestre Fu que estranha à ação dela, mas mesmo assim continua na entrada da tenda.
- Nossa a minha piada foi tão sem graça assim? – pergunta Plagg sem graça.
- Não foi sua culpa Plagg. A reação de Marinette é aceitável já que as trevas de Dark Black ainda vivem dentro dela. – explica Mestre Fu que observa a garota se afastar de tudo e de todos, indo em direção a entrada do acampamento...


Notas Finais


Alguém percebeu a Mari mudada? Espero que em breve possamos ter ela de volta (falo isso como se não tivesse a decisão em minhas mãos 😂) . Então o que acharam do capítulo?


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